Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts de março 2010

Um jovem abraço

31 de março de 2010 3

Por Marília Costa Cardoso

No aniversário de Porto Alegre, saí com a máquina pronta para captar o que, na Independência, mais lembrava estes 238 anos da cidade.

Na esquina da Rua Barros Cassal, um grupo de universitários estava recolhendo donativos no chamado trote solidário. Não tinha nada para doar, então resolvi tirar uma foto deles. Mesmo cansados, eles ficaram animados com o momento, que ficaria gravado na memória destes jovens.

Perguntei da faculdade que eles cursariam: engenharia da UFRGS. E uma das moças completou:

- Engenharia de Minas. Vamos lutar pelo pré sal!

Todos prontos para a foto e eu digo uma frase que marcou minha época:

- O Petróleo é nosso!

O que mostra que mudaram os rostos, mas a luta continua a mesma.
Essa é uma das caras de Porto Alegre que sempre gostaríamos de mostrar: jovens sadios, educados, esforçados e lutando.

Com o abraço desse grupo de universitários que representam os jovens estudantes de nossa cidade, fica, de presente pelo aniversário, algo importante que a cidade precisa muito: esperança.

A incrível Wilma

30 de março de 2010 4

Por Simone Guardiola

É sempre no dia 20 de março, mas nem sempre foi 81 anos. E porque é moradora do bairro há 38 anos, foi bem ali, no coração do Moinhos, que minha mãe comemorou seu aniversário. Eis uma excelente pisciana. Ativa, moderna, preocupada com a vida e a saúde e amante de uma boa cerveja. Gente, ela faz academia todos os dias! Ufa, isso me dá uma canseira.
Wilminha, ou incrível Wilma, como carinhosamente é chamada, resolveu reunir os amigos da turma de pintura, e o professor, é claro, para saborear o melhor cardápio da região: comidinhas de boteco. Foi ali, no Nossa Senhora do Ó, que todos cantamos Parabéns a Você.
Minha mãe não é o máximo? Eu tenho o maior orgulho de ser sua filha.

Alerta no novo trecho da Bordini

29 de março de 2010 3

Por João Victor Eltz da Silva

Ainda não choveu forte após a inauguração do novo trecho da Bordini, nem deu tempo de se acumular a camada invisível e normal de óleo sob a pista com o passar dos veículos. Cuidado! Isso significa uma coisa: o trecho não foi submetido a provar, no dia a dia, sua segurança e bom acabamento de pavimentação e de sinalização.

Venho por meio de nosso canal, buscar antecipar-me a uma tragédia. Observaram vocês também, caros colegas e leitores, o novo trecho da Bordini aberto recentemente? Pois com a demorada obra (e põe demorada nisso, apesar dos paredões de pedra), quando fui andar ali a esses dias pela primeira vez (dirigindo), espantei-me. Como um trecho tão curtinho pode ter sido tão enrolado e acabar por demorar o absurdo que levou pra ser entregue?

Está na cara que a prefeitura não cobrou um cronograma decente em tempo hábil e tampouco o executor da obra se importou de verdade em dar fim a ela em um tempo honroso. Pior é ver que foi malfeito. Não é preciso ser nenhum especialista para entender que, dentre algumas das razões daquela curva ser em S, está evitar o “mergulho” dos veículos em alta velocidade. Até aí, foi muito inteligente a medida. Mas é um perigo!

Notem, sobretudo, a segunda curva e os postes que costeiam a mesma. Sem um guard-rail de proteção (barreira de ferro comumente usada após curvas), por um descuido, num deslizar do veículo, um acidente fatal, sem precisar de muita velocidade, pode ser aguardado. É simples deduzir isso. Uma curva fechada em uma lomba íngreme tomada de postes às voltas jamais poderia deixar de ter tal proteção, por menor que seja a velocidade permitida e pela medida da curva em S ajudar nessa redução.

Barras de proteção como esta são para acidentes, fatalidades, como a própria expressão diz.
Temos de contar com o imprevisto. Ademais, a sinalização é insuficiente e só cumpre o básico, conforme o novo manual de sinalização de trânsito brasileiro. Leio muito sobre isso e procurei algumas breves referências na internet antes de fazer este artigo. Além do guard-rail, no mesmo ponto haveria de ter placas (aquelas de seta amarela sob fundo branco, com refletores para os faróis à noite), indicando o sentido da via naquele trechinho da curva. Quiseram economizar. Muito malfeito.

A mim espanta conceituadas empresas construtoras entregarem tal obra com tamanha incompletude, onde um cidadão amador, sendo um mero pedestre ou um motorista, possa ver que podiam (e frise-se: deveriam) bem mais. Cobremos providências. Ou vão esperar morrer alguém?

> Este espaço está aberto para manifestação da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e da Bolognesi Engenharia, executora da obra.

Um apelo pelo planeta

27 de março de 2010 1

Por Miréia Borges

Moradores do bairro Moinhos de Vento: acredito que todos já devem estar sabendo da campanha A Hora do Planeta, mas, para quem ainda não se ligou, vou dar uma palhinha do que está acontecendo.
Hoje, dia 27 de Março, às 20h30min, poderíamos, ou melhor, deveríamos, apagar as luzes de nossa casa por uma hora. Com esse gesto, estaremos contribuindo para a campanha da Hora do Planeta. Sydney, Paris, Londres, Brasil, Dubai, Nova York, Roma, Tóquio, Alemanha são alguns exemplos de locais que estão querendo chamar a atenção para o aquecimento global do nosso planeta.

Queridos leitores, é só observarmos o clima do Brasil e do mundo para vermos que o planeta está gritando por socorro, e vocês sabem que o troco do mal e da ganância que o ser humano tem é respondido pela natureza com catástrofes naturais.

Aqui em Porto Alegre, estaremos com as luzes da Estátua do Laçador, o Largo dos Açorianos, Monumento a Júlio de Castilhos, Monumento ao Expedicionário, a Fonte Talavera, o Viaduto Otávio Rocha, a Estátua de Bento Gonçalves e Praça da Alfândega desligadas.

Vamos colaborar também, bairro Moinhos de Vento, para tentarmos consertar o que nós mesmos – o ser humano – estragamos. Me baseei neste texto lendo o caderno Nosso Mundo Sustentável encartado em Zero Hora da última segunda-feira.

Se alguém quiser se aprofundar mais no assunto é só acessar www.zerohora.com/nossomundosustentavel ou mandar e-mail para a edição nossomundo@zerohora.com.br
E vamos ver, comunidade, se vocês acreditam na força dos pequenos! Porque é preciso acreditar no potencial de um grão de areia, pois ele se move no fundo das nossas águas.

Hora do Planeta no Moinhos

27 de março de 2010 1

O Sheraton Porto Alegre e o Moinhos Shopping participam do Hora do Planeta, movimento mundial de conscientização ambiental que ocorre neste sábado, 27. Promovida pela World Wildlife Fund (WWF), a iniciativa incentiva habitantes dos cinco continentes a apagarem as luzes simultaneamente por uma hora entre as 20h30min e as 21h30min. A intenção é motivar os participantes a uma reflexão sobre o problema do aquecimento global e das mudanças climáticas.

No Sheraton, será apagada a iluminação da fachada do prédio e do “S” da marca. Também serão desligados dois dos quatro elevadores sociais e o sistema de ar condicionado. Por uma hora, os serviços de lavanderia não funcionarão. Os hóspedes serão convidados a desligar suas luzes e a comparecer ao lobby do hotel, que será iluminado por velas e lamparinas, para brindar em um welcome drink. O Bistrô Porto Alegre oferecerá um jantar à luz de velas.

No Moinhos Shopping, no mesmo horário, serão desligadas todas as luzes possíveis, sem comprometer o funcionamento das suas operações. As praças de alimentação, no 3º andar, e os cafés, vão atender à luz de velas.

Porto Alegre é demais...

26 de março de 2010 0

Por Miréia Borges

A música de Porto Alegre é linda, algumas ruas de Porto Alegre são lindas, mas o pôr do sol é inigualável! A melancolia toma conta de nossa alma no fim de tarde, e lá nos vamos para ver o nosso pôr do sol tão gaúcho.
Gaúcho, porque nós teimamos em centrar em nós mesmos, somos um povo guerreiro, tenaz e muito bairrista, mas a saudade, a melancolia e a poesia também fazem parte de nosso âmago.
No aniversário de minha terra querida, dedico o pôr do sol de Porto Alegre beijando o Guaíba e nos dando um boa noite silencioso e se despedindo de mais um dia de nossas vidas. Como quem dissesse:
- Boa noite povo guerreiro, boa noite povo amigo, boa noite povo trabalhador, descansem em paz para acordar com um nascente maravilhoso e enfrentar o dia com um saboroso chimarrão e um sorriso hospitaleiro, peculiar do povo gaúcho do Rio Grande.

Aquela praça... Aquele banco...

26 de março de 2010 0

Por Marília Costa Cardoso

O significado de praça, no dicionário, não tem nada a ver com a realidade. O dicionário mostra a ideia clássica de praça: largo espaço, descoberto, para onde convergem várias ruas.
A realidade: espaço aberto, que foi se modificando com o tempo e, assim, ficou difícil de manter as características do lugar vivido por uma  oletividade. Talvez por isso, a praça é lembrada em versos e prosas com um certo tom de nostalgia, algo quase triste ou misterioso:

Num banco de praça
a sombra de um velho assombra
o vento que passa
.” (Luciano Maia)

E se falarmos em uma determinada praça, a Dom Sebastião? O que poderemos dizer dela?
Nesta onda nostálgica, podemos falar de cochichos, promessas, gritos de crianças, de alunos do colégio Rosário brincando no início e no final das aulas, nos namoricos dos universitários e nos trotes dos calouros.
E o que mais conta esta praça?
Os monumentos que lá estão contam a história de nossa cidade e embelezam esta praça. Quatro estátuas de mármore de origem portuguesa personificando os grandes rios Cahy, Gravatahy, Sinos e Jacuhy, que jogam sua água na da Bacia do Guaíba.
Na esquina das ruas Sarmento Leite e Irmão José Otão foi instalado um grande monumento em concreto, com painéis de ferro vazado de autoria do escultor Francisco Stockinger, com temática regionalista estilizada. Há também monumentos em homenagem a Fernando Ferrari, ao Irmão Weibert, aos irmãos maristas que fundaram o Colégio Rosário.
Em seu entorno, encontram-se alguns importantes prédios históricos da capital gaúcha, como a Igreja da Conceição, a Beneficência Portuguesa e o Colégio do Rosário.
Este espaço recebeu a denominação de Praça Dom Sebastião, em1884, em homenagem ao bispo Dom Sebastião Dias Laranjeira, segundo Bispo de Porto Alegre.

Vou-me embora desta praça
Estou em lágrimas. Não posso mais ver
” (William Vicente Borges)

É exatamente isto que sinto… lágrimas de dor, pelos descaso e abandono dessa importante praça de Porto Alegre. Suas estátuas tão famosas, jogando as águas dos rios no Guaíba, estão secas. Não há mais fontes, nem chafariz, seus canteiros viraram depósito de sujeira e temos que cuidar para não pisar em fezes, de cachorrinhos e gente. A grama e os canteiros, tão organizados, hoje são lugares de secar roupa de mendigos. As estátuas de mármore de Carrara já foram vandalizadas repetidas vezes e estão em mau estado de conservação, pondo a perder, talvez, o único conjunto remanescente do século 19 de estatuária pública em mármore na cidade.

Os monumentos de Francisco Stockinger, pichados, servem para pendurar e secar roupas dos mendigos. Nos recantos com bancos, não podemos entrar , pois são “propriedade” dos moradores que lá dormem. O Colégio Rosário adotou a praça em 2006, e sua obrigação seria a de cuidar da limpeza. Mas como? O próprio Colégio mantém guardas e vigilantes, pois nessa praça seguidamente os alunos eram assaltados. Nos fins de semana, com o colégio fechado, não podemos circular por ali.
Este marco histórico é que vamos mostrar em 2014? Marco da vergonha, sujeira, insegurança e descaso?
Pedimos para que as autoridades olhem esta praça.
Este é um marco histórico da Independência, da história dos gaúchos, que não podemos perder.

A mesma praça, o mesmo banco,
as mesmas flores? e o mesmo jardim?
Tudo é igual? Estou triste…

> Este espaço está aberto para a manifestação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam).

O drama de atravessar a Ramiro

25 de março de 2010 11

Por Paulo Renato Rodrigues

Atravessar a Rua Ramiro Barcelos, em frente ao Hospital Moinhos de Vento, é um drama para a população que circula pelo bairro. Pelo fato de ser uma descida, geralmente os carros vêm em velocidade acelerada, o que torna complicado o cruzamento.

Mesmo quando fecha a sinaleira próxima à esquina com a André Puente, há todo o fluxo do trânsito dos veículos do Colégio Bom Conselho, principalmente nos períodos de entrada e saída da escola, o que torna complicada  a travessia. Não raro, ocorrem acidentes no local.

Como é uma região de grande movimentação de pessoas, pela presença do próprio Hospital Moinhos, de escolas, de cursinhos e do Shopping Total, essa dificuldade ao cidadão merece um tratamento das autoridades do trânsito. Mais uma sinaleira, ainda que isso possa trancar o trânsito? Uma faixa de pedestre na frente do hospital? Redutor de velocidade?  Com a palavra, a EPTC.

Hoje, nas bancas

25 de março de 2010 0

O ZH Moinhos que chega às bancas nesta quinta-feira traz em sua reportagem de capa 36 pontos que a Brigada Militar considera deficientes em iluminação pública, à noite, em bairros da região.

Problemas em calçamento da Bordini em frente a uma pet shop, que foram relatados em edição de 25 de fevereiro, tiveram conserto, mas leitor lembra que carros são estacionados sob a calçada no local, prejudicando a passagem de pedestres.

A blogueira Marília Costa Cardoso fez uma pesquisa sobre como evitar os problemas com morcegos em residências e divide com os leitores. Em destaque no perfil, a estudante Júlia Martins, moradora do Moinhos de Vento, única brasileira a participar de uma escavação que ocorrerá no deserto de Israel. 

> Para participar do caderno, com fotos e textos, escreva para o e-mail moinhos@zerohora.com.br

Moinhos na Zona Sul

24 de março de 2010 2

Por Miréia Borges

Dia 19 de março, representando os blogueiros do ZH Moinhos, fui ao encontro do Café ZH na Zona Sul. Lá, conheci muitas pessoas do bairro, conversei, fiz contatos e adorei o Machry Armazém e Bistrô, onde foi a base deste Café ZH.
Conheci algumas blogueiras “zona sul”, a Carmencita e a Morgana. O café foi muito mais movimentado do que o Café ZH Moinhos. Lá, a comunidade se uniu, reivindicou, elogiou e teve o secretário municipal de Planejamento, Márcio Bins Ely, que ouviu sugestões das pessoas, além dos editores de Zero Hora Rosane Tremea e Diego Araujo.
Foi uma experiência ímpar. Agora, vamos esperar que, em abril, tenhamos o Café ZH Bela Vista. Depois eu conto para a comunidade do Moinhos como foi a receptividade da comunidade de lá, porque a da Zona Sul foi maravilhosa e ativa.

Exposição de Páscoa

24 de março de 2010 0

A Sociedade Germânia promove hoje e amanhã, 24 e 25 de março, bazar de Páscoa com exposição de chocolates artesanais, ovos pintados à mão e artesanato em geral. São mais de cem expositores.
O evento ocorre das 10h às 21h, no 7º andar da Avenida Independência, 1.299.  Mais informações pelo telefone 3311-9194.

Bocas de esgoto do Conduto Álvaro Chaves

23 de março de 2010 4

Por Mariano Christini

Vocês já viram como ficaram as bocas de esgoto após a construção do Conduto Álvaro Chaves? Se a resposta for negativa, é só olhar qualquer uma, no perímetro que abrange as obras do conduto. Elas são totalmente abertas, levando todos os dejetos e lixos para dentro da rede pluvial do bairro e, posteriormente, ao Guaíba.
Em épocas de muita seca, enfrentamos também o insuportável cheiro, parece um esgoto a céu aberto. Após a conclusão do conduto, as bocas de esgoto ficaram muito abertas e sem nenhum tipo de tela de proteção, do que se conclui que tudo o que é de lixo e está na rua, quando há temporais, vai para a rede de esgoto, certamente influenciando nos alagamentos.
Além dos alagamentos, é um perigo para os pedestres. Sei de inúmeros casos de pessoas que torceram ou até mesmo quebraram o pé nestas perigosas bocas de esgoto. Alguém conhece algum caso semelhante?

Contraponto
O que diz o engenheiro Francisco Pinto, diretor da Divisão de Conservação do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP)

Com relação aos questionamentos, temos a dizer o que segue:
1. Os equipamentos de drenagem são constituídos de bocas de lobo, poços de visita, grelhas farroupilha (grades sobre calhas e canaletas), calhas, caixas de inspeção das ligações domiciliares, bem como todo e qualquer equipamento que sirva de apoio e auxilie a malha pluvial que atende o município
2. No caso da boca de lobo, essa abertura foi estudada pela Divisão de Obras e Projetos do DEP, que desenvolveu a abertura de máxima eficiência, por ser um espelho com capacidade de vazão, isto é, esse equipamento capta mais água do que aquele antigo, com septo no meio
3. As grades não são utilizadas, justamente porque o lixo mal acondicionado pela comunidade deixa as bocas de lobo completamente obstruídas. Cabe salientar que nosso município tem mais de 75 mil unidades distribuídas em todos os bairros
4. O DEP é responsável pela coleta e manutenção dos valos e arroios da cidade. O DMAE é responsável pelo abastecimento de água potável e pela coleta e tratamento dos esgotos cloacais. Como a malha cloacal é menor que a pluvial, o DEP empresta ao DMAE sua rede, com a condição e exigência de um tratamento primário, antes de ser descartado no pluvial, isto é, o DMAE exige a implantação de uma fossa e filtro dentro do imóvel, para que o esgoto não vá direto para a rede pluvial, que não é apropriada para a condução de efluentes cloacais
5. O mau cheiro é proveniente da falta de manutenção das fossas sépticas existentes em cada imóvel, onde não existe coleta, que deve ser limpa pelo menos uma vez por ano. Como a maioria dos imóveis nem sabe onde fica sua fossa, esse equipamento não é limpo e, com o passar do tempo, serve apenas como caixa de passagem de fezes, e o mau cheiro concentrado flui pelas bocas de lobo.
6. Desde que foi inaugurado o Conduto Álvaro Chaves, jamais ocorreram alagamentos naquela região

Romance no Moinhos com Marisa Orth

22 de março de 2010 0

Por Mariano Christini e Úrsula Petrilli Dutra

Em comemoração ao dia internacional da mulher, o Leopoldina Juvenil trouxe neste ano o maravilhoso show Romance – Vol. II, de Marisa Orth, no dia 18 de março. A ação foi beneficente. Primeiramente, a troca dos convites por um quilo de alimento não perecível era disponível aos sócios da instituição, e, se houvesse lugares de sobra, para o público em geral.
Os ingressos foram rapidamente esgotados. O ZH Moinhos ofertou um convite ao primeiro blogueiro que respondesse ao e-mail. Como nós estávamos online, cada um de um lado da cidade, e respondemos praticamente no mesmo minuto, a editora do ZH Moinhos nos brindou com dois convites para sentarmos na fila da imprensa. Que bom, conseguimos assistir ao espetáculo de música e humor juntos.
Para quem achava que ela era a Magda, do seriado Sai de Baixo, estava enganado. Marisa Orth, no início do espetáculo, desejou que fosse uma noite de amor. Disse que falaria sobre relação. Desde paixão, primeiro beijo, relação morna até necessidade de reaquecer a relação e muito mais.
Um diferente show, intercalando músicas conhecidas, algumas de Tim Maia, piadas e interação direta com o público. Marisa desceu do palco e, junto à platéia, continuou com seu repertório de tiradas excelentes. Entrevistou casais e “encalhados”, com muito humor.
Uma taça de vinho a acompanhava. Os músicos (Marcos Camarano na guitarra, Alê Prade nos teclados, Paulo Bira no baixo, Carneiro Sândalo na bateria, e Hugo Hori nos sopros) carregavam um coração vermelho no peito e executavam melodias de amor. O clima de romance estava no ar.
O clube, como sempre, à altura de grandes espetáculos em sua sede, foi muito elogiado pela artista, que destacou a qualidade do som e da iluminação. Depois de quase uma hora e meia de show, Marisa avisou que o espetáculo estava chegando ao fim e disse que ninguém seria obrigado a pedir bis, mas, se pedissem, ela estaria preparada. Não precisamos dizer que o público não a desapontou e que Marisa Orth nos alegrou mais um pouco com sua irreverência. Valeu mesmo!

Termina Copa Gerdau

21 de março de 2010 0

Quem levou os títulos dos 18 anos da 27ª Copa Gerdau, que se encerrou neste domingo, em partida final na Associação Leopoldina Juvenil, foram o francês Mathias Bourgue e a porto-riquenha Monica Puig, ambos com 16 anos. Bourgue – filho de brasileira – e Puig garantiram suas presenças nos campeonatos júniors de Roland Garros e de Wimbledon.
Embora o título da Copa Gerdau tenha ficado nas mãos de estrangeiros nos 18 anos, o Brasil conseguiu vencer nos 12 anos masculino e feminino, com Orlando Luz, do Rio Grande do Sul, e Julia Iarocrinski, do Paraná, e nos 14 anos masculino, com o baiano Silas Araujo Cerqueira.

Café e bazar na Padre Chagas

19 de março de 2010 0

Por Angela Dal Pos Hoje e amanhã, dias 19 e 20 de março, das 11h às 20h, ocorre um evento diferente no Café do Porto em Porto Alegre: um bazar de jóias e roupas de luxo. Quem promove é a Cláudia Dal Pozzo, autora do badalado blog Claffé (www.claffe.blogspot.com), especializado em moda e tendências, que eu adoro e recomendo. Paralelamente ao bazar, haverá um berchó deluxe com várias marcas bacanas como Dior, Prada, Dolce & Gabbana, Colcci, Fórum by Tufi Duek, Isabela Capetto, dentre outras. Achei muito interessante essa mistura de café com bazar e resolvi passar a dica para vocês. Eu pretendo conferir.