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Posts de julho 2012

Nova maneira de trabalhar e se relacionar

31 de julho de 2012 0

Por Norah Dietrich, do Conselho de Blogueiros

Em busca por um local para eventos, deparei-me com uma nova maneira de se trabalhar e se relacionar. Trata-se do Nós Coworking, situado no Shopping Total, na sugestiva Alameda dos Escritores.

Nesse espaço coletivo de trabalho, tudo chama a atenção, começando pela decoração inusitada: o encontro entre o contemporâneo e o antigo, permeado por uma atmosfera businesslike. Senti-me em um imenso loft, com tijolos aparentes, luminárias imensas e muito espaço para a circulação de ideias. Lá, divide-se o ambiente de trabalho, mas trabalha-se individualmente, procurando a sinergia entre talentos, criatividade e networking.

Nesse universo criativo, todos podem participar: designers, publicitários, psicólogos, desenvolvedores de conteúdo, linguistas e até comitê político!

Três empresas possuem um local fixo: a 99 Comunicação, a revista Noize e a agência de branding Icon. Todas com projetos invejáveis no currículo.

De fato, deparei-me com detalhes realmente muito interessantes, como um mural com avisos bem peculiares, como o coworker que está à procura de uma bicicleta — e nem precisa estar em bom estado de conservação! E também uma biblioteca, vários cartões de visitas pendurados estrategicamente pelo espaço e até um local dedicado à alimentação, devidamente equipado com uma máquina de café e energéticos. São tantos pormenores, que o ideal é realmente conferir tudo pessoalmente e com calma. A Ana Carvalho, que com muita competência e simpatia me atendeu, certamente terá muitas histórias curiosas para contar!

Ah! E claro, também é possível utilizar o espaço para eventos, como palestras e workshops.

E, então, o que você achou desse novo conceito de trabalho?



A blogueira virou romancista

26 de julho de 2012 4

Por Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

É com imenso prazer que estou escrevendo esse post, pois nossa colega blogueira do ZH Moinhos Norah Dietrich escreveu um romance chamado Glacê Real.

Norah, de tanto observar acontecimentos pelos bairros de Porto Alegre, para que virassem notícias, um belo dia resolveu apostar em ser escritora, e convicta, mas com muita cautela foi escrevendo noite após noite algumas páginas do que seria um belo romance vivido pela personagem Maria Eduarda das Neves Soares Teixeira, uma jovem que viveu em vários bairros de nossa cidade — Zona Sul, Floresta, teve emoções no Moinhos de Vento e Rio Branco.

No bairro Floresta onde mora, não viu a violência que existe atualmente, graças a Deus.

Na Zona Sul , onde viveu parte da sua infância, e voltava regularmente, mostra as badalações e os momentos de fantasia característicos d da condição feminina.

Norah conseguiu agregar vários bairros em uma personagem de dois nomes, quatro sobrenomes e 1m60cm de altura , que ainda acredita em príncipe encantado e que sempre apostou que a vida pode ser um romance cor de rosa.

Como diz a autora, há magia pelas ruas de Porto Alegre!

Não vou contar mais nada para vocês, mas garanto que vale a pena ler Glacê Real.

No dia 25 de agosto das 11h às 13h Norah fará uma sessão de autógrafos na Livraria SBS (Special Book Services), com uma apresentação musical de Silvana Rai, degustação de chocolates Planalto e espumante!

Em breve estará nas bancas, mas se você não quiser esperar para comprar , acesse este link.

Bem, vocês devem estar se perguntando o porque deste post, mas posso dizer que virar um escritor no Brasil e no sul do país, é algo desafiador e muito complicado, pois a cultura está em segundo, terceiro ou quarto plano, sempre.

Querida Norah, de blogueira passou a escritora! Parabéns e sucesso!

Ah! Um passarinho me contou que um segundo livro já está em gestação!

ZH Moinhos nas bancas

26 de julho de 2012 0

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, você confere:

— Na reportagem de capa, a edificação nas esquinas das ruas Hoffmann e São Carlos, no bairro Floresta, que pode virar um centro cultural e abrigar ainda comércio e habitação.

— Na página 2, o blogueiro Paulo Renato Rodrigues revela que a Rua Gonçalo de Carvalho será citada como exemplo na Convenção sobre Diversidade Bológica das Nações Unidas, que tem sede em Montreal, no Canadá.

— Nas páginas 4 e 5, veja um ensaio fotográfico sobre o inverno no Moinhos de Vento

— O Instituto NT luta por patrocínio para manter as atividades. Confira reportagem e artigo da artista plástica e moradora da região Ena Lautert na página 6.

— E ainda: conheça Márcia Donadussi, dermatologista estabelecida no Moinhos

Gonçalo de Carvalho em obras

24 de julho de 2012 1

Por Paulo Renato Rodrigues, do Conselho de Blogueiros

Deve durar em torno de trinta dias a interrupção no tráfego na primeira quadra da Rua Gonçalo de Carvalho, entre a Ramiro Barcelos e a Pinheiro Machado.

A obra de manutenção do calçamento daquela via está sendo realizada pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (SMOV) e visa recuperar a curvatura e o nivelamento do pavimento, que apresentava sinais de afundamento na parte central. Além do mais, serão retiradas camadas de asfalto remanescentes, ficando somente os paralelepípedos, já que o tombamento da rua assim o determina.

O trânsito na região foi direcionado para a rua André Puente, que temporariamente funcionará em mão dupla. A segunda parte da reforma, compreendendo o trecho entre a Pinheiro Machado e a Santo Antonio, ainda não tem data marcada para o início.

A ação de flanelinhas no Moinhos

24 de julho de 2012 9

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

É, estacionamento é um assunto sério! Há quem reclame que não há lugar para carros, outros reclamam que não há lugar para pedestres e há os que aproveitam a situação para faturar. Isso acontece direto aqui no Moinhos de Vento.

Apesar do sistema rotativo de estacionamento, os flanelinhas são os donos da rua. Ouse não pagar, ouse contestar, ouse barganhar e receberás a devida penitência.

Moradores, frequentadores e as pessoas que trabalham aqui não aguentam mais! O direito está cerceado e aqueles que deveriam estar ali para fiscalizar não aparecem para isso. E quando o fazem é para multar a pessoa que ousou não colocar o parquímetro. Mas, todos são unânimes em dizer: “Sou obrigado a pagar R$ 10,00 ao flanelinha para estacionar na rua e ainda tenho que pagar o parquímetro. Do flanelinha eu não escapo e ainda sou penalizado com uma multa da EPTC!?”

Reclamações já foram feitas e não surtiram efeito. O preço é tabelado e não é barato, pois afinal, se você frequenta, vive ou trabalha no Moinhos de Vento significa que tens a obrigação de ser roubado e intimidado, seja de dia, seja à noite.

Pagamos triplicado por um direito já pago nos impostos e nos sonegam os direitos de segurança e livre arbítrio. E lembrem, são nossos impostos que pagam o salário dos azulzinhos…

Até quando a conivência nos manterá reféns?

O que diz a prefeitura

“A Brigada Militar é responsável pela fiscalização. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que não compete a ela fiscalizar flanelinhas, pois não possui poder de polícia para tal. A EPTC ressalta que o condutor é responsável pelo seu veículo, cabendo a ele as punições quando cometem infrações.”


Bate-papo sobre programa de intercâmbio no Moinhos

24 de julho de 2012 0

Conforto, independência, segurança, cultura e diversão, e muito, muito mais! Essa é a ideia do Mochilão, o programa de intercâmbio onde o turista escolhe por quantos dias e por onde vai viajar. Na quarta-feira, dia 25, às 19h, na CI Porto Alegre ocorre um bate-papo sobre o tema. A empresa está localizada na Rua Padre Chagas, 80, no Moinhos de Vento.

A entrada é franca e é aconselhável confirmar presença, pois há vagas limitadas. Informações no (51) 3346-4654.

São mais de 135 cidades na Europa, nos 24 países mais procurados pelos mochileiros, dezenas de opções de passeios e mil histórias para contar. No encontro, serão apresentados os programas exclusivos do Mochilão como o Fashion (para quem adora moda) e o Gastronômico (para os apreciadores da boa culinária), além dos voltados para as “baladas”.

Serviço:

O que: Bate-papo Mochilão

Quando: 25 de julho, às 19h

Onde: CI Porto Alegre, na Rua Padre Chagas, 80

Mais informações: 3346-4654 ou pelo site

Depredação na Tobias da Silva

23 de julho de 2012 2

Por Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

Letícia Matos, uma gaúcha que mora em São Paulo e que leva sua arte pelas ruas do Brasil, esteve no bairro Moinhos de Vento e deixou sua arte para aquecer este inverno. Ela resolveu mostrar seu trabalho em pompons, para ver se conseguia interferir na vida agitada das pessoas que vivem nas capitais. Por isso, revestiu orelhões na Avenida Paulista e colheu frutos de sua intenção observando as pessoas parar e olhar… E aí foi para Buenos Aires, Mendonza, vários pontos em São Paulo e Parati. Recentemente, aterrissou em Porto Alegre.

Sempre faz seus trabalhos com 13 pompons. Na Rua Padre Chagas com a Rua Luciana de Abreu, um poste foi enfeitado com os 13 pompons. A Lezanfan, loja infantil situada na Barão de Santo Ângelo, também recebeu a visita da artista. E a Maria Teresa Decorações também foi escolhida para ser enfeitada por Letícia.

O poste em frente à loja tem 13 deles. O corrimão direito tem sete e o esquerdo tem mais seis, num total de 13 pompons.

Agora, quem terá muitas histórias para contar será Maria Teresa. Ela terá que observar as reações das pessoas ao verem os pompons — e o colorido — que ficou contrastando com o inverno muito gelado.

Enquanto Letícia fazia sua obra, várias pessoas paravam. O interessante era quem perguntava, a maioria os homens. Todos diziam para a dona da loja:

— Você vai tirar a noite, né?

— Que pena se levarem… Bem… Fazer o que né?

Bem, depois de todo esse relato, não posso mais dizer para vocês visitarem o colorido e nem os pompons, porque nesse fim de semana alguém que não sabe o que é arte, que não sabe o que é o colorido da vida, que não tem educação, depredou e arrancou tudo, deixando os pedaços de lã jogados, esquecidos no cordão da calçada.

Podem ter certeza que não foi nenhum morador de rua, pois estes, com seu infortúnio, sabem o que alegra seus olhos. É tão raro algo lindo exposto para eles, que cuidam e dão muito valor.

Isso foi alguém que tem uma vida com casa, roupa lavada, e família. Porém, sem educação e sem princípios.

Todas as pessoas que foram visitar a arte de Letícia na loja tiraram fotos para guardar como relíquia. Essas ficaram com as imagens da foto, mas quem só passou e não teve muito tempo para parar, vai ficar somente com algo registrado na memória.

Veja como era a obra:



Veja como ficou a arte após a depredação:


Moradores de rua com CEP fixo no Moinhos

23 de julho de 2012 4

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

É de conhecimento dos moradores do Moinhos de Vento que há um casal de mendigos com CEP fixo. Ali, entre as ruas Bordini e Dr. Timóteo eles residem conforme o sol e a marquise estejam à disposição.

Há um tempo atrás fiz uma pesquisa e descobri que ele é aposentado, tem família, mas não quer sair da rua. Dela não descobri nada. Porém, com o tempo ele se mostrou violento. Duas vezes ele tentou me atacar. Assim, do nada. Não contou que eu estivesse atenta e pronta para reagir. Depois disso passei a atravessar a rua para não me incomodar.

Mas há algumas semanas ele atacou duas senhoras com arma de ponta e foi controlado pelos seguranças da galeria em frente. Foi levado preso, voltou. Atacou novamente e foi levado.

Na terça-feira da semana passada, ao passar pela calçada, o vi novamente na rua, junto de sua companheira. Está muito magro e anda de forma catatônica, de um lado para o outro. Um senhor do bairro perguntou a ela sobre a situação e a resposta foi, com raiva: “O remédio é muito forte! Ele fica assim… É muito forte…”.

Fiquei com pena. Mesmo sabendo que corremos riscos com suas bebedeiras me deu pena perceber o descaso do poder público. Na situação em que este senhor está, ficar ali é um perigo a ele mesmo. O trânsito não perdoa. E penso, como será este tratamento? Quem ministra o remédio? Quem controla se tomou e se tomou corretamente? Que tipo de acompanhamento existe?

Não entendo, mas acho que o poder público poderia me explicar.

O que diz a prefeitura

“Para a Fundação de Assistência Social e Cidadania (FASC), a parceria da comunidade no sentido de contribuir para solução do problema que a cidade enfrenta com a situação de rua é preciosa. E, por solicitações da comunidade local, a equipe do Centro de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) já vêm realizando abordagens nesta região da cidade buscando a reinserção social destes porto-alegrenses em situação de vulnerabilidade, contudo sem sucesso. Abaixo o relato da técnica da Fasc. Destacamos ainda que o CREAS está à disposição da comunidade:

O senhor José Cesar Lamas possui atendimento desde 25 de agosto de 2005 pelo Atendimento Social de Rua (ASR). Referencia-se juntamente com sua companheira Maria de Lourdes na Avenida 24 de outubro e nos arredores do bairro. Em todas as tentativas de atendimento, ambos negam-se a acompanhar a equipe aos serviços de abrigagem, albergagem ou casa de convivência (Ilê Mulher ou Centro POP), pois alegam estar de ‘saída’ da rua.

Em 2005, quando abordados, José reclamava da prefeitura e do Estado pela falta de planos habitacionais para pessoas que moram na rua. À insistência da equipe para que busquem um espaço de proteção, José e Maria respondem que ‘não precisam de ajuda’. Percebeu-se que José busca seu sustento como catador de materiais recicláveis e que possui legitimidade na região onde se referencia pois ganha considerável ajuda da comunidade: roupas, comida, dinheiro,…

Nas demais vezes em que a equipe tentou aproximação, José e Maria sempre aludiam estar de partida: ‘estamos indo para praia’, ‘já nos inscrevemos no DEMHAB, vão nos chamar assim que nossa casa estiver pronta’.

Não obstante o ASR em 2007 solicitou que uma equipe de saúde mental, que possui atendimento a moradores de rua pudesse fazer uma avaliação a condição de saúde mental deste casal. Sabe-se que por um bom tempo a equipe do CAIS Mental 8 estabeleceu atendimento periódico na rua a Maria e José. O CAIS Mental 8 relata que o acompanhamento do casal foi interrompido pois não conseguiram evoluir no atendimento e perceberam que José e Maria não responderam positivamente a deixar o local.

Desde 2011, com a implementação da nova política de Assistência Social no Município o casal passou a ser atendido e acompanhado sistematicamente pelo serviço de abordagem social do Centro de Referência Especializado em Assistência Social — Núcleo Centro, Ilhas, Humaitá, Navegantes (CREAS — CENTRO). Retomamos o atendimento em parceria com a equipe de Saúde Mental (CAIS 8).

Por competência o CREAS Centro buscou a família de José César na expectativa de buscar uma forma harmoniosa a fim de que a família assuma os cuidados com José. Seus irmãos, junto com a equipe técnica do CREAS, construíram um plano de intervenção que previa em um primeiro momento uma internação a fim de iniciar medicação psiquiátrica e estabilizar o quadro de saúde mental de José César e posteriormente a família assumiria os cuidados.”

Serviço:

Solicitações de abordagem a adultos, crianças e adolescentes são recebidas pelo telefone (51) 3289-4994. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Para demais situações o telefone central da FASC é 3289-4900.

Centro de Referência Especializado de Assistência Social CENTRO, ILHAS, HUMAITÁ E NAVEGANTES

Rua Travessa do Carmo, 50. Cidade Baixa — Fone: (51) 3289-4990.

Secretariado das Nações Unidas vai destacar exemplo da Gonçalo de Carvalho

21 de julho de 2012 0

Por Paulo Renato Rodrigues, do Conselho de Blogueiros

O Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas vai destacar o exemplo da Rua Gonçalo de Carvalho, que foi a primeira via declarada patrimônio ambiental, em Porto Alegre. A entidade localizada em Montreal, Canadá, é uma das convenções que surgiu durante a Rio 92 e trabalha para que os países implementem medidas de conservação e uso sustentável da biodiversidade, bem como a repartição justa e equitativa dos recursos provenientes desses recursos naturais.

Dentro da Convenção existe um programa de trabalho que é responsável pela implementação da Convention on Biological Diversity (CDB) em nível de cidades e pela produção de uma publicação que objetiva analisar os impactos da urbanização sobre a biodiversidade. O título é Cities and Biodiversity Outlook e pode ser acessado pelo link . A matéria — que ainda será publicada — vai destacar “o impressionante exemplo de um ecolink natural urbano”, bem como valorizar o fato de que, a partir do inédito tombamento da Gonçalo de Carvalho, esse exemplo serviu para a aprovação da lei dos túneis verdes em Porto Alegre.

Cesar Cardia, do Blog Amigos da Gonçalo de Carvalho, que recebeu a comunicação, ficou surpreso com a notícia:

— Não sabemos como a preservação das árvores da Gonçalo chegou ao conhecimento do Secretariado, se foi por meio da mídia ou por informações de alguns de nossos amigos da rua no Exterior. Coincidência ou não, vale lembrar que o brasileiro Bráulio Ferreira de Souza Dias foi escolhido pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban-ki-moon, no início deste ano, para ser o secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), sucedendo o argelino Ahmed Djoghlaf.

Um local que fotografa sonhos

20 de julho de 2012 1

Por Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

Fui em busca da Micheli Karoly, pois ela me fotografou para a campanha da Revista Bendita e adorei a arte final das fotos. Sabia o endereço mais ou menos e fui em direção ao bairro Floresta, até a Rua Dr. Timóteo.

Quando ultrapassei a Rua Cristóvão Colombo e vi ônibus e caminhões estacionados, uns descarregando, outros parando para pegar passageiros, um posto de gasolina, quer dizer um caos, e nada se assemelhando com um local que satisfaz sonhos.

Desci e olhei em volta, quando me dei conta de uma janela grande com o nome da Micheli, parei e olhei o local incrustado em meio a um restaurante árabe e um posto de gasolina.

A recepção foi calorosa e aproveitei para conversar sobre a arte de transformar o sonho de alguém através das lentes de uma máquina de fotografia.

Micheli me contou que quando as clientes chegam, há um clima de vergonha no ar, mas durante a conversa ela vai incentivando poses e gestos, as pessoas vão se soltando e deixando aflorar o que está aprisionado nelas.

Não preciso dizer que, como boa geminiana que gosta de se expor e falar com todo corpo, resolvi tirar algumas fotos. Fiquei maravilhada com o resultado. Aquela sala completamente branca, com luzes, câmeras, fios, escada, tudo me deixou extasiada. De fato com o incentivo da fotógrafa, fui relaxando e me soltando para as fotos. Quando terminei, conheci o outro lado do estúdio onde trabalham seu marido Daniel Scherer e alguns funcionários que editam as fotografias.

A equipe faz fotos de eventos, mas Micheli prefere as fotos de estúdio, pois consegue captar o segredo das clientes através dos olhos que chegam sequiosos para liberar suas fantasias. Valeu!


ZH Moinhos circula nesta quinta-feira

19 de julho de 2012 2

O ZH Moinhos está nas bancas nesta quinta-feira e traz uma reportagem de capa sobre a caminhada noturna promovida pela nova associação de moradores do Floresta para alertar sobre os problemas do bairro. Eles contam que testemunharam casos de prostituição, acúmulo de lixo e falta de iluminação pública nas ruas pelas quais passaram.

Nas páginas centrais, saiba tudo o que você precisa saber sobre o descarte de seu lixo. O ZH Moinhos dá dicas de como separar, armazenar e disponibilizar os resíduos para coleta.

A seção de gastronomia apresenta a rede de fast food Balanceado, opção de cardápio saudável na praça de alimentação do Moinhos Shopping. Com a matéria, veja a receita e aprenda a preparar a salada carioca do Balanceado.

Na contracapa, a seção “O Nome” traz a história do nadador Sergio Cyrano da Paixão Schmitz, medalhista da equipe master do Grêmio Náutico União.

Carros estacionados nas calçadas do Moinhos

16 de julho de 2012 3

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

Diz um velho ditado que a educação é feita de exemplos. Pois é o que se percebe caminhando pelas ruas do bairro Moinhos de Vento. No afã de privilegiar o carro, lojistas esquecem que calçadas são feitas para pedestres.

Não bastasse o péssimo estado das calçadas, agora elas ainda precisam suportar os carros transitando em cima para estacionar. Enquanto isso, o pedestre luta para sobreviver, calado.


Assalto e rendição na frente de casa

13 de julho de 2012 0

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

Um casal assalta uma ótica, é rendido por seguranças em frente à loja da Claro e a anarquia se instaura no coração do Moinhos de Vento.

Detalhe: eram 9h40min e a pessoa aqui assistia à cena da janela, com uma xícara de café na mão. É… é sexta-feira 13!

Exposição fotográfica sobre Londres no Moinhos

13 de julho de 2012 0

A metrópole que vai sediar os Jogos Olímpicos e que acolheu Caetano Veloso há 40 anos (foi no exílio que ele produziu um disco ímpar, relançado agora), é tema da exposição fotográfica London Calling, do publicitário Alberto Meneghetti.

O coquetel de abertura da mostra, na próxima segunda-feira, 16 de julho, a partir das 19h, no 1º andar do Moinhos Shopping, terá som com toque londrino do DJ inglês Robin Clein, radicado na capital gaúcha e curador da mostra.

Pop, inquieta, contemporânea, diversa e com uma vida cultural multifacetada e invejável, Londres fica um pouco mais próxima da gente. O nome da exposição é inspirado na canção homônima da banda britânica de punk rock The Clash, formada em 1976. A música deu título ao terceiro álbum de estúdio do grupo, considerado uma obra prima, o melhor dos anos 1980 — na lista dos 200 definitivos do rock and roll hall of fame. O Clash fazia um som experimental, passou por vários gêneros musicais com letras politizadas e atitudes rebeldes.

Moradores realizam caminhada pelo Floresta

12 de julho de 2012 0

Moradores e comerciantes do bairro Floresta estão mobilizados para resolver problemas de acúmulo de lixo, falta de iluminação, perturbação pública e prostituição na região. Para chamar atenção a essas causas realizaram, na noite desta quinta-feira (12), uma caminhada pelas ruas do bairro. Nem a noite gelada afastou a determinação do grupo, de aproximadamente 30 pessoas.

— Vejo diariamente a insatisfação dos moradores que não conseguem dormir por causa do barulho ou comerciantes que têm seu negócio prejudicado por causa da prostituição. A melhoria desses aspectos é responsabilidade de todos — narra a proprietária de um brechó Helena Prates.

Os vizinhos também estão formalizando uma associação para trabalhar em prol daquela região, a Refloresta. A ideia é manter uma organização para desenvolver ações preventivas e soluções criativas de revitalizar da região. Representante da 4ª Companhia do 9º Batalhão da Brigada Militar, o sargento Diogo Duarte acompanhou a atividade e esteve atento às reivindicações do grupo.

— O bairro têm problemas que vêm se arrastando há mais de 20 anos. Nós fazemos o que está no nosso alcance — disse, justificando que há pouco efetivo e viaturas.