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Posts de dezembro 2008

Hoje, nas bancas da região

31 de dezembro de 2008 1

No ZH Moinhos que circula hoje, encartado na edição conjunta de 31 de dezembro e 1º de janeiro de Zero Hora, você vai conhecer história de novos moradores da região. Conforme o post anterior, eles esperam dicas sobre serviços e lazer na Rua Castro Alves e na Avenida Independência.

Também há dicas para prevenção da dengue. Dois leitores escreveram para o caderno falando de suas suspeitas de focos da doença pelo bairro. Além disso, uma receita de batata suíça com legumes ao perfume de manjericão, do Todo Saúde, e as fotos da blogueira Taís Seibt, de casas antigas do Moinhos de Vento.

Preste atenção: no ZH Moinhos, assim como em ZH, todas as palavras modificadas pela nova ortografia da Língua Portuguesa estão sublinhadas.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Conheça dois novos vizinhos

30 de dezembro de 2008 1

O casal da foto se mudou há cerca de um mês para o bairro Independência. Camila Schenkel, 26 anos, e Davi Neves, 25 anos, resolveram morar juntos e encontraram o apartamento perfeito na Rua Garibaldi.

No ZH Moinhos que circula nesta quarta-feira com a edição conjunta de Ano-Novo de Zero Hora você vai conhecer a história deles e a do médico Saul Berdichevski, que se mudou para a Castro Alves. Eles escolheram a região para viver recentemente e vão iniciar 2009 com uma vista nova.

É hora de ajudar seus novos vizinhos. Deixe comentários neste post ou mande por e-mail (moinhos@zerohora.com.br) as sugestões que você tem sobre trânsito, restaurantes, comércio e lazer. Eles agradecem.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Flagrante de desrespeito

29 de dezembro de 2008 9


Vinha caminhando pela Padre Chagas quando ouvi uma vozinha infantil apavorada dizendo:

- Não posso ir no meio da rua!

Levantei a cabeça e nos primeiros segundos não entendi a relutância de uma criança com a babá segurando sua mão tentando ir para rua contornar um carro. Quando a moça disse:

- Nós não temos como passar…

Foi que percebi a cena completa em minha frente. Um carro em plena calçada, estacionado, sem a mínima cerimônia, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Tirei uma foto, pois carrego a máquina fotográfica sempre comigo, para mostrar aos leitores do blog o que está acontecendo ultimamente no Moinhos.

Carros estacionam nas calçadas, impedindo que as pessoas possam passar. O que a mãe dessa criança ensinou sobre o perigo de se ir ao meio da rua, onde passam os carros, está entrando em choque na cabecinha de uma criança em fase de crescimento.

Seria interessante algum policial fazer ronda pelo bairro durante o dia pelo menos, para colocar disciplina nos adultos que não receberam educação de seus pais.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Resquícios de outros tempos II

28 de dezembro de 2008 3

Saquei de novo a minha câmera da bolsa em novas caminhadas pelo Moinhos de Vento. São muitos os sinais de tempos passados que permanecem presentes nas ruas do bairro. Alguns com cores renovadas, outros com marcas da idade. Recantos que guardam histórias que nem todos conhecemos.

É mais certo, aliás, que nunca saberemos o que se passou nesses casarões erguidos em ruas batizadas com o nome de alguém. Ficam as imagens - e a imaginação.

 

 

 

Postado por Taís Seibt, Conselho de Blogueiros

Vencedores na Aldeia do Papai Noel

26 de dezembro de 2008 1

Fotos: Maria Spiess, Aldeia do Papai Noel, Divulgação

As sete crianças da foto acima conheceram a Aldeia do Papai Noel, em Gramado, no dia 18 de dezembro. Elas foram selecionadas no concurso cultural Um Natal Inesquecível no Meu bairro, promovido pela Aldeia e pelos cadernos de bairro. Além de visitar a Fábrica do Papai Noel e conhecer as renas, o grupo fez piquenique e outros passeios na visita que durou dois dias. Os vencedores são:

Amanda Rasera Pedó, oito anos (ZH Bela Vista)

Jenifer de Moura Henriques, sete anos (ZH Centro)

Lucas Milanez Pires, sete anos (ZH Petrópolis)

Mariella de Lima Batista, 11 anos (ZH Zona Sul)

Pietro Mateus Salvatori, nove anos (ZH Bom Fim)

Thomaz Alves Maciel, seis anos (ZH Moinhos)

Vitor Peres Deodoro, 10 anos (ZH Menino Deus)

Lucas Schimidt Daniel, seis anos (ZH Lindóia) – que não viajou 

Acompanhadas de familiares, as crianças adoraram a Aldeia. Com idade entre seis e 11 anos, elas enviaram cartinhas com desenho e frase para a redação. Aos seis anos, Thomaz Alves Maciel, o vencedor do ZH Moinhos (na foto acima, no colo do Papai Noel), disse que o “passeio foi muito maneiro”.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Natal é... Criança!

24 de dezembro de 2008 17

Ninguém tem dúvida que o Natal tem muito mais graça por causa delas. Os olhinhos brilhando em direção à porta esperando o Papai Noel, o sorriso aberto ao rasgar o papel dos presentes e encontrar o brinquedo tão esperado. O mais legal é quando eles surpreendem os adultos falando alguma coisa inusitada, deixando todos boquiabertos: “Criança tem cada uma!”

Então, nada melhor que deixar o Natal do ZH Moinhos mais alegre com os pimpolhos que circulam pelo bairro e suas peripécias.

Essa pitoca de vestido vermelho é a Sofia Stolf, três anos. Cheia de personalidade, fez caras e bocas para a foto. Seu pai, Marcos, contou-me que uma vez estava tentando convencer a filha a colocar um supositório, dizendo que não doía nada, coisa e tal. Sofia olhou para ele e respondeu, com toda a lógica infantil:

- Papai, então coloca em você!

Para mim, ela contou que pediu de Natal pazinha e baldinho para brincar na areia.

 

Gabriel Garcia é esse fofo de três aninhos. Não teve jeito de ele parar para a gente fazer a entrevista. O jeito foi ir conversando e fotografando, enquanto ele subia e descia do brinquedo no Parcão. Falou que pediu para o Papai Noel “carrinhos”, mostrando-me a mão cheia, quando perguntei quantos. A mamãe Elvira disse que foi engraçado quando Gabriel certa vez, do nada, falou que queria “um carro e uma casa” para ele.

Matheus Gomes é uma figura! Do alto de seus sete anos, a toda hora surpreende sua mãe Michele com tiradas inusitadas. Dia desses, seu tio Gustavo estava chateado porque tinha brigado com a namorada, e na televisão passava notícia sobre o seqüestro de umas crianças. Matheus prontamente tirou suas conclusões e perguntou:

-Tio Gugu, tu tá triste porque o menininho sumiu? Não fica triste, ele vai aparecer!

Para o Natal, ele espera ganhar os bonecos do Max Steel, que Michele teve que pesquisar para descobrir o que era.

A bonequinha Julia Knak da Silva, cinco anos, não ficou para trás. Sabem o que ela pediu para o Papai Noel? Um violino! Dessa vez, quem ficou surpresa com a resposta fui eu. A mãe, Carina Knak, contou que Julia já é uma líder. Na apresentação de sua turminha, apesar de ser a menorzinha, causou surpresa a todos quando apareceu coordenando a fila e a posição dos maiores.

As princesinhas Vitoria Rabelo Retin (de lilás, um ano e cinco meses) e Morgana Avila (de laranja, um ano e sete meses) desfilavam de “carro” pelo Shopping Moinhos, chamando a atenção com sua graça, sob olhar atento das mamães Eneida Rabelo e Andrea Avila. As duas nem se importaram comigo tirando fotos, o “carro” era a atração.

Adorei fazer esse post! Criança tem cada uma mesmo, eu me diverti com as histórias. Obrigada a todos os pimpolhos e seus simpáticos papais e mamães corujas, que adoraram contar o que eles andam aprontando.

E aos leitores do ZH Moinhos, um Feliz Natal!

Postado por Angela Dal Pos, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

24 de dezembro de 2008 0

O ZH Moinhos chega às bancas da região excepcionalmente nesta quarta-feira, dia 24, circulando encartado da edição conjunta de ZH.

A capa do caderno traz duas histórias de famílias ligadas às igrejas Conceição e Auxiliadora, sobre como mantêm as tradições natalinas. Se você fizer fotos ou quiser escrever um texto sobre como foi a comemoração na sua casa, pode enviar para moinhos@zerohora.com.br

O ZH Moinhos tem, ainda, matéria sobre o trânsito na esquina das ruas Felicíssimo de Azevedo e Américo Vespúcio, escrita pelo leitor Gerhard Dilger. Também há o perfil de Corina Breton, uma das fundadoras do Instituto Chega de Violência e moradora da Rua Dinarte Ribeiro.

A equipe do ZH Moinhos deseja uma boa leitura e um feliz Natal.

Postado por Mirella e Thais, Redação ZH

O que você acha das compensações do GNU?

23 de dezembro de 2008 1

O Grêmio Náutico União (GNU) iniciou as reformas na sua sede à Rua Quintino Bocaiúva na semana passada, e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) estabeleceu uma série de compensações ambientais.

Para mudar de lugar 18 árvores com mais de dois metros de altura e remover outras 34, o GNU terá de plantar 117 mudas de vegetais nativos na região, além de ter adotado a Praça Arlindo Pasqualini e tombado a cobertura arbórea de área dentro do clube próxima à 24 de Outubro.

A reportagem completa está no ZH Moinhos que circula amanhã, com a edição conjunta de Zero Hora. Mas queremos saber: você concorda com as compensações estabelecidas pela Smam? Dê sua opinião nos comentários deste post.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Pedro José estará no altar da Conceição

23 de dezembro de 2008 1

O menino da foto é Pedro José Agra, de nove meses. Ele será o menino Jesus no presépio vivo na Missa do Galo da Igreja Nossa Senhora da Conceição. A história dele está ligada às datas católicas: o pequeno nasceu na Semana Santa, prematuro, e será batizado amanhã à noite, depois da missa.

Você pode conhecer um pouco mais da história de Pedro José no ZH Moinhos que circula amanhã, encartado na edição conjunta de Natal de Zero Hora.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Mais fotos de aves no Parcão

22 de dezembro de 2008 1

Lembram daquelas fotos lindas de aves no Parcão, da leitora Rejane Dominguez? Pois ela nos mandou mais algumas feitas lá, de outras aves.

– Dessa vez, consegui algumas imagens da garça que fica sempre ali. Enquanto as crianças jogam pãezinhos e pipocas para as tartarugas e os patos, a garça fica aproveitando e “pescando” os peixinhos que se aproximam. E eu clicando – escreveu Rejane, que é química e apaixonada por fotografia.

Confiram mais esse presente dela para os leitores do ZH Moinhos:

 

 

Se você também gosta de fotografar cenas do seu bairro, envie para moinhos@zerohora.com.br. Podemos publicá-las no blog e no caderno.

Postado por Mirella Nascimento, Redação ZH

Argentina com o Moinhos no coração

21 de dezembro de 2008 7

Esta é Teresa Yustas, argentina com muito amor no coração pelo Brasil e pelo Moinhos. Ela comanda a produção das maravilhas do famoso Sanduíche Flor de Primavera.

- Tem que se colocar amor na comida para que ela saia gostosa – diz Teresa.

Teresa, uma senhora simpática com aquele jeitinho de mãe e vó ao mesmo tempo, simpática e com um belo sotaque argentino, adora tango e algumas vezes ao ano vai para Buenos Aires visitar a família e fazer cursos de culinária, trazer “coisas novas” para o bairro que a acolheu e do qual tornou-se parte há 34 anos.

Sr. Julio Yustas faleceu há alguns anos na porta do escritório, deixando um vazio muito grande no coração de Teresa e no bairro. Ele era um homem muito comunicativo e prezava muito o cliente e a qualidade.

Quando o casal chegou ao Moinhos e resolveu se instalar comercialmente, Teresa sentiu uma atração muito forte pelo estabelecimento onde está a Flor de Primavera, mas a proprietária não queria alugar, pois dizia que “nada dava certo ali”, mas Teresa insistiu pois a sensação de que tudo ia dar certo falou mais forte nessa geminiana intuitiva.

Por dois anos, tiveram que mostrar para os consumidores que o sanduíche de miga era gostoso, e muitas vezes davam os sanduíches para as pessoas provarem. Uma vez teve um senhor que comeu um sanduíche de queijo gorgonzola e reclamou que o sanduíche estava estragado.

O casal adaptou os “quitutes” ao paladar dos gaúchos e hoje temos essas maravilhas no Sanduíche Primavera. O Moinhos a cativou, e hoje ela faz parte da comunidade e adora tudo a sua volta.

- Temos que dar valor para as pequenas coisas – fala Teresa ao se referir às gentilezas que existem entre as pessoas do bairro.

Assim é Teresa Yustas, bonita por dentro e por fora e que eu tive o prazer de entrevistar para este post.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

A pomba da paz

19 de dezembro de 2008 6

Lembram da pomba da paz, colocada em cima de uma árvore enorme no Parcão em 2001?

A mesma foi construída e projetada pelo meu irmão, o designer Carlos Kolesny. Pesando cinco toneladas e dividida em três módulos, era revestida em fibra e resina com pintura branca, media 18 metros de envergadura e 10 metros de altura. Pelo seu porte, teve de ser colocada na árvore por um guindaste.

A árvore de Natal media 42 metros e chegou a constar no Guiness Book como a árvore de Natal mais alta naquele ano.

Na época, uma rede de supermercado patrocinou a construção, dando ênfase à paz. Pena que não foi dada continuidade nos anos seguintes. Ela era muito bonita, bonita mesmo. Foi um trabalho árduo, mas que valeu pelo resultado final.

Postado por Luciana Kolesny, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

18 de dezembro de 2008 0

No ZH Moinhos que circula hoje, encartado em Zero Hora, você vai conhecer um exemplo de solidariedade de um grupo ligado à Igreja Auxiliadora que faz almoços semanais para moradores de rua. Também são citados outros exemplos de ações que estão arrecadando doações na região. Se você conhecer mais alguma, envie para o e-mail moinhos@zerohora.com.br

O caderno está recheado de sugestões, fotos e textos de leitores, sobre os semáforos de pedestres, a falta de abrigo em parada de ônibus, o crescimento urbano da Auxiliadora, entre outros.

Tem ainda um perfil de Martha Coelho Borges Duarte, que mora há 52 anos no Moinhos, e a continuação do teste das áreas verdes na região - dessa vez sobre o Morro Ricaldone e a Praça Oscar Boeira.

Na próxima semana, o ZH Moinhos virá encartado na edição conjunta de Natal de ZH, que circula do dia 24 de dezembro.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

É do tempo da Baixada?

17 de dezembro de 2008 12

Digo sempre que sou como jogador de futebol: também posso trocar de time. Já fui gremista, colorada e, agora, recentemente, voltei a ser gremista.

Estou com dois livros do Grêmio emprestados para me inteirar um pouco mais sobre meu time. Um fala da vitória do Grêmio em uma Libertadores “de verdade”, que é bem diferente das Libertadores dos últimos anos, de autoria de Eduardo Bueno e Fernando Bueno. E o outro é do Ruy Carlos Ostermann, Até a pé nós iremos. Quando cheguei no capítulo da Baixada, nesse segundo livro, lembrei que já havia lido algo parecido, mas na época não tinha dado muita importância, pois ainda era colorada.

O texto a que me refiro pertence a este blog. É um dos primeiros posts: O Moinhos em um agosto de 1904. O Grêmio, um ano após sua fundação, já tinha seu estádio, entre o Prado e o “Velho Tiro Alemão”, ao lado do Mato Mostardeiro. Hoje o monumento na esquina da Avenida Goethe com a Rua Mostardeiro marca sua história. O vice-presidente do clube Oswaldo Siebel, após angariar fundos, por sugestão de Augusto Koch, levantou o primeiro pavilhão de madeira em 1910, tendo sido também o campo cercado com arame farpado. Nascia assim a possibilidade da cobrança de ingressos no Estádio da Baixada e o crescimento de um grande clube.

Incrível, entre as Ruas Dona Laura e Mostardeiro havia um estádio do Grêmio. E respondendo a pergunta do blogueiro Alessander, eu realmente não sabia que essa área foi um estádio de futebol. Vendo as fotos no livro me surpreendi mais ainda. Fiquei imaginando onde seria exatamente a Baixada. E ao olhar, na foto antiga, aquela casa branca na descida, pensei: será que é a mesma casa branca que tem na Mostardeiro hoje? Fui até lá e tirei uma foto para compará-las. O estilo é o mesmo, mas a atual é maior. Talvez tenha sido reformada. Não sei, mas a localização também parece ser a mesma.

Bom, fiquei muito impressionada ao saber que há um século havia um estádio do Grêmio no coração do Moinhos. E agora, só restou a dúvida: será que essa casa é do tempo da Baixada?

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

O Moinhos em bate-papo no Lorita

16 de dezembro de 2008 0


Amanhã, a partir das 19h, o Lorita (Rua Castro Alves, 678) restaurante recebe o jornalista Carlos Augusto Bissón, autor do livro Moinhos de Vento - Histórias de um Bairro de Porto Alegre, para uma conversa informal sobre o Moinhos. Mais uma vez, Mario Kerber participa do bate-papo como convidado especial.

Lançado neste ano pelo Instuto Estadual do Livro e pela editora Cidade, o livro tem despertado atenção dos leitores pelo resgate da história social e da vida cotidiana da elite que residia no bairro a partir dos anos 30.

O encontro tem entrada franca, e quem for até lá participa das promoções de happy hour do Lorita com cardápio e bebidas a preços especiais. Se não chover, o evento será sob a charmosa parreira da casa. Em caso de chuva, vai para o espaço de eventos Loritinha.

Postado por Redação ZH