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Posts de junho 2013

Sábado tem arraial na Félix

28 de junho de 2013 0

Por Norah Dietrich, do Conselho de Blogueiros

Pipoca, quentão e som de quadrilha. O friozinho chegou e, com ele, a época das tradicionais festas juninas (e julinas!). Se você,  como eu, adora uma quermesse,  aqui está uma ótima dica: o Arraial da Félix!

Uma das calçadas mais famosas do bairro abrigará o evento, promovido pelas lojas Espaço Boho, Indiada, Budha Khe Rhi, Uruguay Store, Aragana, Chiquita Bacana, Histórias na Garagem e Los Corrales. Será a terceira edição do tradicional arraial, que iniciou em 2010, mas não foi realizado no ano passado.

De acordo com Ana Kanarzveski, da Espaço Boho, a calçada estará toda enfeitada com bandeirinhas para recepcionar os visitantes.  Entretanto, cada loja participante será responsável pela tematização e pelas atividades de seus estabelecimentos. Na Espaço Boho, por exemplo, será servido quentão e os descontos serão conhecidos por uma divertida pescaria.

Gostou? Então, prestigie! É neste sábado, 29 de junho,  a partir das 15h, na calçada da Rua Félix da Cunha, bairro Moinhos de Vento.

ZH Moinhos nas bancas

26 de junho de 2013 0

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, leia:

Reportagem aborda a situação de cada uma das três mudanças de trânsito que, juntas, devem mudar a cara do trânsito na região.

Leitor-repórter mostra como o Ánandam, um centro de ioga e de atividades culturais, presenteou a vizinhança na Ramiro Bareclos com uma arte em crochê.

Em artigo de leitor, a arquiteta e urbanista Caroline Kuhn sugere um projeto alternativo para a Rua Pinheiro Machado.

Nas páginas 4 e 5, saiba como funciona a discussão do novo Código de Posturas da cidade.

Na seção Blogueiros, Úrsula P. Dutra Christini chama a atenção dos leitores para que todos verifiquem se o lixo da coleta seletiva está tendo a destinação correta em seu prédio.

Sessentão bom de copo e de garfo – na seção gastronomia, conheça um pouco da história do restaurante Lourival e aprenda a receita do prato comemorativo Filé Lourival 60 Anos.

A incoerência dos cheiros

26 de junho de 2013 0

Por Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

Passei esses dias pelas ruas do Moinhos de Vento. Eu estava indo almoçar, mas ainda não tinha certeza de onde, pois temos aqui muitos restaurantes maravilhosos e de vários preços.

Seguindo pela Hilário Ribeiro, percebi de longe uma aglomeração de pessoas em frente a um dos restaurantes ali existente e ouvi uma pessoa dizer que a fiscalização tinha estado ali por oito vezes e ia embora porque tudo estava em ordem. Os clientes estavam reclamando que era um absurdo essas denúncias, tudo era muito bom e almoçavam ali já faziam muitos anos. Passei e percorri a Padre Chagas com atenção e olhando como se estivesse fazendo um “Uni Duni Te” para ver aonde ia me sentar.

No horário de almoço, essas ruas ficam lotadas de pessoas indo de um lado a outro para comer e depois para o cafezinho. Foi quando passei por um grupo de mulheres que diziam estar inebriadas pelo cheio vindo de um pequeno restaurante do bairro. Uma delas disse que dava vontade de desmaiar com o cheiro bom, e as outras riram.

Na Praça Maurício Cardoso, o cheiro vindo do restaurante me ativou as papilas da degustação, mas estava muito cheio, e segui em frente, pois naquele dia queria um local mais calmo para refletir sobre algumas coisas, e segui pela Tobias da Silva e vi a quantidade de opções que ali existem.

Nessa minha peregrinação intencional de procurar um local para comer, acabei sentindo cheiros variados e convidativos, sentei em um local mais calmo, pedi um prato e uma taça de vinho tinto para ficar saboreando aquela iguaria com calma e com prazer.

Conversando com o atendente mais tarde, perguntei para ele se ele já tinha se dado conta dos cheiros e aromas que o Moinhos exala no horário do almoço.

E, para a minha surpresa, ele disse que eu deveria ser poeta, pois eles recebiam muitas reclamações dos prédios à volta do cheiro emitido pelas chaminés altas — e dentro das normas da lei —, sorri, e ele continuou com sua explanação sobre os cheiros. Agradeci, me levantei e fui embora pensativa sobre os diferentes efeitos dos cheiros.

Assisti ao dvd “O Tempero da Vida” e fui tentar entender sobre cheiros, aromas e paladar, afinal, o filme fala da “canela doce e ardente como toda a mulher, pimenta picante e ardida como o sol e o sal utilizado para dar mais sabor à vida.”

Percebi, depois de assistir ao filme, que os sabores e aromas nos levam a viajar na imaginação, como a moça que disse que iria desmaiar com o cheiro, nos levam a procura de algo que não sabemos explicar no momento da procura, do prazer e do sabor que é um alimento bem temperado e feito com amor, pois os temperos orbitam na alma de quem cozinha, de quem cria algo para se degustar, provoca os sentimentos do paladar, do gosto pela vida.

Lembrei as pessoas em frente àquele restaurante que elas julgam maravilhoso, mas que tem gente que não suporta o cheiro dos temperos produzidos pelas suas misturas.

É, acho que devo ser uma poetisa como disse àquele atendente que conversei, pois sinto sabor e aromas entrando pelas minhas narinas e inundando minha alma de prazer. E vou continuar caminhando pelo Moinhos de Vento e sentir a variedade de aromas emitidos por seus restaurantes no horário do meio-dia e pensar novamente na incoerência dos cheiros para as pessoas.

O lixo que você separa

16 de junho de 2013 0

Úrsula P. Dutra Christini, do Conselho de Blogueiros

Você é daquelas pessoas que cuida da separação do lixo na sua casa? Lixo orgânico de um lado e o seco de outro? Você é daqueles que sente um peso na consciência em colocar a embalagem do xampu no lixo orgânico do banheiro, e depois acaba levando-a para o cesto do lixo seco?

Agora imagine que você faça toda a separação dos resíduos de sua residência, que em seu prédio há lixeiras plásticas devidamente identificadas e separadas, e há na sua rua dias e horários para a coleta domiciliar e seletiva realizada pelo DMLU, e que, apesar de tudo isso, aquele lixo seco que você separou está sendo recolhido junto com o orgânico. Você não sentiria um sentimento de frustração? Pois então, isso pode estar ocorrendo com você também.

Comecei a achar estranho quando a funcionária de nossa casa, ao levar o lixo para rua, deixava todos os sacos juntos. Pensei: como será que ela consegue distinguir qual é o seco e qual é o orgânico? Questionei-a e descobri que ela havia sido orientada pela funcionária do prédio a colocar diretamente na rua todos os sacos de lixo, porque na hora de recolher os garis fariam a separação. Mas, como assim, os lixos estão sendo misturados? Ou seja, a minha própria funcionária não estava utilizando as lixeiras do prédio para separar o lixo. E a funcionária do prédio estava misturando, novamente, todo o lixo que os demais condôminos também tinham separado.

O horário da coleta seletiva do lixo seco simplesmente não estava sendo respeitado pelo nosso prédio. Todo aquele cuidado em separar devidamente os resíduos estava sendo colocado “lixo” abaixo. Importante ressaltar que a coleta seletiva ocorre em 100% dos bairros de Porto Alegre, mas os garis não fazem a separação no momento de recolher. Eles coletam os sacos que estiverem disponibilizados pelos moradores nos horários pré-determinados. Para saber os dias e horários basta acessar o site do DMLU, ou ligar para o atendimento, 3289-6999. Nesse mesmo blog, já critiquei quem colocava lixo seco nas lixeiras automatizadas de lixo orgânico. Critiquei o vizinho e me esqueci de cuidar da minha própria casa. E você, tem certeza de que o lixo que você separa está sendo recolhido corretamente pelo DMLU?

Cronograma da coleta seletiva

Turnos:

Manhã: a partir das 8h

Tarde: a partir das 13h

Noite : a partir das 18h

Bairros

- Auxiliadora — quarta e sábado, pela manhã

- Bom Fim— quarta (tarde) e sábado (manhã)

- Farroupilha — segunda (tarde) e sexta (manhã)

- Floresta — quarta e sábado, pela manhã

- Higienópolis —terça e sexta, pela manhã

- Independência — quarta e sábado, pela manhã

- Moinhos de Vento — segunda e sexta, pela manhã

- Mont’Serrat — segunda e quinta, pela tarde

- Rio Branco — terça e sexta, pela tarde

- Santa Cecília — terça e sexta, pela manhã

- Santana — segunda (tarde) e sexta (manhã)

- São Geraldo — terça e sexta, pela manhã

Clique aqui para ler a relação completa do cronograma da coleta seletiva na Capital

O Lado B do Parcão

13 de junho de 2013 2

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

O lado B de um vinil sempre foi aquele onde os hits não estavam, mas com o tempo descobrimos que ali estavam os clássicos. Isso é papo de quem viveu a era do vinil na sua essência.

O Parque Moinhos de Vento para mim é assim. O Lado A sempre foi o do lago, do moinho, do estacionamento, da corrida e das crianças. Onde todos vão para ver e serem vistos e onde quase todos consideram apenas existir.

Mas, se você atravessar a avenida há outro o lado. Aquele que tem o esporte, os concertos comunitários de final de ano, onde os cachorros brincam livres e onde tem a escola. Esse é o Lado B.

Durante um tempo, ele foi mal cuidado. Seus canteiros não eram margeados, ali não tinha flores, poucas crianças brincavam nos clássicos brinquedos e onde os cachorros brincavam felizes, soltos. O Lado B do Parcão era a essência da liberdade canina.

No dia da foto fui levar minhas cachorras para passear. Estava frio e havia chovido no dia anterior. Percebi que tinha mudado. Os canteiros ganharam trato e mostravam seu resplendor, a grama foi cortada, as quadras estavam todas ocupadas, muitas crianças brincavam nos tradicionais brinquedos, outras muitas patinavam e um som me chamou a atenção. Não vinha de carro, era acústico. Neste dia o Lado B do Parcão ganhou trilha sonora de um músico que trouxe seu ensaio para o quintal. E, ao som de Beatles, a luz do final de um sábado de outono ganhou graça junto a felicidade dos cachorros.

O Lado B do Parcão já é um clássico.

Dia de ZH Moinhos!

12 de junho de 2013 0

No ZH Moinhos que circula amanhã, você encontra:

Reportagem sobre a Trinheira da Cristóvão. Retirada de divisória de túnel deve reduzir tempo de execução da obra e custos

Ezequiel Spacil Roehrs, novo comandante da 4ª Companhia do 9º Batalhão da Brigada Militar, vai focar o trabalho na análise das ocorrências da região. Com base nesses dados, ele irá realocar o efetivo. Além disso, Roehrs planeja implementar o policiamento a pé

O blogueiro Eduardo Viamonte escreve sobre o evento que reuniu milhares de pessoas no último sábado no Parque Farroupilha. O projeto busca chamar atenção para a segurança e para a ocupação de espaços públicos

Para iluminar a Redenção

11 de junho de 2013 4

Por Eduardo Viamonte, do Conselho do Blogueiros

Foram 10 horas de celebração. Às 19h do último sábado começaram os primeiros acordes de uma das muitas – e qualificadas – apresentações artísticas. E já beirava as 5h, quando Guilherme Motta, Denis Cruz e Rodrigo da Rosa Apolinário encerravam seu show que, por aproximadamente quatro horas, embalou o público com muita MPB e samba, na segunda edição do Serenata Redenção Iluminada – um dos muitos focos de música formados no Parque Farroupilha. Velas, lanternas, vinhos, petiscos e instrumentos eram vistos nas rodas de amigos pelos gramados.

Nesse espaço iluminado, os milhares de participantes clamaram por segurança e pelo direito de ocupar os espaços públicos. Destacaram-se o concerto da Orquestra Jovem do Estado, o reggae pulsante da Miltu’s Monstro Band e o Mani Mani. O público também apreciou as coreografias de Cadica Danças, o talentoso trabalho autoral de Marcelo Fruet e os Cozinheiros e o som instrumental de qualidade de Sapo Jones & Coiote Bill. Vi também muitos malabares iluminados, clowns, afeto da galera com cartazes de “abraço grátis” e o microfone do coletivo R.U.A. para a declamação de poemas.

A organização da Serenata foi feita pelo Facebook, de forma descentralizada, com amigos convidando amigos, por iniciativa da plataforma digital PortoAlegre.cc. As manifestações artísticas foram todas auto-organizadas. Tudo fluiu sem incidentes, com discreta presença da segurança pública. Um ponto a melhorar, no entanto, foi a quantidade de lixo deixado no local.

A ocupação ocorre em um momento em que a população discute o novo Código de Convivência Urbana da cidade. O objetivo final é entregar a minuta de projeto de lei à Câmara Municipal de Vereadores em novembro, e incorporar ao cotidiano de Porto Alegre práticas voltadas a uma pedagogia de cuidado com o outro e com a cidade. O cidadão pode colaborar participando de audiências públicas e encontros em ambiente aberto, esses organizados pela plataforma colaborativa PortoAlegre.cc e Lung. Os porto-alegrenses também podem enviar sugestões para o blog da Convivência Urbana.

ZH Moinhos nas bancas

05 de junho de 2013 0

No ZH Moinhos que circula amanhã, você confere: Na capa e na página 2, reportagem sobre a abertura da Rua Pinheiro Machado, com texto do blogueiro Paulo Renato Rodrigues, um mapa de como deve ficar o trânsito e um histórico da questão.  Vote na enquete que criamos em nosso perfil do Facebook ou mande a sua opinião sobre a mudança no trânsito para moinhos@zerohora.com.br, com seu nome completo.

Na página 7, publicamos um artigo de Magda de Almeida sobre o ato de envelhecer.

Na contracapa, conheça a história do morador do Rio Branco Peter Hans Sternberg, que foi cônsul da Holanda no Rio Grande do Sul.

Boa leitura!

A polêmica abertura da Pinheiro Machado

03 de junho de 2013 7

Por Paulo Renato Rodrigues, do Conselho de Blogueiros

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) vem, há tempos, realizando uma série de intervenções no trânsito do bairro Moinhos de Vento e adjacências. Assim foi com a inversão de mão da André Puente e a liberação nos dois sentidos da rua Tiradentes.

Para este mês, está prevista a mão inglesa no entorno da Praça Júlio de Castilhos, permitindo que os motoristas que estão na Rua 24 de Outubro e precisam ingressar na Mostardeiro possam fazer o retorno pela esquerda sem ter de ir até a Ramiro Barcelos. Outra alteração prevista, ainda sem data para ser implementada, é na Tobias da Silva, que terá o sentido invertido da Félix da Cunha até a Quintino Bocaiúva.

Mas a mais polêmica de todas as mudanças voltou à pauta da EPTC, segundo o seu presidente, Vanderlei Cappellari. Trata-se da abertura da Rua Pinheiro Machado na esquina com a Independência.

– É fundamental para completar as alterações para escoar o trânsito no bairro – considera Cappellari.

Cappellari afirma ainda que, com a abertura da Pinheiro Machado, os motoristas poderão entrar à esquerda na via, facilitando o acesso à Gonçalo de Carvalho, Ramiro, Farrapos e demais ruas do bairro, sem a necessidade de ir até a Praça Júlio de Castilhos para fazer o retorno. Isso resolve um crônico problema do trânsito da região, minimizando o problema da proibição de dobrar à esquerda na Garibaldi.

O tema é polêmico, pois os moradores sempre resistiram a qualquer alteração, alegando que a rua perderia suas características, transformando-se em um “corredor de passagem”. No passado, os moradores fizeram intensa mobilização política, colheram mais de mil assinaturas e evitaram a abertura. E agora? O que é melhor para o trânsito na região? A polêmica está de volta.

O ZH Moinhos gostaria de saber a sua opinião sobre o tema. Você é a favor ou contra? Por quê? Envie sua resposta, com nome completo, para moinhos@zerohora.com.br