A Grand Cru, localizada nos altos da Quintino, no bairro Rio Branco, apresentou em 11 de maio, para um grupo de clientes e para a imprensa, os renomados vinhos da vinícola espanhola Enate.
Trata-se de uma vinícola que se localiza fora da região tradicional da Espanha e que elabora vinhos com arte de pintores famosos e de máxima qualidade, dentro da denominação de origem Samontano, que é uma zona ao sopé dos Pirineus.
A Enate, que tem uma produção limitada a 2 milhões de garrafas, está inserida numa verdadeira revolução que ocorre neste momento no mundo vinícola ibérico, com o aparecimento de uma série de vinhos muito originais, produzidos em sua maioria com uvas nativas do país, originárias de regiões antes muito pouco conhecidas até mesmo dos próprios espanhóis.
Para Tomás Arribas, diretor de exportação da vinícola, o Brasil é o mercado mais emergente neste momento, com o aumento da classe média e o crescimento do consumo:
- Aqui, acontece o contrário da Europa, onde o consumo de vinho decresce ano após ano _ destacou Arribas, que também passaria pelo Rio de Janeiro, Florianópolis, São Paulo, Belém e Natal.






O publicitário Solano Lucena mora no Alto Teresópolis, mas é assíduo frequentador do Parcão.
Úrsula Petrilli Dutra, servidora pública, bacharel em Direito e pós-graduada em Direito Público, é moradora do bairro Independência há 13 anos.
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João Victor Eltz da Silva tem 29 anos e sempre morou no Rio Branco. É publicitário e escreve sobre trânsito, obras viárias e urbanismo.
Professor de inglês, empresário e funcionário do Banrisul, Eduardo André Viamonte, 40 anos, mora na Avenida Cristóvão Colombo.
Morador da Gonçalo de Carvalho, Paulo Renato Rodrigues, 58 anos, é economista e consultor empresarial.
Simone Werlang Guardiola é publicitária e servidora pública federal. Mora no Moinhos desde 1972.
Mariano Marinho Christini 31 anos, mora da Rua Dr. Timóteo, em frente ao Parcão, e é administrador de empresas e gestor imobiliário.


Gosto dos vinhos espanhóis da Rioja. Essa nova região para mim é algo muito interessante, pois ao que parece são vinhos diferenciados. Vou atrás deles na Grand Cru...
O problema dos vinhos espanhóis, franceses e italianos é a relação preço x qualidade. Ainda prefiro os chilenos e argentinos. Sem falar nos nossos espumantes, que não ficam devendo nada a ninguém.