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Posts de julho 2011

Arte na praça e na internet

30 de julho de 2011 2

 

Por Simone Guardiola, Conselho de Blogueiros

Não sei bem o que motivou essa iniciativa, mas me parece que a principal foi a falta de um referencial.
Quando fomos pintar na Praça Doutor Maurício Cardoso, a ideia principal foi tornar a praça um referencial artístico na Capital. Não de venda de artesanato, pois já temos a Redenção, mas de arte, de encontro de pessoas para se conhecerem e praticarem a arte ao ar livre.

Neste mês, Woody Allen entrou nas melhores salas de cinema com seu Meia Noite em Paris trazendo, novamente, a efervescente Paris no auge cultural. No filme, tem-se a impressão que cada um gostaria de ter nascido em época diferente e de tê-la vivido intensamente. Saí do cinema com a mesma sensação lá colocada.
Agora, começou no Facebook outra iniciativa virtual, levando tudo ao mesmo ponto: O Buteco dos Artistas – POA. As mídias sociais nos fazem pensar que aquele encontro “in loco” poderia ser suprido, mas foi nela que nasceu a inciativa de mostrar que, em Porto Alegre, falta esta referência.

Lembro que o Bom Fim, com alguns de seus bares, foi o reduto cultural da cidade em outros tempos. Depois, migrou para a Cidade Baixa e deve ter muita gente nova fervilhando suas ideias por lá. Mas, alguns ainda gostam daquele local onde se conhece o garçom e se tem a cumplicidade do dono que senta na mesa, que reserva a mesa preferida e já sabe o que se gosta de beber e comer. Um local lúdico, talvez tão lúdico quanto o sonho de uma Paris à meia-noite, daqueles que se passa na frente depois de anos e se pode dizer com orgulho: fulano de tal era assíduo daqui. Pintou tal coisa, criou outra tal, assim por diante. Um referencial.

Pintar na Praça Maurício Cardoso se repetirá. O Somaisarte e seus artistas não abrem mão disso. Muitos, mas muitos convites serão feitos para que a nós se juntem mais pessoas, para rir, pintar, esculpir, trocar ideia e formar elos.
Mesmo assim, virtual ou não, o Buteco do Artista-POA  está aí e já pensamos em como vai ser o primeiro porre virtual.
Imaginou?

Três anos de blog

29 de julho de 2011 2

Por Úrsula P. Dutra Christini, Conselho de Blogueiros

O Blog do ZH Moinhos completou, em 23 de julho, três anos de existência. Puxa, me sinto responsável em fazer um post em sua homenagem.

Acessando os arquivos antigos do blog, observei e recordei que, ao completar um ano, eu voltei ao local do meu primeiro post para verificar se a Placa da Independência, a Laranja da Brahma, continuava no mesmo local. Ela continuava lá, escondida dos mais distraídos ou menos observadores, entre as árvores da Pinheiro Machado e da Gonçalo de Carvalho, marcando presença e fazendo a história do bairro. Não fui conferir novamente, neste terceiro ano, mas acredito que continue lá.

No segundo ano, em homenagem ao aniversário, resolvi mostrar um pouco dos bastidores do blog. Trouxe uma foto da nossa reunião, que ocorre de tempos em tempos, entre os blogueiros e a equipe da Redação do ZH Moinhos. Contei um pouco sobre os números de acesso ao blog e os assuntos em pauta nas reuniões.

E, agora, completando trÊs anos de blog, não preparei nenhuma surpresa especial. Não fiz nenhuma descoberta de uma placa escondida e não trago nenhuma notícia dos bastidores. Mas, se a essência de um blog são os posts, então faço este em homenagem aos seus três anos.

A foto é meramente ilustrativa, tirada no Café ZH para representar o jornal que foi para a rede mundial de computadores em um formato inovador.

À vezes, não precisamos de grandes comemorações ou grandes eventos, basta a simples lembrança de pessoas queridas (eu me considero uma dessas pessoas… hehe) para manter aquela vontade de continuar existindo.

Desejo que, cada vez mais, o blog se destaque com seu jornalismo hiperlocal, com notícias do cotidiano, com notícias de importância para a região, curiosidades, divulgação de campanhas beneficentes, histórias de pessoas do bairro, contos, críticas, leitores, comentaristas, repórteres e editores que colaboram para manter vivo esse blog.

E faço um pedido especial para os meus colegas blogueiros:

Se passar na rua e vir uma cena legal que pode se transformar em uma imagem para o blog, mande.
Se souber de um evento importante que vai acontecer, divulgue.
Se presenciar um problema de trânsito, uma árvore caída, um lixo na rua, comente.
Se conhecer alguma história do bairro ou de alguém da região, nos conte.

Ou seja, ajude a manter vivo esse blog. Ele precisa dos blogueiros, leitores e comentaristas para continuar com sua razão de existir.



Moinhos no Projac

28 de julho de 2011 0

A partir de setembro, o Brasil todo conhecerá paisagens e cenários íntimos de quem mora, trabalha ou frequenta o Moinhos de Vento. A nova novela das 18h da Rede Globo, A Vida da Gente, que substituirá Cordel Encantado, está sendo gravada em Porto Alegre e em Gramado. O Parcão e a Padre Chagas, que será reproduzida no Projac, estão entre as locações. A reportagem completa você confere no ZH Moinhos de hoje.

O caderno traz, também, uma avaliação dos leitores quanto aos contêineres instalados na região.

Na seção O Nome, a artista Celma Paese. O suplemento apresenta também a atuação de escoteiros, que fazem um convite a quem quiser integrar os grupos dos quais eles participam.

Aos avós da região

27 de julho de 2011 2

Por Mariano Christini, Conselho de Blogueiros

É com grande prazer que faço este post do dia dos avós, comemorado em 26 de julho. Eu tive o prazer e a honra de conhecer todos os meus avós. O vô Raimundo, pai de minha mãe, era uma das pessoas mais íntegras que conheci, advogado irrepreensível estilo militar, que ajudou a me criar, convivendo comigo grande parte das manhãs de minha infância no Parcão. Morreu há 12 anos.

O vô Ruy, pai do meu pai, já era uma pessoa mais “malandra”. Comerciante, gostava de futebol, agitação e festas. Convivi pouco com ele, mas lembro de inúmeras passagens. Tinha um grande defeito, era colorado, dos mais chatos. Quando o Inter ganhava os grenais, ele gostava de desdenhar e gozar os gremistas. Quando o Inter perdia, ficava bravo e turrão. Não podia falar com ele. Era uma pessoa sem maldade. Morreu há uns 20 anos.

A vó Marina era uma grande pequena senhora, mãe de meu pai e esposa do vô Ruy. Passou por mal bocados, pulou diversos obstáculos, mas sempre com a maior dignidade. Para ela estava tudo bom, podia ser um pão com água morna. Era tranquila, poderia ter tido o apelido de “Amélia”, pois era a mulher de verdade. Grande matriarca, já falecida também.

E, por fim, a vó Cira, apelido de Cecília, mulher do vô Raimundo, mãe de minha mãe. Essa vou contar, é uma parada. Antigamente, era meio turrona, tinha que tudo ser ao modo dela. Me repreendia quando meus pais saíam e me deixavam com ela e com o vô. Gostava de viajar, e ainda gosta. Suas melhores e mais constantes viagens eram ao Paraguai…. isso faz mais de 20 anos. Hoje, é a verdadeira vovó Naná. Gordinha, cabelo todo branco e com um leve problema auditivo. Escuta somente o que interessa. Hoje, só quer saber de viajar, ir ao cabelereiro, e não pode ver uma vitrina, pois quer comprar tudo. Atualmente, é meio preguiçosa para caminhar na rua, mas, às vezes, quando não está frio, a vemos passeando pela Felipe Camarão, rua em que mora. Em 2 de agosto, faz 88 anos, totalmente lúcida. Adora uma festinha também: aniversário, chá e churrasco. Eu a adoro e convivo o máximo que posso, pois é uma felicidade.
Na foto, tirada pela Úrsula, minha esposa, minha avó Cecília e eu, no Parcão em 24 de julho. Quero parabenizar os avós  por esse dia e agradecer a Deus por ter a felicidade de ter conhecido os meus.


O Caso da Rua Tiradentes

26 de julho de 2011 1

Por Marília Costa Cardoso, Conselho de Blogueiros

Quando foi proposta a possibilidade de passagem dos carros da Ramiro Barcelos, cruzando a Protásio Alves, sabíamos das dificuldades que iríamos ter com congestionamentos junto à Avenida Independência. Mas essa mudança tinha como objetivo tornar o trânsito mais ágil no bairro Bom Fim, aumentando a possibilidade de tráfego entre as regiões leste e norte da Capital. Até aquele momento, a proposta parecia boa, e os moradores pareciam estar satisfeitos.

Mas o que parecia sonho virou pesadelo: o número de carros na região passou de 15 mil para 22 mil por dia. Em 9 de julho, a própria comunidade realizou protestos contra a insegurança que essas mudanças trouxeram, devido à imprudência, o excesso de velocidade no cruzamento (Protásio com Ramiro) e à tranqueira que estava acontecendo na Ramiro Barcelos, com a liberação dos estacionamentos dos dois lados da rua, ficando só uma faixa para os carros. Congestionamentos que, em algumas horas, chegavam a impedir a entrada ao estacionamento do Hospital de Clínicas. E a Independência também começou a sentir lentidão em algumas horas, devido ao grande número de carros que agora cruzam a avenida.

Desde que foi proibida a passagem dos carros que trafegavam na Avenida Independência em direção à Cristóvão Colombo, pela rua Santo Antônio, estes tiveram que ir por esta avenida até a Praça Júlio de Castilho e só lá fazer o contorno para descerem a Ramiro. Novamente, carros pela Ramiro. A situação já estava difícil, com tranqueira de carros (a partir das 16h, a situação piora), quando houve o pedido para abrirem a saída do novo estacionamento do Shopping Total pela Rua Tiradentes (espaços para 546 vagas/carros) e mais uma mudança, também na Rua Tiradentes, ficando com duas mãos entre a Rua Ramiro Barcelos e a Rua Doutor Vale, cuja justificativa foi o grande movimento do Hospital Moinhos de Vento.

Como esta via comportaria todo este trânsito?

Hoje, para quem desce a Ramiro Barcelos, no cruzamento com a Rua Tiradentes, é permitido entrar à direita e receber o fluxo dos carros que vem da Rua Tiradentes (à esquerda). A nova proposta coloca, também, a saída da Rua Tiradentes (lado direito-Hospital Moinhos de Vento) em direção à Ramiro e a saída do novo estacionamento do shopping. Esse cruzamento já é difícil, pois há uma tendência, por precaução, cuidado, necessidade ou instintivamente, de diminuir a velocidade neste ponto e, novamente, tranqueiras. A tentativa de, nessa confluência, permitir os dois lados da Rua Tiradentes de entrarem na Ramiro é simplesmente irreal. Aí, sim, vamos conhecer o que é confusão. Pior, não pensaram no pedestre, onde ele vai atravessar, com todo este trânsito? Sinaleiras? Faixa preferencial ao pedestre? Onde?

Na Rua Ramiro Barcelos, junto ao Colégio Bom Conselho e ao Hospital Moinhos de Vento, a descida é muito acentuada, representando um risco à tentativa de colocar uma sinaleira, pois os carros na descida poderiam não conseguir frear, e acidentes e mais acúmulos de veículos poderiam acontecer.

É hora de repensar essas mudanças. Não existe melhor conselheiro que o povo, consultem o povo, ele está sempre na rua e conhece cada detalhe. Essa não é uma mudança para ser feita em gabinetes, pois muitos serão os prejudicados.
Muitas vezes, temos de concordar, mesmo sabendo que essas mudanças não trazem aos moradores nenhuma vantagem, bem o contrário, só prejuízo. Muitas dessas mudanças são necessárias para o desenvolvimento da cidade, aí, esquecem-se os direitos, e usa-se o bom senso. Mas quando se trata de interesses privados, que podem muito bem achar outras soluções, não podemos ceder, pois, em nossa cidade, deveríamos cuidar do bem viver dos moradores, para que possam ter qualidade de vida, que o interesse maior, seja a população e não interesses que acabam expulsando os moradores das regiões que um dia cada um escolheu para viver. Compensações por essas falhas e mudanças que causam problemas, nunca aparecem, portanto não dá para acreditarmos em promessas.


Abaixo, parte da ata da RP1 do dia 2 de junho, para que se saiba o que deseja a população:

“Na discussão sobre a Rua Tiradentes, a opinião do plenário foi, em princípio desfavorável, ao projeto da EPTC, não apresentado por ocasião da discussão do projeto da garagem do Total ao plenário da Região. Esse projeto, consta do arredondamento de algumas esquinas, derrubada de árvores e implantação de duas mãos na Rua Tiradentes, a partir da Ramiro Barcelos para o norte. Como avaliaram os moradores da Independência presentes (Marilia, Ana Lucia, Leon), a situação da Ramiro, uma das ladeiras mais íngremes da cidade, já é difícil agora, e só se complicará com os novos fluxos da Tiradentes de ambos os lados daquela rua, oferecendo muito riscos de colisões e acidentes graves. Segundo a EPTC, não haverá semáforo no local, apenas faixas de pedestres, mal situadas na planta, que deixarão o pedestre extremamente exposto. Foi sugerida uma audiência pública sobre o assunto. Tania lembrou aos moradores que foi provada a existência de um termo de ajuste de 2005 para compensações ambientais, que não foi cumprido, depois foi negado, e por fim confirmado pela própria SMAM, e que essas compensações poderiam, talvez, ser negociadas em termos de alteração da proposta viária apresentada”.

Congresso da Cidade define metas para Floresta e Independência

26 de julho de 2011 0

O 5º Congresso da Cidade chega, nesta quarta-feira, aos bairros Floresta e Independência. Lideranças e moradores do bairro estarão reunidos para definir motes e metas para o futuro da região no Museu de História da Medicina (Avenida Independência, 270), das 14h às 17h.

Qualquer cidadão pode participar das reuniões em que representantes das comunidades listam as ações já existentes na região e, posteriormente, avaliam se esse conjunto de ações é suficiente para garantir o desenvolvimento do bairro pelos próximos anos.

A partir das análises conjuntas, são elencadas ações necessárias para o futuro, que devem mobilizar o primeiro, segundo e terceiros setores para serem concretizadas. Ao final da reunião, é criado um Comitê de Mobilização para buscar implementar as ações.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3289-6660 ou pelo endereço www.vcongressodacidade.blogspot.com.

Devoção e solidariedade

25 de julho de 2011 1

Por Úrsula P. Dutra Christini, Conselho de Blogueiros

Em conversa com a “ex-Ritoca” Siglia Leiria (foto), conheci um pouco sobre uma oficina que funciona na Avenida Independência há mais de 20 anos, prestando serviços comunitários e sociais.

É a Oficina de Santa Rita de Cássia, criada em novembro de 1961, por um grupo de senhoras católicas integrantes da Associação Devoção de Santa Rita de Cássia da Catedral Metropolitana de Porto Alegre. Trata-se de ateliê de costura, onde são confeccionadas roupas para doação.

No início, os trabalhos eram realizados às quartas-feiras, na residência de Marieta Chaves Barcellos, e, mais adiante, na residência de Carlinda Chaves Barcellos, fundadora. Em 1987, o bairro Independência passou a sediar a oficina. Desde então, no Edifício Terra Lopes, na Avenida Independência, as admiráveis senhoras se reúnem, com a atual presidente da entidade, Rosa Maria Alvim, para exercerem o ofício da costura, confeccionando roupas para entidades assistenciais.

É um trabalho sem qualquer fim lucrativo. Ou melhor, com o único fim de ajudar e auxiliar seus semelhantes.
Siglia me contou, ainda, que, na Oficina de Santa Rita, havia as chamadas “Ritocas”. Eram patronesses que se mobilizavam para a provisão de fundos para a compra dos materiais para a confecção das roupas. Disse ter sido uma delas. Mas, com o tempo, elas foram se dissolvendo e, hoje, ela faz parte do grupo chamado de “ex-Ritocas”. Esse grupo é integrado por: Ângela Carvalho, Anna Felipe, Beatriz Martins, Carmem Regina Vidal, Cristina Piccoli, Dolores David, Gabriela Corrêa de Oliveira, Gilda Bastos, Helena Xavier, Maria Aparecida Neme da Silva, Maria Helena Pilla do Vale, Maria Regina Cesa da Silva, Marisa Duarte, Narcila Castro, Reny Farias, Siglia Leiria e Yara Palmeiro da Fontoura.

Elas realizam diferentes eventos, desde feijoadas até chás beneficentes, para arrecadarem fundos e continuarem com esse belo trabalho assistencial. A foto acima é da oficina, na Avenida Independência.

Ah, ela também comentou que, obviamente, todos os anos, a devoção a Santa Rita de Cássia comemora a festa da gloriosa padroeira com tríduo e missa festiva, em 22 de maio.
Parabéns a essas devotas de Santa Rita de Cássia que, a exemplo da santa, praticam a caridade ao próximo.


Manhã dedicada à saúde no Parcão

23 de julho de 2011 0

A manhã de domingo, 24 de julho, está reservada para a prática de atividades saudáveis, no evento Férias de Inverno, promovido pelo Hospital Moinhos de Vento. As atividades se concentração no espaço Boulevard Moinhos de Vento & Cia. Zaffari no Parcão.

A programação prevê, entre as 9h e as 13h, medições de saúde como pressão arterial e circunferência abdominal. Haverá, também, especialistas dando dicas de nutrição e espaço de convivência com chimarródromo. Das 10h30min às 11h, ocorre uma aula de ioga ao ar livre para todos os interessados. Em caso de chuva o encontro será cancelado.



Níver pelas ruas do Moinhos

22 de julho de 2011 8

Por Eduardo André Viamonte, Conselho de Blogueiros
  
O Moinhos de Vento é uma região moderna, linkada ao entretenimento e à gastronomia. Ao turismo, às artes, e às compras. Sua vocação cosmopolita já o credencia para os vindouros eventos esportivos internacionais. Com a ajuda do parque homônimo, também incita, há décadas, a constância de quem caminha ou corre em seus verdes e nas vias adjacentes.
São milhares as pessoas que encontram, em todos os turnos, relativa segurança e beleza urbana de sobra como aliados em seus exercícios físicos, praticados por saúde, competição ou pura diversão. Um comportamento que integra e gera cidadania e que poderia modelar outras vizinhanças da nossa Porto Alegre.

 Bombons. Mariolas. Paçocas de amendoim. Centenas dessas guloseimas, que podemos saborear absolvidos pela frieza da estação, já estão de prontidão para o festejo. Uma brincadeira, em  singelo reconhecimento ao bairro e sua gente.

Há cinco anos, este maratonista _ por hobby _ e blogueiro brinda um inverno a mais de vida, trocando um doce por um alô. Celebra, correndo com um pote em mãos, com quem encontra pelo caminho. Com moradores, trabalhadores locais, e frequentadores, conhecidos ou não. Grato pela parceria de 16 anos nas noites quentes e frias. Nos 20 quilômetros diários de corrida, sempre colhe o estímulo de todos. De quebra, aproxima-se de novos amigos.

Neste ano, a função será nesta sexta-feira, 22 de julho, começando às 22h e esticando-se até o último docinho. Um  presente especial foi o anúncio da atividade comemorativa, ao vivo, e de surpresa, pela super apresentadora Carla Fachim no Bom Dia Rio Grande, da RBSTV. Que chique!


Fique atento às leis de trânsito

21 de julho de 2011 0

O trânsito é, de longe, um dos maiores problemas do Moinhos de Vento. E o descaso com as leis, por parte dos motoristas, ajuda a agravar o problema. O ZH Moinhos de hoje mostra que uma das regras mais básicas, a proibição de parar e estacionar em determinados locais, é frequentemente desrespeitada, prejudicando o fluxo em favor de uma necessidade pessoal.

Na página 3, você confere o flagrante da leitora Denise Bressani Bahlis. Ao sair do Café ZH realizado em 30 de junho, ela fotografou um poste com problemas na Praça Doutor Maurício Cardoso. O caderno traz, também, uma bela dica: que tal pedalar pelas ruas da região? Um projeto empresta bicicletas a moradores e frequentadores do Moinhos.

Na seção Gastronomia, ó Chef Lúcio Restaurante, que agora é aberto ao público, na Associação Leopoldina Juvenil e, em Conheça seu Vizinho, o costurreiro Stefano Luciano Baron.

Imama promove aulas gratuitas de dança

20 de julho de 2011 0

O Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama-RS) oferece aulas de dança gratuitas a mulheres integrantes do Grupo de Apoio Psicológico De Mulher para Mulher. Os encontros têm o objetivo de dar suporte psicológico às pacientes que passaram ou passam pelo diagnóstico de câncer de mama, por meio de diferentes ritmos de dança.

A atividade, ministrada pela voluntária Bárbara Ebelt, professora da Escola de Dança Beatriz Lígia Gutierrez, ocorre todas as quartas-feiras, das 15h45min às 16h45min, no Colégio Bom Conselho. Informações:  3264-3000 ou pelo site www.imama.org.br

Shoppings da região e a Campanha do Agasalho

19 de julho de 2011 0

Os shoppings Total e Moinhos aderiram à Campanha do Agasalho, em parceria com o governo do Estado.  O Shopping Total receberá os donativos no posto de coleta localizado em frente ao Zaffari até 30 de agosto.

As peças arrecadadas serão repassadas diretamente ao governo do Estado, que faz a triagem e distribuição por meio da Defesa Civil. Os materiais precisam ser entregues em bom estado para facilitar a seleção e distribuição. Os donativos podem ser roupas, calçados e cobertores. Artigos infantis estão entre os mais solicitados.   

No Moinhos Shopping, o posto de arrecadação funciona no Relacionamento Com o Cliente (RCC), no subsolo 2. As doações podem ser feitas de segundas a sábados, das 10h às 22h.

O motorista da frente pode ser o seu vizinho

18 de julho de 2011 0

Úrsula P. Dutra Christini, Conselho de Blogueiros

Há muito tempo, ouvi falar que as pessoas descarregam sua agressividade no trânsito. Quando estão na direção de um carro, simplesmente se transformam. Ficam sem paciência a um mínimo sinal de “lerdeza” do motorista a sua frente. Luz alta, buzinadas, isso é o que você vai receber se demorar três segundos a mais para arrancar o veículo, seja no sinal, seja em um engarrafamento. É assim que, infelizmente, as pessoas estão transformando nosso trânsito.

Na Avenida Independência, por exemplo, podemos encontrar alguns desses motoristas. E foi em uma dessas passadas pela Independência que fiquei pensando que esses motoristas podem ser os nossos vizinhos. Quando você está fazendo o trajeto para casa, a chance de encontrar seus vizinhos no caminho é grande.

Já pensou, você “atucanado” para chegar em casa, dando luz alta no motorista da frente, ultrapassando alucinadamente aquele motorista que ficou trancando o trânsito e, minutos depois, você o encontra entrando na garagem do seu prédio?
Pois é, então, não tem jeito. Não sabemos quem é o motorista que está a nossa frente, atrás ou do lado. Pode ser nosso vizinho, nosso irmão, nosso chefe, nosso cliente, nosso desconhecido. Seja quem for, a boa educação e a segurança no trânsito sugerem paciência com ele.

Vamos exercitar mais a nossa paciência ao entrar no carro. Não julgue o motorista a sua frente. Lembre-se, ele pode ser o seu vizinho!


Contêineres e cidadania

15 de julho de 2011 4

Por Marília Costa Cardoso, Conselho de Blogueiros

Se eu pudesse pedir um presente, pediria um sapato de Florença, quem sabe um traje de Milão ou o último modelo em óculos italianos. Não vou ganhar nada disso, mas, pelo menos, vou ter na frente de minha casa um contêiner italiano. Imaginem um contêiner com grife. E aí, fica no ar uma pergunta: por que tem que ser italiano? Não temos estes mesmos modelos de fabricação nacional?

Se o modelo italiano fosse um sapato, ele poderia ficar apertado, mas mesmo assim valeria à pena. Mas e se esses contêineres não servirem para as nossas necessidades? O que fazer com eles? É uma questão de valores? Eles são mais baratos que os nossos?

Parece brincadeira, mas esse caso dos contêineres colocados permanentemente nas ruas serve para Lisboa, Madri, Paris, mas aqui vai ficar “um sapato apertado”.
Sabem por que estou dizendo isso? Porque conheço nossa cidade, já morei em casa e condomínio e sempre a mesma situação: não há consciência de grupo, de comunidade. Muitas vezes vi pessoas com seus sacos de lixo colocando na frente da casa do vizinho. Já vi gente colocando guarda chuvas nos antigos coletores de lixos dos edifícios e este, ao abrir dentro do conduto, ficou com todo o lixo depositado sobre ele, quando foi ligado o incinerador, houve um princípio de incêndio.

E agora, acham que as pessoas mudaram? Aprenderam? Acham que os que sabem que a coleta é noturna e colocam o lixo a qualquer hora na calçada vão mudar? E os que colocam lixo onde cai água dos condicionadores de ar, ficando essa sujeira escorrendo pela calçada, será que vão mudar seus hábitos? E os que fecham o comércio, colocando o lixo misturado, seco e molhado, na rua, e vão embora, não se importando com a sujeira que os catadores vão fazer. Agora vão se conscientizar? Irão separar o lixo? Acreditam que os usuários de casas noturnas vão colocar seus copinhos lá dentro, direitinho?

Há algum tempo, tivemos nas calçadas um tipo de “contêiner nacional”. Era todo de tela e chaveado. Só era aberto, pouco antes de passarem os lixeiros. De um momento para outro, foram proibidos e retirados. Foi problema de acessibilidade? De sujeira? Como vão escorrer os resíduos líquidos? Existe um duto, ou esses líquidos vão ficar lá dentro, fechados e fedendo? Não vão ser um foco de proliferação de baratas e ratos? Esses “italianos” vão ficar onde? Na frente de casas e edifícios? Qual o critério para a colocação? Como são escolhidos os locais para a colocação dessas lixeiras? Como vão ficar os apartamentos que ficarem junto a esses contêineres? Vão ter que respirar essa sujeira, a sujeira dos outros? E as calçadas? Falam em lavar.

Lavar as calçadas? Os contêineres? A que horas será esse serviço? Quantas vezes por semana? Quantas vezes por semana será recolhido o lixo destes vasilhames?
Falam em lixo orgânico, mas podem ter certeza, vai aparecer lixo de construção, reciclável, hospitalar, pilhas, óleos e muitos outros.

Não é ser derrotista, mas depois desse vandalismo de colocar sabão em pó no chafariz da Praça Júlio de Castilho, não dá para confiar. O que acontecerá com esse contêiner obstruindo a visão geral da rua? Servirá de esconderijo, de mictório e pior, brincadeiras de vândalos que vão fazer todo o tipo de ações perigosas.

Não sou contra a colocação desses contêineres, já vi em diversas cidades o respeito das pessoas e o cuidado nessa tarefa. Antes desta ação, deveria haver uma orientação, através de fôlderes, palestras em escolas, nas comunidades envolvidas, orientações em lugares públicos. Muitas pessoas fazem o errado por não saberem o certo. Então, antes de tudo, educar, orientar, demonstrar, esta é a melhor saída para problema de limpeza urbana. As cidades europeias deveriam servir de exemplo, de cuidado com sua comunidade, limpeza de suas ruas e principalmente pela coerência nos serviços prestados. Não temos que importar seus materiais, mas suas atitudes. Temos que partir para programas de limpeza urbana onde cada um cuide de sua parte, seu lixo, e assim da saúde de todos.


A coleta de lixo irá mudar

14 de julho de 2011 0

O ZH Moinhos de hoje apresenta os detalhes das mudanças da coleta de lixo. Independência, Moinhos, Rio Branco e Floresta terão alterações.

Na página 4, alertas de leitores sobre moradores de rua na região. Na seção Gastronomia, iscas de filé com um toque Clarís. Em O Nome, Magda de Almeida, uma jornalista carioca que escolheu a região para viver.

O caderno traz, também, mais uma página de fotos feitas durante o Café ZH de 30 de junho. Confira!