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Posts de março 2009

Cachorrada no parque

31 de março de 2009 1

York que amava Poodle, que amava Labrador, que amava o Parcão

*Texto e foto enviados por Simone Guardiola

“Pode até ser que a Redenção seja o parque para onde mais converjam pessoas com filhos humanos e peludos, mas acredito que em termos de população do bairro, o Parcão seja maior, na modalidade peludos.

Há aqueles que preferem o lado grande, onde todos confraternizam. Então, entre balanços e gangorras, as coleiras se entrelaçam e uma amizade se forma ou um novo amor e até mesmo um casamento acontece. Outros são mais livres e podem não ter crianças, assim vão para o lado onde a liberdade para os peludos é permitida. Lá coleiras não se entrelaçam, mas a paquera corre solta!

Ali, na frente da escola onde terminei meu primeiro grau (gente, coisa de gente velha!), onde formávamos fila para cantar os hinos cívicos, formar torcida pelos nossos amores infantis na hora do futebol, foi plantada uma árvore que vi crescer. E é sob ela que uma comunidade de pessoas se reúne com seus filhos peludos. Se você chega pela passarela ou pelas laterais do campo há sempre alguém para recepcioná-lo. Pensou em um adulto humano? Errado. É um peludo solto, livre e feliz!

Há um mini york que parece o promoter do pedaço! Sempre atento, ele voa ao encontro de mais um amigo que chega, mesmo que ele não o conheça de outros dias. Recepciona com um discurso intenso e conduz, ainda com palavras, o novato até a comunidade. Volta e meia, uma bola aparece, e atrás dela uma corte de rabos felizes que balançam a vontade. E até chegar sob a sombra daquela árvore que vi crescer pode parecer uma eternidade, mas muitas amizades já foram feitas. Os mais ariscos se mantêm mais retraídos, mas após minutos tudo é uma festa!

Assim, enquanto os pais (se querem, donos) ficam ali num bate-papo que mais parece janela de maternidade – o meu é aquele mais alto. É supersociável, está sempre do meu lado… Já, já sim! Já namorou! Teve seis filhotes! Lindos! Blá, blá, blá, au, au, auauauauaua….. eles se misturam.

E quando chegam aqueles charmosos vira-latas, sim, porque os vira-latas são mais do que charmosos – eu diria que são os galãs do pedaço – é que se percebe o poder de uma coleira. Sempre chegam pela coleira. Não porque são bravos, mas porque têm o maior orgulho de mostrar a sua coleira, pois isso indica que eles têm um CEP conhecido. E ter um CEP é tudo de bom! Então, chegam garbosos, faceiros, olham para seus pais (donos, como queiram) com orgulho e abanam aquele loooongo rabão como se fosse um helicóptero! Conquistam todos e depois saem para olhar aquele povinho de raça, mas rapidamente se enturmam.

Ali, pode-se perceber que sua história não é tão inédita, pois se minha Pimpa conheceu o Kiko e teve o Paco, a Nane e o Kiko filho, e depois a nossa Mel conheceu o Anjo e teve o Marquinhos, o Cookie, o Mimoso, a Cokinha e a Nina Flor (Ufa!). O Sansão conheceu a Dolinha que se apaixonou pelo rabão do Floquinho que já tinha uma namorada na Travessa Carmem, mas que o trocou pelo gostosão da Cristóvão.

No final, depois de tantos pedaços de paus atirados e trazidos, bolinhas babadas e corridas malucas, eles descansam junto a todos humanos que tomam seu chimarrão e que assistem estas cenas de comercial de ração, e então eles suspiram: raaaaaaauuuuulf… Aqui só falta um bebedouro para nós! Ainda bem que a tia Maria trouxe um pote e muita água! Lá vou eu, antes que o Kiko babe toda a água. Au,au,au,au, auauauauauauauaua….

E as crianças? Bem, elas seguem lá, nos balanços e nos escorregadores, onde ainda algumas coleiras se entrelaçam.”

Postado por Redação ZH

Café da manhã de garça no Parcão

30 de março de 2009 1

Vinha fazendo minha caminhada, bem cedinho, pelas 7h30min, quando avistei uma garça imóvel. Me aproximei bem pertinho, lentamente, para não assustá-la, para ver se a mesma era verdadeira.

Seus movimentos, quando eram realizados, eram de uma sutileza só. Parecia que ela estava em câmara lenta. Não consegui fotografar e nem filmar a garça com seu café da manhã, pois em seguida voou e foi procurar sua refeição em outro ponto do lago.

Foi bonito de ver.

 

Postado por Luciana Kolesny, Conselho de Blogueiros

As portas

29 de março de 2009 12

Leitores do blog, vocês estão convidados a analisarem calmamente uma exposição que vai só até terça-feira, na Tobias da Silva, 174.

A galeria de fotos intitulada As Portas, aborda imagens ecléticas sobre as diversas e mais variadas portas ao redor do mundo pela lente de Paulo Petry.

Paulo Petry, odontólogo, doutor em Epidemiologia, professor na UFRGS, é uma pessoa muito observadora, com uma sensibilidade muito peculiar a sua profissão e ao seu hobby que é a fotografia.

Fã do grupo The Doors, Paulo achou muita linda a porta da foto e colocou o nome da exposição.

“Se as portas da percepção fossem abertas, todas as coisas apareceriam ao homem como realmente são: Infinitas” (William Blake)

Na galeria podemos, ver uma porta em Praga que quando se abrem, aparecem os 12 apóstolos. Fica o convite para olharem As Portas e sentirem algo mágico na imaginação de que elas guardam algo por trás.

Vale a pena conferir.

As fotos deste post são de Carla Melani.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Hora do Planeta por aqui também

28 de março de 2009 1

Carlos Rodrigues, Banco de Dados

Das 20h30min às 21h30min de hoje, é hora de desligar as luzes em nome da Terra. Promovida pela World Wildlife Fund (WWF), a Hora do Planeta pretende que 1 bilhão de pessoas dos cinco continentes apaguem as luzes por 60 minutos, em mais de mil cidades.

A iniciativa quer motivar a sociedade a uma reflexão sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas. Além disso, demonstra que pequenas ações podem fazer diferença. Se 1 milhão de residências desligarem apenas uma lâmpada incandescente de 100 watts por uma hora, a luz economizada supriria as necessidades de cerca de 136 mil apartamentos durante um mês inteiro.

Para marcar a ato, o Sheraton Porto Alegre vai desligar até a iluminação do “S” da marca, que fica em cima do prédio, além da frente do hotel, da área ao redor da fonte, do lobby e dos restaurantes. Tudo ficará iluminado por velas e tochas. Os hóspedes também serão convidados a participar. À noite, o Bistrô Porto Alegre, no Sheraton, preparará um jantar à luz de velas, acompanhado de um cardápio elaborado com produtos orgânicos.

O Moinhos Shopping também apoia a ideia e vai desligar todas as luzes possíveis, sem comprometer o funcionamento das suas operações. Além disso, algumas ações no centro de compras durante todo o dia pretendem estimular o público a refletir.

No mesmo horário, a prefeitura vai promover um ato simbólico no Três Guerreiros Vigilantes no Parcão. A iluminação também será apagada por uma hora em outros pontos de Porto Alegre, como Largo dos Açorianos, Fonte Talavera e estátua do Laçador.

Você conhece outro lugar na região que vai aderir à Hora do Planeta ou pretende desligar as luzes de casa nesse horário? Deixe um comentário.

Postado por Redação ZH

Na torre do Dmae

27 de março de 2009 4


Outro dia, enquanto fotografava alguns detalhes do jardim do Dmae, chamou minha atenção um montinho de terra, no alto da torre, lá onde minhas lentes quase não podiam alcançar.

Direcionando a câmera para o alto, vi que o “montinho” era um ninho e, sobre ele, estava seu dono, espiando o jardim lá de cima.

Postado por Taís Seibt, Conselho de Blogueiros

Homenagem a Porto Alegre com a sua colaboração

26 de março de 2009 6

Primeira colaboração: sequência enviada por Lu Kolesny

Lendo o perfil deste blog, ao lado, tive a ideia de fazer um convite a todos os leitores. Como dia 26 de março Porto Alegre estará fazendo 237 anos, e como os bairros Moinhos de Vento, Auxiliadora, Rio Branco, Floresta e Independência são bairros dessa nossa querida cidade aniversariante, poderíamos fazer uma bela homenagem com a colaboração dos leitores com o envio de fotos dos bairros.

Eu queria ter tirado alguma foto essa semana para postar aqui no blog, mas infelizmente, não consegui. Então, você leitor, internauta, que já tem alguma foto de algum desses bairros de Porto Alegre, ou que possa sair para rua, ou ir até a janela de sua casa ou trabalho, e tirar uma foto e enviar para o blog (moinhos@zerohora.com.br), contribuirá para a bela passagem dessa data.

Vamos comemorar! Não podemos deixar passar em branco. 237 anos, temos história para ler e contar. Ah, e você leitor, que não conseguir enviar a foto, deixe sua homenagem para Porto Alegre através de um comentário. Conte-nos porque você ama ou não Porto Alegre e seus bairros.

Desde já agradeço a colaboração de todos vocês. Tenho certeza que será uma forma de interagirmos e festejarmos juntos esse belo aniversário. E para finalizar, gostaria de pedir à equipe dos cadernos de bairros da ZH para postarem a primeira foto junto com este post.

 

Atualização (14h38min):

Praça Júlio de Castilhos, foto enviada por Mariano Christini 

Detalhe da Praça Júlio de Castilhos, foto enviada por Cibele Petrilli Dutra

 

Parcão em agosto do ano passado, foto enviada por Fabiano Melo

Praça Maurício Cardoso, foto enviada por Miréia Borges

 

Mande sua foto também!

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

26 de março de 2009 0

No ZH Moinhos que circula hoje, na região, você lerá uma matéria sobre as paradas que ônibus das principais ruas e avenidas dos bairros. A reportagem do caderno fez um teste, e nenhuma delas tem assento para os passageiros esperarem a condução.

Além disso, há e-mails de leitores sobre a Praça Berta Starosta, os gatos do Parcão e o bloqueio contra a dengue realizado na semana passada no bairro Rio Branco. Para completar, uma matéria sobre o lançamento do Projeto Polícia Cidadã, do Comando de Policiamento da Capital.

O caderno ainda traz um perfil com questionário da médica Elisabeth Araújo, que trabalha no Hospital Moinhos de Vento e é moradora da Rua Santo Inácio.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Como estão as paradas que você usa?

25 de março de 2009 3

Thais Sardá

Este abrigo fica na Avenida Cristóvão Colombo, próximo ao Shopping Total. É de um modelo antigo e, se vocês repararem, no começo da tarde (horário em que a foto foi tirada) a sombra fica todinha na casa em frente, sem dar chance para os passageiros que aguardam o ônibus.

A sorte é ter uma árvore ao lado, fornecendo sombra. Além disso, a parada ocupa todo o espaço do passeio. Quando está cheia, o pedestre tem de sair da calçada e passar pela via, mesmo.

Amanhã, os leitores do ZH Moinhos vão saber como estão os abrigos da sua região, mas você conhece outras paradas com problemas?

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Delírio das mulheres no Moinhos

23 de março de 2009 12

Olivier e seu Fusca/Carla Melani, Arquivo Pessoal

Geralmente escrevo no blog – posts sobre pessoas -, depois de conversar com elas e captar sua essência, para ser transcrita aos leitores. Caso contrário, vira uma propaganda e não o que de fato a pessoa é.

Foi o que fiz quando conversei com Olivier Anquier na quarta-feira, dia 18 de março, às 14 horas, antes do seu espetáculo que seria à noite, na Associação Leopoldina Juvenil, para comemoração do Dia Internacional da Mulher.

Em uma hora de papo descontraído, você consegue sentir a essência de uma pessoa, mas não foi o que consegui sentir na conversa que tive com o “padeiro” mais cobiçado pelas mulheres.

Olivier foi lacônico, evasivo, não desenvolvendo nenhum tema que eu começava, deixando assim a conversa morrer como se fosse aqueles “bate-volta” que os apresentadores de televisão fazem.

Não houve nenhum interesse na conversa, na qual ele falava olhando ao redor, para ver quem sabe, se algum fã estava olhando ou se tinha plateia para prestigiá-lo.

Perguntei sobre o filme Temperos da Vida, no qual a culinária gira em torno dos temperos e da vida das pessoas, para ver se ele desenvolvia o assunto ao qual eu queria chegar. Mas, com a negativa, fui mais direta, perguntando o que ele sentia ao temperar uma iguaria, o que fazia-o sentir com o cheiro do tempero, se ele pensava em alguma coisa específica quando estava usando um determinado tempero. A resposta em várias modalidades de pergunta sempre era a mesma, era automática:

- Tempero com os ingredientes, os quais se usam comumente. Cozinhar é uma poesia. (uma ideia não combina com a outra).

Que sentimento um gourmet coloca na sua iguaria, o que ele sente e o que o leva a “produzir”, “criar” algum prato?

Perguntas e crítica que martelaram na minha cabeça até a noite, quando fui assistir ao espetáculo - Olivier, Fusca e Fogão.

Na chegada, podia sentir o alvoroço das mulheres, a expectativa delirante em ver ao vivo e a cores o “pão padeiro”. Para começo, o telão exibia Olivier e seu Fusca andando pelas estradas desse Brasil afora, levando sua cozinha itinerante.

Ao se abrirem as cortinas, com a visualização do Fusca 92, e dele com sua camisa vermelha cor da paixão, a plateia veio abaixo de tantos aplausos.

Ele fez todas as mesuras “francesas” necessárias de um bom “artista gourmet” para cativar sua plateia feminina. Retirou a camisa cor da paixão e colocou seu avental preto em cima de sua roupa preta, tornando-o mais esguio ainda em seu 1,90m. Os comentários e os cochichos eram imensos, mulheres algariadas com um “colosso de homem” prestes a ocupar um posto que até a década passada pertencia exclusivamente a elas, a cozinha. Ele chamou o casal presidente do clube para cozinhar com ele, e foi dando as dicas para a plateia.

Após estar pronto o prato, ele desceu do palco para distribuir a iguaria entre as mulheres, primeiramente as que estavam grávidas. Não preciso dizer que até as senhoras levantaram a mão dizendo estarem grávidas.

Na segunda receita, foi chamada outra convidada para cozinhar, e Olivier dando as dicas para a plateia atenta e esperançosa em receber a iguaria pronta de suas mãos.

Olivier produziu um espetáculo (como ele gosta de denominar) de simpatia e empatia com o público, me deixando pensativa com a impressão que tive dele num primeiro momento antes do show. Saindo para o saguão, pude perceber que ele ainda continuava presente no recinto, autografando seu livro Diário do Olivier e posando para fotos com as suas tietes admiradoras.

Assim, queridos leitores do blog, vou decepcionar vocês, pois não consegui perceber a essência desse “padeiro” encantador das mulheres e homens que estavam na plateia. Fico devendo essa!

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Detalhes do jardim do Dmae

21 de março de 2009 7

Com a chegada do outono, o clima já começa a refrescar de manhã cedo e à noite, mas o sol do meio-dia lembra que o verão recém terminou. Aproveitei uma dessas tardes ensolaradas para fotografar o jardim do Dmae. O paisagismo do local e a arquitetura do prédio remetem àquelas estâncias de fazendeiros que aparecem nas novelas de época. Um recanto dos mais fotogênicos do bairro Moinhos de Vento.

Postado por Taís Seibt, Conselho de Blogueiros

Parcão: atividades para crianças no Dia da Água

20 de março de 2009 0

Thais Sardá

Amanhã, das 10h ao meio-dia, as crianças que forem ao Parcão poderão participar de atividade em comemoração ao Dia Mundial da Água. O evento será na Biblioteca Ecológica Infantil Maria Dinorah, que fica dentro do moinho do parque.

Haverá contação de história com a distribuição do livro O Sequestro da Água, de Maria de Lourdes Reyna Coelho. A atividade é realizada em parceria com a ONG Gente Consciente e aberta ao público. As informações são do site da prefeitura de Porto Alegre.

Postado por Redação ZH

O outono pela janela do moinho

20 de março de 2009 8


Para não perder o costume, embora tenha “falhado” no verão, faço uma homenagem à chegada do outono, neste dia 20 de março de 2009, às 8h44min.

Trago uma foto da vista da janela do moinho de vento do Parcão, com o outono se aproximando pela janela.

 

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Material arqueológico parado há sete meses

19 de março de 2009 0

Com o fim do contrato da arqueóloga do Conduto Álvaro Chaves-Goethe, Angela Maria Cappelletti, em agosto do ano passado, o material recolhido durante as escavações está sem análise. Parte dos objetos de vidro e de metal e das louças está exposta no Museu de Ciências Naturais da Ulbra, em Canoas.

Na semana passada, o Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) havia marcado uma reunião com Angela, mas nenhum representante do órgão compareceu. Ela se preocupa, porque há sete meses o material está parado, e apenas uma pequena parcela foi lavada e numerada.

Texto enviado por Angela Maria Cappelletti, arqueóloga do conduto (foto)

“Dos quase 10 mil fragmentos e objetos inteiros, apenas 10%, mais ou menos, foi analisado. O restante está no aguardo de definição, desde agosto de 2008, do DEP (Departamento de Esgotos Pluviais) quanto a minha contratação para dar continuidade aos trabalhos, embora exista na Licença de Instalação um item de medida compensatória que todo o material coletado nas obras precisa passar pelo processo de análise.

Acho importante dar o retorno à comunidade atingida e que sofreu durante três anos de obras sobre o trabalho da Arqueologia e as informações que o material arqueológico poderia trazer sobre a história das ruas e dos bairros por onde passou a obra.”

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Hoje, nas bancas da região

19 de março de 2009 0

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, que comemora um ano da inauguração do Conduto Álvaro Chaves-Goethe, você conhecerá as histórias de um comerciante da Rua Cel. Bordini e uma moradora da Rua Xavier Ferreira. Ambos explicam como suas vidas foram mudadas pela obra.

Também há matéria sobre a Quadra 2000, o trecho da Avenida Cristóvão Colombo entre Dr. Timóteo e Quintino Bocaiúva, mostrando como está o andamento do projeto. Outra iniciativa que está precisando da ajuda da comunidade é o cercamento do Morro Ricaldone, já que o valor necessário para a instalação não foi reunido ainda.

O caderno também tem textos e fotos de leitores. Para completar, uma receita de filezinho de cordeiro do Le Bistrot, na Rua Fernando Gomes, que comemora 10 anos em atividades em 2009.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Conduto forçado completa primeiro ano

18 de março de 2009 0

Obras na Bordini, em outubro de 2007/Daniel Marenco

Alagamentos sempre foram uma constante na Zona Norte, e quando vi a proposta do Conduto Forçado Álvaro Chaves-Goethe, achei interessante. Acompanhei de perto o início e o fim das obras, porque morei neste período na Rua Dr. Timóteo e também na Avenida Cristóvão Colombo.

Foi bem bacana a mobilização dos moradores da Marquês do Pombal, impedindo a derrubada das árvores da rua. (Sou apaixonada pelo túnel verde desta rua, e foi com uma foto do alto de uma cobertura, que dei início às minhas aventuras por este blog).

Na minha opinião, as obras demoraram muito. O finalzinho da Bordini, então… Foi um parto a conclusão daquela parte. Buracos aqui, buracos ali, posso dizer que, na prática, vi melhorias no escoamento das águas nas chuvaradas, principalmente na Dr. Timóteo, onde ficava um rio só, ligando uma calçada à outra, de tanta água que descia do morro.

Não sei como ficou lá junto ao Parcão. Lembram que uma vez um cara andou de jet ski por lá?

Só uma coisa, minha, particular. Não sou especialista no assunto, mas acredito que se a prefeitura fizesse uma boa limpeza na bocas de lobo, ajudaria, e muito, no escoamento das águas na cidade.

Tirando os prós e os contras, a população poderia dar a sua nota para esta obra. Qual é a sua?

 

*No ZH Moinhos que circula amanhã, leia histórias de pessoas que conviveram com os quase três anos da obra e saiba o que mudou em suas vidas.

Postado por Luciana Kolesny, Conselho de Blogueiros