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Posts de fevereiro 2009

Os moinhos de vento

28 de fevereiro de 2009 2

Texto enviado por Simone Guardiola

Final do ano passado, quando fui à Europa conhecer Paris, perguntei a um grande amigo qual seria o melhor guia da cidade. Ele me respondeu: “Leia Balzac”.

Hoje, percebo que conheço um pouco do meu bairro porque há muuuuito tempo li Sérgio Jockmann – li Clô, Dias e Noites.

Na figura dessa mulher, pude percorrer a estrada que ligava o centro da cidade de Porto Alegre às estâncias mais próximas. Hoje, a estrada tem o nome de Independência. A primeira estância tinha por nome sua fonte de energia. Era a estância dos Moinhos de Vento, hoje nosso bairro. Os casarões antigos que se encontram na avenida Indepedência, conta o livro e se minha memória não me trai, eram algumas das casas das sedes das estâncias.

Assim, pelas palavras de Jockmann pude saber a origem do nome do nosso bairro. Mas, se é para falar em origem deveríamos lembrar do bom Colégio Piratini. Antes chamado de Escola Piratini, ele foi fundado pelas irmãs Bina, Maria e Eloá, em dois sobrados que existiam ali, onde sempre foi a tradicional Panvel da 24. Com pátios unidos e pequenas salas escolares era uma escola particular. Minha irmã estudou lá e ainda hoje mantém amigas de escola e muitos dos ensinamentos que recebeu. Ensaiar para o desfile da Semana da Pátria era ocupar parte do hipódromo gentilmente emprestado para a segurança da criançada.

Quando a escola Piratini saiu do Moinhos de Vento foi para o bairro Auxiliadora. Cresceu e seguiu transmitindo ensinamentos e se mantendo na memória de muitas pessoas que conheço.

O edifício onde moro hoje já foi morada das irmãs Bina. Minha irmã lembra de ir junto com a professora e diretora da escola ajudar a levar alguns materiais. Jamais imaginou que algum tempo depois seríamos vizinhas. Mesmo depois de mudarem para outro prédio, elas continuaram no bairro, continuaram na 24 de Outubro. Fizeram, criaram e moraram sempre ali, junto aos moinhos de vento.

Final de 2008, a última irmã Bina, Dona Maria, nos deixou. Quem foi dar o último adeus pode encontrar muitos ex-colegas, porque todos ainda lembram daqueles tempos. Falar no Moinhos de Vento e não falar na importante história destas pedagogas é esquecer do primeiro ensinamento dado por elas: “escreva numa folha o que você quer ser e fazer quando crescer. Leia sempre, pois como tempo a gente acaba acostumando com a vida e esquece dos sonhos e das vontades”.

Hoje, ao sentir a brisa dos ventos brandos ou a força arrebatada dos ventos fortes que nos descabelam ou levantam nossa roupa sei que nosso bairro faz jus ao nome. Portanto, quando senti-lo no corpo aproveite sua energia renovadora, pois eles já moveram muitos moinhos, assim como as irmãs Bina.

Postado por Redação ZH

Uma receita para o fim de tarde

27 de fevereiro de 2009 1

Filé Xadrez ao Molho Rosé/Sheraton, Divulgação

Que tal um filé xadrez ao molho rosé no fim de tarde? A receita aí embaixo é do petisco do chef Mauro Sousa, do Sheraton Hotel (Olavo Bareto Viana, 18).

Nesta semana, o cinco estrelas deu a largada da promoção Happy Hour em Dobro, uma seleção especial de drinques, caipirinhas, destilados e cervejas servidas sempre em dose dupla - pedindo uma bebida, leva outra igual de graça - todos os dias, das 17h às 20h. Para saborear ao máximo o happy hour, a pedida é aproveitar os petiscos preparados pelo chef, como filé xadrez, tábua de frios, bolinho de bacalhau, camarão paulista, entre outras delícias.

 

Filé Xadrez ao Molho Rosé

(Para duas pessoas)

Ingredientes

Para o filé

300g de filé cortado em cubos

1 xícara de farinha de trigo

1 xícara de farinha de rosca

2 ovos batidos

1 dente de alho picado

4 colheres de sopa de molho rosé

1 copo de óleo vegetal

Para a montagem

2 folhas de alface crespa verde

2 folhas de alface crespa roxa

2 folhas de alface rúcula

2 ramos de alecrim

2 ramos de agrião

1 tomate cortado em fatias finas

1 colher de sopa de salsa picada

Modo de preparo

1. Tempere os filés com sal, pimenta e alho. Passe os cubos na farinha de trigo, nos ovos e na farinha de rosca (nessa sequência). Reserve os filés e coloque o óleo para aquecer. Frite os filés em óleo bem quente, até dourar.

2. Decore o prato com as folhas, o tomate, o alecrim e o agrião, conforme mostra a foto, e polvilhe os filés com a salsa picada. Sirva o molho em um recipiente separado.

Postado por Mirella Nascimento, Redação ZH

Sensibilidade de artista

26 de fevereiro de 2009 8

Com a homenagem que teve a Carlos Augusto Bissón, escrevi o post Elegância, discrição e saxofone e conheci muitas pessoas relacionadas ao Moinhos.

Uma delas foi Julia Fernandes, proprietária do Suzanne Marie Restaurant, pessoa tímida, observadora, mas com uma sensibilidade a toda prova. Quando nos encontramos para uma conversa, ela disse:

- Tudo aqui é feito com amor!

Julia teve um passado marcante, com a morte dos pais em um acidente de carro, as três irmãs foram morar com os avós. A vó, que era francesa e amante da cozinha, foi influenciando Julia na cozinha. Ela casou com o uruguaio Alvaro Fernandes, amante de uma boa mesa. Logo, a vida já estava lhe reservando um futuro promissor. Quando morava em Carrasco, andava muito de bicicleta pelo bairro com o filho Alvaro e ia à feira, onde tudo era exposto com muita cor e frescor. Isso tudo levou Julia a ser chef. Ela estuda e lê horas sobre os alimentos, sobre culinária e testa receitas.

Com a viuvez, Julia decidiu montar o Suzanne Marie, sonho do casal Fernandes antes das surpresas da vida. Cecile ajuda a irmã na cozinha e Lúcia faz a administração. A filosofia de Julia é: “Tu fazes a obra da alimentação. Eu forneço a tela, a tinta e o pincel”. Ela sente, vibra e se emociona ao caminhar entre as mesas do seu restaurante, pois a ternura de um encontro com as pessoas proporciona conhecimento e trocas. A composição dos pratos, ela “enxerga” através da alma de seus clientes, ela consegue ver a marca da pessoa, então os pratos são elaborados.

Julia adora um bom vinho, sentada na sua adega em um ambiente climatizado, onde pensa, ouve música e onde também nos recebeu para esse bate-papo. Julia vai escrever um livro onde contará histórias e entre elas serão colocado receitas elaboradas com a alma da artista .

Assim é Julia Fernandes chef do Suzanne Marie, terna, sensível e muito amável. Num próximo post, será contada a história dos alimentos elaborados por Julia.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

26 de fevereiro de 2009 0

No ZH Moinhos que circula hoje, você lerá algumas dicas de taxistas da região sobre ruas e avenidas a serem evitadas nos horários de pico. Com o fim do feriadão de Carnaval, a expectativa é de que o trânsito, aos poucos, volte à movimentada rotina. Você tem alguma sugestão para tornar o tráfego menos estressante? Deixe um comentário.

Nas páginas centrais, matéria sobre os bares que Lupicinio Rodrigues manteve no bairro Floresta. Um dos mais famosos, o Batelão, reuniu estrelas como Elis Regina, Caetano Veloso, Dercy Gonçalves, Oscarito e Grande Otelo.

Também há reportagem sobre as obras de prolongamento da Rua Cel. Bordini, que tiveram o prazo final alterado pela segunda vez. Para completar, a receita de picadinho à moda Schullas, do famoso alemão Schullas Restaurante e Choperia (Avenida Mariland, 431).

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Da Auxiliadora à avenida

24 de fevereiro de 2009 5

Como todo bom Carnaval, uma boa concentração é imprescindível. E dessa vez a concentração e os últimos ajustes das fantasias se deram no salão de festas de um edifício no bairro Auxiliadora.

E não eram quaisquer fantasias. Vestidos longos, perucas, penas e tudo mais que uma escola de samba merece. Eram ajustes daqui e dali, alfinetes, joaninhas pra lá e pra cá. A música de fundo só podia ser uma, o samba-enredo da escola:

“Mandei uma carta de amor/
Na Zona Norte mais uma estrela brilhou/
Trazendo a mensagem especial/
Império Campeão do carnaval”

Isso mesmo, eram integrantes de uma ala da escola campeã do Carnaval do ano passado, a Império da Zona Norte. Foi locado um ônibus que levou os participantes até o sambódromo e os trouxe após o desfile.

Tudo ocorreu com muita segurança, tranquilidade e diversão. A organização do sambódromo, com seus holofotes e suas arquibancadas lotadas, misturada com o som da bateria e todo o encanto das fantasias, comprovou que o Carnaval pode ser pura alegria.

Parabéns a esse belo grupo de amigos, participantes do “Movimento Perfeito” (do qual falarei em outro post), que resolveu desfilar pela primeira vez na avenida. Foi uma experiência energizante!

E parabéns ao Carnaval de Porto Alegre. Que continue crescendo a cada ano e que seja prestigiado por todos porto-alegrenses, por todo o Estado, pelo Brasil e quem sabe pelo mundo inteiro.

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Vejo flores em você

23 de fevereiro de 2009 9

Texto e fotos enviadas por Simone Guardiola

“Essa foi a primeira frase que li quando abri meu e-mail, comentando uma postagem que eu havia feito. Era uma senhora de Minas Gerais que nunca me viu pessoalmente, mas que viu flores em mim. Isso aconteceu num daqueles dias em que você tem certeza que não deveria ter saído da cama. Mas, nesse momento, tudo mudou!
E, no dia seguinte, saí pelas ruas do bairro me sentindo uma linda e perfumada flor no auge da primavera! Eu precisa me encontrar com outras flores, e assim fui. Então percebi: como há poucas flores no Moinhos!
Não acreditando no que via, percorri mais. Sai da 24 de Outubro para as transversais e não as encontrava. Percorri mais, e poucas enxergava. Foram algumas bougainvilles mais formosas aqui, outras mais franzinas ali, uns beijinhos esparsos em alguns jardins e… só. Então comecei a ver os jardins, verdes jardins, folhagens em jardins, lindos jardins, mas sem flores. E as sacadas? E as janelas? Nada.
Em novembro, conheci uma Paris no início de outono. Alguns dias eram nublados, mas suas ruas sempre eram coloridas. Havia gerânios vermelhos no peitoril de suas sacadas e janelas. Podia-se perceber que não era uma obrigatoriedade da prefeitura e muito menos da administração do prédio, quase todos tão antigos quanto sua história. Era apenas porque as pessoas queriam ver e oferecer flores em suas vidas. Pensando sob esta ótica foi possível perceber que as sacadas de Paris tinham vida, enquanto que as do nosso bairro são apenas pedaços de concreto que parecem não receber uma visita ou uma olhada de orgulho há muito tempo. As janelas resplandeciam com seus peitoris floridos, e as cortinas se mostravam orgulhosas de serem admiradas, enquanto que nossas janelas permanecem quase sempre fechadas com cortinas tristes que não vislumbram o sol. Deve ser porque não têm flores nas janelas.
Nas nossas calçadas não encontramos extemosas, jacarandás, carobas, chal chal ou hibuscus, como existem em outros bairros e onde podemos ver cores como o rosa, o fucsia, o vermelho-alaranjado adornando a avenida.
Foi então que me dispus a fotografar alguns prédios e a fazer uma montagem (tosca, me desculpem), num dia nublado, como só nosso verão permite, para ver como seria andar por janelas e sacadas com vida.
Nós já temos a nossa Champs-Elysées, temos nosso charme, temos nossos cafés. Então porque não podemos ter nossas flores? Primeiro uma janela, depois outra sacada, mais uma janela e então gerânios vermelhos brotarão orgulhosamente para deixar nosso bairro mais colorido e simpático. Um a cada dia, alguns por semana, muitos em cada mês e na primavera um show de vida, alegria e de boas vindas!
Eu vejo flores em você, Moinhos de Vento.”

Você consegue imaginar todas as nossas ruas com muitas janelas floridas? Eu consigo.

Postado por Redação ZH

Fantasia de Carnaval

20 de fevereiro de 2009 7

A espanhola bebê Giovanna Dutra dos Santos/Úrsula Petrilli Dutra

Em ritmo de Carnaval, saí para procurar uma fantasia para minha afilhada, no Moinhos. Sei que no Centro há várias lojas especializadas em fantasias, mas como não estava com muito tempo, resolvi ver o que encontrava por aqui. E não é que encontrei uma loja só de fantasias bem pertinho?

Entrei e senti todo o clima de Carnaval. Tudo que é tipo de fantasia para adultos, crianças e bebês. Acessórios, então!? Havia até serpentinas e confetes… Tenho que confessar que os confetes já não são mais os mesmos. Eles vêm em um saquinho, junto com outros pedacinhos de papéis que não são tão redondinhos. Fora isso, fiquei maravilhada. Senti a alegria do Carnaval em cada fantasia. Se eu pudesse ficaria horas na loja. Mas como não podia, levei nada mais nada menos do que uma hora para decidir a fantasia da minha afilhada de um ano de três meses. Para essa idade, havia apenas as de princesas, mulher maravilha e mais alguma outra que não lembro. Como olhei praticamente todas as outras, consegui encontrar uma fantasia de espanhola misturada com as fantasias das crianças um pouco maiores. Sou suspeita para falar, mas a espanhola bebê ficou uma graça.

Sei que no Moinhos e região, alguns clubes terão bailes de carnaval infantil – União, Sogipa e Caixeiros Viajantes (leia mais no post abaixo), sendo que apenas o Caixeiros fará o baile para adultos, na segunda-feira. De qualquer maneira, indo ou não aos bailes, espero que cada um sinta a alegria do carnaval no ar. Que deixem a criança interior pular e brincar, se divertindo e esquecendo um pouco das preocupações cotidianas.

E para que você leitor entre no clima de carnaval, aqui vai a letra de uma marchinha em homenagem à espanhola:

 

Espanhola

Marchinhas de Carnaval

Composição: Benedicto Lacerda / Haroldo Lobo

Espanhola

Eu quero

Quero, quero

Ver você sambar

Joga fora a castanhola

Que eu lhe dou um pandeiro

Pra brincar

Não sou toureiro,

Não pego touro à unha,

Não fui a Catalunha,

Mas já ouvi você cantar.

Espanhola você canta muito bem,

Mas eu quero,

quero ver você sambar.

Espanhola,

Eu quero, quero

Ver você sambar.

Joga fora a castanhola,

Que eu lhe dou o pandeiro

Pra brincar!!!

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Carnaval na região

20 de fevereiro de 2009 0

Alguns clubes da região farão bailes de Carnaval. Na Sogipa, o baile infantil ocorre no sábado, das 16h às 20h, no centro de eventos. Será realizado concurso de fantasias para associados e as inscrições são no dia do evento. Entrada gratuita para sócios até 15 anos. Não-sócios podem adquirir os ingressos na secretaria do clube. Informações: 3325-7293.

No Caixeiros Viajantes, o Carnaval infantil ocorre no domingo, a partir das 16h, com concurso de fantasias, e o Carnaval adulto é na segunda, a partir das 23h. Os sócios têm entrada gratuita e devem retirar o convite na secretaria. Ingressos para não-sócios custam R$ 10 (adultos) e R$ 5 (de 5 a 12 anos). Informações: 3396-4855.

O Grêmio Náutico União terá apenas a festa infantil, na terça, das 16h30min às 20h30min, na sede Alto Petrópolis (João Obino, 300). Haverá concurso de fantasias para foliões de dois a 12 anos. Sócios têm entrada franca, e não-sócios acima de 12 anos pagam R$ 20. Informações: 3025-3805 ou 3025-3810.

Postado por Redação ZH

Festa do Descarrego

19 de fevereiro de 2009 4

Carla Melani

Só no Moinhos que acontece algo deste gênero… A festa foi no dia 21 de janeiro, para descarregar todo o ano de 2008.
Algumas pessoas foram vestidas de branco, a decoração foi toda em motivos de umbanda. Não houve nenhum momento que se usasse a religião, mas foi uma brincadeira saudável e muito divertida.
Valéria Nieto e Mario Kerber protagonizaram o evento para exorcizar as coisas ruins do ano que terminou, e do ano que iniciou com uma crise financeira mundial. Nada como brincar e poder se soltar para esquecer o dia a dia.
A psicanalista Rosana Gailhard descreveu a festa como: um descarrego do humor, do mau humor, dos atritos, das dívidas, das angústias, da fúria, enfim, da baderna interna de cada um.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

19 de fevereiro de 2009 0

No ZH Moinhos que circula hoje você lerá sobre a revitalização das praças Arlindo Pasqualini, adotada em dezembro pelo Grêmio Náutico União, e Dante Santoro, reformada pela prefeitura. Também há matéria sobre os clubes da região, uma opção para o lazer de toda a família.

O caderno traz também texto sobre o retorno dos patinhos que estavam protegidos pela Administração do Parcão ao lago do parque. E você saberá quais os planos para o painel do artista Mauro Fuke, que ficava no Viaduto Ildo Menegheti e deve retornar ao local.

Ainda há a história de Odette Fernandes Martins Gonçalves, que por 27 anos se correspondeu com o Vaticano e o papa João Paulo II, por meio de cartões. Para completar, a receita de Spaghetti a Marco Antônio do Puppi Bagio Pastas e Molhos e o questionário sobre a região respondido por Ticiana Bernardon, atriz e artista circense que mora na André Puente.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Biblioteca do Parcão fechada até março

18 de fevereiro de 2009 2

De sexta-feira, dia 20, até o começo de março, a Biblioteca Ecológica Infantil Maria Dinorah, localizada no moinho do Parcão, estará fechada. O motivo é o feriado de Carnaval, e a reabertura está marcada para o dia 3 de março.

A biblioteca do Parque Moinhos de Vento tem um acervo de quase 2 mil exemplares. Estão disponíveis, para consulta e empréstimo, livros de literatura infantil e infanto-juvenil, materiais didáticos e lúdicos e gibiteca. Mais informações pelo 3289-7520.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Qual a sua dica para o trânsito?

18 de fevereiro de 2009 14

Thais Sardá

Aquela placa de trânsito que faltava foi instalada? Outra está quebrada? A pintura da faixa de segurança perto da sua casa precisa de retoques? Você descobriu algum caminho alternativo para escapar das ruas mais movimentadas?

O ZH Moinhos está preparando uma matéria especial sobre trânsito para a próxima edição, que circula no dia 26. Isso porque a região volta à rotina, para valer, na próxima quarta-feira. Embora muita gente continue por aqui em janeiro e fevereiro, o marco para o fim da temporada na praia é mesmo o feriadão de quatro dias do Carnaval.

Queremos saber quais as suas dicas e reclamações sobre o trânsito nos bairros Auxiliadora, Floresta, Independência, Moinhos de Vento e Rio Branco. Deixe um comentário aqui no blog ou mande para o e-mail moinhos@zerohora.com.br

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Estante Pública no Moinhos

17 de fevereiro de 2009 1

Estante na Nilo/Divulgação
A Estante Pública Nº 2 deve chegar ao Moinhos de Vento ainda em fevereiro. Quem andou passeando pela Avenida Nilo Peçanha nos últimos dois meses sabe do que estamos falando.
Lá na Bela Vista, em uma parada de ônibus próxima à rótula com a Carazinho, prateleiras com livros foram instaladas pelo coletivo de arte Estúdio Nômade a fim de estimular a discussão do papel de cada um no espaço público. Na opinião da turma responsável pelo projeto, a interação com a comunidade foi positiva.
Teve gente que levou os livros para casa, e outros doaram obras para a estante. Em princípio, com o propósito de provocar uma reflexão sobre civismo poético, foram disponibilizadas obras de poesia e de Direito. No final, com 25 livros de diversos assuntos ainda na estante, o grupo decidiu que era hora de instigar outros porto-alegrenses, e o Moinhos foi o bairro escolhido.
O carinho com que as pessoas trataram a Estante Pública surpreendeu o coletivo.
- Na primeira noite chegamos a recolher tudo. Tivemos dúvida se ia durar, mas, ao contrário, houve troca de livros e nenhuma depredação - comenta a jornalista Lúcia Green.
O psicólogo Daniel Müller Caminha, também do Estúdio Nômade, destaca a interação do público com o projeto. Ele conta que bilhetinhos de agradecimento e outros com poesia foram deixados entre os livros, e pedras foram colocadas para que as obras não voassem.

Postado por Marcela Donini, Redação ZH

Enfim, ao lago

16 de fevereiro de 2009 1

Patinhos voltam ao lago do Parcão/Angela Vencato, Especial

Depois de quase dois meses longe d`água, 11 patos foram devolvidos ao lago do Parcão. Para protegê-los do ataque de outros animais, eles foram mantidos em uma gaiola. Quando pequenos, a ninhada sofreu uma baixa com a investida de um cágado e de uma ave. A medida preventiva ajudou-os a ganhar peso para poderem voltar fortes e crescidos ao lago.

Nesta segunda-feira, ocorreu o retorno deles e o momento foi acompanhado com expectativa por funcionários e frequentadores do parque envolvidos com os patinhos. Curiosos, todos se espantaram quando os filhotes estranharam a água e fugiram dela. Logo foram incentivados a voltar e, depois de algumas tentativas, começaram a aproveitar e a nadar juntos pelo lago.

Postado por Angela Vencato, Redação ZH

Espanha pela janela

16 de fevereiro de 2009 2

Cúpula da Catedral de Salamanca/Fernanda Bigio Davoglio
Um restaurante situado na frente da Praça Maurício Cardoso abriga uma interessante exposição, Por la ventana - Fotos da Espanha. A fotógrafa Fernanda Bigio Davoglio viajou ao país europeu e lá fez seus registros seguindo à risca a cartilha de Cartier-Bresson, belos enquadramentos em curiosos ângulos.
O restaurante é o Quixote Resto Bar, que homenageia a obra de Cervantes em seu nome e traz um ar hispânico em suas especialidades. Ilustrando as paredes desse lugar, fotografias como a bela Bem ao Centro (foto acima), que registra a Cúpula da Catedral de Salamanca em um interessante jogo de geometrias e cores. Conversas Paralelas traz um flagrante dos charmes das ruas em uma PB instigadora. A instigante Madri também pode ser vista em Derrotado, onde, após uma tourada, três cavalos e quatro homens arrastam um touro morto bem ao centro da arena.
Porém, as melhores fotografias estão no andar superior do restaurante. Comunhão utiliza um excelente trabalho de enquadramento com belas diagonais e simbologia aguçada. Em trajes elegantes, uma garota, acompanhada da família, segura no colo uma boneca de pano. Todos estão prestes a atravessar uma rua pela faixa de segurança e a palavra “vitalício” deslumbra a propaganda localizada no alto da imagem.
E a linda Matinê traz a frente do Teatro Colón repleta de pessoas afoitas pela bilheteria aberta. O filme em cartaz é o clássico moderno Virgens Suicidas, da norte-americana Sofia Coppola. E, se a história cinematográfica fala em virgens e saudosismos, a fotografia de Fernanda conta ainda com uma poética menina vestida de bailarina em frente ao cinema. Imperdível. Uma pena somente é o restaurante contar com poucas informações sobre Fernanda e sobre a obra, o que deixa o material fotográfico com jeito menos de exposição e mais de decoração.

Postado por Solano Lucena, Conselho de Blogueiros