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Posts de dezembro 2009

Esquecemos o aniversariante

31 de dezembro de 2009 0

Em todo o mundo o Natal foi comemorado. Foi um período que invocamos os sentimentos de paz, amor, solidariedade, reconciliação. As pessoas trocaram presentes, reencontraram familiares, esqueceram um pouco os problemas do dia a dia e comemoram o Natal.

Vimos os “papais noéis” descendo por chaminés, escalando paredes, pendurados em guindastes, voando de helicóptero, vestidos com as vestes tradicionais ou com modelos estilizados.

Diante de tudo isso, uma pergunta: o Natal não é a data em que lembramos o nascimento de Jesus? Se a resposta é positiva: onde estava o aniversariante?

Deixamos o aniversariante totalmente às margens da sua festa. Parece que a força do consumismo camuflado pelo “espírito de natal” conseguiu excluir Jesus da sua festa de aniversário.

Enviado por Eduardo Geremia

Hoje nas bancas

31 de dezembro de 2009 2

No ZH Moinhos que chega às bancas da região nesta quinta-feira, você poderá ler a reportagem sobre o passeio que a leitora Beatriz Vilaverde de Oliveira Leipnitz fez, à convite do caderno, para conhecer as espécies de árvores existentes no Parcão. Ela foi acompanhada de técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), que deve encampar a sugestão da leitora e voltar a colocar as placas de identificação das árvores.

O morador da Independência Teddy Biassusi fez um alerta a respeito da ciclofaixa que liga a Redenção ao Parcão, que está sendo desativada, mas as placas indicativas continuam nas ruas.

Já na seção Conheça seu vizinho, você encontrará um balanço com as respostas mais frequentes dos moradores entrevistados pelo ZH Moinhos.

Também no caderno, você confere os desejos que os blogueiros do ZH Moinhos fizeram para 2010. São frases que não tinham como ficar de fora do blog. Portanto, confira abaixo o que eles querem para o ano que começa amanhã.

A equipe do ZH Moinhos deseja aos seus leitores e à comunidade da região um 2010 maravilhoso, com muitas realizações e superações. O caderno continuará acompanhando o dia a dia dos bairros e espera continuar contando com a participação dos moradores e frequentadores dos bairros Auxiliadora, Independência, Floresta, Moinhos de Vento e Rio Branco.

“Em 2010, paz na Independência e ajuda das autoridades de boa vontade.” Marilia Costa Cardoso

“Desejo que 2010 seja marcado pela convivência pacífica entre pessoas de diferentes culturas, religiões, idiomas, nacionalidades, times, partidos…” Eduardo Geremia

“2010 chimas no Parcão. 2010 açaís no copo. 2010 seguranças nas ruas do Moinhos. 2010 exposições de arte no bairro. 365 dias melhores.” Solano Lucena

“Força, fé, luz, paz e liberdade, mas tudo isso vestida com as armas de São Jorge! Esse é o meu desejo para 2010 para todos!” Simone Guardiola

“Desejo um mundo com menos violência e mais amor ao outro. Então, muitos dos nossos problemas já estariam resolvidos.” Angela Dal Pos

“Que a educação, a tranquilidade, confiança e respeito possam ser o lema em 2010.” Miréia Borges

“Desejo a todos um 2010 com muita luz, com muito amor no coração, e que você possa fazer o bem para si e para os outros! Feliz ano a todos!” Lu Kolesny

“Nas ruas, segurança. Para todos, comilança. E que Luis F. Verissimo lesse meu post ‘A vaca soltou um flato, e o computador queimou!’. Pois assim sonhei e, dois dias depois, o mestre abrilhantou a ZH com o tema!” Eduardo André Viamonte

“Desejo que 2010 seja de muita paz, saúde e sucesso para todos, e que possamos, em nossa Porto Alegre, e, claro, especialmente em nossos queridos bairros abrangidos pelo ZH Moinhos aproveitarmos nosso dia a dia e finais de semana harmoniosos e prazerosos ao lado dos vizinhos amigos e daqueles que amamos.” João Victor Eltz da Silva

“O nosso grande desafio para 2010 é continuar fazendo acontecer para os leitores de ZH.” Paulo Renato Rodrigues

“Um bom ano, com realizações, paz e saúde” Mariano Christini

“Que 2010 seja um ano 10 para todos nós, em todas as áreas de nossas vidas: amor, saúde, trabalho e tudo mais. Paz e luz no bairro e no mundo!” Úrsula Petrilli Dutra

E a placa foi ao chão - 3

30 de dezembro de 2009 0

Como tenho sonhos infantis, vi esta placa no chão e pensei: Papai Noel passou com seu trenó pela Independência e ele, sem querer, tentando entregar presentes, bateu no sinal de parada de ônibus. E essa lixeira, toda amassada, com certeza, foram as renas.

Mas caí na real e resolvi  perguntar:

- Quem fez isso?

Resposta:

- Uma carroça.

- Mas desse lado da rua?

- Ela estava na contramão.

- E como ela derrubou um poste na calçada?

- Estava cheia demais de materiais.

- E se alguém estivesse na calçada esperando um ônibus?

- Seria levado junto.

Enviado por Marilia Costa Cardoso

Buraco consertado

29 de dezembro de 2009 2

Parece mentira, mas depois de meses aberto, finalmente o buraco localizado na Avenida Pernambuco foi consertado.

Ontem, dia 28/12, alguns caminhões do Dmae estavam trabalhando na Pernambuco, na Santa Rita e na Félix da Cunha.

Hoje os buracos foram tapados e devidamente asfaltados. Não precisarei mais desviar caminho pela Rua Chicago.

Acredito que a matéria do Leitor-Repórter que saiu na semana passada tenha ajudado na solução do problema.

Os moradores e motoristas do bairro Floresta agradecem.

Enviado por Lu Kolesny

Abaixo-assinado da Rua Pinheiro Machado

29 de dezembro de 2009 13

No caderno do ZH Moinhos do dia 17/12, a matéria da capa chamou minha atenção como moradora da região e como participante de uma das já 750 assinaturas colhidas para o abaixo-assinado pela não abertura da Rua Pinheiro Machado na intersecção com a Independência.

Sim, conversando com meu vizinho, Sr. Leon Hernandes Dziekaniak, defensor ativo do bairro, fiquei sabendo que todos os moradores estão bastante empenhados pela preservação das características do local. Há, inclusive, uma mobilização para o tombamento da Pinheiro Machado.

O Sr. Leon juntamente com a professora Maria Alice Kauer, além de serem integrantes da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi), também se reúnem com outros moradores das ruas Pinheiro Machado, André Puente e Gonçalo de Carvalho, para darem uma atenção especial à região.

Acreditam que o bairro não pode se transformar num “corredor de passagem”, o que poderia ocorrer com a abertura da Rua Pinheiro Machado para a Independência. Querem preservar a alma do bairro, o espírito de tranquilidade das ruas próximas a grandes avenidas, característica peculiar da região.

Belo movimento de preservação do bairro!

Também acredito que a abertura da Pinheiro Machado, uma rua estreita, com grande movimentação de pedestres, principalmente estudantes e pessoas idosas, poderia trazer mais prejuízos do que benefícios para a sociedade em geral.

São mais de quatro cursinhos pré-vestibulares na região, além de colégios e hospitais, aumentando a circulação de pessoas e o risco de acidentes. Sem falar no Shopping Total, instalado na antiga fábrica da Brahma. O que, em um primeiro momento poderia facilitar o acesso ao shopping, poderá ser um transtorno com o aumento do tráfego de veículos. O cuidado deverá ser redobrado com o fluxo maior, na entrada e saída do shopping, em plena lomba íngreme da Pinheiro Machado.

Realmente acredito que seja melhor deixar a rua como está. Só assim as pessoas poderão continuar caminhando tranquilamente e fazendo descobertas inesperadas, tal como a da Laranja da Brahma entre suas árvores…

E você? Também assina embaixo pela não abertura da Pinheiro Machado?

Enviado por Úrsula Petrilli Dutra

Foto: Arquivo Pessoal

Reunião com o secretário

28 de dezembro de 2009 0

No início deste mês, o secretário municipal do Planejamento convidou o Movimento Reviver Independência ao seu gabinete para conhecer de perto os principais problemas da Avenida Independência.

Sabedor dos problemas dessa região, onde ainda tem muitos amigos e familiares, o secretário Márcio Bins Ely se sensibilizou ao ver nas fotos o estado que se encontra atualmente essa avenida. Mostrei ao secretário o ZH Moinhos de 26 de novembro de 2009, onde a Fasc, segundo seu diretor técnico, Mauro Vargas, diz que a principal causa para os moradores não aceitarem ajuda é o uso do crack.

Os moradores da Independência sempre souberam disso, mas não podiam provar, diferentemente quando fala que eles estão em total estado de embriaguez. Isso pode ser observado com muita facilidade pelo comportamento agressivo de muitos.

Foi mostrada a preocupação com os idosos desse bairro, que são vítimas da sujeira, das doenças, da contaminação e da proliferação de ratos e baratas causados pelo lixo amontoado nas calçadas. O secretário prometeu procurar as secretarias envolvidas com o encaminhamento dos moradores de rua e achar uma solução.

O Movimento Reviver Independência colocou-se a disposição para ajudar, para que a Independência, como diz o movimento, possa novamente sorrir, assim como seus moradores. O movimento saiu desse encontro sabendo que os problemas são muitos, muito difíceis de solucionar, mas o secretário demonstrou boa vontade em ajudar.

Enviado por Marilia Costa Cardoso

Um balanço de Natal

25 de dezembro de 2009 0

Geralmente costumamos fazer um balanço de nossas vidas na virada do ano, planejando e colocando metas pro ano seguinte. Queria, dessa vez, propor um novo desafio: fazer um balanço de Natal.

O assunto surgiu em nossa janta de confraterzinação, na casa da Miréia na semana passada. Foi um consenso geral dos que ali participavam de que o Natal está diferente. As pessoas não se empolgam tanto, como nos nossos tempos de criança, onde casas e ruas eram enfeitadas com o verdadeiro espírito de Natal.

Hoje há muito mais uma preocupação em consumir, em “ter” mais, sem pensar em “ser” mais.

Natal é tempo de renascimento. Renasça em você o sentimento do amor, da fraternidade, da bondade, da honestidade e de tudo mais valioso que existe no ser humano.

Faça seu balanço e feliz Natal!

Enviado por Lu Kolesny

Foto: Adriana Franciosi, Banco de Dados

Natal em tempo final...

24 de dezembro de 2009 1

…ou inicial.

Tenho uma amigo que estava com o vidro do carro aberto e foi abordado numa sinaleira com uma 38 na cabeça. Ele não reagiu e nem teve coragem de olhar para o lado. Ficou assim, parado. Então ele escutou: “Deixa esse ir. Nos dias em que eu tava com a maior fome ele me deu grana prá comê”. A sinaleira abriu e ele foi. Tremendo e pensando. Qual daquelas crianças que ele deu dinheiro, em alguma esquina, que salvou a sua vida? Qual daquelas vidas ele salvou num dado momento? Jamais obteve a resposta, pois jamais andou com o vidro aberto.

El Chico de la Tapa é a música que conta isso. Não aqui, mas na Argentina. Não parece que é lá. Poderia ser em qualquer lugar da América do Sul. Minha irmã quis adotar uma criança da sinaleira. Tirou a criança da sinaleira, mas não tirou a sinaleira da criança. Nós não conseguimos, em família, fazer isso. Hoje aquela criança tem muitas outras crianças, na sinaleira, filhas de algum pai. O primeiro ficamos sabemos porque foi socorrida no parto, ao chamá-los. Era filho de um prisioneiro. Essa realidade inversamente cruel a nossas festas natalinas está aí. Por isso prefiro acreditar em duendes.

Depois de 5 anos

O menino da capa ontem vendia flores na rua Corrientes, depois que perdeu sua menina em alguma sala de algum hospital, e hoje amavelmente, com um grande sorriso nos dentes, te para nas ruas e se você não dá, te manda…guardar… Se a polícia não o trata muito decentemente, se os caminhoneiros não o levam até onde ele quer ir, ele se torna drogado e, caminha muito tranquilamente, com uma 22 no bolso, ao invés de amar. Faz alguns anos ele caminhava pela rua, fazendo a paz e vendendo postais. O mundo está cheio de filhos da p…, e hoje especialmente está cheia a estrada, não vou morrer de amor.

O menino da capa tinha alguns assuntos pendentes, sua mãe está na prostituição e seus irmãos bebendo no bar, e, no sábado à tarde, no estádio, só se escuta um grito: o drogado já teve seu filho e o batizaram no arsenal. E passam os de barba, os esnobes e os que enchem o saco, os tanques, as estrelas, as revistas e a Federal, e eu rio na cara de todos porque são uns idiotas. Um anjo me vigia e me protege nessa cidade. Eu sempre vivi na boca do diabo, nascendo, morrendo e ressuscitando. O mundo está cheio de filhos da p… e hoje especialmente está cheia a estrada, não vou morrer e amor, não vou, não, não, não, não…

Se você sair de carro esta semana, leve dentro alguns brinquedos e alimentos. Talvez esta seja a única festa que essas criança terão. Não faça isso para ser salvo amanhã, mas para salvar um Natal hoje.

Eu acredito em duendes.

Enviado por Simone Guardiola

Seu olhar: Natal pelo Moinhos

23 de dezembro de 2009 3

Navegando pelo site da Zero Hora, entrei na seção Viagem – Seu olhar: Natal pelo Mundo. Somos convidados a mostrar os nossos pontos de vista, com o envio de fotografias, sobre lugares famosos ou revelar detalhes especiais de lugares nem tão conhecidos, e, no caso, com enfoque de Natal.

Coincidentemente, na mesma semana, eu havia passado pelo Papai Noel Russo que está posando com suas vestes folclóricas na entrada do Moinhos Shopping. O que me chamou a atenção foi o fato de ele não estar com a tradicional roupa vermelha. O livro ao seu lado conta a sua história, explicando que São Nicolau é padroeiro da Rússia.

Pois bem, juntando esses dois momentos distintos, resolvi convidar você leitor a nos mostrar o seu olhar do Natal no Moinhos e região. Vale fotos de vitrines, ruas, praças, e até mesmo do pinheirinho da sua própria casa. Envie o seu olhar para moinhos@zerohora.com.br.

O importante é celebrar o Natal que está chegando, independentemente do quão comercial tornou-se essa data. Vamos nos emocionar com o Natal. Vamos exercitar a fraternidade do clima natalino, como nos incentivam os blogueiros Eduardo e Miréia. Vamos captar algo para colorir este blog e, principalmente, alegrar nossos corações.

Enviado por Úrsula Petrilli Dutra

Da Redação ZH

A blogueira Miréia Borges atendeu ao chamado da Úrsula e enviou as fotos abaixo. Envie você também.

“Fiquei emocionada por ser de uma menina que não tem esperança de vida, mas desenhou o que ela enxerga sobre o Natal”, conta Miréia.

Nesta foto, a Miréia flagrou uma janela enfeitada na Dinarte, esperando o Natal.

Arrecadação Solidária

22 de dezembro de 2009 4

Depois de algumas semanas, consegui a arrecadação de 174 brinquedos, que serão doados para as crianças do Hospital Santo Antônio, do SUS, da área de transplantes e da oncologia.

A magia do Natal nos faz ficar mais sensíveis com o próximo e, assim, conseguimos liberar o melhor que existe dentro de nós.

O “mundo da ilusão”, onde habita o Papai Noel é muito fértil e lá podemos sonhar, sorrir, amar, perdoar, brincar e criar.

Nesse mundo nossa cabecinha, quando infantil, voa esperando sempre aquele que vem para realizar nossos pedidos, e, quando adulta, essa mesma cabecinha endurece, duvida e perde muitas vezes a capacidade de sonhar e esperar.

Papai Noel existe! Basta deixarmos entrar dentro de nós a magia que está sempre presente no “mundo da ilusão” – o mundo do Papai Noel.

Obrigada a todos que contribuíram para dar alegria a essas crianças que esperam o Papai Noel.

Feliz Natal a todos os leitores que acompanham o blog do ZH Moinhos.

Enviado por Miréia Borges

A Vaca Soltou um Flato, e o Computador Queimou!

21 de dezembro de 2009 5

Não moro perto das bucólicas pastagens gaúchas. Nem sei se a flatulência bovina tem cheiro ruim. Habito um apartamento em via barulhenta, onde o que tem de mais verde por perto são as majestosas árvores do Parque Moinhos de Vento. A bem da verdade, nem imaginava que vaca produzia tanto gás. Sem intenções escatológicas, mas pode ter sido um monte de vacas e bois, fazendo pum pelos campos, que resultou no computador queimado, lá em casa.

Assisti na TV: cientistas emitiram relatório, com a conclusão de que um percentual alto do buraco na camada de ozônio brasileira é consequência do metano gerado pelos nossos duzentos milhões de bovinos, o maior rebanho comercial desse tipo no mundo. Já a meteorologia afirma estarmos sob influência do fenômeno El Niño. Contudo, as marcas históricas de chuvas e temporais que açoitam o Estado podem ser produtos de mudanças climáticas, discutidas no encontro da ONU na gelada Copenhagen, a COP15.

O gado produz metano. Esse composto ajuda a esburacar a camada de ozônio e a reter calor. Os raios solares penetram mais e se refletem na superfície do globo, elevando a temperatura planetária. O tal efeito estufa altera o clima _ já aprendemos. Verte água do céu aqui, aos píncaros, registrando o recorde dos últimos cem anos. Com os pingos, os raios e os ventos desestabilizam a rede elétrica. Em meu bairro a luz vai e vem, o que alguns eletrodomésticos não apreciam. Assim como não o apreciam os restaurantes e lojas. E isso são só contratempos, quando milhares de gaúchos enfrentam o flagelo das cheias. Ou um muro desaba, em Porto Alegre, sobre a vida de um passante.

Anos atrás, ao ouvir falar pela primeira vez da parcela de culpa das vacas, pensei ser piada de vegetariano. Ou inveja de quem entra em êxtase só com o cheiro de uma picanha. Agora o troço é sério. Porém, mais sérios são as emissões de carbono da indústria, o desmatamento, as queimadas e o resto das malvadezas que avacalham com a natureza. O planeta está assaz dodói e a cura parece difícil. Globalizaram tudo: as fábricas, os mercados, as modificações do clima. Que globalizem, então, a salvação da Terra, com as cotas de participação proporcionais ao lucro de cada nação _ esse, aliás, nunca foi globalizado.

E que não usem as Mimosas leiteiras para expiar a culpa e a responsabilidade, se houver, pela falta de investimentos em infraestrutura.

A foto do disco do Pink Floyd é um saudosismo. Não da profícua musicalidade dos anos 70. Faz-se também muito som excelente em nosso tempo. Mas da atmosfera transcendental da época – o ambientalismo não tinha pressa. Era deixar o cabelo crescer e falar da paz e do amor. Em 2010, tem-se de agir. Rápido.

Enviado por Eduardo André Viamonte

O pão quentinho do jornalismo

19 de dezembro de 2009 12

A noite da quinta-feira passada foi muito especial para a equipe do ZH Moinhos. Não só porque tivemos a oportunidade de encontrar pessoalmente o grupo de blogueiros do caderno, mas porque, mais do que uma reunião, foi um momento de descontração.

Miréia Borges recebeu a todos em seu apartamento na 24 de Outubro, onde fomos brindados com um jantar excelente, feito pela própria blogueira. Por mais que tentássemos fugir da pauta, o assunto sempre voltava para o bairro.

E isso é muito legal para nós, o André Mags e eu, que nos esforçamos diariamente para vivenciar a realidade da região. Em momentos como o de quinta, podemos ficar imersos por algumas horas nos assuntos de quem realmente vive ali. Os problemas e as curiosidades brotam naturalmente. E aos montes. É a mais rica reunião de pauta que um jornal ou um blog pode ter.

Digo isso porque a cada semana nos vemos tentando colocar nas páginas (virtuais e impressas) do ZH Moinhos o que o leitor realmente quer ler. E isso nem sempre é fácil. Mesmo no ZH Moinhos, que conta com uma forte rede de colaboração dos leitores.

É uma alegria e um orgulho vermos um grupo tão unido, formado por pessoas inteligentes e preocupadas com o microuniverso onde vivem, a ponto de dedicarem momentos caros de seus dias para colaborar com a comunidade.

São, sem dúvida, cidadãos muito especiais, que não titubeiam em sacar a câmera, registrar o fato e contá-lo com detalhes nas páginas do blog e do caderno. As notícias que os nossos leitores, em especial os nossos blogueiros, trazem para as páginas do ZH Moinhos é o que nós chamaríamos de “pão quentinho” do jornalismo. Contem conosco sempre, porque nós contamos com vocês.

Muito obrigada.

Show Natalino no Dmae

18 de dezembro de 2009 4

Gosto muito do Blog do ZH Moinhos porque aqui podemos ficar sabendo dos eventos que vão acontecer, estão acontecendo e os que já ocorreram no bairro.

Terça-feira à tardinha, antes de dar um caminhada, entrei no blog para ver se havia alguma novidade e descobri que haveria um show natalino nos Jardins do Dmae, comemorativo aos 48 anos do departamento.

Como os jardins ficavam na rota da caminhada, aproveitamos (eu e meu namorado) para dar uma olhada e registrar o momento.

Para surpresa, ao invés de apenas músicas natalinas, escutamos o coral de vozes femininas cantando “Ela só quer, só pensa em namorar… Toda menina que enjôa da boneca é sinal que o amor já chegou no coração… Ela só quer, só pensa em namorar.”.

Uma boa reflexão também para o final de ano: Vamos aproveitar para deixar o amor chegar em nossos corações.

Parabéns Dmae pela bela festa dos 48 anos. Estava linda!

Mariano, obrigada pela foto tirada pelo celular. Namorado tem que ser assim, companheiro em todos os momentos! Um verdadeiro amor de blogueiro.

Foto: Mariano Christini

Enviado por Úrsula Petrilli Dutra

Hoje nas bancas

17 de dezembro de 2009 1

No ZH Moinhos que está nas bancas da região nesta quinta-feira, abordamos a polêmica que está pautando as discussões entre os moradores da Rua Gonçalo de Carvalho. Um projeto da EPTC, a se executado pelo Shopping Total – como contrapartida às obras que abrigariam a Ospa -, trará uma série de mudanças no trânsito da região.

Também abordamos os problemas de circulação nas calçadas dos bairros. Carros estacionados, decoração externa e calçamento em mau estado dificultam o acesso de pedestres às vias.

Na seção Conheça seu vizinho, trazemos um perfil do jornalista André Machado, da Rádio Gaúcha, que até setembro morava na Rua Florêncio Ygartua e agora é o mais novo residente da Gonçalo de Carvalho.

Boa leitura!

Por que não?

16 de dezembro de 2009 5

Em Por Que Não, espero levar algumas sugestões simples e baratas que poderiam facilitar nossa vida, na Avenida Independência e em nossa cidade.

Por que não?

Por que não? N°1

Por que não trocar uma parada de ônibus, com suportes grossos que ficam atrapalhando a passagem dos portadores de deficiências e de idosos, por outra mais leve, com suportes mais finos e que não ficassem no meio da calçada?

Esses suportes para paradas de ônibus são encontrados em outros locais, aqui mesmo em Porto Alegre. São mais leves, não congestionam a rua e tem iluminação, podendo ser encontrados modelos com banco e/ou com lixeira acoplada. Que tal?

A Independência agradeceria.

Por que não? Nº2

Por que não usar o exemplo de Gramado e colocar na esquina da Independência com a Garibaldi enfeites com vasos?

Isso impediria que as pessoas tentassem atravessar a rua no local errado. No hospital que há no local são atendidas muitas crianças e pessoas do interior que se arriscam atravessando a Independência no lugar errado.

Quanto aos bancos, sempre ouvimos que eles vão virar cama para os moradores de rua. Basta à noite retirar o assento destes bancos. Durante o dia, seria um local bonito e saudável para os que estão esperando por um atendimento.

Os pacientes agradecem.

Por que não? N°3

Praça Dom Sebastião

Por que não lavar os monumentos, aplicar um verniz antipichação e uma boa iluminação?

Por que não fazer canteiros floridos? Por que não colocar novamente água nas fontes e no chafariz?

Muitos dizem não ser possível, pois os pichadores vão estragar tudo, os mendigos vão deitar nos bancos, e as águas vão servir para lavarem suas roupas. Mas, afinal, quem decide as coisas nessa cidade? Eles?

E nós? E a nossa qualidade de vida? E as autoridades?

E se amanhã eles quiserem nossas casas?

Os alunos do Rosário agradeceriam.

Por que não? N°4

Por que não reservar uma área para os cachorros caminharem? Assim algumas pessoas parariam de repetir a famosa frase: “Não arrumo os canteiros, pois os cachorros destroem tudo.”

Pronto. Simples, barato, um espaço com avisos bem claros: “O dono é responsável pelo seu amigo, junte suas fezes, isso é lei.”

Os cachorros agradeceriam.

Por que não? N°5

Por que não padronizar os pinos, que são usados para (tentar) impedir o estacionamento nas calçadas?

Na verdade, todos os motoristas deveriam saber que é proibido estacionar nas calçadas, mas como é difícil fiscalizar, poderiam estudar um tipo de pino mais fino padronizado e também regulamentar o espaço entre eles e a sua distância do meio fio.

Como não existem regras para isso, muitos fazem suas próprias regras, e novamente tudo errado.

Revisar os pinos.

Os que usam bengalas, cadeiras de roda, muletas e com problemas visuais agradeceriam.

Por que não? N°6

Por que não proibir o estacionamento de carros na Rua Garibaldi junto à Av. Independência, em frente ao Hospital Presidente Vargas. Esse local ficaria só para embarque e desembarque de pessoas doentes. Os carros ali estacionados impedem o desembarque de grávidas e crianças doentes. Os táxis ou ambulâncias são obrigados, muitas vezes, a estacionar na calçada ou no outro lado da rua.

A noite este espaço é usado como estacionamento das casas noturnas, ocasionando muito barulho e badernas na frente de um hospital.

Os pacientes agradeceriam.

Por que não? N°7

A placa sinalizando o Hospital Presidente Vargas está na calçada em frente o prédio 605 da Av. Independência. Em frente ao hospital não há sinalizações. Assim, quem sobe a Rua Garibaldi, não respeita o silêncio, pois não vê a placa da existência de hospital nas imediações e nem a placa de sinal de silêncio. Por que não colocar uma placa em frente ao hospital, sinalizando sua existência. Uma placa grande e, quem sabe, com a sinalização pedindo silêncio.

Os moradores do entorno e os pacientes agradeceriam.

Por que não? N°8

Examinar o número de placas de sinalização? Esse excesso de placas de sinalização implica numa quantidade muito grande de postes, que dão um aspecto, além de feio, perigoso e sujo, pois cada um tem um tamanho e estão colocados em distâncias diferentes do meio fio.

Vamos alinhar esses postes?

Os deficientes visuais agradeceriam.

Por que não? N°9

Por que não revisar o número de telefones públicos colocados na Av. Independência? Esses aparelhos tão úteis, em certa época, estão totalmente desatualizados. Até uma criança hoje possui um celular. Poderiam ficar alguns em lugares determinados, estudados. Os outros seriam doados.

Os deficientes visuais agradeceriam.

Por que não? N°10

Por que não estudar com a comunidade o número, o tipo (para motoristas ou para pedestre) e locais ideais de faixas, os tempos e sincronização das sinaleiras e a pintura das faixas preferenciais para pedestre. Seria um trabalho bem completo, pois a EPTC sabe as normas, e a população sabe suas necessidades reais.

Vamos combinar as duas coisas e todos agradeceriam!
Enviado por Marília Costa Cardoso