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“Vamos acompanhar a abertura da Pinheiro Machado para avaliar a eficácia”, afirma Vanderlei Cappellari

07 de novembro de 2013 2

Por Paulo Renato Rodrigues, do Conselho de Blogueiros

PINHEIRO 009

No final da semana passada, entrevistei o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, em busca de detalhes a respeito da abertura da Rua Pinheiro Machado, um tema que é polêmico entre moradores dos bairros Independência e Floresta. Questionei, por exemplo, sobre a possibilidade de serem instalados semáforos nas esquina da André Puente e Gonçalo de Carvalho, e se há perspectiva de reversão de alguma mudança prevista ou já realizada. As respostas você confere a seguir, na entrevista feita por e-mail.

> Leia mais sobre a abertura da Rua Pinheiro Machado, marcada para a manhã desta sexta-feira.

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ZH Moinhos – O que representa essa mudança no contexto do trânsito da região? 

Vanderlei Cappellari – Representa maior facilidade para a circulação dos moradores e serviços instalados na região. Atualmente, quem vem do Centro e quer chegar às ruas Gonçalo de Carvalho ou André Puente precisa contornar a Praça Júlio de Castilhos, passando por três semáforos. Com esta nova possibilidade, simplificamos o acesso ao bairro, e aliviamos o cruzamento da Ramiro Barcelos, com a Independência e com a 24 de Outubro.

ZH Moinhos – Como ficará o estacionamento de carros na Independência e na Pinheiro Machado? Há perspectiva de instalação de parquímetros nessa rua e no seu entorno?
Cappellari – Na Avenida Independência, foram removidas, aproximadamente, 20 vagas da Área Azul Eletrônica, e na Rua Pinheiro Machado foi proibido o estacionamento apenas de um lado da rua. A ideia é equilibrar uma melhoria na circulação para o bairro, permitindo o estacionamento onde é possível, pelas próprias características do bairro. Estamos licitando a gestão da Área Azul. Também estamos realizando estudos e, após a abertura da Pinheiro Machado, concluiremos a avaliação de todo o entorno.

ZH Moinhos – Com o aumento do fluxo, o que inevitavelmente ocorrerá na Pinheiro Machado, há planos de colocação de sinaleiras nas esquinas com a André Puente e Gonçalo de Carvalho?
Cappellari – Não foi prevista a instalação de semáforo, porque o volume não é representativo para este equipamento. Mas está sendo implantada sinalização ostensiva nestes cruzamentos, com placas de “pare”, com legendas pintadas no pavimento e linhas de canalização, um reforço de sinalização para melhor entendimento pelos condutores e pedestres. A equipe de engenharia e os agentes estarão monitorando todas as intervenções implantadas, e farão ajustes, se necessário.

ZH Moinhos – Há perspectiva de alguma reversão no conjunto de intervenções que já foram e estão sendo realizadas?
Cappellari – Conforme enfatizamos nas reuniões com a comunidade, vamos acompanhar e monitorar para avaliar a eficácia desta pequena intervenção, e ajustar ou alterar o que for necessário.

ZH Moinhos – Como foi suportar a pressão para que isso não acontecesse?
Cappellari – Em qualquer intervenção viária, sempre temos posições favoráveis e contrárias, e elas variam de acordo com os interesses individuais. Nossa função, enquanto órgão gestor, é propor medidas que melhorem e equilibrem a mobilidade, sempre priorizando a segurança viária e qualificação coletiva da cidade. Tivemos espaço na região para apresentar todos os nossos dados de contagens, de volumes de tráfego, das conexões estratégicas que existem nesta região da cidade, de problemas que estávamos enfrentando (o nó da 24 de Outubro) e um ótimo ambiente para debater, ouvir opiniões e sugestões dos moradores e das empresas instaladas no bairro. Esta troca permitiu a construção de solução mais racional e com informações simultâneas.

Comentários (2)

  • Cesar diz: 8 de novembro de 2013

    Conversa fiada da EPTC…
    Todos sabemos que em Porto Alegre o “provisório” vira “definitivo”. Sobre a eficiência da EPTC, ninguém precisa acompanhar mais nada para fazer uma avaliação.

  • Marilia Costa Cardoso diz: 10 de novembro de 2013

    Foi a pior forma de resolver problemas…Quanto menos os carros ficarem na rua melhor, assim nem contorno na praça Júlio nem esta entrada forçada. Tem que fazer o que é lógico , colocar esta “dobrar a esquerda” , como era, na Santo Antônio. E quanto o provisório, não dá para acreditar, pois apesar do perigo que sofrem os moradores da Rua Garibaldi com Av. Independência , nada foi feito e o provisório virou permanente. Quando perguntei a um azulzinho, se aquela câmara não registrava os infratores que faziam esta “dobra”, ele disse que ela não funcionava e perguntei porque ele não estava multando ele não respondeu…ficou ali,vendo as pessoas gritarem e se arriscarem e nada…nada..

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