Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts de setembro 2013

Executivos da SAP virão a Porto Alegre para impulsionar o Quarto Distrito

17 de setembro de 2013 1

Reorganizar o Quarto Distrito, sob a ótica urbana e econômica, tem sido o alvo de encontros quinzenais no Nós Coworking, uma área de escritórios e cocriação instalada no Shopping Total.

Quarto-Distrito

 O extinto cinema Talia e, ao fundo, o prédio da Sociedade Gondoleiros,
com a gôndola no topo, na área do Quarto Distrito. 

– Estamos reunindo desde a comunidade que reside na região até pessoas criativas de diferentes disciplinas para repensar o bairro. Neste contexto, idealizei um projeto para criação de um quadrilátero geográfico nesta região, voltado à economia criativa, batizado de Porto Criativo.

> Curta o ZH Moinhos no Facebook

Walker acredita que a região tem potencial para se tornar um novo polo de economia criativa, tal qual ocorreu em Barcelona, Lisboa e tantas outras regiões que reaproveitaram sua história e cultura fabril para se reinventaram, tornando-se polos criativos com grande força econômica e turística.

–  Em julho, apresentei o projeto à multinacional SAP, que, por sua vez, anualmente elege projetos de interesse social e inovador para serem trabalhados por seus principais CEOS. O Porto Criativo foi um dos eleitos. Assim, receberemos em outubro, no Nós Coworking, um time de CEOS internacionais que vão colaborar com seus conhecimentos para que o tão antigo sonho de reocupar inteligentemente esta região se torne realidade – conta o empresário.

A região que recebia, no século 19, imigrantes alemães que foram se estabelecendo na Avenida Voluntários da Pátria, cresceu até se tornar a zona industrial da cidade. O Quarto Distrito foi o local escolhido por Brahma, Gerdau, A. J. Renner, Fiateci, entre tantas outras, para instalarem suas fábricas. Foi, também, a área que abrigou os operários e suas famílias.

A divisão de Porto Alegre em seis distritos foi instituída em 1892 – o primeiro corresponde ao atual Centro Histórico, e os demais se espalhavam nas direções norte, leste e sul.

Cabos ecológicos na Gonçalo: o fim da novela

16 de setembro de 2013 6

Por Paulo Renato Rodrigues, do Conselho de Blogueiros

Finalmente, um velho problema dos moradores da Rua Gonçalo de Carvalho pode estar sendo resolvido. No último domingo, das 13h30min às 19h, os moradores daquela que é considerada a rua mais bonita do mundo novamente ficaram sem energia elétrica, mas, desta vez, por um bom motivo: a CEEE finalmente providenciou a troca dos cabos ecológicos de alta tensão da rede, inclusive com a colocação de espaçadores losangulares, que constituem a tecnologia mais moderna no ramo.

Arquivo pessoal

Esses cabos são protegidos, possuindo um revestimento mais forte e especial na rede, utilizado onde a arborização entra em conflito com a fiação elétrica, impedindo a queda de energia, além de evitar as podas nas árvores. Os cabos anteriores já estavam bastante desgastados, pois foram instalados de forma inédita como experimento em 1980. Também foi substituída a fiação da baixa tensão para uma rede isolada.

> Curta o ZH Moinhos no Facebook

O tema das constantes faltas de luz nessa rua e a luta dos moradores foi exaustivamente abordado neste caderno e neste blog (como no meu post de junho de 2011), sendo inclusive tema central de reportagem na edição de 17 de julho de 2008. Em outubro de 2009, a associação dos moradores entregou um abaixo assinado para a direção da CEEE, pedindo a solução do problema. Demorou, mas veio. Muito contribuiu para isso, além é claro da mobilização da associação dos moradores, a melhoria na capacidade de investimento da CEEE.

Arquivo pessoal

Mais respeito aos pedestres

16 de setembro de 2013 7

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

Simone2

Instalar-se comercialmente no bairro Moinhos de Vento requer classe e comprometimento com o nível do bairro. Não é o que vemos nas fotos acima e abaixo.

Não bastasse ter se estabelecido aqui já demarcando sobre a calçada um espaço para estacionamento, agora somos obrigados a conviver com esta poluição visual.

Por favor, procurem outra forma de vender seus produtos e respeitem o pedestre e o bairro em que se estabeleceram. A comunidade agradece.

Somine1

 

CONTRAPONTO

A Divisão de  Fiscalização da SMIC  fez, hoje (30/09),  uma inspeção no estabelecimento  cadastrado como  “Ortobom comércio de colchões”, localizado na Rua  24 de Outubro, nº 900, bairro Moinhos de Vento.  Como havia  produtos sobre o passeio público dificultando a passagem de pedestres, foi emitida  uma notificação de irregularidade  por desrespeito ao “Artigo 18, Inciso IX, da Lei Complementar n.º 12/75.  O responsável pela loja retirou os colchões da calçada. Quanto ao estacionamento de veículos sobre o passeio público, a competência é da EPTC.

Gravação na Auxiliadora

13 de setembro de 2013 0

Por Mariano Christini, do Conselho de Blogueiros

Arquivo pessoal

Hoje pela manhã, grande parte dos estacionamentos estavam com cavaletes e fitas, proibindo assim, o estacionamento de carros na rua. Pensei que teríamos arrumação na rua, ou tubulações do DEP.
Um pouco mais tarde quando passei novamente, na esquina da Rua Doutor Freire Alemão com a Rua Felipe Neri, estava com muitas vans e caminhões de equipamentos de filmagens.
Perguntei a um dos seguranças, e o mesmo me respondeu que era uma filmagem para a RBS TV. Fiquei muito contente, pois pelo que estou percebendo, os entornos do Moinhos de Vento também estão sendo valorizados, e são, cada vez mais, conhecidos por mais gente.

Após pontos do PoaBike, Bom Fim ganhará ciclovia

11 de setembro de 2013 0

Por Matheus Beck

Pelo menos três ruas do Bom Fim terão espaço exclusivo para a circulação de ciclistas até o final do ano. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) negocia com moradores e comerciantes a implantação de 1,7 quilômetro de ciclovia na região. As obras estão previstas para começar em outubro.

> Leia o post do blogueiro João Victor Eltz sobre andar de bike na Vasco da Gama.

> Curta o ZH Moinhos no Facebook

Serão construídas pistas nas ruas Vasco da Gama e Irmão José Otão, entre a Miguel Tostes e a Barros Cassal, em um trecho de 1,1 quilômetro. Elas serão conectadas à Osvaldo Aranha pelas vias General João Telles e Barros Cassal, com cerca de 300 metros em cada uma. As faixas ficarão à esquerda das pistas, no lado oposto a paradas de ônibus, pontos de táxi e contêineres. Pontos de estacionamento serão diminuídos ou retirados para facilitar a passagem dos ciclistas.

trajeto-ciclovia
– Isso tem de ser preservado: gente na rua. Temos de dar qualidade para que as pessoas possam frequentar o comércio do bairro – afirma o gerente de projetos de mobilidade da EPTC, Antônio Vigna.

Ele e a chefe da equipe de cicloviários da EPTC, Lúcia Maciel, explicam que o trajeto acaba na Redenção por ser um local seguro para a circulação de bicicletas. O início a uma quadra da Goethe é atribuído a um “nó técnico”, pois a via é mais estreita nesse local. Uma futura ligação com a avenida deve ser feita pela Cabral.

A falta de comunicação entre os trechos de ciclovia desagrada a urbanista Renee Nycolaas. Holandesa e moradora do Bom Fim, o que lhe preocupa é a falta de continuidade entre as pistas que, se, por um lado, incentivam o uso das bikes, por outro, inibem as pessoas de sair devido à falta de segurança:

– Quem anda nas ciclovias ou continua em uma rua que não está preparada para ciclistas, no meio dos carros, ou para de andar. Tem de ser feito também esse trecho da Goethe, senão, vai gerar mais perigo do que há hoje.

A ciclovia também dará estrutura para o uso das estações de bicicletas de aluguel (confira os pontos em funcionamento na região no mapa abaixo). O trajeto no Bom Fim faz parte da primeira rede prevista no Plano Diretor Cicloviário, que prevê 24 quilômetros de ciclovias na cidade até o fim do ano.

Para saber mais sobre as estações de aluguel de bicicletas e conferir os pontos em toda a cidade, acesso o site do PoaBike.

matheus.beck@zerohora.com.br

Estacoes-aluguel

 

Pedalando pela Vasco da Gama

11 de setembro de 2013 0

Por João Victor Eltz, do Conselho de Blogueiros

Usuário de bicicleta que sou, passei a utilizar diariamente o trecho da Vasco da Gama entre a Mariante e a Garibaldi para facilitar o deslocamento de forma mais rápida e saudável. Na ida, no mesmo sentido dos carros, o estreitamento e alargamento da rua é o grande inimigo _ difícil não estar sujeito a colisões com os veículos. Na volta, fica impossível. Além de ser ilegal andar na contramão, é inconsequente e perigoso. Sendo assim, é comum vermos nas calçadas pedestres e ciclistas disputando espaço.

Dia desses, no cruzamento da Vasco com a Santo Antônio, um motorista freou em cima de mim sobre a faixa de segurança e me atingiu lateralmente. Por sorte, consegui me equilibrar a tempo de não cair da bicicleta. Já sabia e procurei me informar com a EPTC sobre a implantação da ciclovia prevista para o trecho. Contudo, surgiu uma dúvida: por que não ligar a Vasco da Gama desde a Mariante/Goethe, e sim só a partir da Miguel Tostes? É um pequeno trecho a mais que seria importante e favoreceria o pessoal da região. E a ligação entre a Cabral com a São Manoel, é possível?

Essa importante obra qualifica e incentiva o uso da bicicleta na região. O que a prefeitura está esperando, que morra alguém ou que as pessoas desistam do transporte fácil e ecológico? Precisamos com urgência desta obra. A região é plana e liga bairros de grande movimentação cultural e de lazer. O que falta para começarem os trabalhos? E por que ela não está prevista para iniciar na Mariante?

Cidade para os carros ou para as pessoas?

11 de setembro de 2013 1

Artigo do leitor de Cesar Cardia, sócio-benemérito da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi)

No momento que atingimos o limite de 400ppm (partículas por milhão) de gás carbônico na atmosfera, perdemos mais uma batalha para os carros… Todos sabem que existe uma demanda reprimida, veículos que não circulam por nossas ruas já estão entupidas de veículos. Quanto mais dermos espaços para eles, mais carros entrarão em circulação e isso não desafogará o trânsito caótico. Ao contrário, só piorará o quadro. Por isso, muitas cidades estão reduzindo a quantidade de pistas e evitando veículos em algumas regiões, especialmente nas zonas centrais.

Pinheiro-machado

Smov iniciou abertura da calçada da Pinheiro Machado nesta quarta-feira

Em Porto Alegre, diziam, desde o início das atividades do Shopping Total, que o acesso à Rua Pinheiro Machado pela Avenida Independência seria reaberto. Isso permitiria que mais carros pudessem ter acesso ao shopping, vindos da Independência, um acesso que está bloqueado há mais de 25 anos.

Em 2010, nas primeiras reuniões do Fórum da Região de Planejamento 1 (RP1) participaram dois representantes de moradores da Rua Pinheiro Machado — Leon Hernandes e Maria Alice Kauer — solicitando apoio contra a abertura da via onde residiam. Suas justificativas foram acolhidas pela imensa maioria dos delegados e conselheiros do RP1, queriam preservar a qualidade de vida, própria da região, evitando que a pequena rua se transformasse em corredor de veículos que se dirigiam ao shopping.

Existem muitos idosos residindo na rua, e ela fora escolhida por essas características que estão sendo ameaçadas. A Amabi também foi contra a abertura, mas a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), que desejava implementar a mudança, simplesmente não compareceu. Outros representantes da prefeitura que foram à reunião disseram tratar-se de assunto da EPTC.

Recentemente, foi noticiada a imediata abertura da rua, como algo já definido pela prefeitura. A justificativa é de aliviar o congestionamento de trânsito na Independência e na Ramiro Barcelos. Vale lembrar que, em reunião para tratar da inversão de tráfego nas ruas Santo Antônio e Garibaldi por motivo de obras no Túnel da Conceição não foi dito que, com a proibição de conversão à esquerda na Garibaldi, todos os veículos que pretendiam acessar a Cristóvão Colombo teriam de contornar a Praça Júlio de Castilhos para acessar a Ramiro, que já tinha trânsito pesado. Antes da inversão, os veículos podiam entrar à esquerda na Santo Antônio. Disseram que era uma emergência e que depois de um ano de obras no túnel, tudo voltaria a ser como antes, mas isso não ocorreu. Santo Antônio e Garibaldi continuaram com o fluxo invertido, e o trânsito na praça e na Ramiro só tem piorado.

Se a EPTC quer reduzir a quantidade de veículos na Independência em direção à praça, teria de oferecer uma opção aos que pretendem descer a Ramiro, como era com a Santo Antônio, e isso não ocorrerá com a abertura da Pinheiro Machado, pois a rua tem apenas três quadras e será um grande problema tentar acessar a Ramiro Barcelos pela Tiradentes. Nem esses argumentos nem o abaixo-assinado dos moradores com mais de 1,5 mil nomes contra a abertura da Pinheiro Machado convenceram o Executivo.

Em 27 de agosto, uma reunião promovida por Amabi e prefeitura tratou do assunto com a comunidade. Até a Amabi, atualmente, é a favor da abertura. Eu, como sócio benemérito da Amabi, reafirmei minha posição contrária, pois os argumentos apresentados não foram convincentes. A abertura da rua causará mais problemas à região, hoje um ponto turístico por causa da Gonçalo de Carvalho, e também para a qualidade de vida das pessoas em detrimento de possíveis benefícios ao trânsito. O vice-prefeito Sebastião Melo disse que a Pinheiro Machado seria reaberta para teste por 90 dias, e os resultados seriam avaliados e rediscutidos. O grande problema é que, em Porto Alegre, o provisório quase sempre passa a ser “definitivo”.

ZH Moinhos nas bancas

04 de setembro de 2013 0

Destaques da edição desta quinta-feira:

Capa-luz

Luz nas calçadas da fama – Vias do Moinhos de Vento vão ganhar novos postes de iluminação. A reportagem foi sugerida no Café ZH.

Começa reconstrução de muro da Álvaro Alvim – Smov anuncia início das obras para construir estrutura para repor uma que foi demolida, por risco de queda.

O Rio Branco sem Barilla – A homenagem de Carla Haas Rosito à Barrila, labrador de sua família, também foi sugerida no Café ZH.

Passeio guiado pelo Floresta

04 de setembro de 2013 3

Por Lu Kolesny, do Conselho de Blogueiros

Participei no final de agosto de uma caminhada pelo bairro Floresta, denominada Expedição Floresta, promovida pela UrbsNova, Agência de Inovação Social, com apoio do Grupo Refloresta e Nós Coworking. Fomos guiados por Jorge Piqué, da UrbsNova. O ponto de encontro foi a Casa da Música, localizada na Rua Gonçalo de Carvalho. Aliás, aqui vai uma das lições que aprendei na atividade: o bairro chama-se floresta, pois era composto de muitas árvores, e os imigrantes iam à região colher lenhas.

Passamos por diversos locais e a cada parada, recebemos uma explicação detalhada sobre o local. Confira os pontos pelos quais passamos:

Gonçalo

– Rua Gonçalo de Carvalho

Shopping Total

– Shopping Total – Fomos recepcionados pela Fernanda Fogliati, supervisora de relacionamento do Shopping Total, junto à Alameda das Artes, onde ela contou algumas curiosidades sobre o estabelecimento. Vocês sabiam que a caldeira original ainda se encontra no prédio central, em frente à Cristóvão Colombo? Há também túneis subterrâneos, que seriam destinados a estocar carvão. Parte desses túneis está sendo reformada para abrigar uma cantina italiana. No prédio do meio, também junto à Cristóvão, funciona em seu último andar, uma empresa Nós Coworking, que oferece local pra conferências, ambiente de trabalho, sala de reuniões além de local para espetáculos, teatro e cursos.

Tanguera2

– Tanguera Estúdio de Danza – Localizada na Rua Comendador Coruja, 380. Houve uma pequena demonstração da dança portenha ao nosso grupo.

Theodor Wiederspahn

– Casa do arquiteto alemão Theodor Wiederspahn – Rua Comendador Coruja, 277. Em 29 de novembro de 1993, a casa foi tombada pela prefeitura de Porto Alegre.

Geyer

– Laboratório Geyer – Localizado na Rua São Carlos com Rua Pelotas, foi fundado em 1929 por médicos gaúchos com o propósito inicial de realizar pesquisas na área médica. O prédio na São Carlos é de 1935.

Santa Terezinha

– Igreja Santa Terezinha – localizada na Ramiro Barcelos, 386. Nasci e me criei em Porto Alegre, mas confesso que nunca tinha entrado nessa igreja. Quem não conhece, tem de conhecer. Foi como um amor à primeira vista. A igreja é linda, divina, maravilhosa. Há dois painéis de Locatelli , um mais lindo que o outro. Seu interior também é lindo. Um lugar abençoado mesmo. Fiquei fascinada com o que vi. Pretendo voltar lá mais vezes pra admirar tanta beleza. O arquiteto Lucas Volpatto guiou a visita e nos falou também sobre um projeto social que deu certo. É o grupo de apoio Acolher, criado para recuperação de usuários de crack e álcool.

Hostel

– Porto Alegre Hostel Boutique – O proprietário Carlos Augusto Alves nos ofereceu água, café, chá e biscoitos caseiros deliciosos, feitos pela cozinheira de lá.

Brechó

– Brechó da São Carlos – Funciona todas as tardes de sábado, entre as Ruas Comendador Azevedo e Gaspar Martins, das 11h às 19h.

– Praça Bartolomeu de Gusmão, também conhecida como Praça Florida – Funciona ali a escola municipal de educação infantil Meu Amiguinho. A praça recebe, às terças, uma feira modelo, com dezesseis bancas, das 15h às 20h.

– Ateliê Strey – Vi ali, em Lucas Strey, um rapaz bem jovem, um grande talento. Me encantei com suas esculturas e com o tamanho pequenino dos materiais com que trabalha. Parabéns, garoto. Tens um belo e talentoso caminho pela frente.

Eu não pude concluir a caminhada, que já estava perto do fim. O grupo depois visitou o projeto Vila Flores, em dois edificíos dos anos 20, do conhecido arquiteto José Lutzenberger, pai do ecologista, o antigo Moinho Germani, dos anos 30, e a antiga Importadora Americana, dos anos 50.

Fica aqui registrada a minha intensão de passear pelo bairro em outras oportunidades, porque só assim ficarei sabendo da história da região que tão bem me acolheu, onde me sinto tão bem, e espero me sentir melhor ainda, à medida em que o mesmo volte a crescer, gerar empregos e rendas, dando oportunidade a outras pessoas de também conhecerem as entranhas da Floresta.

Saiba mais sobre o passeio no site da UrbsNova