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Posts de novembro 2009

Indignação

30 de novembro de 2009 7

Os equinos sempre auxiliaram o homem em seu trabalho – principalmente no campo. De uns tempos para cá, é comum vermos cavalos puxando carroças nas ruas de Porto Alegre. O problema é que a grande maioria desses animais estão visivilmente abatidos, exaustos e carregando peso além da conta. Isso sem falar que são vítimas de maus-tratos por seus condutores, os carroceiros.

Esses dias, eu estava caminhando pela Padre Chagas e não pude deixar de registrar a cena que presenciei. Pergunto: Até quando?


Foto Kelli Pedroso

Postado por Kelli Pedroso, Conselho de Blogueiros

Mais uma fã do Parcão

30 de novembro de 2009 1

Arquivo Pessoal
Aproveito o período em que substituo a colega Anna Martha Silveira na edição do ZH Moinhos para apresentar a minha mascote. Com três anos e meio, Lana é um shih tzu adorável e está com a minha família desde bebê. Além dos famosos presentinhos — aqueles ossinhos que os cachorros adoram — ela ama passear. O Parcão é um dos locais preferidos. Lá ela se deita na sombra, brinca com os outros cães e corre atrás dos pássaros. É uma festa daquelas.

Se você também tem um mascote, o que está esperando? Mande um foto dele para moinhos@zerohora.com.br

Postado por Aline Mendes

Alma Cigana no Parcão

28 de novembro de 2009 1

Úrsula Petrilli Dutra

Ano passado lembro que observei a divulgação através de uma faixa amarela de um evento cigano que seria realizado no Parque Moinhos de Vento.

Descobri que o Parcão era o local escolhido por um motivo histórico – um acampamento cigano viveu no local e criou um vínculo forte com o parque – fazendo com que até hoje o Parque Moinhos de Vento passe uma energia especial para o povo cigano.

Nesse ano, cheguei no Parcão exatamente no início das apresentações, com o show da Banda da Brigada Militar.

Comecei a tirar fotos e logo fui recebida pela cigana Lúcia que me passou a Programação da XII Festa Cigana. Explicou todas as atividades e já avisou que em seguida teria o show de dança “Alma Cigana” convidando-me a sentar.

Artesanato cigano, atendimento com oráculos, noivado cigano com ritual, noite de magia com os antepassados ciganos para o amor, danças do ventre, árabe, ritualísticas, e muitas outras atrações. É o que o povo cigano preparou para celebrarmos com eles nos dias 26 a 29 de novembro no Parcão.

A Lúcia, o Alex e o pequeno José estão nos esperando. 

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Bike-táxi, por que não adotar essa idéia?

28 de novembro de 2009 0

As bike-táxis que agitaram o Moinhos de Vento por esses dias poderiam ser adotadas definitivamente. Em alguns países, elas são frequentes e uma alternativa de meio de transporte limpo e não poluente.

Cito como exemplo a cidade californiana de San Diego, onde as bike-táxis circulam democraticamente entre os carros, ônibus e trens. É comum ver as pessoas adotando esse meio de transporte, principalmente no centro e na bela região portuária, que é muito propícia para as bike-táxis, devido a sua grande extensão, sendo cansativo percorrê-la a pé.

Bem, talvez por aqui fosse necessário alguma campanha de conscientização dos motoristas, a exemplo do novo sinal para atravessar a rua, a fim de que as bike-taxis fossem respeitadas.

Fica aqui o registro desse exemplo americano que deu certo, para que possa servir de inspiração aos porto-alegrenses.


Fotos Arquivo Pessoal

Postado por Angela Dal Pos, Conselho de Blogueiros

Serviços gratuitos

27 de novembro de 2009 0

O aniversário de um ano da filial da Panvel Bem-Estar em frente ao Parcão será comemorado neste sábado com atividades voltadas à saúde do público.
Das 09h30min às 18h30min, serão promovidas atividades como verificação de pressão arterial, medição de glicose, degustação de chás e alimentos dietéticos e demonstração de palmilhas e produtos ortopédicos. A loja fica na 24 de Outubro, 722.

Postado por Aline Cardoso, Redação ZH

O Natal, as crianças e o muro

27 de novembro de 2009 13

Pouco importa se, antes do século 4, o Natal era um festejo pagão. E, conforme a história, foi um rei de Roma quem associou as comemorações do solstício do inverno, no hemisfério norte, ao parto do bondoso filho de Maria, quando da oficialização do catolicismo no Império Romano. Pouco conta se é quase certo que o Homem de Nazaré não veio ao mundo em 25 de dezembro: o nascimento de Jesus é um sucesso.

Esta festa contemporânea, trazendo o velhinho pela chaminé, com primos reunidos e comilança, pinheiros adornados, é um êxito para a fé cristã no mundo. É um fenômeno social no ocidente. Uma benção para o comércio na pátria nossa. É a data de maior volume de vendas no Brasil do sincretismo de fés.

É assaz nítido que o apelo mercadológico do Natal está maior que seus princípios de fraternidade. Carrego um ranço, e não estou sozinho, todo dezembro, quando me vejo empacotado no tumulto das lojas, ticando lista de presentes de amigos secretos. Eu, um vivente alheio ao consumismo genérico. Até invejo quem se regozija com um celular novo, ou um tênis de marca, pois minha felicidade teima em não estar à venda. E vai aqui minha gratidão ao gênio inventor do amigo oculto: era bem pior, antes, imaginar e materializar um mimo diferente para cada parente ou colega querido.

Mas o compra-compra tem seu lado nobre. Nosso sistema econômico, mesmo para todos que já flertaram com uma esquerda mais capaz de equilibrar as injustiças sociais, é o capitalismo. Hegemônico, derrubou o muro de Berlim e triunfou sobre o regime do lado de lá da Cortina de Ferro. Girar a roda da economia faz garantir o emprego. E foi uma das ações causadoras da nossa saída, quase ilesos, da mega crise que enxugou a liquidez dos mercados globalizados.

E tampouco importa, nesta data misturadora de fé com capital, confundindo valores, se foi a Coca Cola que pintou Papai Noel de vermelho – como já circulou muito na internet – ou apenas ajudou a difundir sua imagem com as cores de seu logo – a campanha publicitária associou, pela cor rubra, a marca mais conhecida no mundo com a celebração do nascimento do personagem mais famoso de todos os tempos.

Importa é que, se a Alemanha comemorou vinte anos da derrubada do muro divisor de Berlim, aqui ainda existe um muro cruel. Um muro a nos separar de crianças proprietárias de tão pouco. Infantes que não ganharão uma lembrancinha do velho Noel para encher-lhes de alegria e impedir de se sentirem, mais uma vez, excluídos da grande festa dos outros.

E mostra-se aí uma oportunidade de exercício do fraterno clima natalino. É especial a existência de diversas pessoas e instituições recolhendo e organizando o Natal de meninos pobres.

A Miréia Borges, blogueira bastante ativa no ZH Moinhos, é uma delas. Todo ano ela escolhe uma entidade para ajudar. Este ano, será para os pequenos do Hospital Santo Antônio, transplantados e pacientes de oncologia pelo SUS. São 60 crianças, bem carentes, em sua vasta maioria. Elas se emocionarão com uma árvore cingida de presentinhos. E sentirão seu coração bater acelerado com um Papai Noel de verdade.

Você pode participar com carrinhos, bonecas, jogos, livros de história, prendedores para cabelo e outros brinquedos. Ou doando dinheiro para serem adquiridos materiais de higiene pessoal.

Muitas crianças e outros tantos adultos, como a Miréia e eu, ainda acreditam no Papai Noel. O que não resolve é pensar que ele, sozinho, seja capaz de, um dia, deletar o muro.

Postado por Eduardo André Viamonte, Conselho de Blogueiros

Camarote TVCOM no Moinhos Shopping

26 de novembro de 2009 1

Quem passou pelo Moinhos Shopping nesta quarta-feira à noite deparou-se com as gravações ao vivo do Programa Camarote da TVCOM, com a apresentadora Katia Suman e seus convidados, no simpático sofazão branco, marca registrada do programa.

Desta vez, dentre outras coisas, o Camarote destacava a pré-estréia do filme Coco Antes de Chanel, que ocorreu no cinema do shopping. Já eu, como muitos, assisti o programa do conforto de casa, ficando a par dos detalhes do filme, além de outras dicas culturais do que acontece na cidade. As fotos são da minha tv.


Foto Arquivo Pessoal

Postado por Angela Dal Pos, Conselho de Blogueiros

Hoje nas bancas

26 de novembro de 2009 2

No ZH Moinhos que chega às bancas da região nesta quinta-feira, trazemos uma discussão a respeito da lei antifumo, recém promulgada pelo governo do Estado. A exemplo São Paulo e Rio de Janeiro, bares e restaurantes do Rio Grande do Sul deverão ter restrições mais fortes aos fumantes.

Fomos até alguns bares da região para ver como a lei está sendo recebida. E as blogueiras Lu Kolesny e Simone Guardiola deram a sua opinião sobre a questão. Os textos delas, você pode conferir abaixo.

Boa leitura!

Fumante não é marginal

Por Simone Guardiola

Fumar foi sinal de status e atitude, principalmente para as mulheres. Homens compravam a marca com a qual se identificavam: o cowboy, o magnata do carrão, o jovem livre. Enfim, foi.

Hoje, o cerco se fecha contra fumantes. Sou fumante. Não sou contra nenhuma lei, mas sou contra a falta de bom senso. Por exemplo:

Não concordo com a turma que fumou a vida inteira sabendo que estava fazendo mal ao corpo e depois vai pedir indenização às empresas tabagistas em razão de doença.

Não concordo com o fumante que acende o cigarro dentro de um ambiente fechado obrigando todos a fumarem com ele.

Não concordo com os locais de vidro fechado que expõem, como vitrina, as pessoas que fumam e as obrigam a ficar espremidas.

Não concordo com os japoneses, que podem fumar apenas em locais externos demarcados. A multa por lá é altíssima.

Não concordo que o local destinado a fumantes seja na rua, perto da porta. Se fosse dona de um restaurante, não gostaria que meus clientes entrassem no meio da fumaça.

Sou contra a falta de bom senso. Assim como os pedestres atravessam em locais errados, os fumantes sempre fumaram em locais errados. Agora, a fórceps, querem acabar com um direito, o de ser fumante e ter seu lugar, pelo menos, decente. Tenho, sim, liberdade de fumar. Fumante não é marginal. Você pode não gostar do cheiro, mas também posso não gostar do seu perfume. Nem por isso vou te colocar na chuva e no frio.

Não se fuma em local fechado. Mas em abertos pode. Se o fumante não pode entrar porque quer fumar, o não fumante que não reclame quando for aceso um cigarro na mesa ao lado, na rua. Entre e ocupe o lugar que é seu por direito.”

Falta bom senso

Por Lu Kolesny

“Em alguns bares e restaurantes que frequento, tenho notado que nem todos estão respeitando a lei antifumo. Sei que talvez seja difícil para o fumante passar alguns minutos ou horas sem o cigarro, mas acho muito desagradável a fumaça invadindo meu espaço na hora em que estou desfrutando de um belo jantar ou simplesmente jogando conversa fora com amigos.

Num sábado desses, saí com um grupo de amigos. Lá pelas tantas, um deles acendeu seu cigarro. Fui obrigada a falar sobre a nova legislação, e sabe o que ele respondeu?

- É um vício como outro. Por que o governo não proíbe o cigarro e as bebidas alcoólicas?

Tive de respeitar sua posição, mas confesso que falta um pouco de bom senso aos fumantes. Já fui fumante por um mês, e tudo começou em uma roda de amigos. Agradeço muito a Claudio Hillesheim – que comecei a namorar na época e não era fumante -, que me convenceu a largar o cigarro. Se não fosse ele, talvez estivesse fumando até hoje. É muito fácil a gente começar a fumar, e sei que é difícil parar. Todos sabemos dos malefícios que o cigarro faz e, mesmo assim, insistimos com essa fumacinha.

Entendo perfeitamente os fumantes, pois vi de perto o quanto foi difícil para o meu pai largar o cigarro. Ele teve êxito na segunda tentativa e não usou nenhum remédio. Quando reclamávamos do cheiro ao chegar em sua casa, principalmente no inverno, com as janelas fechadas, era um horror. Ele ficava bravo e não aceitava críticas. Hoje, como não fumante, é o primeiro a reclamar quando alguém fuma perto dele.

No mínimo, os estabelecimentos tinham de reservar áreas separadas para fumantes e não fumantes. Acho que a nova lei não vai pegar por aqui, até porque não vejo nenhuma fiscalização.”

E você, o que pensa do assunto?

Postado por Anna Martha Silveira, Redação ZH

Navios também passam por aqui...

25 de novembro de 2009 1

Não é só no Blog do ZH Zona Sul que podemos ver fotos do Guaíba com seus barcos e veleiros. Me dei conta de que, se os moradores do Moinhos, Independência, Floresta e região forem até suas janelas e terraços, conseguem ver o Guaíba e encontrar belos navios. Também podem avistar a ponte do Guaíba, visão que o pessoal da Zona Sul não tem…

Inveja branca à parte, noite dessas, me surpreendi com as luzes de um navio atracado no cais do porto. No dia seguinte, fiquei curiosa para ver a paisagem que não estou acostumada a observar, embora more numa cidade portuária.

Aliás, o nosso porto é considerado o maior porto fluvial do País em extensão – aproximadamente oito quilômetros de cais acostável. Descobri, ainda, que o porto é dividido em três trechos: Cais Mauá, Cais Navegantes e Marcílio Dias.

Vocês sabiam?

Pois é, está na hora de conhecermos e amarmos mais o nosso Guaíba, assim como o pessoal da Zona Sul…

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Juntando os retalhos dos bairros

24 de novembro de 2009 2

Ordem e Progresso, Simone GuardiolaNasci no bairro Floresta, cresci e fiquei adulta no Moinhos, amadureci no Auxiliadora e venho envelhecer novamente no Moinhos. Com tantos retalhos de bairros, eu não poderia fazer outra coisa: Patchwork.

Juntar retalhos é uma arte. Cada pano, um significado e cada união, uma técnica. Tudo junto, uma arte. A arte de juntar pedaços de pano. Isso é o patchwork!

Não pensem que é roupa velha, mas poderia ser. Não pensem que é barato, mas poderia ser. Não pensem que é fácil, mas é. Basta dedicação, paciência, projeto e grupo.

Patchwork é a arte de juntar retalhos e pessoas. Essa arte pressupõem um grupo. Pode ser feito sozinho, mas não tem graça. A troca de experiência, de truques, de vivência, de vida e problemas faz dessa arte algo sublime. Confundido com artesanato, posso dizer que é arte, sim.

Nos vários bairros que compõem o caderno Moinhos, há locais onde mulheres loucas por uma agulha, por um pedaço de pano e por um grupo podem se encontrar e abastecer suas necessidades.Born to be wild, Simone Guardiola

A Composé já foi loja, aqui na Bordini. Virou ateliê e se mudou para a Anita Garibaldi, número 146, ali na Auxiliadora meio Mont`Serrat.

No bairro Floresta, a Ângela Aviamentos, na Cristóvão Colombo, quase Dr. Timóteo. Lá tem aulas de Patchwork com a professora Maria Fernanda Camardelli e também é possível encontrar lãs e linhas ma-ra-vi-lho-sas.

No Moinhos, na Félix da Cunha, ao lado do Juvenil, tem a Karla Knoor (www.karlaknoor.com.br). Aulas, tecidos, linhas e produtos prontos. Tudinho ali, numa vitrine muito linda.

Na 24 de Outubro, na boa galeria Vicenza, tem a Kelli Masutti. Aulas e todos os produtos que se precisa para fazer aquela peça especial.

Na Galeria Champ Elysees tem a loja Patchwork para crianças. Peças prontas e de altíssimo gosto para decorar o quarto do seu bebê.

Por último e não menos importante, a Casa do Patchwork. Começou como um ateliê. Aulas abertas ao público, numa galeria ao lado do Colégio Rosário, ali na Independência. Cresceu e se mudou para a Independência quase com a Garibaldi, numa loja grande, bem decorada, com produtos prontos e sob medida, uma vasta linha de tecidos nacionais e importados e tudo, apenas tudo o que se precisa para produzir esta arte. Aulas? Também tem.

Locais, nossos bairros costuram. Retalhos, todos nós temos para juntar. Arte, todos nós podemos fazer.

Juntar retalhos com arte é fazer vida com pedaços.

Aproveite você também.

Junte sua história com pedaços de tecidos da sua vida.

Sim, esta blogueira faz patchwork.

Desafinando
Eu costuro os retalhos da minha vida todos os dias.
Um dia sairá uma história.
Desafinando nasceu para contar uma história.
Foi criado para falar da Tropicália. Ele mostra
o movimento musical e a cor deste movimento.
Mostra a liberdade e o jogo de disciplina e censura
do nosso país naqueles anos de chumbo.
Irreverrência, metáforas, medos e coragem.
Desafinando desafina Tom Jobim;
Desafinado na Bossa Nova.
Não venceu o concurso no Rio de Janeiro.
No Festival Nacional de Patchwork e Quilt de
Gramado de 2008, o mais importante do país,
recebeu, por julgamento de uma
Master americana, o segundo lugar na categoria Inovação.
Em 2009 foi concorrer no Festival de Teresópolis,
Rio de Janeiro, e ganhou o melhor Quilt caseiro.

Patchwork é arte de juntar retalhos, sejam de vida,
sejam de arte.
Patchwork é arte de juntar pessoas.
Junte o seu retalho. Junte sua vida. Seja em pano,
seja em papel. Monte a sua história.

Assim, desafinando, a vida toca para todos nós.

Postado por Simone Guardiola, Conselho de Blogueiros

Troféu Jornal Porto Alegre

23 de novembro de 2009 2

Na noite de 7 de novembro, estivemos na Casa Noturna Bucanero, no Moinhos de Vento, para a festa da entrega do 5º Troféu Jornal Porto Alegre.

Amigos e convidados especiais foram recepcionados com um coquetel. Tudo uma verdadeira festa, embalada pelas músicas muito bem escolhidas por nosso anfitrião, o DJ Francis Marchi. No começo, música de fundo que nos deixava conversar, curtir os amigos e relembrar momentos alegres. Coisa que só um DJ internacional sabe fazer.

Quando começaram as apresentações de dança, aí a musica foi crescendo, pois agora era hora dos bailarinos. E o show foi espetacular, bolero, salsa, gafieira, zouk e, na culminância, Hilda D`Ávila Moraes dançou com o seu professor de dança de salão, Carlos Oliveira, I`ve got you under my skin, interpretada pelo eterno “Rei da Voz” Frank Sinatra. Mãe de Francis, Hilda deixou todos com inveja de sua vitalidade, graça e leveza.

Logo após, veio a entrega do Troféu Jornal Porto Alegre aos que se destacaram em 2009. Esse prêmio visa reconhecer o trabalho dos profissionais da área da cultura (dança, música, arte, literatura, fotografia etc). Ele foi entregue por Luciana Corte Real aos vencedores:

- Tracy Freitas, do Clube da Dança
- Carlos Oliveira, pelo Espaço Dança
- Mari Rocha, pelo Espaço de Dança Mari Rocha
- Gilberto Simon pelo site Porto Imagem

Depois da entrega e dos justos aplausos, o DJ Francis Marchi entra com um mambo para colocar todos na pista. De repente, era um tal de tirar os casaquinhos, largar sua bolsinhas, respirar fundo e todos saindo para pista de dança, relembrando os anos 1950, 1960, 1970. Tivemos, assim, a oportunidade de dançar os maiores sucessos de todos os tempos no mundo. Valia cantar, dançar, errar e até pisar no pé do parceiro…Tudo era festa!

Obrigada Francis, o Internacional Superstar DJ, por essa oportunidade de reviver esses anos dourados da música e da dança nacional e internacional.

O DJ Francis Marchi está concorrendo ao título de Melhor DJ do Mundo de 2009 e também DJ Mais Famoso do Planeta.

Fotos Gilberto Simon e Ricardo Zanella, Porto Imagem, Divulgação

Postado por Marília Costa Cardoso, Conselho de Blogueiros

Segurança com hora marcada

21 de novembro de 2009 1

A cada trinta minutos passa a viatura da Brigada pelo bairro. Nesse meio tempo, tudo acontece. Motocicletas passam por cima das calçadas, assaltando a bolsa de idosas e jogando-as no chão. Pessoas são seguidas após sair do banco e assaltadas. O comércio é assaltado na primeira hora da manhã dentro de uma galeria. Então, passa a viatura novamente e tudo está bem.

Pessoas tentam chegar no ponto do ônibus do Parcão e são assaltadas, e isso sem falar do tal estuprador que atacava, ao amanhecer, as mulheres que atravessavam o Parque Moinhos de Vento, numa tentativa de cortar caminho para chegar no horário certo em seu trabalho.

Então, a viatura passa novamente e tudo está bem.

Se o perigo não diz respeito à loja que é guardada por uma segurança particular, é preciso esperar a tal meia hora.

De 30 em 30 minutos, passa a segurança. Mas, ela passa e atrás dela tudo vem acontecendo sucessivamente.

Aquele policial do bairro, da quadra, conhecido, que impõe respeito não existe mais.

Assim, acostume-se: apenas a cada 30 minutos o bairro Moinhos de Vento tem segurança.

Descubra o horário certo para sair e reze para ter a segurança que pagamos nos impostos.

E reze, reze muito para que eles não atrasem… ou se adiantem, né?

Postado por Simone Guardiola, Conselho de Blogueiros

37º aniversário do Parcão

20 de novembro de 2009 3

No próximo domingo, se a chuva permitir, será dia de comemorarmos o 37° aniversário do Parcão. Sim, a festa da semana passada foi transferida para o dia 22 de novembro, com a programação a partir das 8h.

No ano passado, os blogueiros se mobilizaram para contar histórias sobre o parque, para encontrar pessoas que acompanharam sua trajetória etc. Eu conheci o “Vizinho do Parcão” que, como já contado aqui no Blog, está rendendo uma bela história de amor.

Vamos lá. Vamos festejar domingo, tirar fotos, construir sua história e mandar para moinhos@zerohora.com.br.


Foto: Arivaldo Chaves, Banco de Dados

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Hoje nas bancas

19 de novembro de 2009 1

No ZH Moinhos que chega hoje às bancas da região você encontra uma reportagem sobre os frequentes acidentes na esquina das ruas Luciana de Abreu e Padre Chagas. O leitor Thiago Stefanello mandou um relato e uma foto de um acidente ocorrido no início do mês de outubro. ZH Moinhos foi até o cruzamento conferir a opinião de quem trabalha e vive na região.

Nesta edição, você também conhece um pouco da história do escritor Osvaldo Job, que acaba de lançar um livro contando memórias de sua infância no bairro Moinhos de Vento.

Na seção Conheça seu vizinho, você conhece um pouco mais da relação de Nilo Mário Lopes Monteiro, chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento e morador da Rua Barão de Santo Ângelo.

Boa leitura!

Postado por Anna Martha Silveira, Redação ZH

Rua cheia de buracos

18 de novembro de 2009 0

Dia desses, falei do buraco no Parcão, na Goethe com a Mariante. Pois ele voltou após as últimas chuvaradas. Muita atenção ao trafegar por ali.

Outro caso crítico é o dos buracos da Avenida Pernambuco.Tive até que parar ontem e fotografar, pois, a cada chuva, eles aparecem novamente. Cabe resaltar que após essas duas últimas enxurradas, ninguém apareceu para consertar a via. Parece até que desistiram de arrumar.

O proprietário de um restaurante até veio falar comigo, quando me viu batendo as fotos, e diz que já não sabe mais para quem reclamar.

Senhor prefeito, não adianta nada colocar uma móvel na rua pra tapar buracos e fazer todo aquele “marketing”, se os verdadeiros buracos estão aí, para todo mundo ver.

Se você andar pela Pernambuco, entre a Cristovão e a Santa Rita, tome cuidado, porque a coisa anda feia por ali.

Fotos Arquivo Pessoal

Postado por Lu Kolesny, Conselho de Blogueiros