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Posts de abril 2009

Hoje, nas bancas da região

30 de abril de 2009 0

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, você vai ficar por dentro de cinco projetos que estão em andamento na região. São eles: o cercamento do Morro Ricaldone, o restauro da Igreja da Conceição, o prolongamento da Rua Cel. Bordini, a instalação do estacionamento rotativo na Quadra 2000 da Avenida Cristóvão Colombo e o reforço na base do Monumento a Castello Branco, de Carlos Tenius, no Parcão.

Além disso, vai ler um texto da leitora Maria Cecília Medeiros sobre um exemplo de solidariedade na Rua Hilário Ribeiro. Para completar, a receita de perdiz à moda da Serra, do Quincho (Rua Pedro Chaves Barcelos, 651), e o perfil de Carlos Augusto Telles Ferreira de Bissón, autor de Moinhos de Vento – Histórias de um bairro de Porto Alegre e morador da Rua Dinarte Ribeiro.

Isso e mais informações, no encarte de Zero Hora, nas bancas da região.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Homenageie a mãe e a família

29 de abril de 2009 0

Bebel, 2004

O Dia das Mães está chegando, e o ZH Moinhos vai dedicar um espaço especial para os filhos fazerem sua homenagem a elas, na próxima edição, que circula no dia 7 de maio. As mamães corujas que quiserem mandar fotos da família, em algum ponto dos bairros Moinhos de Vento, Rio Branco, Auxiliadora, Floresta e Independência, também podem.

Seu filho nasceu no Hospital Moinhos de Vento, ou deu os primeiros passos no Parcão? A família mora há muitos anos na região? Mande fotos, antigas ou atuais, para moinhos@zerohora.com.br até o dia 4 de maio, próxima segunda-feira. Além da publicação neste blog, as fotos também podem sair no caderno do seu bairro. Você pode contar, no e-mail, a história por trás da foto enviada.

Use a criatividade para surpreender a sua mãe ou a sua família.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Encerramento multimídia

29 de abril de 2009 0

Coletivo Concerto Grosso/Aline Araújo

Para encerrar a exposição multimídia Hiperciclo, que envolveu o público numa mistura de artes plásticas, música e cinema na Galeria do Dmae (24 de Outubro, 200), a noite de hoje será especial.

O evento de encerramento começa com uma conversa com os artistas participantes mediado pela crítica e professora Mônica Zielinsky. Depois, o trio Landscape, composto por Marcelo Armani, Renan Stiegemeier e Túlio Pinto, faz show no jardins. Para fechar a noite, às 21h30min começa uma performance na torre do Coletivo Concerto Grosso, grupo de ações híbridas com ênfase na música integrado por Adolfo Almeida Jr., Musical Amizade, Marcelo Birck, Tony da Gatorra e Stela Menezes (foto).

Confira a programação:

19h - Conversa com os artistas Guilherme Dable, BonGiovanni, Helena De Nadal, Juliana Lima, Manoela Oliveira e Rodrigo Pecci, mediado por Mônica Zielinsky na galeria de arte

20h30 - Show da Landscape nos jardins

21h30 - Show do Coletivo Concerto Grosso na torre

Postado por Mirella Nascimento, Redação ZH

Bolinho e brinde no aniversário do Le Bistrot

28 de abril de 2009 1

Roberto Hurtado, Divulgação

No almoço desta quarta-feira, dia 29 de abril, quem for ao Le Bistrot (foto) ganhará um bolinho comemorativo, em homenagem aos 10 anos do estabelecimento. À noite, os clientes participarão de um brinde ao aniversário do lugar, com degustação de espumantes. O restaurante francês, com cozinha contemporânea, fica na Rua Fernando Gomes, 58, no bairro Moinhos de Vento.

Matéria sobre Le Bistrot, publicada no ZH Moinhos de 19/03/2009

Postado por Thais Sardá. Redação ZH

Já comprou a sua Zero Hora de hoje?

27 de abril de 2009 39


A jovem Délcia Alves Gomes é jornaleira de Zero Hora há exatamente oito anos. Há sete, ela possui ponto fixo: fica na esquina da Rua 24 de Outubro com a Dr. Florêncio Ygartua.

Durante a semana, Délcia trabalha somente pela manhã. Aos sábados, a labuta dura o dia inteiro. Délcia afirmou que durante a semana, ela costuma vender cerca de 20 exemplares, enquanto que no sábado (edição de domingo), ela vende de 30 a 35 exemplares.

- Acredito que no domingo eu venda mais por causa dos classificados e também porque os leitores não trabalham neste dia, então sobra mais tempo para ler – afirma a simpática jornaleira.

A jornaleira Délcia possui clientes fixos. E você, prezado leitor, já comprou o seu exemplar de Zero Hora com a Délcia?

Postado por Kelli Pedroso, Conselho de Blogueiros

Luzes para os 90 anos da São Pedro

27 de abril de 2009 2

Carlos Edler

A Igreja São Pedro, na Cristóvão Colombo, inaugurou na noite de domingo a nova iluminação das suas torres, dando às comemorações dos 90 anos da paróquia.

Os corais do movimento Cursilho, da Igreja Santa Teresinha e da Igreja São Pedro se apresentaram na cerimônia, que começou após a missa das 18h. Cerca de 600 pessoas estiveram presentes no evento.

As luzes das torres ficarão acesas todas as noites até o final de junho, quando a igreja comemora nove décadas. Até lá, a paróquia terá uma série de eventos para os fiéis, e está prevista uma grande festa para o aniversário. Nos dias que antecedem a comemoração, a paróquia vai promover novenas.

Você frequenta a São Pedro ou tem alguma história ligada à paróquia? Escreva para moinhos@zerohora.com.br

Postado por Redação ZH

Mistério indígena no bairro

26 de abril de 2009 4


Dia 19 último foi o dia do Índio. Lembrei que há “pouco tempo”, na época do colégio, esse dia era sempre recordado. Fazíamos trabalhos ou pesquisas sobre os índios. Esse ano, vi algumas homenagens à cultura indígena em publicidades nos jornais ou mesmo na televisão.

Mas a questão que trago a esse blog é sobre o desenho de um índio colado em várias placas da região. Encontrei um adesivo, inclusive, na placa da parada de ônibus. Há figuras de todos os tamanhos, sempre com o mesmo desenho. Em algumas, há a indicação “procura-se”. Não sei se é alguma publicidade, algum desenho infantil que eu não conheça, ou algo do tipo. Realmente, fiquei intrigada com a figura do índio espalhada pelo bairro. Será uma homenagem ou alguma brincadeira de mau gosto?

Alguém já viu esses desenhos e sabe do que se trata?

Deixe aqui seu comentário e ajude a desvendar esse “mistério indígena” no bairro.

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

"Acredita muito naquilo que tens dentro de ti"

24 de abril de 2009 4

Kiko trabalhando/Carla Melani, Arquivo pessoal

A frase acima foi dita por Kiko Medeiros, um artista plástico que deixou para trás a burocracia de um estabelecimento bancário para se dedicar as artes.

- Artes Plásticas, música e teatro são a minha vida - diz ele.

A música é o xodó do artista, que já cantou em coral, fez teatro e acha que as artes plásticas são mais difíceis de serem apreciadas. O cinema e o teatro são imediatos para atingir alguém, e nas artes plásticas é mais difícil de tocar as pessoas, pois é algo muito subjetivo.

Kiko Medeiros queria conquistar algo a partir dele mesmo, é um idealizador, um sonhador, enfim, um Artista. Uma tela em branco é um desafio porque se coloca toda uma identidade, cada traço e as cores de tintas usadas expressam a personalidade do artista.

Ele faz, em média, 15 telas ao mês em uma galeria com loja aberta no Moinhos, onde o público passa e vê o artista trabalhando no meio de tintas, telas, panos e cavaletes.

Todos os domingos, ele expõe no Brique da Redenção, e no dia 27, haverá uma exposição no Tribunal Regional do Trabalho aberta ao público. Uma vez por ano, também expõe no Café do Porto na Padre Chagas. Se quiserem saber mais sobre o Artista acessem o site: www.hobbys.com.br/kiko

Vale a pena conferir nas telas a música que Kiko Medeiros deixou para outro momento de sua vida!

Leia o perfil de Kiko Medeiros publicado no ZH Moinhos

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Floresce a solidariedade no Moinhos

23 de abril de 2009 3


Texto e foto enviados por Maria Cecília Medeiros de Farias Kother, Diretora do Instituto MC Educação Social

“Trabalhando há mais de 16 anos no Terceiro Setor, agora na Educação Social, que também é um instrumento dele, presenciei uma ação de solidariedade na Rua Hilário Ribeiro, no bairro Moinhos de Vento, onde trabalho, que merece ser destacada.

A proprietária da Petit, loja que recentemente se instalou na nossa rua, tem como vizinha na calçada do seu empreendimento a florista Bernadete, que ali desempenha sua atividade há muitos anos, vendendo selecionadas e lindas flores. Pois, num belo gesto, a empresária presenteou Bernadete com guarda-sóis e uma estante, equipada com rodinhas que permitem que ela seja recolhida no final da tarde, para colocar os recipientes que conservam e expõem as flores. Tudo de “primeira linha”.

Nossa vendedora de flores, ou melhor, florista, recebeu a ajuda de montagem de sua loja, gratuitamente. Essa é uma ação de solidariedade que qualifica o nosso bairro, pois, quando se vê acontecer tantos fatos desagradáveis, é importante levar ao conhecimento público uma ação de solidariedade e de humanidade como essa. Estão de parabéns a proprietária da loja, a nossa florista, a Hilário Ribeiro, que ficou mais bonita, e o bairro Moinhos de Vento por acolhê-las.

Parabéns a todos nós e também à Zero Hora, que abriu este espaço para podermos publicar fatos como esse que devem servir de exemplo às pessoas, evidenciando a felicidade que um gesto de reconhecimento pelo trabalho alheio pode trazer.”

Postado por Redação ZH

Hoje, nas bancas da região

23 de abril de 2009 0

No ZH Moinhos que circula hoje, você lerá um texto do presidente da Associação Benjamin Constant, Silvio Belbute, sobre um pedido de revisão dos imóveis cadastrados como de interesse histórico e cultural na região do Quarto Distrito.

Também conhecerá um pouco mais da relação da galerista Vera Schneider e do advogado, procurador aposentado e professor da UFRGS também aposentado Emilio Rothfuchs com o Moinhos de Vento.

Para completar, o antes e depois de uma sinaleira que estava encoberta por uma árvore, na Avenida Cristóvão Colombo, e-mails de leitores e outras notícias sobre os bairros Moinhos, Independência, Auxiliadora, Rio Branco e Floresta.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Recitais na Casa da Música

22 de abril de 2009 0

Casa da Música, na Gonçalo de Caravalho/Luiz Carlos Fetter, Divulgação

Uma apresentação gratuita abre hoje a série Recitais Casa da Música, em um novo espaço cultural – a Casa da Música, instalada no número 22 da Rua Gonçalo de Carvalho. A partir das 19h, dois grupos vão dividir o palco. Um é o duo do cravista Fernando Cordella e do oboísta Javier Balbinder, interpretando obras de Bach. Outro é o trio de Artur Elias (flauta), Norma Rodrigues (harpa) e Cosmas Grieneisen (viola), que vai tocar temas de Debussy, Villa-Lobos e Saint-Saëns.

Os Recitais Casa da Música serão apresentados sempre no último domingo do mês, às 18h. O espaço também vai abrigar ensaios, oficinas, palestras e aulas de teoria, solfejo, violão clássico e popular, canto, piano, violino, flauta, musicalização, história da música e regência. Informações pelo endereço eletrônico casadamusicapoa@hotmail.com.

 

*Texto publicado no Segundo Caderno de hoje

Postado por Redação ZH

Gerson, um verdadeiro gourmet

20 de abril de 2009 8

Carla Melani, Arquivo Pessoal

Caminhei lentamente pelas ruas do Moinhos como gosto muito de fazer e, para variar, parei na Dinarte Ribeiro e entrei para um café e de preferência na parte interna, pois não estava disposta naquele momento encontrar ninguém conhecido para conversar.

O garçom me conduziu a mesa e me forneceu o cardápio para o pedido, quando comecei a olhar – não olhando – qual não foi minha surpresa quando ele me disse:

- Com licença! Posso lhe dizer uma coisa?
- Sim – respondi.
- Como a senhora está com um semblante preocupado e querendo “ficar na sua”, sugiro um Belle de Jour de Gruyère acompanhado de um gostoso café.

Levantei a cabeça e surpreendida perguntei o que era essa iguaria e ele respondeu prontamente:

- Brioche de queijo suíço quentinho.

Aceitei a sugestão e fiquei pensativa no atendimento que tinha recebido,l o que não é usual, infelizmente. De fato estava deliciosa a sugestão e curiosa perguntei para o rapaz qual era o nome dele, o que ele respondeu simpaticamente: Gerson Luis Capitão!

Pedi para que transferisse minha água lá para fora e se ele poderia conversar uns minutos comigo. E eis que me surpreendi mais ainda, pois estava em minha frente um “verdadeiro gourmet”, não aquele gourmet de gorro branco e doma branca manchada de respingos dos temperos. Estava em minha frente um rapaz simples, mas com um olhar perspicaz e uma vontade imensa de ser reconhecido.
Gerson conhece todos os produtos que a Panificadora Barbarella oferece, local onde trabalha. Ele ama o que faz, tem 15 anos de profissão e conhece muito de cozinha por fazer parte de uma família que adora cozinhar e quase todos herdaram esse dom.

O aroma traz diferentes sensações para o Gerson, que testa em casa as receitas do seu local de trabalho, para saber o que está oferecendo para os clientes. Ele inventa  receita também e dá sugestões para sua chefe.

Como no local a maioria dos clientes é do sexo feminino, a gente precisa ter um pouco mais de paciência diz ele, pois as mulheres são mais exigentes e muito mais sensíveis que os homens. Voltando aos aromas, ele diz que a pimenta o deixa muito ligado, atento.

O marinado de berinjela, manteiga, alho e manjericão, são misturas de sabores que lhe traz satisfação e muita emoção. Ele, enquanto conversávamos, citou várias sugestões como: Pain au Levain (pão de fermentação natural), Natur Sner Taig (pão integral de fermentação natural), Fudge (toffle de chocolate meio amargo), Danish Pastry (doce dinamarquês).

Com tudo isso, me diga: esse rapaz não é um verdadeiro goumet? Saí do local contente por ter conhecido o Gerson e reconhecer que ainda existem lugares que dão chance a pessoas autodidatas.

Parabéns Gerson! Vale a pena conferir!!!

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

O pinheiro torto tem história

17 de abril de 2009 2


Texto e foto enviados por Simone Guardiola

“Lá venho eu, outra vez com o verbo no passado, Mas, enfim. Há uns 30 anos, meu pai plantou um pinheiro.

Ele era natural e foi comprado para embelezar a casa nas festas natalinas. Veio plantado numa dessas latas de tinta grande e depois do natal foi parar esquecido na área do apartamento. Ali viveu apertado até termos a brilhante ideia de plantá-lo no jardim do edifício. Lá foi meu pai com pá e pinheiro em punho. Naquela época existia uma paineira frondosa na casa ao lado que dava sombra para nós e para boa parte da 24 de Outubro.

Num belo dia, acho que era um sábado, ouvi uma comoção geral na frente do prédio. Eram os trabalhadores da prefeitura que estavam na frente para cortar a paineira. Diziam ter recebido denúncia de que as raízes estavam afetando as tubulações e os alicerces da casa e logo afetaria as fundações do nosso prédio. Muitos moradores gritavam, outros se instalaram junto à árvore, mas nada adiantou. Cortaram a paineira e nos deixaram despidos. Como se não bastasse, uma vizinha aqui do prédio resolveu que o pinheiro era torto e que deveria aproveitar a mão-de-obra disponível para colocá-lo abaixo. Gente, então começou a comoção geral! Eu subi no pinheiro, outra vizinha recitava poesias de árvores, outros gritavam e a vizinha calou-se, se retirando do jardim. Ela argumentava que ele era torto e que deveria ser cortado. Ora! Se tudo o que for torto deve ser derrubado, pergunto: o que sobraria neste mundo? Acho que até ela seria cortada!

Passados alguns anos, fui descobrir que faz parte da característica da espécie ser torto e fui observar que, como ele, haviam outros iguais no bairro.

Hoje, esse pinheiro está mais alto que o prédio e, da janela do meu apartamento. Tenho, todos os dias, a noção de que ele ajuda a manter meu ar mais puro e mais limpo, e nos dias de chuva seu verde fica tão lindo que contrasta com o cinza do céu.

Já faz muitos anos que sugiro ao edifício uma decoração de Natal nele. Luzes, muitas luzes, desde o topo fino até a base mais aberta, apenas para mostrar que defendê-lo valeu a pena e que ele ilumina nosso jardim. Por ser torto ele desviou do prédio e não chegou até os cabos de luz. Na época da floração ele fica mais claro e agora suas velhas folhas caem no chão deixando o jardim com um ar serrano.

Algum tempo atrás, um jacarandá tombou aqui na vizinhança. Melhor dizendo, foi tombado. Um caminhão container passou por uma rua que não deveria passar, pois sua altura não permitia, arrancou cabos de energia elétrica que enforcaram o jacarandá.

Caminhões e containers: até quando será permitido que eles transitem em área urbana cometendo esses atentados? Você já não viu um caminhão desses parado em meio a Goethe sob a passarela tentando passar por onde não há condições? Pois é, até quando a prefeitura vai com esta situação não aprovando uma lei como a de São Paulo que proíbe caminhões de grande porte entrarem em bairros centrais?

Seríamos tão mais felizes com jacarandás, pinheiros tortos, paineiras e outras tantas árvores formando túneis verdes! Seríamos tão mais felizes sem “vizinhas tortas”! Seríamos tão mais felizes com micro-caminhões transitando na área urbana! E, se no Natal elas fossem iluminadas, ah… Se fossem iluminadas nosso bairro ficaria mais lindo! Seríamos tão mais felizes se meus vizinhos também quisessem iluminar no nosso pinheiro torto!

Alguém quer adotar e iluminar o meu pinheiro torto de infância? Foi meu pai que plantou!”

Postado por Redação ZH

Mais saúde no Moinhos

16 de abril de 2009 3

O Moinhos tem uma variedade infinita de restaurantes, mas um restaurante que seja natural, seguindo a tendência de saúde é excelente e muito bem-vindo pelo público daqui. Como descobri?

Sempre passava por aquela calçada na Florêncio Ygartua e me incomodava com a obra que ali estava sendo feita, pois obstruía a calçada.

Uma noite fui passear com o cachorro e parei em frente para conversar com as pessoas que estavam ali, e descobri que seria um restaurante. Perguntei qual o diferencial dos outros restaurantes da redondeza e o rapaz me falou com muita segurança que a diferença era que aquele seria um lugar em favor da saúde com decoração natural.

Fiquei atenta, pois só essa frase já aguçou minha curiosidade, e falamos mais sobre o assunto, o qual resolvi dividir com vocês leitores do blog.

Caio é sócio com outras pessoas, mas toca e se ocupou pessoalmente com todos os detalhes para a inauguração, ocorrida na terça-feira ao meio-dia. Caio, que na verdade se chama Carlos Roberto Dallelaste, é natural de Carlos Barbosa e, há mais ou menos uns 10 anos, atrás de outros conterrâneos que aqui já estavam trabalhando na área da alimentação, veio para Porto Alegre também.

Ele é apaixonado pela cozinha, adora cozinhar, e como o Moinhos tem espaço para mais um restaurante, resolveu investir com meus sócios no Delícia Natural.

O frango e o peixe vão ser grelhados e a carne vermelha não entra nesse estabelecimento. Muitas frutas e muitas saladas, as quais vão ser cozidas em um forno especial a vapor e as verduras cruas higienizadas com um produto especial, tudo para o bem da saúde e pensando bastante no planeta.

Alguns espaços do restaurante são decorados com objetos bem curiosos. Por exemplo: As flores embaixo do bufê são feitas do saco de coar café. Em algumas paredes, as janelas tem por trás arbustos do muro da casa vizinha, como se fosse um quadro natural de galhos e folhas.

Fotos: Carla Melani, Arquivo Pessoal

A área na parte superior é toda natural, fazendo com que a gente nem perceba que está em um restaurante e sim na varanda da nossa casa.

E pasmem, na entrada tem um nicho com Nossa Senhora de Lourdes para recepcionar os clientes e proteger a todos que ali se encontram disse Caio.

Só posso desejar a esse estabelecimento muito sucesso e acompanharemos as delícias naturais e principalmente nas sobremesas diet e ligth que serão servidas.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

16 de abril de 2009 0

No ZH Moinhos que circula hoje, você lerá um relato de uma moradora da Avenida Goethe sobre postes de luz que estão com problemas em frente ao Parcão, deixando a parada próxima à Rua 24 de Outubro no escuro.

Também no caderno, há textos e fotos enviadas por moradores da região sobre uma calçada danificada na Barão de Santo Ângelo e as dúvidas quanto a uma árvore inclinada na Comendador Caminha.

Para completar, o texto da blogueira Taís Seibt sobre a dona Zilma, que tem uma carrocinha de cachorro-quente na esquina da Rua 24 de Outubro com a Florêncio Ygartua.

Estão abertas as inscrições para novos colaboradores do Blog do ZH Moinhos. Se você quiser fazer para Conselho de Blogueiros e enviar fatos e curiosidades sobre os bairros Auxiliadora, Floresta, Independência, Moinhos de Vento e Rio Branco, escreva para nós. É só enviar uma proposta de um post para moinhos@zerohora.com.br, com nome, telefone, endereço e profissão.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH