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Posts de novembro 2010

Pedidos para 2011

30 de novembro de 2010 0

O que você quer para os bairros Auxiliadora, Independência, Floresta, Rio Branco e Moinhos de Vento em 2011. Escreva seus pedidos para moinhos@zerohora.com.br ou em comentários no blog.

Os 11 desejos mais lembrados irão integrar uma reportagem especial que será publicada no dia 30 de dezembro.

Terreno poderia virar praça

29 de novembro de 2010 1

Por Mariano Christini, Conselho de Blogueiros

Entre a Coronel Bordini e as ruas Xavier Ferreira e Mata Bacelar, há um terreno baldio. Em seu subsolo, há uma galeria do Conduto Álvaro Chaves.

Na época das obras do conduto, especulou-se que o local viraria uma praça ou um seguimento de rua para a continuação da Rua Marques do Herval.

Pelo visto, até hoje, nada acontece, a não ser o matagal e a sujeira de resíduos tomando conta do terreno. O local deve ser cuidado. Estamos todos lutando antecipadamente contra a dengue, e o local seria muito valorizado se tivesse ali uma praça. Tenho certeza de que não faltariam empresas da iniciativa privada interessadas em patrocinar tal obra.





Esqueceram de Mim: o pedestre

26 de novembro de 2010 5

Por Marília Cardoso, Conselho de Blogueiros

Pedestre: pessoa que anda a pé. Este é bem o perfil dos moradores da Independência — idosos que vão a bancos, fazem compras, levam seu cachorrinho para passear ou encontram amigos em simples caminhadas pelo bairro. A maioria dessas pessoas são idosas com dificuldades para caminhar, ouvir, enxergar, outras são mães levando crianças para hospitais ou escolas, muitas são grávidas, enfermeiras ou doentes saindo ou chegando ao hospital, sempre com pressa e agitadas. E estes personagens tão importantes, idosos, doentes, trabalhadores são esquecido quando não se colocam avisos e sinaleiras nos cruzamentos. São esquecidos, quando não se regulariza o calçamento deixando lajotas soltas, bueiros com tampas soltas, empecilhos como pinos, orelhões e lixeiras , todos no meio do caminho ou não se dá tempo real nas sinaleiras para eles atravessarem as ruas.

Há algum tempo pedimos uma sinaleira para a esquina da Rua Santo Antônio com a Independência. Foi prometida, mas a promessa não foi cumprida; agora o perigo passou para o outro lado da rua e novamente ficam todos sem saber o que fazer. Nesta esquina, depois da mudança de mãos das ruas Santo Antônio e Garibaldi, o problema passou a ser os carros que podem dobrar à direita, na Rua Santo Antônio, vindos da Avenida Independência. Ali não existe sinaleira para o pedestre, mas no chão está pintada uma faixa preferencial ao pedestre, e esta pintura fica muito junto à esquina, o que impede que o carro que faz a dobra na rua tenha tempo para parar. Se o sinal está aberto para os carros que trafegam pela Rua Santo Antônio, o pedestre não pode passar, se está aberto para os carros que estão na Independência, fica também aberto para fazer a conversão à direita, e de novo o pedestre não poderá passar. Pelo jeito ele não pode passar nunca. Assim, se o pedestre usasse do seu direito poderia sempre passar, a faixa preferencial ao pedestre pintada na rua dá a ele este direito ou quem sabe teria de usar a famosa mãozinha? Não existem placas indicativas, não existem sinaleiras e o pedestre esquecido tenta driblar os carros que não obedecem à preferencial e quase passam por cima das pessoas. Estamos falando nas pessoas que podem correr, e os de cadeiras de rodas, e os com deficiência auditiva e visual, e os que têm de usar muletas? Esqueceram deles?

O pior é que enquanto faltam estas sinaleiras como na Barros Cassal e na Santo Antônio , sobram muitas na Ramiro Barcelos junto à Praça Júlio de Castilhos, sem uso. Na Barros Cassal, com aquela permissão para os ônibus dobrarem para corredor de ônibus da Independência é outra armadilha. O que falta? Bom senso ou planejamento?

Planejamento é uma coisa muito importante para que o pedestre se sinta seguro. Vejamos os orelhões, a quantidade deles, espalhados pelas calçadas sem um sistema de marcas no piso, para que os deficientes visuais não esbarrem neles; o declive de algumas passagens que dificulta a condução das cadeiras de rodas; as faixas de pedestres desenhadas entre árvores e postes, obrigando as pessoas a se equilibrarem ao desviar desses entraves; postes abarrotados de fios enquanto outros estão sobrando, só plantados nas calçadas sem nenhuma função (Garibaldi esquina com a Independência); pinos no meio das calçadas para evitar que veículos estacionem, quando todos sabem que isto é proibido, há multas, pontos na carteira, mas onde estão as pessoas para multar?

E, pior de tudo: na esquina da Independência com a Garibaldi, cuja conversão à esquerda é proibida, e não respeitada, os carros dobram livremente e exatamente no momento em que a sinaleira dá direito ao pedestre passar. A pergunta que fica: porque este desrespeito todo com o pedestre? Estão só falando em Copa de 2014, vamos esperar os turistas com estes sinais de trânsito enganoso. “Faixa zebrada” ou passadeira é preferência para pedestre em qualquer cidade que se obedece as leis de trânsito e, no caso de querer reforçar, que seja colocada uma sinalização que também é conhecida pelo desenho de uma pessoa atravessando uma faixa preferencial para o pedestre.

Uma rua com hospitais e escolas deveria já contar com sinaleiras com som e a indicação de quanto tempo resta para realizar a travessia. O que irão dizer? É cara! E a vida de uma pessoa? Vamos pensar grande, vamos lembrar-nos do pedestre, afinal ele paga para ser bem atendido.

Lembre-se de mim: o pedestre.




Natal na Praça na próxima terça, às 21h

25 de novembro de 2010 0

O Hospital Moinhos de Vento vai abrir em grande estilo o calendário oficial de eventos natalinos de Porto Alegre, na próxima terça-feira, 30 de novembro. A 12ª edição do Natal na Praça, tradicional festa que envolve a comunidade, irá começar às 21h, na Praça Júlio de Castilhos, no Moinhos de Vento.

Neste ano, uma programação especial está sendo planejada e o ponto alto da noite será uma nova apresentação teatral. O grupo de teatro dos colaboradores do Hospital Moinhos de Vento, já conhecido do público local, irá encenar a peça Viva o Cordão Azul. Viva o Cordão Vermelho, uma adaptação do Pastoril. O encerramento será com a tradicional chegada do Papai Noel. Informações em www.hospitalmoinhos.org.br


Hoje, nas bancas da região

25 de novembro de 2010 0

Que tal o comércio da Rua 24 de Outubro aberto até a meia-noite? E quem sabe totens espalhados pelas ruas, contando as histórias das pessoas e das casas da região? Na capa do ZH Moinhos que chega hoje às bancas da região, três ideias para melhorar o Moinhos de Vento. As propostas foram elaboradas por alunos de Design Estratégico da Unisinos.

Na seção Conheça seu Vizinho, um pouco da relação de Marco Pucci com o bairro. Na página 7, o reencontro de ex-alunas do Bom Conselho e, página 8, um apelo pela posse responsável de animais.

Em Gastronomia, a receita do Filé Romeu e Julieta, do Dado Pub Bela Vista e, no Em Foco, o antes e o depois da Avenida Independência.

O tapete de jacarandás

24 de novembro de 2010 2

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Ao caminhar pela Dinarte Ribeiro, senti-me flutuando em um tapete violeta. Eram os jacarandás que embelezam as ruas do bairro, derramando suas flores, amadas e detestadas por alguns.

A chuva de cores lilás colore as calçadas e os meios-fios das ruas. Os poetas e os admiradores da natureza exuberante de nossa cidade e, principalmente, de nosso bairro exaltam a beleza exemplar das flores roxas, pois elas anunciam o verão.

Já os críticos e os mais exigentes sentem-se incomodados com as flores de cor violeta, pois as mesmas sujam as calçadas e os carros e fazem os passantes escorregar ao pisoteá-las durante a caminhada.

Mas que é lindo, isso é… Nada como um tapete lilás produzido pela natureza esperando nós passarmos e embelezando nossas ruas.


Recado aos desavisados

23 de novembro de 2010 3

 

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Com toda a campanha por um mundo melhor, ainda temos muita dificuldade em fazer com que algumas pessoas notem as pequenas coisas, os mínimos detalhes que embelezam nossa vida tão corrida.

Um canteiro de flores coloridas é um exemplo disso. Às vezes, caminhamos tão absortos em nossos problemas que nos esquecemos de tudo em nosso redor. Não conseguimos enxergar as flores nas calçadas, nas praças, pois estamos tão preocupados com nós mesmos que deixamos passar tudo isso.

Existem em nosso bairro calçadas com enfeites no chão, calçadas com bancos que são pintados e cuidados com maior capricho. Mas como não notamos, muitas vezes, jogamos papel no chão, enfeando aquela calçada decorada com tanto amor e dedicação.

Largamos cinzas de cigarros ou colocamos nosso cãozinho para fazer suas necessidades naquele canteiro cultivado por mãos generosas. Ao ver o lembrete reproduzido nesta página, em uma árvore, parei, sorri e tirei uma foto para mostrar que alguém teve de fazer um “bilhetinho” lembrando os desavisados que flores são flores e apenas flores.

Vamos prestar mais atenção por onde caminhamos? Acredito que assim poderemos melhorar um pouquinho mais o nosso mundo e, principalmente, nosso bairro.


Mais uma árvore atingida na região

22 de novembro de 2010 1

Por Paulo Renato Rodrigues, Conselho de Blogueiros

Depois do vandalismo que enfraqueceu uma centenária árvore tipuana do túnel verde da Gonçalo de Carvalho, outro fato chamou a atenção na manhã desta quinta-feira. Uma espécie do mesmo tipo, localizada em frente à entrada do Colégio Bom Conselho, na Ramiro Barcelos, foi atingida por uma caminhão de concreto que passava pelo local.

Ainda que tenha sido um acidente, fruto da falta de cuidado do motorista, é mais uma perda. Era notória a decepção das pessoas que transitavam pela região com esse fato, que se soma aos inúmeros que vem ocorrendo pela região. Até quando?

Natal chega no Moinhos

21 de novembro de 2010 0

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

O Natal aqui no Moinhos já foi aberto. As duendes do Papai Noel começaram a arrumar a casa dos sonhos de qualquer mortal, deixando as crianças eufóricas.

Vi uma aglomeração e fui verificar o que estava ocorrendo, pois o sol estava a pino e o calor, infernal. Percebi o que as pessoas estavam fazendo em frente aos vidros, olhando a montagem da casa do Papai Noel.

É um lindo o trabalho que Adriana e Chica, da  Artenossa, na Florêncio Ygartua, fazem todos os anos. Elas dizem que é um prazer montar tudo, que “a magia do Natal incorpora, entra na alma da gente”.

Com essa vida corrida e sem tempo de curtir o significado do Natal, pelo menos essas duas duendes tentam levar a magia aos nosso olhos.

Adoro o Natal e o significado que ele traz de nascimento, de alegria, fraternidade e amor que paira no ar nessa época.

Encontro de tricoteiras no Parcão

20 de novembro de 2010 0

Texto enviado pela leitora Suzete Dienstmann Musse

No dia 20 de novembro, sábado, das 10h às 17h, realizaremos o Encontro Nacional no Parque II, das tricoteiras. Será no Parcão, ao lado da passarela.

Este é o segundo encontro. O primeiro foi realizado no Parque Germânia. Ele será realizado em várias cidade do Brasil e eu gostaria de contar com a divulgação do jornal, pois esse é o um setor que reúne um grande número de pessoas em todo o mundo.

Aqui no Rio Grande do Sul, ainda precisamos divulgar mais esse tipo de encontro, pois as pessoas precisam perder um pouco da sensação de timidez ou vergonha de fazer tricô em público. Nos Estados Unidos e na Europa, é muito comum esse tipo de encontro. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, esses grupos se encontram semanalmente em cafés e praças para tricotar e trocar receitas com muita naturalidade.

Nós temos vários grupos de tricô na Internet, dos quais fazemos parte. Grupos nacionais e internacionais. O que está organizando o evento de sábado é o das Tricoteiras.


Encontro gratuito na Cruz Vermelha

19 de novembro de 2010 3

Neste sábado, às 10h, na Cruz Vermelha, iniciaremos o Grupo de Apoio a Familiares e Amigos de Comedores Compulsivos. Será uma reunião aberta, na qual poderão participar todos os interessados e terá o tema “Por que o desligamento emocional ajuda no convívio com o comedor compulsivo?”.

O grupo de apoio a familiares tem como objetivo a recuperação da família, e a força conjunta para vencer a doença do comer compulsivo.

Goethe recebe novo asfalto

19 de novembro de 2010 0

Começou no sábado e deve durar até a próxima semana a obra da revitalização asfáltica da Avenida Goethe. Está sendo realizada a fresagem do pavimento (retirada da antiga cobertura para receber o novo asfalto).

A Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) iniciou os serviços entre as ruas Castro Alves e Dona Laura. No trecho, sentido Sul-Norte, a repavimentação está concluída. Até a Rua 24 de Outubro, 870 metros de extensão da via serão recobertos com novo asfalto. A previsão é de que a obra tenha duração de 10 dias. A Goethe integra um conjunto de ruas e avenidas que está sendo recuperado pela terceira etapa do programa de Revitalização Asfáltica, iniciado em 2007. De acordo com a prefeitura, serão recuperados 80 quilômetros das principais vias da Capital. Nas três etapas de execução, foram empregadas mais de 100 mil toneladas de asfalto, com investimentos superiores a R$ 26 milhões.

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que haverá somente bloqueios parciais do trânsito, nos trechos onde estiver ocorrendo as obras, das 9h às 16h.


Hoje, nas bancas da região

18 de novembro de 2010 0

O ZH Moinhos que chega hoje às bancas da região traz, em sua capa, uma reportagem feita a partir da sugestão do leitor Sidney Charles Day sobre o Lazer e Saúde. O projeto orienta quem faz atividades físicas no Parcão.

Na página 3, o texto do blogueiro Paulo Renato Rodrigues sobre vandalismo cometido contra uma árvore na Gonçalo de Carvalho.

O caderno também testou as rotas alternativas ao Túnel da Conceição. A reportagem constatou que os motoristas já estão adaptados às mudanças, o que faz com que o trânsito fique menos congestionado.

Na seção Gastronomia, uma receita do Lourival Bar e Restaurante e, em Conheça seu Vizinho, uma entrevista com a designer Ana Maldonado.

Chorinho com entrada franca

17 de novembro de 2010 0

Às 18h30min de amanhã (18 de novembro), como parte da Semana da Consciência Negra, o Museu de História da Medicina realiza mais uma edição do Quintas no Museu, com o especial A Medicina Encontra a Música: A Presença Negra. S

Serão intercalados painéis de historiadores e apresentações de chorinho. Renato Panatieri e Éder Farias, descendentes dos primeiros negros a se formarem em Medicina no Estado, integram um dos painéis. O mestre em História Arilson dos Santos Gomes apresenta o painel Formando Oásis: Intelectuais Negros de Destaque na Sociedade Porto-alegrense Entre os Séculos 19 e 20. A música fica a cargo do Regional Laranjal. Estão previstas as execuções de Assanhado, Bola Preta e Doce de Coco (Jacob do Bandolim), Rabo de Pandorga (Bachilli), Brasileirinho (Waldir Azevedo), Pedacinhos do Céu (Waldir Azevedo), Mestre-sala dos Mares (João Bosco e Aldir Blanc), Se Acaso Você Chegasse (Lupicínio Rodrigues) e Brasil Pandeiro (Assis Valente).

O objetivo é apresentar diferentes abordagens e experiências a respeito do negro no Rio Grande do Sul. A entrada é franca, mas o museu pede a doação de alimentos para a Associação Saúde Criança Reflorescer. Na sala Rita Lobato, na Avenida Independência, 270. Informações: 3029-2900.

A artista da terra

16 de novembro de 2010 0

Por Miréia Borges, Conselho de blogueiros

Em uma manhã ensolarada, saio de casa para fazer um projeto com uma amiga. É um daqueles dia em que se sai tranquila, sem pressa, admirando tudo a sua volta, e pensei comigo mesma: caminhar pelas ruas do Moinhos é como se estivéssemos caminhando em qualquer ruazinha da Europa.

Quando entro na Dinarte Ribeiro, deparo com um caminhão de feirantes parado. Vou até lá e, aí sim, me senti em plena cidadezinha do interior da Europa, pois as caixas dispostas uma ao lado da outra com o maior capricho, as verduras e frutas colorindo aquele ambiente bucólico da rua.

Parei, comprei algumas frutas para levar para minha amiga e notei que estava fazendo justamente o que os europeus fazem, dar de presente algo tão simples, tão natural e tão despretensioso para alguém. Nós aqui no Brasil ainda temos o hábito de ter que levar algo comprado em loja. Se não, a pessoa vai pensar o quê?

Mas essa ruazinha, onde os moradores são “bucólicos” também — pois se sentam na pracinha Maurício Cardoso para conversar, tomar chimarrão, passear com roupas de “casa” —, é algo que não tem preço mesmo.

Bem, deixo de viajar com os pensamentos e, voltando para a feirinha, conversei com Marga Padilha, a dona da feirinha. Ela me disse que está há 21 anos ali. Conhece a maioria dos fregueses pelo nome, leva por tele-entrega o que eles pedem e ama o que faz. Tem um sítio em Viamão onde planta, mexe na terra, colhe e vende nas segundas e quinta pela manhã na Dinarte Ribeiro.

Marga adora as cores dos alimentos, a variação de verdes das verduras, adora quando os clientes escolhem e levam uma variedade de cores para casa.

— É como uma pintura — conta.

Ela se diz feliz por fazer isso e ama falar e trocar ideias com seus fregueses. Mal sabe que ela faz a diferença nessa paisagem do Moinhos de Vento.

Parabéns, Marga. Você merece todo nosso respeito por ser uma artista da terra.