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DMLU alerta que não existe taxa de lixo reciclável

Roberto Azevedo, assessor de imprensa do DMLU, responde ao post “Você acha justa a cobrança do imposto do lixo reciclável?”, da nossa blogueira Simone Guardiola dizendo que não existe taxa de lixo reciclável em Porto Alegre.

Segundo Azevedo, não há imposto sem aprovação na Câmara de Vereadores. E um imposto aprovado só pode entrar em vigor no exercício do ano seguinte. Se alguém não ouviu falar de algo sequer semelhante até o final do ano passado, trata-se de um golpe.

O DMLU pede aos contribuintes que não paguem tal taxa e informem o órgão sobre a cobrança indevida.

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Você acha justa a cobrança do imposto do lixo reciclável?

Por Simone Guardiola

Eu, que sempre reclamo da situação do lixo, da falta de lixeiras pelos condomínios e comércio, da falta decompostura e bom senso de pessoas que deixam lixo nas ruas, da coleta seletiva feita em horários que seres humanos normais estão trabalhando e que dificultam a vida de quem mora em edifícios sem zelador, recebi um carnê de pagamento. Sim! Um carnê de pagamento de coleta seletiva – coleta anônima e sem aviso adequado, como sabemos.

A prefeitura, além de cobrar a coleta do lixo, junto com o IPTU, resolveu classificar o lixo e agregar mais um imposto. O valor? R$ 220,46 ao ano, com desconto, que podem ser pagos desde fevereiro de 2010 até janeiro de 2011. Eis mais um serviço que não é competente, mas cobrado.

Não vou pagar à vista. Vou pagar por mês. Isso me custa muito, pois tenho que dispender tempo em filas de banco, mas não vou dar aquilo que não é feito corretamente antecipadamente. Uso apenas uma forma de contestação. Se isso fosse feito adequado e corretamente eu não precisaria reclamar tanto!

Somente eu? Não. A Marilia, colega blogueira do ZH Moinhos, reclama igual. Assim, 24 de Outubro e Independência sofrem do mesmo mal. Não é implicância. É realidade.

E, se o recolhimento for inadequado, posso deixar de pagar naquele mês? Assim funciona na iniciativa privada. A fiscalização deixa a desejar e devia financiar o recolhimento do lixo. As multas aos que não tem bom senso deviam também subsidiar a coleta. A prefeitura nos deve. E, quem paga a conta somos nós.

Quem recebeu este carnê de pagamento, acha justo, acha devido, acha merecido?
Respondam sinceramente.

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Programe a folia de Carnaval em Porto Alegre

Você já sabe onde pulará o Carnaval? Os clubes da região de cobertura do ZH Moinhos programaram festas infantis e adultas para quem gosta de curtir a folia sem sair do bairro. Confira a programação e agende-se:

Carnaval infantil da Sogipa – Festa em 13 de fevereiro, das 16h às 20h, no Salão de Festas e Eventos da Sogipa. A banda Trilha Musical está confirmada para tocar as músicas e animar a criançada. Haverá eleição da melhor fantasia (feminino e masculino) nas categorias luxo e originalidade. A idade máxima para participação é de 15 anos. Os ingressos estão à venda, na secretaria administrativa (Rua Barão do Cotegipe, 415). Para sócios, a entrada é franca. Não-sócios de até cinco anos não pagam ingresso. Entre seis e 12 anos pagam R$10 e acima de 13 anos pagam R$ 20. Informações: 3325-7236.

Folia do Momo –  Pela 7ª vez, os clubes Caixeiros Viajantes, Farrapos e Lindóia Tênis Clube realizarão o projeto Estação Folia, que consiste em três bailes adulto de carnaval, além de bailes infantis. Os associados dos três clubes têm entrada franca nos bailes, associados de clubes conveniados têm 50% de desconto, titular do Clube do Assinante ZH e acompanhante tem 20% de desconto. O ingresso para custa R$ 20 para cada baile adulto. Na segunda-feira, dia 15, o Caixeiros Viajantes recebe os foliões à beira das piscinas. O baile se inicia às 23h. Já as matinês infantis acontecem no domingo, dia 14, das 16h às 20h, Os ingressos podem ser adquiridos na secretaria do Caixeiros (Rua Dona Laura, 646).

Carnaval infantil no União –  O Grêmio Náutico União (GNU) realiza seu baile de Carnaval infantil nesta segunda, dia 16, no Salão de Festas da sede Alto Petrópolis, das 16h30min às 20h30min. A festa terá concurso de fantasias para crianças de 2 a 12 anos, brincadeiras e a animação da banda Os Magnatas. Os ingressos estão à venda nas secretarias das sedes Alto Petrópolis (Avenida João Obino, 300) e Moinhos de Vento (Rua Quintino Bocaiúva, 500). Integrantes do Clube do Assinante ZH têm desconto de 20% no ingresso. Sócios têm entrada franca. Não associados, acima de seis anos, pagam R$ 25. Menores de seis anos não pagam nada. Mais informações: 3025-3810

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O bairro perderá uma artista

Por Miréia Borges

Lembram da artista que interfere nos muros, nas paredes das casas, nas vitrines daqui do Moinhos?

Pois ela vai de mala e cuia para São Paulo, vai mudar de pago. Clarissa Motta Nunes, uma artista ímpar, teve que se render as propostas da terra da garoa, pois aqui em Porto Alegre os negócios estão parcos, parece que não se tem dinheiro para investir em arte, ou não se tem visão.

Fico pensando porque o Estado perde seus filhos ilustres? São Paulo ainda continua sendo o polo de investimentos, de negócios, de oportunidades. É só acompanhar a quantidade de atores, atrizes, cantores, cantoras gaúchos que fazem sucesso por lá.

Mas se quisermos progredir nas artes ou até mesmo em outras especialidades, temos que sair daqui, nem que seja por uns anos. Pena mesmo, o Moinhos de Vento deixará de ser o mesmo, sem a graça das cores dos pincéis da artista.

Olharemos os muros, as vitrines e deixaremos de apreciar a beleza traduzida pelas mãos de Clarissa.
Com tristeza digo adeus a essa figura, que fiquei amiga depois da primeira reportagem para o blog do ZH Moinhos.

Essa nova reportagem foi feita num almoço onde Clarissa estava descansando de uma sessão de pintura. Usando uma camiseta pintada com mais cores que as do cores do arco-íris, ela sentou para conversar, deixando alguns pintores de uma obra adiante perplexos de verem alguém sentado em uma mesa de restaurante assim. Foi hilário de ver!

Adeus Clarissa! O Moinhos vai sentir tua falta, as paredes ficarão mais tristes, mas a arte precisa ser levada adiante para quem sabe apreciá-la e dá seu devido valor.

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As mãos que trazem alívio

Por Miréia Borges

Para não dizer, as mãos de fada da Simone Fulcher.

Simone queria trabalhar com a área da saúde, mas não sabia por onde começar. Fez um curso de massoterapia e, ao se aprofundar no estudo do corpo humano, percebeu que poderia ajudar a amenizar o sofrimento de muitas pessoas com o toque de suas mãos.

Ela conta que ficou em estado de “encantamento” quando percebeu que, ao trabalhar a “essência” da pessoa com o toque terapêutico, podia ver aos poucos, as modificações no corpo do paciente.

A moça simples e batalhadora que veio do interior, hoje trabalha na clínica da Mayumi Tamura e dá aulas de massoterapia na escola onde estudou. As mãos de fada da Simone a levaram a cursar Medicina Chinesa. Faltam ainda dois anos para a conclusão do curso, mas os livros e os estudos sobre a magia do corpo humano têm deixado essa fada maravilhada com o processo de cura e alívio que a própria pessoa alcança ao fazer o tratamento.

Ainda bem que temos alguém assim no Moinhos para aliviar as tensões e as doenças de seus moradores. A clínica fica na Mostardeiro esquina com a Florêncio Ygartua.

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Antes e depois da Hidráulica Moinhos de Vento

Por Arivaldo Chaves, fotógrafo de ZH

Um dos locais mais charmosos do bairro é a Hidráulica Moinhos de Vento, cuja construção foi inspirada no Jardim de Versailles. Na década de 40, havia duas torres de madeira da Rádio Gaúcha no local, que imitavam a Torre Eiffel.

Hoje, sem as torres, a Hidráulica fica circunscrita por um muro com pórtico, que delimita e preserva o espaço, referência arquitetônica e turística da região.

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Você sabe que rua é essa?

Por Arivaldo Chaves, fotógrafo de ZH

A rua abaixo compõe uma das áreas mais efervescentes do bairro. Porém, essa via está, ao mesmo tempo, perto e longe do agito.

Você a reconhece nessa foto de plano fechado?

Envie seu palpite com nome e telefone para o e-mail moinhos@zerohora.com.br

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Hoje, nas bancas

No ZH Moinhos, que chega às bancas de toda a região nesta quinta-feira, você lerá sobre o projeto Café ZH, que montará uma redação improvisada no Café do Porto, na quinta-feira, dia 25.

Das 11h às 19h, os jornalistas de ZH, André Mags, Sílvia Lisboa e Thaís Sardá estarão cumprindo expediente no café e recebendo as sugestões de pauta de leitores em contato direto. A experiência é inspirada no jornal Nase Adresa, da República Checa.

O caderno também vai resgatar a história do bairro na estreia da coluna Em Foco, do fotógrafo Arivaldo Chaves. Ari foi buscar nas profundezas dos arquivos de ZH imagens da década de 40 de um dos locais mais bonitos do Moinhos, a Hidráulica. Ele também instigará a memória dos leitores com mais uma enquete “Que rua é essa?”

Entre os personagens em destaque neste número está o vice-presidente da ONG Ficar- Instituto Igor Carneiro, Marcos Daudt, morador da Independência. Na página 6, leia o artigo do blogueiro do ZH Moinhos Paulo Renato Rodrigues sobre as mutações no bairro.

Para participar do caderno, com fotos e textos, escreva para moinhos@zerohora.com.br

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Falta de luz atinge os bairros Moinhos e Auxiliadora

O aumento do consumo de energia gerou a interrupção no fornecimento do serviço a clientes de quatro bairros de Porto Alegre. Desde o meio-dia, moradores do Moinhos de Vento e Auxiliadora sofrem com a falta de luz.

Segundo a assessoria de imprensa da CEEE, a carga demasiada de energia faz com que os alimentadores parem de funcionar. E a pior notícia para quem trabalha na região: a companhia não tem previsão para a volta do serviço.

Também há sinaleiras desligadas em diversos pontos da Avenida Cristóvão Colombo por causa da falta de luz. O problema também atinge dois trechos da Avenida Protásio Alves, nos cruzamentos com a Santa Isabel e Teixeira Mendes.

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Um apelo à terceira idade para recuperar a Independência

Texto enviado por Nadyr Simoni, 92 anos, moradora da Independência

Como estamos colaborando com a  Campanha ‘Reviver Independência’, da nossa corajosa amiga Marília Costa Cardoso, incansável lutadora e procurando ajudá-la  a salvar a nossa avenida, tão abandonada e esquecida, lembrei-me de uma obra indispensável  à recuperação e embelezamento da via: a nossa querida Igreja da Conceição, um dos marcos mais expressivos da região.

Resolvi (não pensem que é brincadeira, não!) convidar as jovens amigas da terceira idade, para fazermos uma campanha nesse sentido. Sei que vão me dizer: ‘Não temos saúde, nem forças suficiente para enfrentarmos uma campanha dessas, Nadyr. Isso é para os mais jovens!’

Realmente, não temos a saúde do corpo, mas temos a saúde da alma, do espírito. O padre Inácio está trabalhando intensamente, suplicando o esforço de todos. E, vejam, ele pode ter um grupo de terceira idade, forte, corajoso, dinâmico, trabalhando espontaneamente, por que não?

É só termos um pouco de boa vontade, de amor, para vencermos as dificuldades e ajudar na recuperação dessa igreja, tão importante para nossa Independência e tão amada, tão querida do povo porto-alegrense.

Assim, pois, jovens idosos,  deixemos a saúde do corpo para os médicos, pois são eles os que podem realmente nos ajudar, e vamos trabalhar. A vida continua e conta conosco. Esmorecer, jamais!

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Reunião de representantes de bairro será nesta quinta

Nesta quinta-feira, às 19h, ocorre a primeira reunião da Região de Planejamento 1 (RP1), que abrange os bairros de circulação do ZH Moinhos. Todas as entidades e representantes estão convidadas a participar, mesmo que sua entidade ou bairro já esteja representada com delegados na RP1.

O encontro será na Av. Borges de Medeiros, 2.244 - 6º andar. Na pauta, estão a entrega dos diplomas aos eleitos, a eleição da mesa coordenadora dos trabalhos, a definição do calendário anual das reuniões e assuntos gerais.

Bairros da Região de Planejamento 1:
Marcílio Dias, Floresta, Centro, Auxiliadora, Moinhos de Vento, Independência, Bom Fim, Rio Branco, Mont’Serrat, Bela Vista, Farroupilha, Santana, Petrópolis, Santa Cecília, Jardim Botânico, Praia de Belas, Cidade Baixa, Menino Deus e Azenha.

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Pesquisa mapeia riscos para o coração

O Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul (IC-RS) está realizando um estudo sobre os fatores de risco para a doença arterial coronariana no Estado.

A pesquisa foi feita de forma inédita em todo Brasil, em 2000. Agora, novamente os pesquisadores voltam às ruas para avaliar se as ações de prevenção tomadas neste período teve impacto na redução na prevalência das doenças cardíacas.

O estudo vem sendo realizado desde janeiro em 20 municípios gaúchos e segue até março. Na Capital, a equipe responsável pela pesquisa é formada por alunos do curso técnico de Enfermagem da Fundação Universitária de Cardiologia (FUC). O grupo aplica um questionário e coleta sangue para avaliar os níveis de colesterol, triglicerídeos e glicose de porto-alegrenses.

– É importante alertar a população que os alunos da Escola de Enfermagem da FUC estarão uniformizados, com identificação escola – alerta Iseu Gus, um dos coordenadores da pesquisa e chefe do Serviço de Epidemiologia do IC-RS.

Segundo Gus, a pesquisa é importante para ajudar a esclarecer os fatores de risco – como obesidade, fumo, sedentarismo, hipertensão e diabetes – para o coração.

Saiba mais
A doença arterial coronariana é caracterizada por depósitos de gordura nas células que revestem a parede de uma artéria coronária, obstruindo assim o fluxo sanguíneo. À medida em que a obstrução se agrava, pode ocorrer uma lesão do órgão.

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Confira as exposições no Moinhos

Natureza VivaA exposição 2010 – Natureza Viva, do artista plástico Gilmar Francisco, na Tortaria Café Brasserie, mostra seu modo de orquestrar cores, formas e detalhes, e busca transparecer o inconformismo _ principalmente com as questões ecológicas. São oito telas pintadas (acima) com tintas acrílicas representadas por paisagens abstratas. Visitação de terça a domingo, a partir das 17h. Informações no site www.tortaria.com.br. Rua Fernando Gomes, 114. Até 28/2.

ReVer – A galeria Arte&Fato comemora, em 2010, seus 25 anos e, para dar início a programação do ano, inaugurou a tradicional mostra ReVer. A exposição traz uma retrospectiva da temporada 2009 reunindo obras de 14 artistas. São pinturas, desenhos, aquarelas e objetos (vidro e cerâmica). Visitação de segunda a sexta, das 14h às 18h. Rua São Manoel, 285. Até 26/2.

Design de moda e joias – O Art Studio, espaço cultural do Moinhos Shopping, abriga a exposição Piero Fornasetti e Mônica Pondé – Formas e Variações, com curadoria de Giselle Padoin Custódio e design da arquiteta Ceres Storchi. A mostra reúne peças originais do designer italiano Piero Fornasetti, um dos nomes mais influentes da decoração do século 20, e da designer de joias brasileira Mônica Pondé. A exposição pode ser visitada de segunda a sábado, das 11h às 21h, no 2º andar do shopping, até o dia 12/2.

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Serviços no feriado de Navegantes

O Shopping Total informa seu horário de funcionando durante o feriado de Navegantes, nesta terça:

2/2 - Terça-feira
Lojas: abertura opcional, 14h às 20h
Praça de alimentação e lazer: 11h às 22h
Supermercado: 9h às 21h

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Todos reclamam do lixo, mas quantos cooperam?

Hoje, vamos falar de algumas pessoas que, por ignorância ou por desobediência, insistem que o lixo é para ser colocado na porta do vizinho. É difícil entender: as pessoas dizem que não têm como ficar com “o lixo em sua casa” até a hora da coleta e acham que os outros têm que “engolir” isso.

Dia 23, as 9h30min, na esquina da Rua Garibaldi com a Av. Cristóvão Colombo estava esperando um táxi. Como havia muitas moscas e sujeira fui obrigada a atravessar a rua: era uma mistura de cascas, restos de comidas, ossos, tudo exposto com um líquido, formando uma pasta, na qual os carros, ao passar, jogavam na calçada, nas pessoas e espalhavam ainda mais essa sujeira.

Pela rua, vinha um rapaz com cinco saquinhos de supermercado. Ele atravessou e jogou aqueles sacos no pé da árvore e seguiu normalmente. Como se dissesse: ‘que se lixem os outros, me livrei desta sujeira’. A Avenida Cristovão Colombo, em dias de chuva, recebe toda a água que escorre pelo morro e, normalmente, fica alagada.

Resultado: bocas de lobo entupidas, pois todo o lixo depositado na rua, em sacos pequenos de supermercado, são abertos pelos catadores e os restos ficam na rua, os sacos formam uma massa plástica, entupindo as aberturas e se transformando em um chamariz para ratos, moscas e baratas. Todos reclamam, mas quantos cooperam? Seu lixo tem que ir logo para a rua, pois, em casa, ele pode começar a cheirar mal. É certo ir feder na rua?

Não precisa ser psicóloga para saber que tipo de pessoa é capaz de fazer isso. É o tipo que ‘tira vantagens em tudo’. Não tem respeito pelos outros, por sua rua, por sua cidade e, pior, é incapaz de ser responsável por suas ações. Por que não coloca o lixo em sua porta?

Se for uma pessoa tão ‘limpinha’, por que não entrega na mão do lixeiro. Se for tão responsável, por que não limpa a sujeira que vai ficar na rua? “

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