— Em comemoração ao aniversário de sete anos do caderno, retomamos o tema de uam reportagem publicada na primeira edição do caderno: a última casa residencial da Rua Padre Chagas
— O vizinho que ajuda a fazer o Cirque du Soleil
— Leitora reivindica equipamentos de ginástica no Parque Moinhos de Vento (Parcão), como o que existe no Parque Farroupilha (Redenção)
— Exemplo de civilidade: na página 7, reportagem mostra a história de Airton Santos da Silva, que varre diariamente um trecho da Rua Miguel Tostes, no bairro Rio Branco
— Na contracapa, conheça Cristiano Klaser, técnico de natação do Grêmio Náutico União e morador do Auxiliadora





O publicitário Solano Lucena mora no Alto Teresópolis, mas é assíduo frequentador do Parcão.
Úrsula Petrilli Dutra, servidora pública, bacharel em Direito e pós-graduada em Direito Público, é moradora do bairro Independência há 13 anos.
Para manter os leitores do blog em forma, a nutricionista Vera Lisboa dá sugestões e dicas de pratos especiais que encontra pela região.

João Victor Eltz da Silva tem 29 anos e sempre morou no Rio Branco. É publicitário e escreve sobre trânsito, obras viárias e urbanismo.
Professor de inglês, empresário e funcionário do Banrisul, Eduardo André Viamonte, 40 anos, mora na Avenida Cristóvão Colombo.
Morador da Gonçalo de Carvalho, Paulo Renato Rodrigues, 58 anos, é economista e consultor empresarial.
Simone Werlang Guardiola é publicitária e servidora pública federal. Mora no Moinhos desde 1972.
Mariano Marinho Christini 31 anos, mora da Rua Dr. Timóteo, em frente ao Parcão, e é administrador de empresas e gestor imobiliário.


Não só precisamos de equipamentos de ginástica, mas também de novas placas indicando os exercícios de alongamento e melhor sinalização dos percursos para corrida. Isso sem contar a iluminação, que simplesmente não existe. Dá medo de correr à noite. O Parcão está MUITO mal cuidado.