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Abertura da Pinheiro Machado em debate

03 de março de 2010 3

Por Paulo Renato Rodrigues

A Comissão de Urbanização, Transportes e Habitação (CUTHAB), órgão da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, abriu as portas para ouvir as reivindicações de moradores sobre o projeto de abertura da Pinheiro Machado para a Independência.
Na oportunidade, a comissão apresentou aos vereadores o perfil histórico, socioeconômico, cultural e ambiental do bairro. Segundo Maria Alice Kauer, uma das ativas participantes da reunião, foram destacados os aspectos do grande número de estudantes - em torno de 5 mil - que circulam pelas ruas em função dos cursinhos pré-vestibulares, do Colégio Bom Conselho e da Escola Estadual Othelo Rosa. Foi ressaltado também aos membros da comissão da Câmara de Vereadores que o bairro é muito organizado e coeso em sua defesa, sendo citados os recentes movimentos em defesa da Gonçalo de Carvalho, da mobilização para a iluminação pública da Pinheiro Machado, cuja maior parcela foi custeada pelos moradores, e a campanha de segurança, entre outros.
Foi destacado, principalmente, que as supostas alterações viárias dentro do bairro não trariam nenhum tipo de melhoria para a circulação de veículos. Ao contrário, atravancariam ainda mais as ruas estreitas e congestionariam mais ainda a Avenida Independência, que, da Barros Cassal até a Ramiro Barcelos, já conta com sete sinaleiras.
Para Leon Hernandes Dziekaniak, um dos líderes do movimento, “no conceito de seus moradores, o bairro Independência e seu núcleo central é de vocação residencial e não pode simplesmente ser transformado em um corredor de passagem para atender sabe-se lá quais interesses”.

Comentários (3)

  • Simone Guardiola diz: 3 de março de 2010

    Paulo Renato, não consigo imaginar esta rua aberta pelos simples motivos: ela desemboca num corredor de ônibus; quase colado nela há a sinaleira da Ramiro e quase em frente há a sinaleira da rua da antiga OSPA, além de existir um canteiro que divide a av Independência nesta parte e existir estacionamento na mão direita deste estreitamento já perigoso. O número de acidentes seria tão alto quanto o congestionamento na hora do rush.
    Incrível as entidades não perceberem tal absurdo!

  • Antonio diz: 4 de março de 2010

    E a EPTC o que nos diz a respeito?

  • Maria Rita Horn diz: 4 de março de 2010

    O blog do ZH Moinhos deixa o espaço aberto para eventual resposta da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

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