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Posts de abril 2011

Clínica promove bazar de Dia das Mães

30 de abril de 2011 0

A CliniOnco — Tratamento Integrado do Câncer realiza, na próxima terça-feira (3/5), o Bazar Dia das Mães CliniOnco. O evento é aberto ao público e acontece na sede da clínica (Rua Dona Laura, 204). Serão comercializadas obras artesanais de autoria de pacientes e colaboradores da CliniOnco.

O evento objetiva incentivar a produção artística de ambos os grupos e promover uma interlocução com a comunidade. A prática de atividades artísticas é parte importante da atuação da clínica, que mantém grupos de canto, teatro e dança, como complementares ao tratamento de seus pacientes, para elevar sua autoestima e tornar mais fácil a experiência de passar pelo câncer. O bazar será realizado entre as 9h e as 18h. Informações em www.clinionco.com.br ou pelo telefone (51) 4009-6029.

Viva o Centro a Pé visita o Moinhos no sábado

29 de abril de 2011 0

A história e a diversidade cultural e arquitetônica do Moinhos de Vento serão o destino da próxima caminhada orientada Viva o Centro a Pé, no sábado, 30. Com saída do totem do Caminho dos Antiquários, na Rua Demétrio Ribeiro em frente a Praça Daltro Filho, às 10h, o passeio inicia-se de ônibus até o bairro, onde a caminhada vai percorrer praças, parques, edificações históricas e casarões remanescentes que convivem harmonicamente com prédios de arquitetura contemporânea, dando um charme especial ao local.

Quem orientará o roteiro é o arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura da UFRGS Silvio Belmonte de Abreu Filho, mestre pelo Iedes da Université de Paris I Panthéon-Sorbonne e doutor em Arquitetura pelo Propar-UFRGS.

Roteiro — Com início na Praça Júlio de Castilhos, conhecida como a porta de entrada do Moinhos de Vento, o roteiro segue pelas edificações, eventos e espaços públicos que contam parte da formação do bairro, como o Edifício Esplanada, o Hospital Moinhos de Vento e a antiga Sociedade Germânia.

O nome do bairro, segundo Abreu, se deu em função da antiga estrada que ligava o centro da cidade ao interior e passava pela, hoje, Rua Independência, onde existiam alguns moinhos de vento próximos à rua Barros Cassal, e à Estrada Moinhos de Vento, que seguia pela Rua 24 de Outubro.

O passeio a pé segue pela 24 de Outubro, passando pela hidráulica, que ajudou a desenvolver o bairro, os antigos loteamentos e casarios das ruas Santo Ângelo e Santo Inácio e os casarões remanescentes dos anos 30, onde se concentrava a burguesia de origem alemã.

Na Dinarte Ribeiro, serão destacados conjuntos importantes de edificações, chegando à Praça Maurício Cardoso, que era o centro do Arraial de São Manoel, onde existia a igreja de mesmo nome.

Serão evidenciados as casas geminadas da Félix da Cunha, o Parcão, antigo Prado Independência e a antiga Chácara Mostardeiro, de Antonio Gonçalves, “o mostardeiro”, que deu origem à rua homônima e à Rua Dona Laura, nome de sua mulher. Em meio às informações históricas e arquitetônicas, serão lembrados casos de moradores ilustres do bairro.

— As histórias privadas do bairro, como a do caso Kliemann, jovem político da década de 60, que é acusado de matar sua bela e jovem mulher, Margrit Kliemann, numa noite de inverno. Margrit foi encontrada morta aos pés da escada de uma mansão do Moinhos Vento — conta Abreu.

Inscrições – As inscrições devem ser feitas pelo e-mail vivaocentroape@gmail.com Para participar, basta doar alimentos não perecíveis, que serão encaminhados a instituições do município. Outra opção é a doação de ração para cães e gatos, que será destinada aos animais, por meio do Programa de Bem-estar Animal. Existem caixas para o recolhimento no ponto de saída das caminhadas. Mais informações pelo fone 3333-1873. Em caso de chuva será transferido para o sábado seguinte.

Para mais informações, visite o site: www.portoalegre.rs.gov.br/vivaocentro.

Um raio-X das lixeiras da região

28 de abril de 2011 0

A edição desta quinta-feira do ZH Moinhos traz um levantamento das condições das lixeiras em algumas das principais vias da região. O alerta sobre o descuido com os equipamentos é da blogueira Lu Kolesny.

Na seção O Nome, a história de Rose Goldim, há 30 anos cerimonialista da Igreja Auxiliadora. Confira também as mudanças previstas para o Shopping Total, que terá um novo prédio de estacionamento com mais de 500 vagas — com a obra, o empreendimento construirá um prolongamento da Rua Santo Antônio, criando uma nova ligação entre a Rua Voluntários da Pátria e a Avenida Farrapos.

A Casa dos Guardanapos de Pano

27 de abril de 2011 0

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Esse título nos remete para uma infância na casa de nossa avó. Pois é com essa intenção que a artista plástica Clarissa Motta Nunes vai fazer a exposição dela aqui no Moinhos.

Sabe aqueles dias em que se quer ir para casa da para comer aquele doce que só ela sabe fazer? Se molhar bem com os pés descalços sem ninguém para mandar você colocar tênis para não se gripar? Pois é assim mesmo na casa de vó, a gente sente aquele cheirinho de biscoito, pão, ambrosia, sagu, e, ai… dá uma saudade!

Quem não teve uma avó que tinha ou ainda tem os sofás com os braços e encosto com guardanapos de crochê? Aquele assoalho bem lustroso, aquele aconchego que só casa de vó pode ter! Pois bem, é justamente isso que a artista vai retratar na sua exposição, onde se entrará em uma casa simbólica com muitos guardanapos de pano para podermos voltar a um passado que vai mexer com nossos sentimentos.

Convido a comunidade do Moinhos e de outros bairros a comparecerem na quinta feira, às 19h30min no Moinhos Shopping e se deleitar com a “Casa dos Guardanapos de Pano”.

Como diz a artista, “…é um momento de se conectar com suas lembranças, quando passarem os olhos pelos guardanapos de linho que trazem em si, bordadas, frases retiradas de um lindo texto da publicitária Bibiana Xausa Bosak… “

Além disso, a exposição rodará um pequeno filme de quatro minutos, que relata como a artista vê sua própria carreira que esteve tanto tempo voltada a traduzir de forma plástica os sentimentos de quem quer “acordar”, dar cor à vida.

A artista que interfere nas ruas do Moinhos — e interfere também nas ruas e estabelecimentos de São Paulo — estará nos prestigiando com essa delicadeza que é a volta para um mundo de sonhos que todos nós temos guardados na memória.

A bebida, a blitz no Moinhos e a sociedade

26 de abril de 2011 2



Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Noite de sábado, mais uma blitz aqui no Moinhos de Vento. Às 2h45min começou a gritaria de uma só voz, fazendo que fossemos olhar para tentar saber o que estava acontecendo de tão grave naquela madrugada onde só se escutava o apito da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), o que nos faz acostumar o ouvido com o barulho e dormir numa madrugada fria de outono.

Ao olhar, vi um jovem completamente alterado, “peitando” os azuizinhos com total falta de respeito e total descontrole. A Brigada Militar (BM) chamou com voz mais alta o rapaz, pedindo para ele se acalmar que todos ali estavam falando com ele com respeito. O rapaz caminhava de um lado para outro com o celular tocando uma música bem alta, do tipo “funk”, e cantava debochando da situação.

Fim de caso: a moto foi recolhida e os amigos levaram o jovem, quase que a força, para felicidade dos moradores e alívio dos componentes da blitz. Deitamos novamente embalados pelo apito, mas sem nenhuma voz ou conversa perturbadora. Passaram-se alguns minutos e ouvimos uma discussão jovial alteradíssima, com sons de voz de homem com mulher misturada. Não demos bola, mas as altercações começaram a ficar mais altas e mais violentas. Levantamos novamente, e o que vimos foi algo que pensei: onde está o respeito com a hierarquia policial?

Era um carro pequeno, e dele saíram dois casais, sendo que um estava completamente bêbado, discursando contra a blitz, contra os policiais, e contra tudo. Quando foi dado o veredicto que o carro seria guinchado, o caldo entornou. A garota foi para cima da rampa do caminhão do guincho e dizia gritando que ninguém ia levar o carro, o rapaz seu companheiro “peitava” também os azuizinhos. A BM, que estava observando, interveio dizendo que ele se acalmasse ou teriam de levá-lo para a delegacia. Foi a histeria total, garota gritando contra tudo, rapaz berrando, e, na sequência, ele empurrou um azulzinho. Logo vieram para cima dele todos os policiais, e o amigo abraçou o rapaz gritando que não levassem ele, a garota berrava com os policiais, os vizinhos nas janelas, as luzes se acendendo e o rolo formado.

Resultado: os jovens foram liberados a muito custo, pois o desrespeito com a blitz estava notório, a bebedeira também. Alguns vizinhos pediam silêncio, outros faziam o famoso “xiiii” escondidos atrás de suas janelas. Os policiais ficaram olhando e decidiram recolher tudo e irem embora.

Aí ficou a dúvida: nós queremos o respeito de volta, nós queremos que nossos jovens parem de morrer pela droga, pela bebida, pelos acidentes causados pela alta velocidade, que é aliada ao consumo de álcool, então não dá para entender. Duas vezes somente por semana as autoridades tentam manter o “povo da noite” na linha, tentando obrigá-los a cumprir a lei do consumo de álcool aliado a direção e temos manifestações de pessoas contra isso? Não entendi.

O que queremos então?

A cerimonialista da Auxiliadora

26 de abril de 2011 0

Por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Quem casa na Igreja Auxiliadora acaba conhecendo uma pessoa que se dedica, há 30 anos, para que os casamentos se realizem da melhor forma possível, em todos os detalhes. Estou falando de Rose Goldim, cerimonialista da Igreja Auxiliadora. Ela me contou que sua vocação começou em razão do próprio casamento. Na época, ela e o noivo decoraram toda a Igreja São Miguel para o casamento. Mas na hora de verem os registros fotográficos, a decoração simplesmente não aparecia. Os detalhes não foram captados pelo fotógrafo, tampouco a igreja que hoje também não existe mais.

Os dois ficaram tão frustrados com o acontecido que decidiram que iriam trabalhar no ramo fotográfico específico de casamentos para que o que ocorreu com eles não acontecesse com outros casais. Depois de trabalhar com o marido, na fotografia, Rose observou a necessidade de uma pessoa que organizasse os demais detalhes do casamento. Como ela tinha muitos contatos de pessoas que trabalhavam com doces, decoração, som etc, resolveu atuar com a organização, em um tempo em que ainda não existiam empresas especializadas no ramo.

Após fazer dois casamentos na Igreja Auxiliadora, o padre Máximo Benvegnú, gostando do trabalho, convidou Rose para trabalhar como cerimonialista da igreja. Com a aprovação do conselho paroquial, ela passou a ser a cerimonialista e decoradora oficial do templo.

Rose diz que vive intensamente o trabalho que realiza. O marido, Paulo, continua no ramo fotográfico, e os três filhos, Felipe, Leonardo e Samanta, também direcionaram o trabalho para eventos, com sonorização, iluminação e decoração.
Ela conta que o trabalho que faz envolve satisfação pessoal e realização profissional, muito mais do que qualquer retorno financeiro, pois faz tudo com o coração. Considera um privilégio poder trabalhar em um momento tão especial na vida das pessoas. Rose Goldim é um belo exemplo de amor e dedicação de quem já faz parte da história da Igreja Auxiliadora e do bairro.

Descuido com lixeiras da região

25 de abril de 2011 2

Por Lu Kolesny, Conselho de Blogueiros

Achei ótima a ideia da prefeitura de espalhar lixeiras por Porto Alegre. Faltava mesmo um local para o pessoal descartar o lixo pessoal ao sair as ruas.

Vejo que algumas pessoas que têm consciência colocam o lixo de lado, seja na bolsa ou no lixinho do carro para, mais tarde, descartá-lo em local apropriado. Mas ainda vejo muita gente jogar lixo pelas janelas dos carros ou simplesmente no chão. Descartam em qualquer local o que não querem mais, por pura preguiça ou por falta de educação mesmo.

Mas, com o passar do tempo, tenho notado que as lixeiras instaladas pela prefeitura não receberam a devida manutenção. Algumas se encontram em péssimo estado, seja por estarem sujas, enferrujadas ou danificadas pela ação do tempo. A inciativa foi muito boa, mas acho que faltou planejamento para dar continuidade à proposta. “

Confira, na edição do ZH Moinhos desta quinta-feira, um teste feito na região para verificar o estado das lixeiras.

Foto: Gustavo Azevedo

 


Páscoa ainda existe?

24 de abril de 2011 0

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Com toda a correria que a vida nos impõe, ainda há algumas pessoas que enfeitam a casa para a Páscoa. Ainda há lojas que colocam seus enfeites à venda e apostam na renovação, ressurreição e mudança que a páscoa traz.

No Moinhos, há uma loja que sempre traz para os moradores a alegria das datas comemorativas de Natal e Páscoa, nunca esquecendo de colocar magia e sentimento na sua vitrina. Neste ano, novamente entrei e percebi as pessoas falando com alegria dessa data tão significativa. Lá estavam coelhos sentados esperando que alguém os levasse para fazerem a alegria e o encantamento das crianças.

Ovos coloridos para enfeite, guirlandas, enfim tudo para enfeitar a casa para a espera do “coelhinho”, espera dos familiares, espera para que dentro de nós algo mude para melhor.

Afinal, a Páscoa tem esse significado de mudança, e nós, na correria do dia a dia, esquecemos por completo.
Ainda bem que há locais que se empenham ao máximo para nos trazer para a realidade da vida e festejarmos por instantes com nossos amigos e familiares. Feliz Páscoa!

Seis anos de festa na rua

22 de abril de 2011 5

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Agora em abril, fui lembrada que teria novamente a festa de aniversário de uma loja de decoração na Tobias da Silva. Fiquei muito feliz, pois essa festa ocorre há seis anos, reunindo pessoas agradáveis. A comunidade vai parabenizar a dona da loja por fazer algo tão esquecido nos últimos anos, a festa de rua.

Maria Teresa reúne, ao som do Joãozinho do Sax, uma infinidade de pessoas para confraternizar e brincar com o tema que ela escolhe para a festa. Neste ano, Mario Kerber (na foto) foi estilizado, para alegria dos conhecidos e desconfiança dos que recém começaram a frequentar o evento.

Das 19h30min às 21h30min, a comunidade brindou, conversou, trocou cartões, fez novas amizades e dançou ao som de um melodioso sax. O Moinhos tem dessas coisas, teima copiar as coisas maravilhosas que acontecem na Europa.
Parabéns pela iniciativa de Maria Teresa Taschetto, que consegue com que a comunidade da rua  se reúna e confraternize com muita alegria.


Hoje na região

21 de abril de 2011 0

Durante a ventania de sábado passado, uma árvore caiu e destruiu uma banca de revistas na Rua Pelotas, no bairro Floresta. Conheça o dono do estabelecimento e o que fazer em casos como esse na capa do ZH Moinhos desta quinta-feira.

O caderno traz ainda duas ideias de uma leitora para o trânsito na Rua Santo Antônio e o sumiço do retrovisor gigante da Rua Doutor Vale. Além disso, a blogueira Lu Kolesny comemora a colocação de um tapume no muro do Hospital Militar, o que ajuda na prevenção de acidentes.

Na seção Conheça seu Vizinho, confira as dicas de Ieda Luci Sehn Berlim, presidente da Associação Leopoldina Juvenil. E no Antes e Depois, do Em Foco, veja a mudança na paisagem da Igreja Auxiliadora.

Participe do caderno com sugestões, textos e fotos para moinhos@zerohora.com.br

Cabos e fios soltos pelas ruas

20 de abril de 2011 1

Por Mariano Christini, Conselho de Blogueiros

No dia 12 de abril, caminhando pela Avenida Cristóvão Colombo, deparei com fios amarrados em um poste na esquina esquina com a Rua Félix da Cunha. Certamente foi algum caminhão que passou pelo local e arrebentou os fios e cabos. Talvez não estivessem colocados corretamente, em uma altura razoável.  Não sei se são de telefones ou internet. O que sei é que, além dos fios, há também cabo de aço, que é um perigo pendurado nesses dias de ventanias.

Vamos cuidar por onde andamos, olhando pra não sermos surpreendidos por algum desses obstáculos que temos em nossas ruas e avenidas.


Atividades gratuitas no Parcão

16 de abril de 2011 0

O Hospital Moinhos de Vento oferecerá atividades gratuitas no Parque Moinhos de Vento no domingo, dia 17 de abril, em homenagem ao Dia Mundial da Saúde (comemorado no último dia 7).

No Boulevard Hospital Moinhos de Vento e Zaffari, serão repassadas dicas de nutrição e haverá medição dos números da saúde, como pressão arterial e circunferência abdominal, das 9h às 13h. Além disso, será montado no local um chimarródromo e haverá quick massagem. Já das 10h30min às 11h30min, haverá aula de ioga. Em caso de chuva, o evento será cancelado. Informações pelo site: www.hospitalmoinhos.org.br

Voltamos ao tempo das manifestações?

15 de abril de 2011 1

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Passou o tempo em que jovens, hoje com mais de 50 anos, faziam passeatas para chamar a atenção sobre algo que julgavam errado. Surgiu o Regime Militar, batendo, ofuscando, oprimindo a voz juvenil.

E, em uma tarde de final de março deste ano, ouvi vozes juvenis e infantis gritando e cantando palavras de ordem: “salvem o nosso planeta! Salvem o nosso Planeta!”

Emocionei-me, pois eu, com mais de 50 anos e participante ativa nos eventos juvenis dos anos 70, voltei ao passado e fiquei maravilhada pois os jovens que eu julgava serem cidadãos enclausurados no seu mundo, estavam ali caminhando em bandos, gritando, tentando chamar a atenção para algo que os adultos estão deformando, destruindo, e que eles, ainda em fase de crescimento, talvez paguem o preço bem caro.

Vamos lá juventude!!! Lutem por um mundo melhor, por uma natureza mais digna para que vocês possam abrir seus guarda-chuvas e caminhar passivamente quando chover em suas cidades. Morar em lugares decentes sem perder tudo em um vendaval mais forte.

Mostrem, em seus condomínios que é bom separar o lixo. Na escola, coloquem o lixo na lixeira e não no chão. Quando estiverem no automóvel, não joguem carteira de cigarros pela janela ou latinha de refrigerante longe, sujando as ruas, fazendo com que elas se tornem piscinas, pois os bueiros estarão entupidos em uma chuvarada.

Fiquei contente em ver essa passeata passiva em meu bairro. Parabéns ao Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho por incentivar seus alunos a quererem um mundo melhor para se viver.


Que rua é esta?

14 de abril de 2011 0

O ZH Moinhos de hoje traz, em sua capa, um mapa de ruas da região com sinalização precária ou sem placas.

Na seção O Nome, o amor do violinista Paulo Ricardo Leonardi Paranhos pela música. Na página 7, leitores apontam problemas no calçamento de ruas como a Hilário Ribeiro e pedem que os consertos em vias de paralelepípedos não sejam feitos com asfalto.

Em Conheça Seu Vizinho, o promotor de Justiça Jayme Weingartner, coordenador da Faculdade de Direito da Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP) e, na página 12, o olhar, em fotos, da leitora Cecília Boff sobre o Parcão.


Onde está o retrovisor da Doutor Vale?

13 de abril de 2011 1

Por Mariano Marinho Christini e Úrsula Petrilli Dutra

Depois de o retrovisor gigante da Doutor Vale virar notícia, qual não foi nossa surpresa, ao passarmos novamente pelo local, há poucos dias, e não encontrarmos o espelho.

A armação de metal continua, mas o espelho foi retirado. Não sabemos se foi quebrado ou furtado. Só sabemos que a facilidade que os motoristas da Santo Inácio encontravam para entrar na Doutor Valle, não encontram mais.

Alguém tem notícias do ocorrido? Precisamos que ele seja reposto e que seja preservado pela sociedade para continuar com sua utilidade pública.