Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros
Com este nome, O Inanimado Re-Visto, cheguei à Aliança Francesa, que fica na Rua Doutor Timóteo,752.
Lá encontrei algo que me deixou parada em frente a fotos, analisando o que elas queriam dizer ou o que a autora Rosa Bastos estava querendo passar para quem estava olhando.
Rosa disse que não brincou em sua arte, mas apenas deixou ver. Passei, bem calma, entre uma foto e outra. Olhei o aquário com as bonecas e percebi que a infância ficou de lado, quebrou a inocência, quebrou a fantasia e, ali, num amontoado de pedaços de bonecas, chegou o mundo adulto, o mundo real, o amontoado de cacos que ficou para trás na vida de alguém.
Com toda essa imaginação de minha cabeça, notei uma menininha olhando atenta e curiosa as bonecas dentro daquela caixa de vidro. Aproximei-me e perguntei o que ela estava achando, e ela me respondeu rapidamente que era bonito, mas muito diferente das bonecas dela. Que o que as pessoas estavam vendo ela não entendia, mas que a mãe disse que era bonito. Levantou os ombros e não me deu mais bola, rodeou várias vezes aquela caixa, sem entender que aqueles pedaços, restos de bonecas, foram a alegria de outra criança, em outro momento.
Quando Rosa falou em agradecimento ao público que estava ali prestigiando O Inanimado Re-Visto, emocionou-se e falou da partida de sua amiga Laura, que irá de muda para o México. E, assim, acredito que tenha se quebrado também a companhia de alguém muito especial para a fotógrafa Rosa Bastos.
A infância, a fantasia, o lúdico, a cumplicidade com aquele ser inanimado, mexe até mesmo com os adultos, seus sentimentos, sua saudade de um momento que não volta mais.
Foi, passou, ficou para trás. Deixou lembranças boas, mas seguiu sue curso na vida adulta.
A exposição fica aberta ao público até 16 de julho, de segunda a sexta, das 9h às 18h.























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