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Posts de maio 2011

1º Wine Gourmet Show em Porto Alegre

10 de maio de 2011 1

Somente quatro capitais brasileiras terão o privilégio de sediar um dos maiores tours gastronômicos do país, o 1º Wine Gourmet Show. O evento de abertura será no Hotel Sheraton, no elegante bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no dia 30 deste mês. As outras capitais que farão parte do circuito são Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.

No evento, patrocinado pelas importadoras Porto a Porto e Casa Flora, restaurantes, delicatessens, lojas especializadas, hotéis, chefs, gourmets, enófilos, jornalistas e formadores de opinião estarão conferindo as novidades da enogastronomia, com a presença de mais de 30 vinícolas do mundo.


Parabéns às mães

08 de maio de 2011 0

Por Lu Kolesny, Conselho de Blogueiros

Fui agraciada por Deus por ter três belas mães. Minha mãe de sangue, Leda Fernandes Kolesny, e minhas duas tias, mães de coração, que se chamam Léa Balbina Fulginiti Fernandes e Ruth Yeda Fulginiti Fernandes.

Gostaria de deixar registrado meu agradecimento a elas, que são tão importantes na formação e manutenção da família, que tanto me ajudaram, deram exemplos de vida, deram conselhos, apoiaram em momentos difíceis. Enfim, tudo de bom que uma mãe pode passar para uma filha, com certeza elas me passaram.

Neste Dia das Mães, com um carinho especial, deixo neste post o meu agradecimento. Muito obrigada por tudo. Beijos a todas as mamães e parabéns pelo nosso dia.


Mutirão ambiental na região

05 de maio de 2011 0

O ZH Moinhos de hoje mostra um mutirão ambiental, realizado na região para podar galhos e e retirar das ruas árvores condenadas. A mesma reportagem mostra que, no sábado, ocorre no Parcão o projeto O Povo na Praça, iniciativa pioneira que deve percorrer outros parques e praças da Capital.

Na seção O Nome, Mauro Stormovski é o personagem. Na página 5, um texto da leitora Maria Araci D'Avila mostra o risco de água parada em uma obra.

Em Conheça seu Vizinho, a história de Mayra Lhullier Ramos, que se dedica à arte e a ensinar.

As rosas e a trepadeira

03 de maio de 2011 4

Por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Estamos nos adaptando ao novo mundo, um lugar mais aconchegante, mais natural, mais tranquilo para morar, para olhar e até mesmo para passar.

Na Rua Hilário Ribeiro, passamos pelas floristas sempre alegres e sorridentes, com suas flores coloridas e vibrantes. Depois, deparamos com floreiras floridas de um restaurante e com uma estrutura metálica para as trepadeiras rastejarem lentamente, deixando aos nossos olhos uma visão bucólica maravilhosa.

Estamos na correria do meio-dia, mas essa paz pintada pela natureza e pelo homem nos faz pensar que nem tudo está perdido no mundo que queremos tornar sustentável e habitável.

Pássaros gorjeiam e pousam na estrutura que está ali quietinha esperando ser preenchida de verde para dar sombra e descanso para quem passa. Paramos para admirar a natureza e o cuidado que as pessoas têm pelo lugar, que é de tirar o fôlego e o chapéu, como se diz.

É um bálsamo para os olhos caminhar no horário de folga do trabalho e para quem anda pelas ruas do Moinhos conseguindo enxergar essas pequenas grandes coisas que o bairro nos oferece.

O Moinhos tem dessas coisas, nos faz um carinho, nos aconchega e nos deixa felizes.


O cravo estava desmaiado

01 de maio de 2011 0

Depois de ter almoçado em um restaurante de comida caseira, na Rua Dinarte Ribeiro, vim caminhando, lagarteando no sol pela Praça Maurício Cardoso, quando deparei com o cravo despedaçado, abandonado da lapela de alguém ou caído de uma mesa de bar, no fim de semana.

Imediatamente, veio a minha cabeça aquela musiquinha de infância, onde rodávamos cantando alegremente, ingenuamente pelas calçadas do bairro.

"O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O cravo saiu ferido
E a rosa despedaçada
O cravo ficou doente
E a rosa foi visitar
O cravo teve um desmaio
E a rosa pôs-se a chorar..."

O cravo ficou doente, não tinha por ali nenhuma rosa para visitá-lo, mas a foto que tirei me fez chorar de saudades pelo tempo que não volta mais, ficou no passado distante de minha infância.

As ruas do Moinhos têm disso, poesia em tudo que se vê.