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Posts na categoria "eventos no bairro"

Lançamento de livro nesta segunda-feira

24 de março de 2014 0

Por Úrsula P. Dutra Christini, do Conselho de Blogueiros

Em 2009, fiz o convite aqui no blog para os leitores assistirem a uma das palestras do Movimento Perfeito com a psicóloga Rosalia Schwark na Amrigs. Hoje, convido a todos, não apenas para a palestra, às 19h30min, mas também para o lançamento de seu livro Seja menos você – O caminho para sua transformação pessoal, às 21h, no mesmo local (Teatro da Amrigs, Av. Ipiranga 5311).

livro-ursula

Tive a honra de organizar o material, transformando o conteúdo de suas apresentações em livro. E faço questão de divulgar o trabalho dessa também moradora do bairro Auxiliadora, por um único motivo: inspirar as pessoas a praticarem o Método do Movimento Perfeito em suas vidas e a se beneficiarem, assim como eu.

Em maio de 2008, por exemplo, quando conheci o Movimento Perfeito, me permiti a ser menos eu e, na época, arrisquei-me na tarefa de ser blogueira do ZH Moinhos, sem julgamentos ou medo por eu não ser da área do jornalismo.  Aprendi a como entrar no fluxo da vida, quando tudo acontece sem esforço e com muita sincronicidade. Realizei um dos meus melhores sonhos em razão da aplicação do método, mais do que uma coincidência, o ZH Moinhos acabou sendo o cupido do meu casamento.

Para quem acompanhou e quem não acompanhou essa história, vale a pena entender um pouco mais sobre o que eu estou falando, conhecendo o Método do Movimento Perfeito. Após o lançamento, o livro Seja menos você – O caminho para sua transformação pessoal - estará disponível no site www.movimentoperfeito.com.br e na Editora Movimento Perfeito, que também fica na nossa região, Av. Cristóvão Colombo, 2830/702, telefone 3062-3864.

Em tempo: a palestra, no estilo Stand Up Comedy, tem o valor simbólico de R$ 10, para cobrir os custos da produção do evento.

Zoom Independência vai explorar avenida por meio de fotos

20 de fevereiro de 2014 1

Bruna Vargas – bruna.vargas@zerohora.com.br

Olhar para o seu bairro, todo mundo olha. Mas você já reparou nele? Chegar mais perto das ruas, casarios, praças e construções do bairro Independência é a proposta do Zoom Independência, evento organizado para os moradores da região.

Será por meio da fotografia que o grupo Passeio Independência irá explorar, neste sábado, cada canto da avenida homônima, com o objetivo de revelar o que se camufla na correria do dia a dia.

ZoomI– A proposta do passeio é conhecer a fundo certos espaços do bairro, para, mais tarde, montar uma exposição fotográfica – explica Marília Cardoso, uma das organizadoras da ação.

A atividade partirá da Praça Júlio de Castilhos e percorrerá a avenida até a Praça Dom Sebastião. Para participar, basta estar munido de uma câmera fotográfica. E, claro, olhos ávidos para identificar, nas entranhas da Independência, fragmentos da história da vida de seus moradores e da cidade.

A ideia é reunir fotógrafos amadores e profissionais, moradores, comerciantes e admiradores para fazer registros fotográficos da via. Em material divulgado pela organização do evento, consta uma prévia do que se espera revelar pela atividade: “Tudo o que aparecer é resultado daquilo que fazemos ou deixamos de fazer”, diz o texto.

Já o zoom que dá nome ao passeio ilustra um pouco da ideia dos organizadores sobre uma das formas de explorar o bairro fotograficamente. Várias fotos de um mesmo ângulo, cada vez mais aproximadas, quando colocadas em comparação, têm o poder de mudar a perspectiva do espectador, valorizando as peculiaridades da região.
Durante a atividade, os participantes trabalharão sobre temas como patrimônio histórico, detalhes dos casarios, problemas da região, natureza, mobiliário urbano e aspectos que surpreendam.

Ao final do encontro, os participantes poderão escolher as melhores imagens para concorrer, em diferentes categorias, na mostra fotográfica. Alguns comentários sobre as fotografias feitas durante o passeio também serão selecionados para fazer parte da exposição. Serão discutidos aspectos da criação e montagem da exibição.

O evento do Passeio Independência, realizado por Urbana Arquitetura, Studio 1 Arquitetura, Região de Planejamento 1, UrbsNova e o Movimento Reviver Independência, contempla, ainda, um objetivo maior: aproximar os vizinhos, proporcionando momentos de convivência na região e inspirando um olhar positivo sobre o bairro. E, quem sabe, passar a ideia adiante.

– Queremos que as fotos sejam expostas em diversos lugares para que os moradores se sintam orgulhosos de sua região – conclui Marília.

Saiba mais

O que: Zoom Independência, passeio fotográfico pela Avenida Independência

Quando: neste sábado (22), das 17h às 20h. Em caso de chuva, será transferido para o sábado seguinte

Onde: concentração na Praça Júlio de Castilhos e final na Praça Dom Sebastião

Quanto: gratuito. Participantes devem levar máquina fotográfica

Informações pelo e-mail: passeioindependencia@gmail.com

 

 

C de Criatividade e de Cidadania

06 de fevereiro de 2014 1

Para dar nova vida à região, grupo de 44 artistas lança o Distrito Criativo de Porto Alegre, que contemplará bairros como o  Floresta

Matheus Beck – matheus.beck@zerohora.com.br

Há cerca de três meses, 44 artistas e empreendedores (alguns deles, na foto abaixo) se reúnem para dar cara nova ao 4º Distrito – região da cidade ao norte do Centro Histórico que compreende o Floresta e outros bairros. Mas não apenas recuperar sua história e cultura. Baseado nos conceitos de economia criativa, do conhecimento e da experiência, o objetivo é desenvolver o espaço urbano e torná-lo um mercado ativo nos próximos cinco anos.

distritoCfoto

No passado recente, a região era conhecida como o polo industrial de Porto Alegre. Praças e parques serviam de ponto de encontro de jovens. Bem diferente dos espaços degradados atualmente. O grupo, porém, não busca apenas a reforma de locais históricos ou ações culturais. Segundo o professor Jorge Piqué, da agência de inovação social UrbsNova, idealizador do Distrito Criativo, também chamado de Distrito C, os projetos serão tanto de preservação quanto criação:

– Queremos é que traga benefícios à região. Por um lado, pressionando a prefeitura, mostrando que há uma indústria que precisa de condições mínimas para existir. E, por outro, que nós mesmos, que somos criadores, busquemos soluções.

O coletivo se vale de experiências semelhantes realizadas em outros países, mas também em Porto Alegre, como o Cidade Baixa em Alta. A ideia é que se forme um senso de identificação entre os moradores com a região a ponto de intervir na realidade dela, e não apenas reivindicar e aguardar a solução por parte dos governantes.

Jorge

– O fato de a gente fazer coisas não libera a prefeitura de fazer as obrigações dela. A macrodrenagem e a limpeza urbana são funções dela. Mas a nossa questão não é só de demanda, e sim de tudo que podemos fazer como cidadãos. A pintura dos bueiros e de bocas de lobo, por exemplo, é proibida. No entanto, os moradores da Cidade Baixa conversaram com a prefeitura e até a EPTC apoiou a ação – exemplifica Piqué (na foto acima).

– O Distrito C está mostrando à cidade um bairro que estava esquecido e que as pessoas ainda não conhecem, perto de todos os lugares mais valorizados e com uma mistura de interesses e atividades como poucos. Nós, da Bolsa de Arte, saímos em busca de um espaço mais importante e com melhor condições de mostrar o trabalho dos artistas sem limitações de tamanho, um lugar ideal para exibir arte – afirmou Marga Pasquali, empresária.

Atualmente, vários grupos de trabalho foram formados para discutir assuntos como segurança, identidade visual e patrimônio. Associações de moradores, como o Refloresta, atuam na intermediação da relação com os vizinhos e como consultores sobre os problemas da região. Mais que revitalização cultural, o Distrito C é um local de inovação social.

Confira a relação completa dos participantes

Mais informações sobre o Distrito C pode ser obtidas pelo e-mail agenciaurbsnova@gmail.com ou pelo telefone (51) 9830-0994

Linhas de ação

Os grupos de trabalho tem se reunido para tratar de alguns temas. Eles discutem, levantam ideias e desenvolvem projetos divididos em cinco eixos principais. Confira quais são

– Revitalização urbana –  melhorias na infraestrutura, microdrenagem, iluminação, limpeza, segurança, mobilidade, condições de comércio, valorização das áreas verdes e do meio ambiente, disponibilização de equipamentos de lazer, preservação de fachadas, defesa do patrimônio histórico e implantação de uma horta comunitária.

–  Inclusão social –  identificar grupos sociais em situação de risco e dar apoio às entidades que trabalhem com essas pessoas.

–  Design de território – criar uma identidade própria ao distrito desde a sinalização (mapas, cartazes e identificação do mobiliário urbano), passando pela arte pública (grafite, fotografias, esculturas), e até eventos (festas, caminhadas, pedaladas).

– Atividades de integração e formação –  promover o sentido de identificação com o bairro entre os moradores por meio de palestras, cursos, eventos artísticos, ações coletivas, além da recuperação e divulgação da história do distrito.

– Turismo criativo – aproximar turistas de outras áreas de Porto Alegre, do estado e do país à vivência dos moradores, com visitas a ateliês, oficinas e eventos locais.

Projeto Vizinhança convida moradores a ocupar casas abandonadas neste fim de semana em Porto Alegre

22 de novembro de 2013 0

Bruna Vargas ➧ bruna.vargas@zerohora.com.br

Casa legal era a da Vó Clara. Depois de cansar de tanto correr no pátio, a chegada na oficina do Vô Serafim garantia mais algumas horas de diversão. Chaves de fenda, porcas e parafusos viravam peças de uma quebra-cabeças que sempre remontava uma brincadeira.

Pelo menos essa é a lembrança de Aline Bueno, uma das organizadoras do Projeto Vizinhança, sobre o que considera ser a sua referência de casa. A residência dos avós, em Santa Maria, não faz mais parte da sua vida. Mas marcou sua história.

vizinhança

 

Acima, alguns dos artistas envolvidos nesta edição.

Evocar as melhores lembranças – ou expectativas – das pessoas sobre esses espaços é a proposta da 5ª edição do projeto, que chega à Rua Luzitana neste fim de semana. Sob o tema Casas da Memória, o evento convida a vizinhança a se aprochegar aos imóveis de número 1.208, 1.218 e 1.228 para uma experiência que reunirá diferentes atrações com um único objetivo: levar um pouco de arte e cultura a espaços ociosos da cidade, promovendo a convivência entre vizinhos.

– Todo mundo tem uma casa, seja da infância ou que sonha em comprar. É um símbolo muito forte de vizinhança – explica Aline.

A quinta edição do Projeto Vizinhança contará com oficinas, apresentações teatrais, shows musicais e intervenções de artistas plásticos, além de almoços coletivos e a participação do chef Rodrigo Paz, do projeto Comida de Rua.
O próprio lugar escolhido para as atividades irá vigorar apenas na memória da cidade em breve. As três casas, emprestadas pelo dono para o evento, serão demolidas para dar lugar a um empreendimento. Antes disso, porém, ganharão mais uns tijolinhos na construção da memória afetiva dos vizinhos.

– A Márcia (Braga, idealizadora do projeto) morou na Espanha, onde esse tipo de atividade é bem mais comum. O foco é usar espaços ociosos, por um espaço de tempo delimitado. É para ser efêmero mesmo.

Na Luzitana, as atividades – gratuitas, à exceção dos comes e bebes – ocorrerão entre sábado e domingo, das 10h às 19h.
O Projeto Vizinhança é capitaneado por Aline Bueno e Márcia Braga, e é colocado em prática com a ajuda de colaboradores. As quatro primeiras edições, entre 2012 e junho de 2013, mobilizaram mais de mil pessoas.

Agende-se

– O que: Casas da Memória, 5ª edição do Projeto Vizinhança
– Quando: sábado e domingo, das 10h às 19h
– Onde: Rua Luzitana, 1.208, 1.218 e 1.228
– Quanto: gratuito
– Mais informações no Facebook do Projeto Vizinhança
– Observação: o evento ocorre mesmo em caso de chuva

casas

Programação

SÁBADO
10h30min – Oficina de origami com Barbara Benz. Artistas Renata Ibis, Pedro Lunaris e Bianca Barrios estarão trabalhando no local
11h – Cenas da peça de teatro Pra Hoje só Marmotta, com Lia Motta, baseada na obra de Manuel de Barros, Memórias Inventadas
l 11h30min – Abertura da exposição exposição fotográfica acessível Sentindo o Mar e bate-papo com a curadora, Antonia Wallig
12h – Almoço coletivo: carreteiro oferecido pela Cabral Arquitetos
14h – Artistas Diego Ferrer e Panaiotis Constatinou estarão trabalhando no local
14h30min – Oficina de cerâmica para crianças com a artista visual Loren Gay
15h – Contação de histórias com Patricia Vieira. Artista Cles Lachmann estará trabalhando no local
16h – Intervenção de Raisa Torterola
17h – Caminhos Trilhados, sarau poético e exposição com Conça Dornelles
18h – Bate-papo com os artistas Antonio Augusto Bueno, Augusto Lima e Felipe Caldas. Eles falarão sobre o próximo projeto do grupo Risco Coletivo, que ocorrerá em uma das casas

DOMINGO
10h – Artista Ney Caminha estará trabalhando no local. Projeto Circuito Grude, com lambe-lambes de várias cidades do Brasil
11h – Oficina de reciclagem, com Vanessa Kaminski
11h30min – Oficina de cianotipia, com a artista Amanda Teixeira
12h – Almoço coletivo (churrasco)
14h30min – Ação poética Linha da Vida, com Ricardo Ayres
15h – Pocket show, com Fabrício Fortes
15h30min – Contação de Histórias, com Jeane Bordignon
16h – Pocket show, com Alexandre Leeh
17h – Chef Rodrigo Paz e oficina de artesanato sustentável, com Renata Fontoura
17h30min – Performance de Raisa Torterola

Uma das casas contará, ainda, com duas exposições: Sentindo o Mar, de Antonia Wallig, e Nós no Projeto, com trabalhos produzidos nas oficinas do Projeto Vizinhança durante o ano

 

Passeio do Viva o Centro a Pé irá ao Quarto Distrito de Porto Alegre

22 de outubro de 2013 0

Moinho

 

Crédito: Guilherme Santos, PMPA, Divulgação

A próxima edição da caminhada orientada do Viva o Centro a Pé, no sábado, irá ao Quarto Distrito de Porto Alegre. O roteiro passa pela Rua Paraíba, até o antigo Moinho Rio-grandense. Depois, a caminhada segue por algumas ruas da região, com passeio de ônibus pelos armazéns da rua Voluntários da Pátria. A saída será em ônibus da Carris, às 10h, no totem do Caminho dos Antiquários, na Demétrio Ribeiro em frente à Praça Daltro Filho, com duração aproximada de duas horas.

Interessados devem solicitar inscrição pelo e-mail vivaocentroape@gmail.com e aguardar confirmação. Para participar, é necessário doar alimentos não perecíveis. Outra opção é a doação de ração para cães e gatos, que será destinada aos animais, por meio da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda).

Quem orienta a atividade é a arquiteta Leila Nesralla Mattar, especialista em Projeto de Arquitetura Habitacional (PROPAR/UFRGS), doutora em História, docente na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS e da Faculdade de Engenharia da PUCRS. Mais informações no site do projeto Viva o Centro a Pé

As informações são da prefeitura de Porto Alegre.

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Encontro sobre o bairro Independência nesta terça-feira

22 de outubro de 2013 0

Por Marilia Costa Cardoso, do Conselho de Blogueiros

IndependenciaCrédito da foto: Ricardo Duarte

Desde 1º de maio de 2008, moradores do bairro Independência vêm lutando pela preservação da região e, principalmente, da Avenida Independência. Cada casario, cada esquina, cada praça, cada calçada desta avenida conta muito da história de nossa cidade. Por isso, lutamos por sua revitalização e preservação, tanto do patrimônio material como o cultural. Depois de um período de tratativas e trabalhos, finalmente em 2011, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental (CMDUA) aprovou o projeto de revitalização.

Este projeto, chamado Passeio Independência, poderá ser levado como exemplo de valorização e respeito por nosso Patrimônio Histórico Cultural a outros bairros e regiões. Cada um, avenida, rua, bairro, região tem sua identidade e o importante é que isso seja preservado.

Não é fácil, pois além de um trabalho constante, existem diversos períodos de altos e baixos. O importante é não desistir. Chegar a essa etapa em que esse projeto chegou já é uma vitória e isso poderá ficar como um marco, um estímulo, um motivo de orgulho. Mesmo que nenhum nome seja mencionado, mesmo que não haja medalhas e homenagens, o importante é que mesmo por um momento, aquilo que tanto pedimos, se concretize: a Independência volte novamente a sorrir.

O projeto Passeio Independência, que será apresentado, é composto por um estudo realizado pela Urbana Arquitetura, onde é colocada a revitalização da paisagem urbana, recuperação de identidades e introdução de práticas sustentáveis e saudáveis á vida na cidade. A agência de inovação social UrbsNova apresentará uma maneira nova de ver a região, introduzindo ideias e eventos para que a Independência resolva seus problemas de maneira criativa. Encerrando a apresentação do projeto, será mostrado um exemplo de revitalização orientada pela Studio 1, onde o proprietário de um casario, entendeu a necessidade de revitalizá-lo, valorizando assim seu imóvel e o bairro. A valorização do bairro é importante para que todos possam viver e conviver bem.

A Independência tem diversos exemplos de trabalho, de força e luta, todos estão dispostos a ajudar, mas existem problemas para serem resolvidos e para tal, são necessárias medidas administrativas, e isso a comunidade não pode fazer. Se o projeto for aprovado, cada um fará sua parte, moradores e prefeitura, e juntos evitaremos que uma parte de nossa história seja esquecida: revitalizando, preservando e recuperando o patrimônio cultural histórico, artístico e paisagístico da Independência.

Nesta terça-feira (22 de outubro), esse trabalho será apresentado ao CMDUA, e se priorizadas as propostas, será constituída Comissão Técnica para a elaboração do anteprojeto executivo. A apresentação será às 18h no prédio da Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb), Avenida Borges de Medeiros, 2244, com entrada pelos fundos do prédio.

Participe, você é a parte mais importante desse projeto.
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"Eu Fico com a Pureza", exposição de Carol W, é prorrogada

21 de outubro de 2013 0

Devido à grande procura, a Urban Arts Porto Alegre prorrogou o encerramento da exposição Eu Fico com a Pureza, de Carol W. O público poderá conferir a mostra até esta terça-feira (22/10).

Confira a reportagem que publicamos na edição do ZH Moinhos da semana passada, sobre o trabalho da artista plástica :

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A pureza das respostas das crianças

Por Laura Schenkel – laura.schenkel@zerohora.com.br

— A pureza ainda está em cada um de nós, basta deixar que ela apareça.

Foi isso que Carol W, como gosta de ser chamada, pensou ao ver pessoas com os olhos cheios d’água na Urban Arts.

Além das telas e esculturas, os papéis onde as crianças escreveram e que a inspiraram também estavam expostos, com a letra dos pequenos, alguns com desenhos, mostrando que as frases geniais foram, de fato, escritas pelos jovens estudantes.

Ela contatou Javier Naranjo, professor colombiano, autor de A Casa das Estrelas, que tem um dicionário feito por crianças, livro no qual se inspirou para esse projeto, para saber como fazer com que os entrevistados confiassem nela e explicassem as palavras de forma livre (leia mais abaixo). As dicas que ele passou foram falar de igual para igual, oferecendo carinho e atenção.

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A porto-alegrense de 34 anos que mora e tem atelier na Rua Comendador Azevedo, no Floresta, visitou nove escolas públicas e particulares, levando uma caixa colorida com várias palavras e os conselhos de Naranjo. Os alunos, entre cinco e 11 anos, criaram suas próprias definições para os termos. Para criar telas e esculturas, Carol selecionou algumas explicações das crianças e as interpretou do seu modo.

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O fascínio que o universo infantil exerce sobre Carol W é tão grande que seu acervo de obras infantis é muito maior do que o de literatura direcionada para adultos. Objetos que remetem à infância também estão dentre as coisas que Carol adora: bonecas de pano e de papel, pássaros, árvores, o cheiro das frutas, mar, marionetes, brinquedos de lata, diários, rir até faltar o ar, encontrar um papel lindo para sua coleção, edredon no inverno e torta de bolacha.

— Não sei explicar exatamente porque me fascina tanto, mas acredito que é exatamente pela pureza que há nas crianças, algo que eu não quero perder. Essa palavra, pureza, resume muito bem o meu trabalho e o que eu quero transmitir com ele, mas só agora, depois dessa exposição, eu consigo ver isso. O universo infantil te permite ser mais lúdico, não ter muitas amarras. Tudo é possível, e essa liberdade me encanta — conta.

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Admiradora de Ziraldo

Carol admirava desde pequena o trabalho de Ziraldo e ficava horas e horas olhando os livros que seu pai, Vanderlei Cunha, tinha do cartunista mineiro. Adorava reproduzir os traços do criador de O Menino Maluquinho nas capas dos seus cadernos. Da mãe, Cleonice Cunha, costureira e estilista, veio a inspiração por criar objetos com as próprias mãos. Os pais sempre a incentivaram nas artes e guardaram os desenhos que ela fez na pré-escola.

Eu Fico com a Pureza foi o trabalho mais significativo de sua carreira. Agora, já está com saudade do processo produtivo das obras.

— Fiquei com um carinho muito especial por professores, coordenadores e diretores. A rotina deles exige muita dedicação e amor. Esse projeto é muito significante para mim também, pois meu trabalho sempre foi inspirado no universo infantil, mas nunca tinha tido um contato tão direto com as crianças para criar — explica Carol.

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A inspiração

Talvez você já tenha ouvido falar desta obra. O livro Casa das Estrelas: o Universo Contado pelas Crianças surpreendeu ao se tornar o maior sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, no final do mês de abril.

As definições foram compiladas durante um período” entre oito e 10 anos”, enquanto o autor, Javier Naranjo, trabalhava como professor em diversas escolas rurais do Estado de Antioquía, no leste da Colômbia.

Entre as definições dadas pelas crianças, com termos de A a Z estão A de adulto (” Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si”, de acordo com Andrés Felipe Bedoya, de oito anos) e V de violência (” A parte ruim da paz”, segundo Sara Martínez, de sete anos).

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A exposição

Eu Fico Com a Pureza, da artista plástica Carol W

– Endereço: Urban Arts POA (Rua Quintino Bocaiúva, 715)

– Nas obras, além de tinta acrílica, foram utilizados giz e lápis de cor, material que os pequenos costumam usar para desenhar.

–Visitação: segunda (21/10) e terça (22/10), das 10h às 19h

 

Vivendo a vizinhança

Na parte da frente de sua casa, localizada na Comendador Azevedo, funciona o atelier da porto-alegrense, onde entra uma boa quantidade de luz natural. De lá, ela acompanha o movimento da rua.

A relação dela com o bairro vai muito além disso. A feira livre realizada na Praça Bartolomeu Gusmão, a Praça Florida, entrou para o cotidiano de Carol. Toda terça, compra frutas, queijos e outras gostosuras, incluindo um” pastel feito na hora que é uma delícia”. Aos sábados, aproveita o brechó de rua da São Carlos. Já no Moinhos, ela costuma frequentar os jardins do Dmae, local que considera ideal para fazer um piquenique e ficar deitada na grama.

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Dicas da moradora

— Um detalhe para observar: as casas antigas lindas e coloridas principalmente nas ruas São Carlos e Gaspar Martins

— Um restaurante: Cozinha e Arte, na Cristóvão Colombo. Almoço todos os dias lá

— Um evento imperdível: a feira livre das terças, o brechó dos sábados e o encontro no Vila Flores

 

Com a palavra, Carol W

ZH Moinhos — Como você definiria a região, em uma palavra?

Carol W — Aconchego.

ZH Moinhos — Qual é a rua mais charmosa?

Carol — Dependendo da parte, a São Carlos e suas casas antigas.

ZH Moinhos — Como é o vizinho ideal?

Carol — Que deixa o outro viver a sua vida, que respeita o espaço e a individualidade do próximo.

ZH Moinhos — Qual o principal problema do bairro?

Carol — Sujeira. Outro problema é que muitas das casas antigas estão sendo derrubadas para a construção de estacionamentos.

ZH Moinhos — Se pudesse, o que mudaria no bairro?

Carol — A conscientização para manter as ruas limpas.

ZH Moinhos — O que nunca mudaria?

Carol — Essa atmosfera que o bairro tem de cidade pequena. Aqui as crianças ainda brincam na rua até tarde, sem que os pais se preocupem. Todos se conhecem e se cumprimentam.

ZH Moinhos — Como Porto Alegre seria sem o seu bairro?

Carol — Menos romântica.

ZH Moinhos — Como você imagina o bairro no futuro?

Carol — Espero que parem de derrubar as casas, que parem de descaracterizar o bairro. E que seja um bairro mais limpo.

Conheça o homem que restaura o Vila Flores, em Porto Alegre

17 de outubro de 2013 0

Há três anos, João Felipe Wallig teve um encontro adorável. Ele conheceu, em São Paulo, um restaurador mineiro de sotaque quase nordestino. Amável Santos Amaral trabalhava em reformas na cidade desde os 19 anos, quando deixou Medina, em Minas Gerais, quase na divisa com a Bahia. Wallig decidiu convidá-lo para ser caseiro no Vila Flores e, na medida do possível, recuperar portas e paredes.
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Atualmente, Amável (na foto acima) mora no casario e é o guardião das memórias que existem lá. Ele conta que, quando chegou, havia apenas um amontoado de madeiras. Aos poucos, deu uma nova cara ao espaço e comemora a apropriação que será feita pelos moradores do bairro. Para ele, o que se destaca na construção são as mansardas – telhado com duas inclinações, sendo a inferior quase vertical e a superior quase horizontal:

– Em São Paulo tem, mas são diferentes. Esse tipo vim conhecer aqui. A mansarda enfeita muito a casa – diz.

Para um lugar imenso, Amável é econômico no que usa para si. Ocupa um dormitório com a cama de solteiro e utiliza outro cômodo como cozinha. Quem tem mais espaço é o pitbull Tigrão, que tem um pátio inteiro para circular. Apesar de ser um local de bastante movimento durante o dia – e estar próximo a zonas de prostituição à noite –, Amável afirma que nunca teve problemas com visitantes indesejados:

– O pessoal respeita. Estou há três anos aqui e ninguém mexe comigo.

E completa, com simplicidade:

– Sabendo viver, em qualquer lugar se vive.

> Saiba mais sobre o Projeto Simultaneidade

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Projeto Simultaneidade: muito além da restauração do Vila Flores

17 de outubro de 2013 0

Projeto prevê reunir intervenções artísticas no Vila Flores, no bairro Floresta, para estreitar a relação entre os moradores e criar um novo referencial sobre a ocupação de espaços públicos

Por Matheus Beck
matheus.beck@zerohora.com.br

Um projeto busca levar um sopro de vida ao casario Vila Flores, no Floresta. Intitulado Simultaneidade, ele reunirá 30 coletivos artísticos para realizar intervenções culturais no complexo multiuso, em dezembro.

A ação é simultânea à revitalização do prédio e busca discutir a subutilização dos espaços públicos. O objetivo é estimular a ocupação dos moradores com a realização de atividades artísticas e culturais. Serão três dias inteiros em que as pessoas poderão circular pelas ruas internas, participar de oficinas diversas, assistir a apresentações e compartilhar bolos, sucos e experiências.

VilaFlores2

– A gente buscou que todos os dias tivessem atividades nas quais todas as pessoas participassem independentemente do interesse de cada uma. É uma provocação. As pessoas precisam desenvolver o sentimento de pertencimento para que percebam que elas fazem parte da construção e da transformação da cidade _ afirma a arquiteta Márcia Braga, responsável pelo Projeto Vizinhança ao lado de Aline Bueno.

Conheça a história do guardião do Vila Flores

Elas criaram a iniciativa em agosto do ano passado a partir da percepção de que Porto Alegre está cheia de espaços ociosos e, ao mesmo tempo, as pessoas cada vez mais distantes.

Nos dias anteriores ao final de semana do evento, outros espaços culturais da cidade receberão atividades, como a presença de arquitetos para conversar com as pessoas sobre lugares históricos do Quarto Distrito _ região que engloba o Floresta. Durante o Simultaneidade, quem quiser promover uma oficina ou mostrar seu talento poderá preencher uma vaga no cronograma do espaço “Vai e faz”.

A maneira mais direta de colaborar com o Simultaneidade é ajudando a financiá-lo. O projeto está inscrito no site Catarse para angariar fundos. Qualquer pessoa pode contribuir com valores distintos, que serão convertidos em brindes e benefícios. Para viabilizá-lo, a ideia é atingir R$ 25 mil. O valor será utilizado na recuperação da infraestrutura do local, instalação elétrica, de banheiros e outros reparos, contratação dos responsáveis pela sonorização, iluminação, palco, segurança e produção e pagamento de cachê simbólico aos artistas.

– O cronograma depende do financiamento. Tínhamos previsto para 6 de dezembro, mas precisa coincidir com o timing do Catarse – diz o arquiteto João Felipe Wallig, da Goma Oficina, escritório responsável por restaurar o Vila Flores.

VilaFlores

Encravado no Floresta desde 1928, o conjunto construído pelo engenheiro e arquiteto José Franz Seraph Lutzenberger tem 2.332m² de área construída. Os três prédios que compõem o complexo são exemplares do legado de Lutzenberger para a cidade, como o Palácio do Comércio, o Orfanato Pão dos Pobres e a Igreja São José. A Goma Oficina, segundo Wallig, não quer apenas restaurá-lo, mas destinar um uso comum aos vizinhos para os anos seguintes:

– Em Porto Alegre, o pessoal é muito pró-ativo com questões cívicas. As pessoas se envolvem em ações de menor impacto, como a dos adesivos nas paradas de ônibus (iniciativa do coletivo Shoot the Shit que identificava as linhas existentes em cada ponto), mas que têm grande poder de reflexão – ressalta Wallig.

VilaFlores3

Atualmente, o casario está com o processo de captação de recursos para sua restauração definitiva em tramitação na prefeitura. O projeto da Goma prevê um uso misto do local, com apartamentos residenciais no prédio da Rua Hoffman, salas comerciais na fachada da São Carlos e equipamentos culturais e outros serviços nos térreos.

Como colaborar

– Acesse o Projeto Simultaneidade no Catarse

–  Escolha a forma de apoio. A cota mínima é de R$ 15

–  Também é possível ceder equipamentos e outros artigos de maneira espontânea, direto com os promotores do evento


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Gravação na Auxiliadora

13 de setembro de 2013 0

Por Mariano Christini, do Conselho de Blogueiros

Arquivo pessoal

Hoje pela manhã, grande parte dos estacionamentos estavam com cavaletes e fitas, proibindo assim, o estacionamento de carros na rua. Pensei que teríamos arrumação na rua, ou tubulações do DEP.
Um pouco mais tarde quando passei novamente, na esquina da Rua Doutor Freire Alemão com a Rua Felipe Neri, estava com muitas vans e caminhões de equipamentos de filmagens.
Perguntei a um dos seguranças, e o mesmo me respondeu que era uma filmagem para a RBS TV. Fiquei muito contente, pois pelo que estou percebendo, os entornos do Moinhos de Vento também estão sendo valorizados, e são, cada vez mais, conhecidos por mais gente.

Passeio guiado pelo Floresta

04 de setembro de 2013 3

Por Lu Kolesny, do Conselho de Blogueiros

Participei no final de agosto de uma caminhada pelo bairro Floresta, denominada Expedição Floresta, promovida pela UrbsNova, Agência de Inovação Social, com apoio do Grupo Refloresta e Nós Coworking. Fomos guiados por Jorge Piqué, da UrbsNova. O ponto de encontro foi a Casa da Música, localizada na Rua Gonçalo de Carvalho. Aliás, aqui vai uma das lições que aprendei na atividade: o bairro chama-se floresta, pois era composto de muitas árvores, e os imigrantes iam à região colher lenhas.

Passamos por diversos locais e a cada parada, recebemos uma explicação detalhada sobre o local. Confira os pontos pelos quais passamos:

Gonçalo

– Rua Gonçalo de Carvalho

Shopping Total

– Shopping Total – Fomos recepcionados pela Fernanda Fogliati, supervisora de relacionamento do Shopping Total, junto à Alameda das Artes, onde ela contou algumas curiosidades sobre o estabelecimento. Vocês sabiam que a caldeira original ainda se encontra no prédio central, em frente à Cristóvão Colombo? Há também túneis subterrâneos, que seriam destinados a estocar carvão. Parte desses túneis está sendo reformada para abrigar uma cantina italiana. No prédio do meio, também junto à Cristóvão, funciona em seu último andar, uma empresa Nós Coworking, que oferece local pra conferências, ambiente de trabalho, sala de reuniões além de local para espetáculos, teatro e cursos.

Tanguera2

– Tanguera Estúdio de Danza – Localizada na Rua Comendador Coruja, 380. Houve uma pequena demonstração da dança portenha ao nosso grupo.

Theodor Wiederspahn

– Casa do arquiteto alemão Theodor Wiederspahn – Rua Comendador Coruja, 277. Em 29 de novembro de 1993, a casa foi tombada pela prefeitura de Porto Alegre.

Geyer

– Laboratório Geyer – Localizado na Rua São Carlos com Rua Pelotas, foi fundado em 1929 por médicos gaúchos com o propósito inicial de realizar pesquisas na área médica. O prédio na São Carlos é de 1935.

Santa Terezinha

– Igreja Santa Terezinha – localizada na Ramiro Barcelos, 386. Nasci e me criei em Porto Alegre, mas confesso que nunca tinha entrado nessa igreja. Quem não conhece, tem de conhecer. Foi como um amor à primeira vista. A igreja é linda, divina, maravilhosa. Há dois painéis de Locatelli , um mais lindo que o outro. Seu interior também é lindo. Um lugar abençoado mesmo. Fiquei fascinada com o que vi. Pretendo voltar lá mais vezes pra admirar tanta beleza. O arquiteto Lucas Volpatto guiou a visita e nos falou também sobre um projeto social que deu certo. É o grupo de apoio Acolher, criado para recuperação de usuários de crack e álcool.

Hostel

– Porto Alegre Hostel Boutique – O proprietário Carlos Augusto Alves nos ofereceu água, café, chá e biscoitos caseiros deliciosos, feitos pela cozinheira de lá.

Brechó

– Brechó da São Carlos – Funciona todas as tardes de sábado, entre as Ruas Comendador Azevedo e Gaspar Martins, das 11h às 19h.

– Praça Bartolomeu de Gusmão, também conhecida como Praça Florida – Funciona ali a escola municipal de educação infantil Meu Amiguinho. A praça recebe, às terças, uma feira modelo, com dezesseis bancas, das 15h às 20h.

– Ateliê Strey – Vi ali, em Lucas Strey, um rapaz bem jovem, um grande talento. Me encantei com suas esculturas e com o tamanho pequenino dos materiais com que trabalha. Parabéns, garoto. Tens um belo e talentoso caminho pela frente.

Eu não pude concluir a caminhada, que já estava perto do fim. O grupo depois visitou o projeto Vila Flores, em dois edificíos dos anos 20, do conhecido arquiteto José Lutzenberger, pai do ecologista, o antigo Moinho Germani, dos anos 30, e a antiga Importadora Americana, dos anos 50.

Fica aqui registrada a minha intensão de passear pelo bairro em outras oportunidades, porque só assim ficarei sabendo da história da região que tão bem me acolheu, onde me sinto tão bem, e espero me sentir melhor ainda, à medida em que o mesmo volte a crescer, gerar empregos e rendas, dando oportunidade a outras pessoas de também conhecerem as entranhas da Floresta.

Saiba mais sobre o passeio no site da UrbsNova

Rosane de Oliveira convida vizinhos para o McDia Feliz

30 de agosto de 2013 0

Um convite da moradora do Moinhos e colunista de Zero Hora Rosane de Oliveira:

Reprodução

“Nas horas vagas, faço um trabalho no Instituto do Câncer Infantil. Por isso, quero convidar vocês, vizinhos do bairro Moinhos de Vento e amigos de outros bairros, a participarem do McDia Feliz, neste sábado. Para quem não conhece, é o dia em que toda a renda das vendas do BigMac nas lojas do McDonald’s vai para instituições que ajudam pacientes com câncer. Aqui, a entidade beneficiada é o Instituto do Câncer Infantil, que faz um trabalho maravilhoso de apoio às crianças e às famílias.
Vocês podem consumir o BigMac em qualquer McDonald’s, mas ficarei muito feliz se forem na da Ipiranga com a Silva Só. Estarei trabalhando lá no sábado pela manhã, até as 14h.
Obrigada pela colaboração.”

ZH Moinhos nas bancas

28 de agosto de 2013 0

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, você confere:

Reprodução

Folia no Rio Branco: coletivo musical Bloco da Laje, que busca resgatar o Carnaval de rua de Porto Alegre, promove cortejo pela região no sábado

A casa dos chefs: aprenda a fazer um Pappardelle com Ragu de Ossobuco, com a receita passada pelo restaurante Lucca Casa de Chef

Leitor-repórter: Sandra Hauck, moradora do Floresta, reclama sobre o estado das calçadas do bairro

O Nome: conheça Duda Lanna, o designer que decidiu investir na carreira artística e está com sua primeira exposição individual na Urban Arts

 

 

Hoje tem Café ZH Moinhos

22 de agosto de 2013 0

Hoje, das 14h às 19h, a equipe dos cadernos de bairros de ZH estará aguardando os moradores dos bairros Auxiliadora, Bom Fim, Floresta, Independência, Moinhos de Vento e Rio Branco. Será no Café Galgos Brancos, na Rua Dinarte Ribeiro, 171.

café

Confira algumas dicas sobre o que você pode apresentar aos jornalistas durante o Café ZH:

- Se você conhece um morador da região cuja história ou trabalho é interessante, indique-o para figurar nas seções O Nome, Conheça Seu Vizinho ou Vizinho Nota 10. Se possível, leve o telefone de contato e e-mail do vizinho a indicar

- Festas comunitárias, eventos escolares e iniciativas sociais também podem virar notícia no ZH Moinhos. Se você fez fotos de algo curioso, de uma paisagem interessante ou de algum problema do seu bairro, leve ao Café ZH. Podemos aproveitar nas seções Em Foco, Minha Turma e Foto do Leitor, publicando-as nas próximas edições do caderno

- Outra seção do caderno é o Leitor-Repórter. Se o seu bairro sofre com problemas de trânsito, infraestrutura ou falta de serviços, você pode relatar essas questões no encontro

- Leve fotos do seu mascote para que ele apareça na seção dedicada aos bichinhos de estimação, Meu Mascote

- Já fotos de bebês podem ser publicadas na seção Novo Morador

- Da sua casa, você observa uma paisagem bonita? Tire uma foto e leve-a ao encontro. Podemos utilizá-la na seção O Bairro da Minha Janela

- Muitos moradores gostam de registrar no papel uma história curiosa ou lembranças da região. Se você faz parte desse time, leve seus textos e divida essas histórias. Elas poderão ser publicadas na seção Eu e Meu Bairro

Sábado tem arraial na Félix

28 de junho de 2013 0

Por Norah Dietrich, do Conselho de Blogueiros

Pipoca, quentão e som de quadrilha. O friozinho chegou e, com ele, a época das tradicionais festas juninas (e julinas!). Se você,  como eu, adora uma quermesse,  aqui está uma ótima dica: o Arraial da Félix!

Uma das calçadas mais famosas do bairro abrigará o evento, promovido pelas lojas Espaço Boho, Indiada, Budha Khe Rhi, Uruguay Store, Aragana, Chiquita Bacana, Histórias na Garagem e Los Corrales. Será a terceira edição do tradicional arraial, que iniciou em 2010, mas não foi realizado no ano passado.

De acordo com Ana Kanarzveski, da Espaço Boho, a calçada estará toda enfeitada com bandeirinhas para recepcionar os visitantes.  Entretanto, cada loja participante será responsável pela tematização e pelas atividades de seus estabelecimentos. Na Espaço Boho, por exemplo, será servido quentão e os descontos serão conhecidos por uma divertida pescaria.

Gostou? Então, prestigie! É neste sábado, 29 de junho,  a partir das 15h, na calçada da Rua Félix da Cunha, bairro Moinhos de Vento.