Depois de ter almoçado em um restaurante de comida caseira, na Rua Dinarte Ribeiro, vim caminhando, lagarteando no sol pela Praça Maurício Cardoso, quando deparei com o cravo despedaçado, abandonado da lapela de alguém ou caído de uma mesa de bar, no fim de semana.
Imediatamente, veio a minha cabeça aquela musiquinha de infância, onde rodávamos cantando alegremente, ingenuamente pelas calçadas do bairro.
"O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O cravo saiu ferido
E a rosa despedaçada
O cravo ficou doente
E a rosa foi visitar
O cravo teve um desmaio
E a rosa pôs-se a chorar..."
O cravo ficou doente, não tinha por ali nenhuma rosa para visitá-lo, mas a foto que tirei me fez chorar de saudades pelo tempo que não volta mais, ficou no passado distante de minha infância.
As ruas do Moinhos têm disso, poesia em tudo que se vê.





O publicitário Solano Lucena mora no Alto Teresópolis, mas é assíduo frequentador do Parcão.
Úrsula Petrilli Dutra, servidora pública, bacharel em Direito e pós-graduada em Direito Público, é moradora do bairro Independência há 13 anos.
Para manter os leitores do blog em forma, a nutricionista Vera Lisboa dá sugestões e dicas de pratos especiais que encontra pela região.

João Victor Eltz da Silva tem 29 anos e sempre morou no Rio Branco. É publicitário e escreve sobre trânsito, obras viárias e urbanismo.
Professor de inglês, empresário e funcionário do Banrisul, Eduardo André Viamonte, 40 anos, mora na Avenida Cristóvão Colombo.
Morador da Gonçalo de Carvalho, Paulo Renato Rodrigues, 58 anos, é economista e consultor empresarial.
Simone Werlang Guardiola é publicitária e servidora pública federal. Mora no Moinhos desde 1972.
Mariano Marinho Christini 31 anos, mora da Rua Dr. Timóteo, em frente ao Parcão, e é administrador de empresas e gestor imobiliário.


Comentários