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Posts na categoria "floresta"

Ajardinamento da Gonçalo de Carvalho

03 de abril de 2014 0

Gonçalo

 

Os moradores da Gonçalo de Carvalho, apelidada a rua “mais bonita do mundo” _ que divide os bairros Independência e Floresta _ querem deixá-la ainda mais bela. A Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi) pretende reformar os canteiros e melhorar a vegetação no entorno do Shopping Total. A associação se encarregará da troca da placa com o decreto do tombamento da via e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) recolocará a identificação das árvores. O objetivo é marcar um ato para caracterizar a ação.

Segundo a Smam, o pedido ainda está sob análise técnica, uma vez que há fatores que devam ser levados em conta, como o fato de que a colocação de flores e folhagens encobre as raízes, aumentado a umidade no local, e que é preciso compatibilizar os pedidos da comunidade com as características de solo daquela região. As placas que identificam as árvores já foram confeccionadas, e a previsão é de que sejam instaladas até o final do mês.

Leia mais sobre outras duas novidades comemoradas pela Amabi, a restauração de um casario na Independência e a reforma da Praça Dom Sebastião.

Registre as belezas do outono

21 de março de 2014 0

UrsulaParcao
Por Úrsula P. Dutra Christini, do Conselho de Blogueiros

No dia 20 de março, chegou o outono. Mais precisamente, às 13h57min. E, para não perder o costume de fazer posts sobre a troca das estações, movimentar o blog do ZH Moinhos e ainda ativar os leitores que adoram registrar a vida em suas câmeras fotográficas, embutidas em seus celulares ou não, convido os vizinhos e leitores a capturarem a chegada do outono e enviarem para o e-mail moinhos@zerohora.com.br. Vale qualquer imagem da região que nos remeta à essa estação ou à troca dela. Trago a imagem dessas árvores (acima e abaixo) do Parcão, cujos tons de suas folhas, logo me levaram ao calendário e me fizeram perceber a tão rápida chegada do outono de 2014.

Além de mandar fotos por e-mail, você pode, também, compartilhar pelo Facebook de ZH Moinhos, ou ainda, participar pelo Instagram, usando a tag #outonozh, com a hashtag #ZHmoinhos para os registros feitos nos bairros Auxiliadora, Bom Fim, Floresta, Independência, Moinhos de Vento e Rio Branco.

Veja imagens do outono enviadas pelo Instagram de ZH, em http://zhora.co/1l8oEem

Clique aqui para conferir todas as fotos que foram enviadas com a hashtag #ZHmoinhos

UrsulaParcao2

 

Um ano depois, nasce ecoponto

20 de março de 2014 0

Instalação da parte elétrica atrasou a obra, que deve ser concluída em junho, segundo o DMLU

Matheus Beck

Matheus Beck - ➧ matheus.beck@zerohora.com.br

O Ecoponto do Moinhos de Vento, que foi anunciado para junho de 2013, começou a ser construído nesta semana. A previsão do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) é que ele seja concluído no início de
junho, um ano após a projeção inicial.

A unidade, que será construída na capatazia da Rua Câncio Gomes, na Travessa Carmem, junto à seção norte do DMLU, tinha sido adiada para o fim do ano passado. Porém, de acordo com o diretor-geral André Carús, questões envolvendo a concessionária de energia elétrica estendeu o início dos trabalhos no local.

– Houve atraso em função de problemas relativos à instalação da parte elétrica, com trâmite junto à CEEE, que já foram resolvidos – diz Carús.

Apesar da mudança, o valor orçado inicialmente não deve ser alterado. Serão necessários cerca de R$ 46 mil para construir o ecoponto. Além dele, outra unidade, localizada na Avenida Antônio de Carvalho, também está em fase de instalação. Sua construção deve ser concluída em julho.

– Assim, teremos mais alternativas para o descarte de resíduos que não são coletados pelos caminhões de lixo domiciliar e seco, contribuindo para a limpeza da cidade e facilitando e qualificando a vida dos cidadãos – afirma o diretor.

As unidades não recebem qualquer tipo de lixo. Os resíduos permitidos são madeiras, latas com resto de tintas, móveis, colchões, terra, entulhos, caliça, cerâmica, sucatas de ferro, eletrodomésticos e resíduos arbóreos. Em teoria, os materiais deixados em terrenos baldios ou na rua, mas que não podem ser recolhidos pela Coleta Seletiva.

Os ecopontos também não recebem lixo orgânico e não aceitam descartes maiores do que 0,5m³. Haverá ainda um Posto de Entrega de Óleo de Fritura (Peof), para fazer o reaproveitamento do conteúdo, um Posto de Entrega Voluntária (PEV) para materiais destinados à coleta seletiva, e um espaço cercado para receber pneus velhos.

O projeto Destino Certo foi lançado em 2010 com a ideia de padronizar o descarte do lixo e evitar a contaminação de resíduos para a reciclagem. Nesses quatro anos, apenas quatro ecopontos foram inaugurados: na Rua Cruzeiro do Sul, 1.445, na Vila Cruzeiro; na Rua Professor Carvalho de Freitas, 1.012, para atender os bairros Glória e Teresópolis; na Avenida Diário de Notícias, 1.111, no Cristal; e na Avenida Bernardino Silveira de Amorim, 2.261, que atende a Zona Norte. A intenção da prefeitura, incluída no Plano Plurianual (PPA), é construir 17 ecopontos na Capital.

C de Criatividade e de Cidadania

06 de fevereiro de 2014 1

Para dar nova vida à região, grupo de 44 artistas lança o Distrito Criativo de Porto Alegre, que contemplará bairros como o  Floresta

Matheus Beck – matheus.beck@zerohora.com.br

Há cerca de três meses, 44 artistas e empreendedores (alguns deles, na foto abaixo) se reúnem para dar cara nova ao 4º Distrito – região da cidade ao norte do Centro Histórico que compreende o Floresta e outros bairros. Mas não apenas recuperar sua história e cultura. Baseado nos conceitos de economia criativa, do conhecimento e da experiência, o objetivo é desenvolver o espaço urbano e torná-lo um mercado ativo nos próximos cinco anos.

distritoCfoto

No passado recente, a região era conhecida como o polo industrial de Porto Alegre. Praças e parques serviam de ponto de encontro de jovens. Bem diferente dos espaços degradados atualmente. O grupo, porém, não busca apenas a reforma de locais históricos ou ações culturais. Segundo o professor Jorge Piqué, da agência de inovação social UrbsNova, idealizador do Distrito Criativo, também chamado de Distrito C, os projetos serão tanto de preservação quanto criação:

– Queremos é que traga benefícios à região. Por um lado, pressionando a prefeitura, mostrando que há uma indústria que precisa de condições mínimas para existir. E, por outro, que nós mesmos, que somos criadores, busquemos soluções.

O coletivo se vale de experiências semelhantes realizadas em outros países, mas também em Porto Alegre, como o Cidade Baixa em Alta. A ideia é que se forme um senso de identificação entre os moradores com a região a ponto de intervir na realidade dela, e não apenas reivindicar e aguardar a solução por parte dos governantes.

Jorge

– O fato de a gente fazer coisas não libera a prefeitura de fazer as obrigações dela. A macrodrenagem e a limpeza urbana são funções dela. Mas a nossa questão não é só de demanda, e sim de tudo que podemos fazer como cidadãos. A pintura dos bueiros e de bocas de lobo, por exemplo, é proibida. No entanto, os moradores da Cidade Baixa conversaram com a prefeitura e até a EPTC apoiou a ação – exemplifica Piqué (na foto acima).

– O Distrito C está mostrando à cidade um bairro que estava esquecido e que as pessoas ainda não conhecem, perto de todos os lugares mais valorizados e com uma mistura de interesses e atividades como poucos. Nós, da Bolsa de Arte, saímos em busca de um espaço mais importante e com melhor condições de mostrar o trabalho dos artistas sem limitações de tamanho, um lugar ideal para exibir arte – afirmou Marga Pasquali, empresária.

Atualmente, vários grupos de trabalho foram formados para discutir assuntos como segurança, identidade visual e patrimônio. Associações de moradores, como o Refloresta, atuam na intermediação da relação com os vizinhos e como consultores sobre os problemas da região. Mais que revitalização cultural, o Distrito C é um local de inovação social.

Confira a relação completa dos participantes

Mais informações sobre o Distrito C pode ser obtidas pelo e-mail agenciaurbsnova@gmail.com ou pelo telefone (51) 9830-0994

Linhas de ação

Os grupos de trabalho tem se reunido para tratar de alguns temas. Eles discutem, levantam ideias e desenvolvem projetos divididos em cinco eixos principais. Confira quais são

– Revitalização urbana –  melhorias na infraestrutura, microdrenagem, iluminação, limpeza, segurança, mobilidade, condições de comércio, valorização das áreas verdes e do meio ambiente, disponibilização de equipamentos de lazer, preservação de fachadas, defesa do patrimônio histórico e implantação de uma horta comunitária.

–  Inclusão social –  identificar grupos sociais em situação de risco e dar apoio às entidades que trabalhem com essas pessoas.

–  Design de território – criar uma identidade própria ao distrito desde a sinalização (mapas, cartazes e identificação do mobiliário urbano), passando pela arte pública (grafite, fotografias, esculturas), e até eventos (festas, caminhadas, pedaladas).

– Atividades de integração e formação –  promover o sentido de identificação com o bairro entre os moradores por meio de palestras, cursos, eventos artísticos, ações coletivas, além da recuperação e divulgação da história do distrito.

– Turismo criativo – aproximar turistas de outras áreas de Porto Alegre, do estado e do país à vivência dos moradores, com visitas a ateliês, oficinas e eventos locais.

No ZH Moinhos desta quinta-feira

08 de janeiro de 2014 0

Você confere

Capacalçadasmenor

– Saudade dos canteiros – Moradores da Fernandes Vieira lamentam retirada de estrutura em torno das árvores, exigida pela prefeitura, por causa do Projeto Minha Calçada

– Planos para 2014 – As associações de bairros da região comemoram conquistas do ano passado, como o sucesso de eventos voltados para moradores e a mobilização por melhorias da área. No entanto, há planos que não se concretizaram, e que podem, finalmente, sair do papel neste ano. Conheça as prioridades de cada grupo – Associação Cristóvão Colombo (ACC), Associação de Moradores do Auxiliadora (AMA), Associação de Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi), Associação dos Moradores da Gonçalo de Carvalho (Amogonçalo), Movimento Moinhos Vive e Grupo de Apoio à Revitalização do Bairro Floresta (Refloresta)

– Eu e Meu Bairro – A escritora Letícia Möeller conta sobre sua relação com o bairro, de sua infância a infância de seus filhos

Conhecendo a Associação Cristã Feminina, na Rua Santo Antônio

28 de novembro de 2013 0

Por Lu Kolesny, do Conselho de Blogueiros

ACM

 

Estive conhecendo a Associação Cristã Feminina (ACF) de Porto Alegre, a convite da senhora Ruth Vieira Ferracini. Fiquei encantada com que vi. Quando passamos pela Rua Santo Antonio, geralmente de carro, ônibus ou lotação, não percebemos o valor que tem aquela casa azulzinha, na subida, entre a Cristóvão e a Independência. Em função disso, vou contar um pouquinho da ACF Porto Alegre.

Esta Associação foi criada em 30 de novembro de 1957, com sede inicial no centro, na Rua Riachuelo. Hoje, a associação funciona na Rua Santo Antonio, 259. Sua atual presidente é a Cristina Palaveo, e a associação está vinculada a organização internacional YWCA, localizada em Genebra, seguindo suas normas e estatutos.

ruth

Atualmente a casa oferece cursos de artesanato, dança de salão, canto, técnica vocal, alemão, espanhol, informática, além de serviços de massagem, reiki, yoga e tai chi chuan. Tem uma boa biblioteca, chamada Ana Terra, inaugurada este ano, sob a coordenação de Ruth (na foto acima). A biblioteca aceita doações de livros, pra compor seu acervo.

A casa oferece também espaços para locações, onde podem ser realizados cursos e palestras. Qualquer pessoa, inclusive do sexo masculino, pode frequentar a associação e não precisa ser necessariamente sócia. As pessoas que compõem a associação em si, como presidente e tesoureira, essas sim, têm de ser do sexo feminino.

ACM2

A casa conta com um pequeno es

 

tacionamento no local, e funciona de segunda a sexta, das 14h às 18h. O telefone de lá é 3028-3111 e e-mail acf.palegre@gmail.com

Todos que trabalham na associação o fazem de forma voluntária. Atualmente, a mesma está carente de colaboradores. Quem tiver interesse, pode entrar em contato com o telefone acima. Deem uma passadinha lá! Garanto que vão gostar da dica!

Que rua é esta?

09 de novembro de 2013 0

Neste final de semana, decidimos colocar a nossa charada semanal também no blog.

Vamos lá então para a dica do Que Rua é Esta?, publicada na edição que circulou na quinta-feira:

querua

Via do bairro Auxiliadora (com um pequeno trecho no Floresta), pertence a um dos primeiros loteamentos implantados naquela área da cidade por iniciativa do Coronel Manoel Py, figurando na planta municipal de 1986. Mais uma dica: está a uma quadra do bairro São João. Sabe de que via estamos falando?

Mande seu palpite para moinhos@zerohora.com.br até o meio-dia de segunda-feira, com seu nome completo. Ou responda via comentário no blog, não se esquecendo de escrever o seu nome completo.

MAS ATENÇÃO! Para não estragar a brincadeira, não respondam via Facebook, está combinado?

Boa pesquisa!

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“Vamos acompanhar a abertura da Pinheiro Machado para avaliar a eficácia”, afirma Vanderlei Cappellari

07 de novembro de 2013 2

Por Paulo Renato Rodrigues, do Conselho de Blogueiros

PINHEIRO 009

No final da semana passada, entrevistei o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, em busca de detalhes a respeito da abertura da Rua Pinheiro Machado, um tema que é polêmico entre moradores dos bairros Independência e Floresta. Questionei, por exemplo, sobre a possibilidade de serem instalados semáforos nas esquina da André Puente e Gonçalo de Carvalho, e se há perspectiva de reversão de alguma mudança prevista ou já realizada. As respostas você confere a seguir, na entrevista feita por e-mail.

> Leia mais sobre a abertura da Rua Pinheiro Machado, marcada para a manhã desta sexta-feira.

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ZH Moinhos – O que representa essa mudança no contexto do trânsito da região? 

Vanderlei Cappellari – Representa maior facilidade para a circulação dos moradores e serviços instalados na região. Atualmente, quem vem do Centro e quer chegar às ruas Gonçalo de Carvalho ou André Puente precisa contornar a Praça Júlio de Castilhos, passando por três semáforos. Com esta nova possibilidade, simplificamos o acesso ao bairro, e aliviamos o cruzamento da Ramiro Barcelos, com a Independência e com a 24 de Outubro.

ZH Moinhos – Como ficará o estacionamento de carros na Independência e na Pinheiro Machado? Há perspectiva de instalação de parquímetros nessa rua e no seu entorno?
Cappellari – Na Avenida Independência, foram removidas, aproximadamente, 20 vagas da Área Azul Eletrônica, e na Rua Pinheiro Machado foi proibido o estacionamento apenas de um lado da rua. A ideia é equilibrar uma melhoria na circulação para o bairro, permitindo o estacionamento onde é possível, pelas próprias características do bairro. Estamos licitando a gestão da Área Azul. Também estamos realizando estudos e, após a abertura da Pinheiro Machado, concluiremos a avaliação de todo o entorno.

ZH Moinhos – Com o aumento do fluxo, o que inevitavelmente ocorrerá na Pinheiro Machado, há planos de colocação de sinaleiras nas esquinas com a André Puente e Gonçalo de Carvalho?
Cappellari – Não foi prevista a instalação de semáforo, porque o volume não é representativo para este equipamento. Mas está sendo implantada sinalização ostensiva nestes cruzamentos, com placas de “pare”, com legendas pintadas no pavimento e linhas de canalização, um reforço de sinalização para melhor entendimento pelos condutores e pedestres. A equipe de engenharia e os agentes estarão monitorando todas as intervenções implantadas, e farão ajustes, se necessário.

ZH Moinhos – Há perspectiva de alguma reversão no conjunto de intervenções que já foram e estão sendo realizadas?
Cappellari – Conforme enfatizamos nas reuniões com a comunidade, vamos acompanhar e monitorar para avaliar a eficácia desta pequena intervenção, e ajustar ou alterar o que for necessário.

ZH Moinhos – Como foi suportar a pressão para que isso não acontecesse?
Cappellari – Em qualquer intervenção viária, sempre temos posições favoráveis e contrárias, e elas variam de acordo com os interesses individuais. Nossa função, enquanto órgão gestor, é propor medidas que melhorem e equilibrem a mobilidade, sempre priorizando a segurança viária e qualificação coletiva da cidade. Tivemos espaço na região para apresentar todos os nossos dados de contagens, de volumes de tráfego, das conexões estratégicas que existem nesta região da cidade, de problemas que estávamos enfrentando (o nó da 24 de Outubro) e um ótimo ambiente para debater, ouvir opiniões e sugestões dos moradores e das empresas instaladas no bairro. Esta troca permitiu a construção de solução mais racional e com informações simultâneas.

Rua Pinheiro Machado será aberta nesta sexta-feira

07 de novembro de 2013 1

 

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Após finalização de obras pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) confirmou para amanhã, a partir das 9h, a abertura da Rua Pinheiro Machado ao trânsito de veículos. A alteração, precedida por asfaltamento e nova sinalização, ocorre com a retirada do passeio junto à Avenida Independência. Na esquina com a Pinheiro Machado, funcionará um semáforo para organizar a conversão à esquerda, para quem segue no sentido Centro/bairro.

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A partir desta sexta, a Rua Pinheiro Machado terá sentido único da Independência até a Rua Professor André Puente, e, a partir daí, mão dupla até a Rua Gonçalo de Carvalho. Serão retirados pontos de estacionamento da Área Azul na Independência para a melhor circulação dos veículos.

Todas as alterações serão monitoradas pelos técnicos e

PINHEIRO 005

agentes de fiscalização da EPTC.

— Será realizado acompanhamento para avaliar a eficácia e ajustar ou alterar o que for necessário — afirmou Vanderlei Cappellari, diretor-presidente da EPTC, em entrevista ao blogueiro Paulo Renato Rodrigues (leia a íntegra da entrevista)

De acordo com o órgão de trânsito, a medida objetiva qualificar o tráfego na região, criando uma alternativa de rota em direção à Avenida Cristóvão Colombo, e diminuindo o fluxo de veículos na esquina da Avenida Independência com a Rua Ramiro Barcelos.

O anúncio da abertura, porém, provocou reação contrária de moradores da região em junho deste ano, alegando que a rua perderia suas características, transformando-se em um’ corredor de passagem’. No passado, eles fizeram uma intensa mobilização política, colheram mais de mil assinaturas e evitaram a abertura.

Leia mais:

> A polêmica abertura da Pinheiro Machado

> Enquete no Facebook sobre a mudança de trânsito

Abertura da Pinheiro Machado marcada para o dia 8

30 de outubro de 2013 2

mapaEPTC

Após finalização de obras pela Smov, a EPTC confirmou para 8 de novembro, sexta-feira, a partir das 9h, a abertura da rua Pinheiro Machado ao trânsito de veículos. Junto à Avenida Independência, funcionará um semáforo de conversão à esquerda, sentido Centro/bairro.

De acordo com EPTC, a medida objetiva qualificar o trânsito na região, criando uma alternativa de rota em direção à Cristóvão Colombo, e diminuir o fluxo de veículos na esquina da Independência com a Ramiro Barcelos.

A Pinheiro Machado terá sentido único da Independência até a André Puente, e, a partir daí, mão dupla até a Gonçalo de Carvalho. Serão retirados pontos de estacionamento da Área Azul na Independência para a melhor circulação dos veículos.

Clique aqui para ler um post do blogueiro Paulo Renato Rodrigues sobre a abertura da Pinheiro Machado.

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Árvore na esquina da Independência é removida pela Smam

27 de outubro de 2013 4

PinheiroANTES4

Por Úrsula P. Dutra Christini, do Conselho de Blogueiros

Flores amarelas. Esse é o nome da pasta que eu tinha no meu computador para fazer um post para o blog do ZH Moinhos. Criei essa pasta em novembro de 2008, época em que foram tiradas as fotos das flores amarelas. Na realidade, tratava-se de uma bela árvore, com flores amarelas, num antigo casarão da Rua Pinheiro Machado.
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Havia pensado em fazer um post em razão da beleza da árvore, principalmente na primavera. Mas como eu não sabia exatamente o nome da árvore, acabei não escrevendo.Pinheiro3

Infelizmente, as belas flores amarelas não existem mais. A árvore foi podada há pouco mais de um mês e não há mais aquela bela paisagem que tínhamos na primavera. O belo tapete amarelo na Pinheiro Machado quase esquina com a Independência se foi.

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Hoje entendo que, apesar de todos os problemas pelos quais passamos, é importante olharmos para as belas paisagens que temos. Valorizarmos a leveza de espírito das pessoas, a poesia da primavera, é uma forma de vivermos melhor. Porque a vida passa muito depressa. E se não conseguirmos enxergar a beleza que temos ao nosso redor, em pouco tempo, ela também não irá mais estar aqui.

O que informou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam)

 – Foi autorizada a remoção  de um guapuruvu, com risco de queda, localizado em área particular. A remoção foi autorizada porque havia risco à vida dos moradores da casa.

Passeio do Viva o Centro a Pé irá ao Quarto Distrito de Porto Alegre

22 de outubro de 2013 0

Moinho

 

Crédito: Guilherme Santos, PMPA, Divulgação

A próxima edição da caminhada orientada do Viva o Centro a Pé, no sábado, irá ao Quarto Distrito de Porto Alegre. O roteiro passa pela Rua Paraíba, até o antigo Moinho Rio-grandense. Depois, a caminhada segue por algumas ruas da região, com passeio de ônibus pelos armazéns da rua Voluntários da Pátria. A saída será em ônibus da Carris, às 10h, no totem do Caminho dos Antiquários, na Demétrio Ribeiro em frente à Praça Daltro Filho, com duração aproximada de duas horas.

Interessados devem solicitar inscrição pelo e-mail vivaocentroape@gmail.com e aguardar confirmação. Para participar, é necessário doar alimentos não perecíveis. Outra opção é a doação de ração para cães e gatos, que será destinada aos animais, por meio da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda).

Quem orienta a atividade é a arquiteta Leila Nesralla Mattar, especialista em Projeto de Arquitetura Habitacional (PROPAR/UFRGS), doutora em História, docente na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS e da Faculdade de Engenharia da PUCRS. Mais informações no site do projeto Viva o Centro a Pé

As informações são da prefeitura de Porto Alegre.

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"Eu Fico com a Pureza", exposição de Carol W, é prorrogada

21 de outubro de 2013 0

Devido à grande procura, a Urban Arts Porto Alegre prorrogou o encerramento da exposição Eu Fico com a Pureza, de Carol W. O público poderá conferir a mostra até esta terça-feira (22/10).

Confira a reportagem que publicamos na edição do ZH Moinhos da semana passada, sobre o trabalho da artista plástica :

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A pureza das respostas das crianças

Por Laura Schenkel – laura.schenkel@zerohora.com.br

— A pureza ainda está em cada um de nós, basta deixar que ela apareça.

Foi isso que Carol W, como gosta de ser chamada, pensou ao ver pessoas com os olhos cheios d’água na Urban Arts.

Além das telas e esculturas, os papéis onde as crianças escreveram e que a inspiraram também estavam expostos, com a letra dos pequenos, alguns com desenhos, mostrando que as frases geniais foram, de fato, escritas pelos jovens estudantes.

Ela contatou Javier Naranjo, professor colombiano, autor de A Casa das Estrelas, que tem um dicionário feito por crianças, livro no qual se inspirou para esse projeto, para saber como fazer com que os entrevistados confiassem nela e explicassem as palavras de forma livre (leia mais abaixo). As dicas que ele passou foram falar de igual para igual, oferecendo carinho e atenção.

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A porto-alegrense de 34 anos que mora e tem atelier na Rua Comendador Azevedo, no Floresta, visitou nove escolas públicas e particulares, levando uma caixa colorida com várias palavras e os conselhos de Naranjo. Os alunos, entre cinco e 11 anos, criaram suas próprias definições para os termos. Para criar telas e esculturas, Carol selecionou algumas explicações das crianças e as interpretou do seu modo.

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O fascínio que o universo infantil exerce sobre Carol W é tão grande que seu acervo de obras infantis é muito maior do que o de literatura direcionada para adultos. Objetos que remetem à infância também estão dentre as coisas que Carol adora: bonecas de pano e de papel, pássaros, árvores, o cheiro das frutas, mar, marionetes, brinquedos de lata, diários, rir até faltar o ar, encontrar um papel lindo para sua coleção, edredon no inverno e torta de bolacha.

— Não sei explicar exatamente porque me fascina tanto, mas acredito que é exatamente pela pureza que há nas crianças, algo que eu não quero perder. Essa palavra, pureza, resume muito bem o meu trabalho e o que eu quero transmitir com ele, mas só agora, depois dessa exposição, eu consigo ver isso. O universo infantil te permite ser mais lúdico, não ter muitas amarras. Tudo é possível, e essa liberdade me encanta — conta.

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Admiradora de Ziraldo

Carol admirava desde pequena o trabalho de Ziraldo e ficava horas e horas olhando os livros que seu pai, Vanderlei Cunha, tinha do cartunista mineiro. Adorava reproduzir os traços do criador de O Menino Maluquinho nas capas dos seus cadernos. Da mãe, Cleonice Cunha, costureira e estilista, veio a inspiração por criar objetos com as próprias mãos. Os pais sempre a incentivaram nas artes e guardaram os desenhos que ela fez na pré-escola.

Eu Fico com a Pureza foi o trabalho mais significativo de sua carreira. Agora, já está com saudade do processo produtivo das obras.

— Fiquei com um carinho muito especial por professores, coordenadores e diretores. A rotina deles exige muita dedicação e amor. Esse projeto é muito significante para mim também, pois meu trabalho sempre foi inspirado no universo infantil, mas nunca tinha tido um contato tão direto com as crianças para criar — explica Carol.

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A inspiração

Talvez você já tenha ouvido falar desta obra. O livro Casa das Estrelas: o Universo Contado pelas Crianças surpreendeu ao se tornar o maior sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, no final do mês de abril.

As definições foram compiladas durante um período” entre oito e 10 anos”, enquanto o autor, Javier Naranjo, trabalhava como professor em diversas escolas rurais do Estado de Antioquía, no leste da Colômbia.

Entre as definições dadas pelas crianças, com termos de A a Z estão A de adulto (” Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si”, de acordo com Andrés Felipe Bedoya, de oito anos) e V de violência (” A parte ruim da paz”, segundo Sara Martínez, de sete anos).

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A exposição

Eu Fico Com a Pureza, da artista plástica Carol W

– Endereço: Urban Arts POA (Rua Quintino Bocaiúva, 715)

– Nas obras, além de tinta acrílica, foram utilizados giz e lápis de cor, material que os pequenos costumam usar para desenhar.

–Visitação: segunda (21/10) e terça (22/10), das 10h às 19h

 

Vivendo a vizinhança

Na parte da frente de sua casa, localizada na Comendador Azevedo, funciona o atelier da porto-alegrense, onde entra uma boa quantidade de luz natural. De lá, ela acompanha o movimento da rua.

A relação dela com o bairro vai muito além disso. A feira livre realizada na Praça Bartolomeu Gusmão, a Praça Florida, entrou para o cotidiano de Carol. Toda terça, compra frutas, queijos e outras gostosuras, incluindo um” pastel feito na hora que é uma delícia”. Aos sábados, aproveita o brechó de rua da São Carlos. Já no Moinhos, ela costuma frequentar os jardins do Dmae, local que considera ideal para fazer um piquenique e ficar deitada na grama.

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Dicas da moradora

— Um detalhe para observar: as casas antigas lindas e coloridas principalmente nas ruas São Carlos e Gaspar Martins

— Um restaurante: Cozinha e Arte, na Cristóvão Colombo. Almoço todos os dias lá

— Um evento imperdível: a feira livre das terças, o brechó dos sábados e o encontro no Vila Flores

 

Com a palavra, Carol W

ZH Moinhos — Como você definiria a região, em uma palavra?

Carol W — Aconchego.

ZH Moinhos — Qual é a rua mais charmosa?

Carol — Dependendo da parte, a São Carlos e suas casas antigas.

ZH Moinhos — Como é o vizinho ideal?

Carol — Que deixa o outro viver a sua vida, que respeita o espaço e a individualidade do próximo.

ZH Moinhos — Qual o principal problema do bairro?

Carol — Sujeira. Outro problema é que muitas das casas antigas estão sendo derrubadas para a construção de estacionamentos.

ZH Moinhos — Se pudesse, o que mudaria no bairro?

Carol — A conscientização para manter as ruas limpas.

ZH Moinhos — O que nunca mudaria?

Carol — Essa atmosfera que o bairro tem de cidade pequena. Aqui as crianças ainda brincam na rua até tarde, sem que os pais se preocupem. Todos se conhecem e se cumprimentam.

ZH Moinhos — Como Porto Alegre seria sem o seu bairro?

Carol — Menos romântica.

ZH Moinhos — Como você imagina o bairro no futuro?

Carol — Espero que parem de derrubar as casas, que parem de descaracterizar o bairro. E que seja um bairro mais limpo.

Conheça o homem que restaura o Vila Flores, em Porto Alegre

17 de outubro de 2013 0

Há três anos, João Felipe Wallig teve um encontro adorável. Ele conheceu, em São Paulo, um restaurador mineiro de sotaque quase nordestino. Amável Santos Amaral trabalhava em reformas na cidade desde os 19 anos, quando deixou Medina, em Minas Gerais, quase na divisa com a Bahia. Wallig decidiu convidá-lo para ser caseiro no Vila Flores e, na medida do possível, recuperar portas e paredes.
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Atualmente, Amável (na foto acima) mora no casario e é o guardião das memórias que existem lá. Ele conta que, quando chegou, havia apenas um amontoado de madeiras. Aos poucos, deu uma nova cara ao espaço e comemora a apropriação que será feita pelos moradores do bairro. Para ele, o que se destaca na construção são as mansardas – telhado com duas inclinações, sendo a inferior quase vertical e a superior quase horizontal:

– Em São Paulo tem, mas são diferentes. Esse tipo vim conhecer aqui. A mansarda enfeita muito a casa – diz.

Para um lugar imenso, Amável é econômico no que usa para si. Ocupa um dormitório com a cama de solteiro e utiliza outro cômodo como cozinha. Quem tem mais espaço é o pitbull Tigrão, que tem um pátio inteiro para circular. Apesar de ser um local de bastante movimento durante o dia – e estar próximo a zonas de prostituição à noite –, Amável afirma que nunca teve problemas com visitantes indesejados:

– O pessoal respeita. Estou há três anos aqui e ninguém mexe comigo.

E completa, com simplicidade:

– Sabendo viver, em qualquer lugar se vive.

> Saiba mais sobre o Projeto Simultaneidade

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Projeto Simultaneidade: muito além da restauração do Vila Flores

17 de outubro de 2013 0

Projeto prevê reunir intervenções artísticas no Vila Flores, no bairro Floresta, para estreitar a relação entre os moradores e criar um novo referencial sobre a ocupação de espaços públicos

Por Matheus Beck
matheus.beck@zerohora.com.br

Um projeto busca levar um sopro de vida ao casario Vila Flores, no Floresta. Intitulado Simultaneidade, ele reunirá 30 coletivos artísticos para realizar intervenções culturais no complexo multiuso, em dezembro.

A ação é simultânea à revitalização do prédio e busca discutir a subutilização dos espaços públicos. O objetivo é estimular a ocupação dos moradores com a realização de atividades artísticas e culturais. Serão três dias inteiros em que as pessoas poderão circular pelas ruas internas, participar de oficinas diversas, assistir a apresentações e compartilhar bolos, sucos e experiências.

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– A gente buscou que todos os dias tivessem atividades nas quais todas as pessoas participassem independentemente do interesse de cada uma. É uma provocação. As pessoas precisam desenvolver o sentimento de pertencimento para que percebam que elas fazem parte da construção e da transformação da cidade _ afirma a arquiteta Márcia Braga, responsável pelo Projeto Vizinhança ao lado de Aline Bueno.

Conheça a história do guardião do Vila Flores

Elas criaram a iniciativa em agosto do ano passado a partir da percepção de que Porto Alegre está cheia de espaços ociosos e, ao mesmo tempo, as pessoas cada vez mais distantes.

Nos dias anteriores ao final de semana do evento, outros espaços culturais da cidade receberão atividades, como a presença de arquitetos para conversar com as pessoas sobre lugares históricos do Quarto Distrito _ região que engloba o Floresta. Durante o Simultaneidade, quem quiser promover uma oficina ou mostrar seu talento poderá preencher uma vaga no cronograma do espaço “Vai e faz”.

A maneira mais direta de colaborar com o Simultaneidade é ajudando a financiá-lo. O projeto está inscrito no site Catarse para angariar fundos. Qualquer pessoa pode contribuir com valores distintos, que serão convertidos em brindes e benefícios. Para viabilizá-lo, a ideia é atingir R$ 25 mil. O valor será utilizado na recuperação da infraestrutura do local, instalação elétrica, de banheiros e outros reparos, contratação dos responsáveis pela sonorização, iluminação, palco, segurança e produção e pagamento de cachê simbólico aos artistas.

– O cronograma depende do financiamento. Tínhamos previsto para 6 de dezembro, mas precisa coincidir com o timing do Catarse – diz o arquiteto João Felipe Wallig, da Goma Oficina, escritório responsável por restaurar o Vila Flores.

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Encravado no Floresta desde 1928, o conjunto construído pelo engenheiro e arquiteto José Franz Seraph Lutzenberger tem 2.332m² de área construída. Os três prédios que compõem o complexo são exemplares do legado de Lutzenberger para a cidade, como o Palácio do Comércio, o Orfanato Pão dos Pobres e a Igreja São José. A Goma Oficina, segundo Wallig, não quer apenas restaurá-lo, mas destinar um uso comum aos vizinhos para os anos seguintes:

– Em Porto Alegre, o pessoal é muito pró-ativo com questões cívicas. As pessoas se envolvem em ações de menor impacto, como a dos adesivos nas paradas de ônibus (iniciativa do coletivo Shoot the Shit que identificava as linhas existentes em cada ponto), mas que têm grande poder de reflexão – ressalta Wallig.

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Atualmente, o casario está com o processo de captação de recursos para sua restauração definitiva em tramitação na prefeitura. O projeto da Goma prevê um uso misto do local, com apartamentos residenciais no prédio da Rua Hoffman, salas comerciais na fachada da São Carlos e equipamentos culturais e outros serviços nos térreos.

Como colaborar

– Acesse o Projeto Simultaneidade no Catarse

–  Escolha a forma de apoio. A cota mínima é de R$ 15

–  Também é possível ceder equipamentos e outros artigos de maneira espontânea, direto com os promotores do evento


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