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Posts de outubro 2008

Os cachorrinhos da Ramiro Barcelos

31 de outubro de 2008 19

Há três semanas, o morador de rua Alexandre ganhou novas companhias. Sua cadela Lenny teve seis filhotinhos. O próprio Alexandre ajudou no parto da sua “cão de guarda”, como ele a define.

Com a ajuda de amigos, Alexandre conseguiu uma caixa para servir de amparo para a cadela cuidar de seus filhotinhos. Desde então, Lenny os amamenta ali mesmo, na esquina da Ramiro Barcelos com a 24 de Outubro, despertando a curiosidade dos que passam pela rua.

Alexandre, que se sustenta com as moedas que recebe na Ramiro, garante que mãe e filhos estão bem cuidados. Veterinários e protetores dos animais têm vindo atestar as condições em que estão vivendo seus cachorros, enquanto moradores e comerciantes das redondezas colaboram com ração para a cadela Lenny e Robinho, o pai dos cachorrinhos.

Os filhotes, por enquanto, apenas mamam e ainda não caminham, mas já estão todos prometidos para alguém. Alexandre só está esperando a amamentação terminar para entregar os cachorrinhos a quem pediu. Enquanto isso, a caixa funciona como espécie de atração naquela esquina, especialmente para crianças.

Postado por Taís Seibt, Conselho de Blogueiros

Ginástica rítmica na Sogipa

31 de outubro de 2008 3

Cauduro Filho, Divulgação

Para os admiradores de ginástica rítmica, a Sogipa sedia amanhã a final do Campeonato Estadual do esporte. O evento será no Ginásio 9 (Rua Barão do Cotegipe, 400/415), a partir das 9h, com entrada franca.

Quem for lá, no sábado, deve ficar de olho na ginasta Dominique Rübenich (foto), que pode confirmar o título de campeã gaúcha. Ela venceu as três primeiras etapas deste ano.

Além dela, irão competir as sogipanas Bruna Ogawa, Rafaela Gehrke, Ana Luiza Ávila, Candina Webler Santos, Michele Sbruzzi, Paula Vanessa Lima, Gabirela Guttierrez, Joyce Magalhães e Stephanie de Jesus.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Hoje, nas bancas da região

30 de outubro de 2008 1

No ZH Moinhos que circula hoje, o leitor vai conhecer o projeto para a área de lazer na Rua Mata Bacelar, na Auxiliadora, que já dividiu moradores e comerciantes da via. Além disso, há o texto da Dona Leonie Gonçalves da Fonseca, falando sobre a casa construída por seus pais na Praça Maurício Cardoso.

Seguindo com os testes de praças dos bairros, essa é a vez das praças Dr. Maurício Cardoso e Dom Sebastião. Também há o perfil da patinadora Vivian Moreira, que é moradora do bairro Independência. O caderno traz, ainda, receita de filé de porco com damasco do ateliê de cozinha Ragoût e participações de leitores, com textos, e-mails, fotos e relatos.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Você nasceu com o Parcão?

29 de outubro de 2008 1

Arivaldo Chaves

O Parcão está prestes a completar 36 anos, e o ZH Moinhos quer fazer uma homenagem especial à área. Estamos procurando pessoas que tenham nascido na mesma época da inauguração do parque, e contamos com a ajuda dos leitores do Blog do ZH Moinhos.

Se você nasceu em 1972 e passou a infância na região próxima ao Parque Moinhos de Vento, ou conhece alguém que se encaixe neste perfil, entre em contato com a gente. O e-mail é moinhos@zerohora.com.br e o telefone é o (51) 3218-4785. Você também pode deixar um comentário neste post.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

O Alemão do Parcão

29 de outubro de 2008 2

Carlos Antonio Machado, o Alemão, tem 37 anos. Trabalha há sete anos no Parcão, lavando, encerrando e cuidando dos carros de seus clientes, que deixam aos seus cuidados quando estão dando uma caminhada ou uma corrida pelo parque.

Colorado fanático (intilulado por ele mesmo), Alemão não gostou muito do apelido dado a ele por uma cliente, mas se acostumou e hoje já não se incomoda mais quando o chamam assim.

Muito estimado por todos, Alemão ganha presentes dos seus clientes e se diz uma pessoa feliz e realizada com seu trabalho.

Postado por Lu Kolesny, Conselho de Blogueiros

Gostosuras ou travessuras

28 de outubro de 2008 8


A figura de monstros, bruxas e outras criatura assombrosas tem chamado a atenção dos moradores do Moinhos. Encontrados decorando algumas lojas e fachadas das escolas de inglês do bairro, sinalizam que é chegada a hora de celebrar o Halloween.
Quase como um intruso à nossa cultura, mas muito popular nos Estados Unidos, o Halloween vai aos poucos conquistando o seu espaço. E de uma maneira bem peculiar. Enquanto nos países falantes de língua inglesa, as pessoas enfeitam as casas com abóboras esculpidas e iluminadas (os famosos Jack O’lanterns) para recepcionar os pequenos fantasiados que clamam por ‘gostosuras ou travessuras’, aqui a celebração restringe-se a alguns clubes e aos cursos de inglês. “Aproveitamos a data para abordar os aspectos culturais, sem dúvida, mas também é um momento de diversão e integração da criançada”, diz a professora de inglês Danusa Guimarães.
De acordo com Danusa, o Halloween muda a dinâmica da escola. São muitos preparativos: a ambientação da sala de aula, a decoração da festa, a escolha das brincadeiras. “A imaginação é realmente colocada à prova. Afinal, não se pode perder de vista a questão pedagógica”, enfatiza a professora.
Os pequenos aprendizes de Danusa adoram o Halloween. Vestidos à caráter, participam com entusiasmo das brincadeiras preparadas especialmente para a ocasião: maçã na tina de água, hora do conto com estórias de fantasmas, gostosuras ou travessuras e túnel fantasma. Tudo em um ambiente temático digno de casa mal-assombrada. Porém, não esquecem de que a festa é uma extensão da sala de aula de inglês. E por isso mesmo, praticam, reciclam e aprendem novas palavras e estruturas da língua, de maneira lúdica e festiva.
Fantasmas, bruxas e monstros podem ser assustadores para alguns. Mas tem lá os seus encantos: além de remeterem ao contexto cultural de outras regiões, também podem significar aprendizado e diversão.

Postado por Norah Dietrich, Conselho de Blogueiros

Da Zerésima ao boletim de urna no Moinhos

27 de outubro de 2008 7

Neste ano, pela primeira vez, participei de um processo eleitoral  como 1ª mesária. Acompanhei de perto todo o procedimento que, muitas vezes, como eleitor, nem imaginamos como aconteça. Desde a emissão da “Zerésima” até a espera na fila para a entrega das urnas e seus boletins com os números de votos impressos. Zerésima? Eu também não conhecia esse termo. Ela é emitida após a urna ser ligada pela manhã, para comprovar que não há nenhum voto registrado no sistema. Todos os votos, nominais, brancos e nulos, aparecem com o número zero. Esse documento é assinado pelo presidente da seção, primeiro secretário e fiscais dos partidos.

Na seção em que trabalhei, 111ª da 2ª Zona Eleitoral, no Colégio Bom Conselho, eram 390 eleitores cadastrados. Jane Pasqualotto, servidora pública, já participa do processo eleitoral desde 2004, sendo que nessas eleições estreou como presidente. Orientou-nos com muita atenção e cordialidade, trazendo, inclusive, lanche para enfrentarmos as 9 horas de eleições. Márcio P. Heldt (à direita, na foto), 2º mesário, disse que não aproveitará os dias de folga, concedidos por Lei em razão da convocação, pois possui negócio próprio. Gostou de participar, reencontrando muitos conhecidos e relembrando os tempos em que estudou no Colégio Bom Conselho. Raphael E. Nunes (à esquerda, na foto), 1º secretário, também convocado pela primeira vez, relembrou o tempo em que estudou no colégio, não sabendo se vai conseguir usufruir os dias de dispensa em seu estágio de Direito.
Os eleitores demoraram a chegar. Às 10h, apenas 36 pessoas haviam comparecido. Grande parte exerceu seu direito de voto facultativo. Desde uma eleitora de 16 anos de idade até a nascida em 1918, com 90 anos. E o discurso era unânime: “temos que exercer a cidadania”. Uma eleitora de 83 anos afirmou, orgulhosamente, que não deixou de votar em nenhuma eleição. Um analfabeto, também, fez questão de comparecer nos dois turnos. Outro eleitor, muito inspirado afirmou: “Hoje é o dia que sou igual a todo mundo”. No total, compareceram 298 eleitores. Relembro a todos que o prazo para justificar o não comparecimento é de 60 dias, e para os que estão no exterior, o prazo é de 30 dias após o retorno.
Posso afirmar que foi uma experiência muito boa, pois além de exercer a cidadania, ver exemplos e trabalhar para a democracia, ainda consegui dias de dispensa em meu serviço.

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Quem será o mendigo Sérgio?

26 de outubro de 2008 12


Com a missão de fotografar o famoso mendigo do Moinhos, atravessei a rua e me aproximei dele com a máquina fotográfica nas mãos. Ele me perguntou se eu iria lhe pagar pela foto e eu respondi que não. Mas logo após algumas palavras ele me autorizou a fotografá-lo. Fez pose, sorriu, e pediu para conferi-las na máquina. Muito simpático, me informou que seu nome é Sérgio, guardador de carros no Moinhos e “literário”, se despedindo gentilmente e afirmando que em outra hora conversaríamos melhor.

A Miréia, que conhece um pouco mais sobre a vida dele, revela sua ligação com o bairro:

Bem, o Serjão, Cavalão ou Cheiroso, nomes que alguns comerciantes lhe dão, mostra como ele é conhecido por aqui. Tem dias que está calmo, e aí caminha pelas ruas tranqüilamente como se o bairro fosse seu jardim, seu domínio. Às vezes coloca um cobertor sobre os ombros e parece um rei desfilando de um lado para outro.

Tem vezes que está agitado, aí então, entra pelos estabelecimentos comerciais e pega uma latinha de cerveja, água ou refrigerante e deixa o que tiver de dinheiro no balcão – sem saber o valor exato que tem na mão. Ele não consegue distinguir valores, só sabe que há troca entre o dinheiro e a mercadoria.

Algumas vezes chega perto das pessoas olhando fixamente, o que assusta quem não o conhece.Segundo os comerciantes ele nunca pegou nada sem “pagar” e nem agrediu ninguém fisicamente. Ele é muito querido pelos comerciantes do bairro que lhe auxiliam na alimentação.

Os taxistas do Shopping Moinhos o chamam de Cavalão e dizem que mora atrás da Pracinha Maurício Cardoso, num lugar cedido por alguém das redondezas.

Na próxima vez, faremos uma entrevista e “conversaremos melhor”, para descobrir a sua história “literária”.

Postado por Miréia e Úrsula, Conselho de Blogueiros

Parque Tenístico José Montaury

24 de outubro de 2008 8

Inúmeras vezes passei em frente a esse parque na Rua 24 de Outubro, próximo à Miguel Tostes. Sempre tive curiosidade em saber como funcionava, no entanto nunca havia atravessado o portão.

Numa tarde ensolarada de domingo, após alguns dias de muita chuva, resolvi entrar para conhecer.

Perguntei a um casal que estava descansando com as raquetes nas mãos, como funcionava o uso das quadras de tênis. Eles me informaram que é só chegar e jogar. Não é preciso pagar nada. É um espaço público municipal, que recebe apoio do Banco Matone.

Josiane Huber e Diego Soares (foto abaixo) sempre aproveitam os finais de semana para jogar tênis. Eles acreditam que poucas pessoas conheçam o local. Ela própria descobriu as quadras apenas neste ano, sendo que trabalha há quatro anos na região. Esse é mais um daqueles locais de diversão que merece ser divulgado para a população melhor usufruir.

Obrigada, Josiane e Diego, pelas informações!

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

23 de outubro de 2008 2

A matéria de capa do ZH Moinhos que circula hoje conta mais detalhes sobre a turma de estudantes uruguaios que participa esta semana de um intercâmbio na escola Uruguai.

Na contracapa, os blogueiros Diego Fabris e Diogo Carvalho dos Santos, do Destemperados, respondem nosso questionário sobre o bairro na seção Conheça seu vizinho.

Tem ainda a continuação do teste nas praças da região e uma matéria sobre o blog Ordem Pública, uma iniciativa da 4ª Companhia do 9º Batalhão de Polícia Militar, que assumiu o policiamento dos bairros Moinhos de Vento e Independência no dia 10.

Postado por Mirella Nascimento, Redação ZH

Uruguaios invadem o Parcão

22 de outubro de 2008 1

Há uma comitiva de 15 uruguaios pela região. São 12 crianças e três adultos que chegaram ao Brasil, na segunda-feira, para conhecer um pouco da nossa cultura. O grupo pertence à Escuela Brasil nº 17, de Montevidéu, que realiza intercâmbios com a Escola Uruguai, no Parque Moinhos de Vento, há 21 anos.

Para abrigar as crianças em Porto Alegre, a diretoria da escola conta com pais de alunos da 5ª e da 6ª séries. A funcionária pública Niraci Ventura Pinto e o autônomo Airton Pinto estão hospedando Juan. O filho deles, Germano, 11 anos, estuda no colégio há um ano, e a família quis participar da iniciativa (foto).

- É maravilhoso a escola desenvolver o projeto e mostrar à comunidade, o que valoriza o seu trabalho – afirmou Niraci.

Airton contou que as crianças ficaram ansiosas, no último final de semana, por causa da chegada dos colegas uruguaios. Disse, ainda, que os dois meninos são tímidos, mas acabaram interagindo no futebol. O grupo da Escuela Brasil vai embora nesta sexta-feira, e no ZH Moinhos que circula amanhã você poderá ler um pouco mais sobre a iniciativa.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

A engenhoca do afiador

21 de outubro de 2008 3

A bicicleta estava em movimento, mas estava parada. O afiador de facas Adevandi Oliveira pedalava, mas não saía do lugar.

Ele mesmo desenvolveu a engenhoca. O movimento de suas pedaladas funciona como engrenagem para fazer rodarem as pedras de afiação necessárias para o seu trabalho.

- Tenho uma outra com duas pedras grandes para afiar ferramentas maiores, mas aquela eu só levo para a praia – diz Adevandi.

Estacionado na 24 de Outubro, na quadra entre a Padre Chagas e a Luciana de Abreu, o afiador garante que tem boa clientela nas redondezas. Nascido em Madrid, Adevandi conta que aprendeu o ofício com seu pai, também espanhol.

- Apesar de ter nascido na Espanha, meu país é este, amo o Brasil! – comenta.

Adevandi veio para cá aos seis anos de idade. Hoje, aos 66, e há 49 anos na profissão, o afiador demonstra disposição para trabalhar com sua engenhoca, que não gasta eletricidade e não polui o meio ambiente.

- E o bom é que ainda faço uma física! – ironiza, comemorando a boa forma que lhe permite jogar futebol até hoje.

- Quer dizer, jogar eu não jogo nada, mas corro bastante! – afirma.

Postado por Taís Seibt, Conselho de Blogueiros

Happy Horário de Verão

20 de outubro de 2008 12

Com a chegada do horário de verão e os dias se tornando mais longos, temos a possibilidade de aproveitar mais a luz do sol. Nesse primeiro dia do novo horário, observamos as pessoas, com seu vai-e-vem, procurando um lugar para conversar. A diversidade de idiomas tomou conta do Moinhos.

O Parcão continuou lotado com o avanço da hora, sendo que às 19:45 a movimentação ainda era intensa. Com essa medida de troca de horário para a redução de consumo de energia elétrica, as pessoas, na realidade, parecem ter mais energia interna.

Esperamos que com o Happy Horário de Verão os “Happy Hours” sejam mais freqüentes. Afinal, temos até o dia 15 de fevereiro para esbanjar energia de viver e reduzir energia elétrica.

Postado por Miréia e Úrsula, Conselho de Blogueiros

Uma flor nasceu na rua!

18 de outubro de 2008 3

Na esquina da Padre Chagas com a Hilário Ribeiro, uma gérbera fazia companhia ao entulho das obras na calçada. Avistei-a de longe, iluminada pelo sol. De cor alaranjada, ela até combinava com a tela que fazia o isolamento do local.
Cheguei mais perto para fotografar e percebi que havia um cartão amarrado no caule da flor. Teria alguém rejeitado um galanteio?
Quase isso! O cartão era de uma floricultura localizada na Dr. Timóteo. Tratava-se uma ação da loja para divulgar seu novo site – estavam distribuindo flores às pessoas pelas ruas ao redor. Alguém que recebeu uma flor optou por deixá-la no caminho.
A imagem da gérbera solitária no meio da calçada me fez lembrar do célebre poema de Carlos Drummond de Andrade, A Flor e a Náusea. Era marketing, mas como dissera Drummond, garanto que uma flor nasceu. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio daquela obra que não termina.

Postado por Taís Seibt, Conselho de Blogueiros

As meninosas

17 de outubro de 2008 13

Um grupo de mulheres bem dispostas conversava ao nosso lado, em um dos cafés do Moinhos. Estávamos eu, Miréia Borges (D) e Kelli Pedroso.

A energia contagiante e a vitalidade das amigas definitivamente chamava atenção. Principalmente porque o grupo era formado por, digamos assim, mulheres mais maduras.

Sabe o sentido de sentir-se cada vez melhor na própria pele com o passar dos anos? Pois foi essa a sensação que tivemos ao conversar com Corina Breton (C) e Regina Silveira. Pra começo de conversa, elas mesmas se denominam “meninosas”: uma definição carinhosa do que são e de como se sentem. Ou seja, uma mistura de meninas e idosas. Porém, poderíamos muito bem traduzir o termo, a partir de meninas e vaidosas. Afinal, elas capricham na alimentação, na produção e nos exercícios, como caminhadas e pilates.

Ou, quem sabe, meninas e charmosas. Isso porque, mesmo podendo se dar ao luxo de não fazerem absolutamente nada, seguem levantando bandeiras, como Corina que integra a ONG Instituto Chega! de Violência.

Resumindo: acabamos descobrindo que as meninosas não são apenas belas e alegres, mas também muito inspiradoras. Uma verdadeira lição de vida.

Postado por Norah Dietrich, Conselho de Blogueiros