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Noite de vinhos e azeites no Leopoldina

24 de agosto de 2009 9

Porto Alegre e São Paulo foram as cidades brasileiras escolhidas pelo ProChile -  escritório comercial do Chile no Brasil – para a apresentação dos melhores vinhos e azeites do país andino a jornalistas e ao setor especializado em enogastronomia.

O evento foi realizado na sexta-feira passada no Leopoldina Juvenil e causou grande frisson entre os amantes da bebida de Baco no elegante bairro Moinhos de Vento.

Estivemos lá para sentir o clima empresarial e apreciar os melhores rótulos do país da cordilheira. O importante foi perceber a visão dos empresários chilenos sobre o mercado brasileiro. Eles não tem nenhuma dúvida de que o Brasil hoje não só é a locomotiva da América do Sul como também é o país emergente que vai alavancar a economia mundial nos próximos anos.

- Principalmente pelo tamanho do seu mercado, de 190 milhões de consumidores, ainda pouco explorado – afirmou taxativamente José Luiz Martin, da Bouquillar Altos Vinos S.A, uma das 24 vinícolas que veio expor seus produtos aos gaúchos. 

Será que os nossos empresários estão enxergando isso?

Postado por Paulo Renato Rodrigues, Conselho de Blogueiros

Comentários (9)

  • Antonio Candido diz: 24 de agosto de 2009

    O pior é que nao estão percebendo mesmo. Muitos continuam sem enxergar o cliente…

  • jader martins diz: 25 de agosto de 2009

    PAULO RENATO. não te esqueças q 90 milhões de brasileiros vivem de ESMOLAS…somente 3% de BRASILEIROS SÃO AQUINHOADOS E PODEM GASTAR O Q BEM ENTENDEM…o resto são trabalhadores normais e aposentados q gastam o q podem e somente a miseria q ganham…

  • Ari diz: 26 de agosto de 2009

    Discordo respeitosamente do leitor Jader, cuja visão é a do copo meio vazio. O copo meio cheio diz que o mercado brasileiro é, realmente, um dos que mais cresce no mundo. Segundo publicações estrangeiras, por exemplo, deveremos ser o terceiro maior mercado mundial de computadores até 2010. O que é isso? Mercado emergente. E explica porque os chilenos vieram aqui mostrar os seus vinhos…

  • Paulo Renato Rodrigues diz: 28 de agosto de 2009

    Prezados Jader/Ari, agradeço seus oportunos comentários. Em agosto de 2002, esteve em POA uma das maiores autoridades mundiais em administração estratégica, C.K.Prahalad. O emérito professor de Harvard surpreendeu aos mais de mil empresários presentes ao evento perguntando no início da palestra: – “O que vocês estão preparando para vender para as favelas?Esse é o grande mercado.” Ele prenunciou em 2002 a ascenção das classes C e D. É esse o mercado emergente que está impulsionando a economia!

  • Maria Amélia Duarte Flores diz: 27 de agosto de 2009

    Parabens pelo blog!

    Estou no mercado de vinhos em Porto Alegre há algum tempo, entre vários fatores aqui é um local muito afetado pelos free shops e contrabandos.

    Independente de vinícolas ou importadoras investirem, é realmente complicado pelo eterno comparativo aos preços da fronteira, totalmente isentos de impostos.

    Muitas vezes deixo de fazer mais eventos e ações em função deste comparativo.
    Mas quanto ao mercado brasileiro, há muita coisa acontendo! abracos!!

  • Júlio César diz: 24 de agosto de 2009

    Porto Alegre é DEMAIS !
    Com um mercado de 190 milhões de consumidores, o Brasil tem muito que se descobrir ainda…
    Um abraço
    Júlio César

  • jader martins diz: 26 de agosto de 2009

    paulo renato. voltando ao assunto mercado…todos nós sabemos q o Pais será ainda um MERCADO FUTURO…quanto a especificamente VINHOS…e logico q os chilenos tem q ir atraz de onde esta o tomador de vinho…e por isto estao aqui no RS grande produtor de vinhos de muito boa qualidade e com preços bastante acessiveis a população gaucha…e tão bons quantos qualquer chileno,uruguaio,argentino, alemães q aqui aportam com preços mais altos…mas nao se iludam pois os produtores gauchos v/chiar.

  • Maria Madalena V. Hercovitti diz: 24 de setembro de 2009

    Paulo,
    Tenho acompanhado palestras e eventos sobre o vinho e produtos Brasileiros em crescimento e que influenciam na economia, no entanto dentro desse nosso imenso país os vinhos gaúchos, apesar da qualidade, estão cada vez mais raros nas prateleiras dos grandes mercados, esse é o indicativo da falta de marketing sobre o nosso produto. São profissionais, como você, que fazem a diferença, comentando em blogs e fazendo palestras públicas para eslarecimentos que ajudam a esclarecer empresarios.

  • Paulo Renato Rodrigues diz: 25 de setembro de 2009

    Maria Madalena, obrigado pelo seu comentário. O fortalecimento do real tornou muito acessível o vinho estrangeiro, fazendo com que os vinhos gaúchos perdessem competitividade. Mas já há um movimento mercadológico de valorização dos nossos espumantes, que não ficam devendo nada aos importados.

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