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Posts com a tag "24 de outubro"

Exemplos da falta de acessibilidade em Porto Alegre

27 de outubro de 2013 0

Calçada com escada na Mariante e desnível em porta de autoescola são alvos de reclamações

Mariante

 

Por Bruna Vargas – bruna.vargas@zerohora.com.br

Lembrada, muitas vezes, por ser um dos poucos lugares de Porto Alegre onde as pessoas ainda se arriscam a deixar o carro na garagem e desbravar a pé as ruas da vizinhança, a região do Moinhos de Vento se mostra pouco amigável a quem tem dificuldades de locomoção.

Dois exemplos citados em e-mail enviado à redação e no grupo Ativismo Pedestre Poa, no Facebook, ajudam a ilustrar o problema. Enquanto uma calçada da Rua Mariante apresenta um trecho elevado, tendo de ser acessada por uma escada, uma autoescola confunde pessoas com deficiência. Na Rua Mariante, à altura do número 840, o problema são, precisamente, cinco degraus. O trecho elevado que ocupa toda a largura do passeio, está de acordo com o decreto 17.302/2011, que permite que os passeios onde há desnível, por causa de outra edificação, possam ter degraus ou rampas.

– Quando há uma lomba, até se justifica este tipo de elevada, mas ali o passeio é plano e estreito. A estrutura penaliza quem está caminhando, por ser um obstáculo – destacou o funcionário público Enrico Canali, que postou a foto no Facebook.

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> Você conhece casos de falta de acessibilidade que vão além de calçadas esburacadas? Mande  texto e fotos para moinhos@zerohora.com.br

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Situações como essa prometem ser evitadas pelo Plano Diretor de Acessibilidade para as calçadas, colocado em prática pela prefeitura. O projeto, porém, ainda está restrito à área do Centro Histórico. Segundo o supervisor de Controle e Prevenção da Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb), Paulo André Machado, a iniciativa poderá ser estendida a outros bairros. Casos em que o acesso a pessoas com deficiência não é facilitado podem ser denunciadas pelo 156 ou diretamente à Secretaria Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social (Smacis,) pelo telefone 3289-1141.

Indicação confusa

Detran

Uma autoescola à esquina das ruas 24 de Outubro e Auxiliadora chamou a atenção de Gustavo Trevisi do Nascimento. Embora vários adesivos colados nos vidros do local indiquem que a escola ministra aula para cadeirantes, a porta de entrada apresenta um degrau, dificultando o acesso.
– Não sou cadeirante, mas tenho paralisia cerebral. Moro na Freire Alemão há 32 anos e acho curioso que esta escola, que dá aula para pessoas com deficiência, tenha um degrau na entrada. O ideal seria ter rampas, sempre – disse Nascimento.

De acordo com apuração da Secretaria Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social (Smacis), a escola tem uma entrada acessível, localizada na parte lateral. Ainda assim, segundo a secretaria, o estabelecimento deveria informar, junto à sinalização, o local correto do acesso.

Procurados pela reportagem, os donos da autoescola não atenderam às ligações efetuadas entre sexta e terça-feira para comentar o assunto. O secretário da Smacis, Raul Cohen, disse que o caso está na pauta da secretaria.

De acordo com o secretário da Smacis, que planeja transformar a Rua Padre Chagas em referência em acessibilidade em Porto Alegre, é possível prever uma solução para o problema.

– Para nós, não interessa se o problema está em uma grande avenida ou em uma pequena rua. Toda demanda é analisada, e é o que vamos fazer neste caso. Cabe a nós ir ao encontro disso para tentarmos uma solução – sinalizou.

A promoção de acessibilidade a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, em locais com destinação pública, coletiva ou privada, está prevista na lei federal 10.098, no decreto 5296/2004, e na lei municipal complementar 678/2011.

 

O que eu vejo das minhas janelas

29 de março de 2013 0

Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

Bem, da minha janela vejo coisas inacreditáveis da vida e do comportamento das pessoas, e também acontecimentos lindos. Vejo a sinaleira do cruzamento da Rua 24 de Outubro com a Rua Florêncio Ygartua/ Hilário Ribeiro, onde seguidamente tem grandes engarrafamentos, pois as pessoas não respeitam a sua hora de passar. As pessoas esqueceram da educação no trânsito faz muito tempo.

Também observo pessoas apressadas e outras passeando com cachorros. Há motoristas buzinando desesperados, sem paciência para esperar outro estacionar. Assim que ficam livres, aceleram e param na sinaleira fechada. Geralmente, o motorista do carro que estacionou recebe uma saraivada de ‘ elogios’ impublicáveis, por exercer o direito de estacionar em uma via permitida.

Vejo motoristas estacionando e olhando para todos os lados com medo de assaltos. Há engarrafamentos diários, com buzinas impacientes e desaforos constantes. Os lojistas se aventuram entre os carros e trazem o lixo para o contêiner que fica do meu lado da rua. Vejo muita gente atravessando a via em meio aos carros, desafiando a selva motorizada e se expondo sem necessidade, pois a faixa de pedestres se encontra a poucos metros dali.


A 24 de Outubro também é palco para garotos, que passam voando com seus skates por entre as pessoas, desviando, parando e continuando rua abaixo. A via também é usada por senhoras, que formam rodas para conversar. Uma para, outra chega, e a roda aumenta em pouco tempo. Alguns cuidam da via e molham os canteiros para deixar a poluída Rua 24 de Outubro mais aconchegante.

Da minha janela, vejo um pedaço do Parcão. Parece que, diariamente, às 18h30min, inverno ou verão, o tempo muda e começa a ventar bastante até as 19h45min, depois acalma. Nesse momento eu e meu marido sentamos na varanda com um chimarrão e conversamos sobre o dia.

Quando me dirijo para a varanda dos fundos, a situação muda completamente. O silêncio é impar.

Enxergo o verde das árvores das casas da Rua Luciana de Abreu e ouço pássaros gorjeando.

Nem parece que estou a poucos metros do barulho dos ônibus, lotações, carros e motos.

Essa é a vida, de contrastes, que passa pelas minhas janelas no bairro Moinhos de Vento.

ZH Moinhos nas bancas

27 de março de 2013 1

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, confira reportagem sobre a insegurança no entorno do Shopping Total, com uma entrevista com o capitão Márcio Fernandes, comandante da 4ª companhia do 9º BPM.

O caderno traz também dois textos de leitor-repórter e, na seção Minha Turma, depoimentos sobre os 20 anos do Leonardo da Vinci Alfa.

Publicamos ainda o texto do blogueiro Eduardo Viamonte sobre placas da nova área azul instalada no Parcão, com um contraponto da EPTC, um texto da blogueira Miréia Borges sobre o cotidiano na 24 de Outubro e um convite lançado pela blogueira Úrsula P. Dutra Christini, para enviar fotos de outono.

A ideia da blogueira, aliás, inspirou a nova MissãoZH no Instagram: registrar imagens da nova estação.

Boa leitura!

Kebaberia no Auxiliadora ousa nas receitas

07 de junho de 2012 2

O sonho de Gustavo Ferreira, de abrir uma kebaberia, teve início em 2007, mas se tornou realidade cinco anos depois. Na noite do dia 14 de maio, o empresário de 25 anos inaugurou a Sheep Kebab.

Amante da especialidade turca, Ferreira procurou diversos pontos na região do Moinhos até escolher o número 1.316 da Rua 24 de Outubro. Ele credita a opção pelo endereço ao fluxo de pessoas, à combinação de áreas comercial e residencial e à segurança.

Quem pensa que, ao chegar no local, saboreará só receitas tradicionais turcas está enganado. No cardápio, há seis opções de lanche, que vão das mais conhecidas até adaptações ao paladar gaúcho e invenções de Ferreira – caso do kebab de banana (foto abaixo).

Também foram feitas modificações para tornar a refeição mais saudável, como a retirada de gordura entre as fatias de carne. Todos os lanches acompanham o pão sírio, feito diariamente pela casa, acompanha todos os lanches.

– Deu certo. As pessoas olham para os kebabs e comem sem nenhum receio, pois o lanche se tornou muito saudável, tratando-se de muitos vegetais e carne assada – comenta o empresário.

Atualmente, a Sheep Kebab vende de 30 a 40 kebabs por dia. Apesar da maior parte da clientela ser das redondezas, o proprietário conta que muitas pessoas chegam de longe para experimentar.
O kebab é o único lanche oferecido, mas existe uma ideia de lançar novos produtos.

Funcionamento
Horários: de segunda a sexta-feira, das 11h30min às 15h e das 18h às 23h30min. Sábado, das 18h às 23h30min. Domingo, das 16h às 22h
Endereço: Rua 24 de Outubro, 1.316, Auxiliadora
Telefone: 3013-7396

Ingredientes
– 50g de pão sírio
– 2 colheres de sopa de doce de leite (200g)

– 1 lata de leite condensado (395g)

– 1 colher de chá de canela (10g)

– 15 bananas bem maduras

Modo de preparo
– Descasque as bananas, pique-as em cubos pequenos e coloque-as em uma panela.
– Acrescente o leite condensado, a canela e o doce de leite.

– Leve ao fogo. Quando começar a ferver, desligue e tampe a panela.

– Deixe a pasta descansar no vapor por cinco minutos.

– Coloque o pão sírio no forno pré-aquecido a 300°C por um minuto.

– Ponha a pasta de banana sobre o pão, dobre a base e, em seguida, as laterais, formando um wrap.

– Depois, é só servir.

Dica: É importante que a banana esteja bem madura

O Outono e os jardins do Dmae

06 de junho de 2012 1

Por Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

Em um domingo ensolarado, resolvi sair um pouquinho do Parcão e ficar mais recolhida para pensar, tomar meu chimarrão e ler tranquilamente.


Caminhei pelas ruas e fui visitar o Jardim Cristófel, onde várias colegas moravam na nossa época de crianças e adolescentes, me bateu a nostalgia nesse dia.

Tirei algumas fotos das luminárias antigas que sempre deram um ar de estilo. Nessa rua, elas funcionam e são preservadas.

Vi um banco entre as árvores, mas segui, pois com o hotel que agora se encontra ali, a movimentação de entrada e saída de turistas estava agitada demais.

Segui e entrei no Dmae ao ver as folhas de plátano secas ao chão.

Bancos de cimento pintados em harmonia com os jardins muito bem cuidados.

Segui por um caminho em que havia arcos para sustentar as trepadeiras floridas, lindas e com um pouco de imaginação inerente a minha pessoa, me senti nos bosques de filmes de época e dos livros que contam histórias das mocinhas românticas que passeiam com suas sombrinhas pelos jardins, debilitadas por um amor impossível.

De onde sentei para degustar tranquilamente meu chimarrão, pude ver a Rua 24 de Outubro acelerada, e eu estava apenas alguns metros dali.



Não é o máximo esse contraste?

A calma e a alegria de recantos sonhadores com a agitação da vida moderna e sem cores, pois na correria nem às percebemos do lado de fora dessa paz visual.

Feira de Artesanato no 5ª Avenida Center

04 de junho de 2012 1

O 5ª Avenida Center promove de hoje  até  quarta-feira (04/06) mais uma  Feira de Artesanato, desta vez voltada para o Dia dos Namorados. A exposição reunirá trabalhos produzidos a partir dos mais diferentes materiais, como tecidos, linhas, papéis, madeira, metal, capim dourado, gesso  e reciclados, além de livros infantis.  Haverá também mostra e venda de especialidades culinárias.
Participam da mostra 37 expositores.

O evento é aberto ao público, no horário das 10h às 19h e tem entrada franca.

O endereço é Rua Vinte e Quatro de Outubro, 111 (acesso também pela Rua Mostardeiro, 120).

Parque Tenístico José Montaury será revitalizado

23 de maio de 2012 0

Foi apresentada nesta terça-feira (22) uma proposta de parceria com o município, a fim de qualificar o Parque Tenístico José Montaury, no bairro Moinhos de Vento. A notícia surgiu do encontro do prefeito José Fortunati, o secretário municipal de Esportes, Recreação e Lazer (SME), Edgar Meurer,  e os presidentes da Confederação Brasileira de Tênis, Jorge Lacerda, e da Federação Gaúcha de Tênis, Roberto Petersen Mello. A iniciativa deverá incluir conjunto de ações de revitalização, ampliação do espaço para jogos e desenvolvimento de projetos de inclusão social.

O parque público, na Rua 24 de Outubro, 211, conta com três quadras utilizadas pela comunidade e onde são realizadas aulas de tênis. Agora, a SME, a federação e a confederação irão elaborar em conjunto o projeto para viabilizar a parceria.

As informações são do site da prefeitura de Porto Alegre.

Saiba mais sobre o Parque Tenístico José Montaury:

– O parque fica aberto das 6h30min às 20h30min.
– No verão e no inverno, é fechado assim que escurece, por falta de iluminação.
– Para se inscrever na lista de espera de aulas, basta passar na secretaria do parque, das 8h30min ao meio-dia e das 14h às 17h30min e preencher um questionário sobre sua disponibilidade para as aulas.
– São três quadras de saibro e um paredão onde é possível treinar, jogar e fazer aulas com os profissionais que atuam no local.
– Diversos torneios de tênis também são realizados no parque, que é administrado pela prefeitura de Porto Alegre.
– Atuam no local um professor, dois estagiários e um operário.
– Outra restrição é que está proibido utilizar o parque para aulas particulares.
– O parque utiliza a política de vagas determinada pela Secretaria de Esportes, em suas diversas unidades: se o aluno é frequente, ganha a preferência pela vaga.

Novo tipo de estacionar

11 de maio de 2012 1

Por Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

Estava esperando minha filha, quando de repente um carro trancou o trânsito em plena rua 24 de Outubro. A motorista o deixou em cima da calçada, estacionado, pois não cabia na vaga existente.
A pessoa saiu, começou a discutir com outras pessoas, e continuou estacionada.
Bizarro, não?
Imagina se todos nós resolvermos modificar as leis do trânsito, que bagunça, hein!

Contra as placas de ofertas de produtos em postes

04 de abril de 2012 1

Por Mariano Marinho Christini , do Conselho de Blogueiros

É um absurdo, sou totalmente ignorante quanto às leis e regulamentos quanto à autorização para empresas colocarem placas em postes públicos.

Não acredito que tenham, no meu pensamento isso seria proibido, e cada vez estou vendo mais e maiores. Na esquina da Rua Quintino Bocaiúva com a 24 de Outubro, Eudoro Berlink com Bordini entre outras tantas.

Há empresas que estão explorando esses locais. Eu sou totalmente contra essa poluição… Daqui a pouco teremos cinco, dez placas em cada poste, quem sabe trinta fios pendurados como observamos nas comunidades, nas partes mais carentes de cada capital do nosso país.

Na minha humilde opinião, esse tipo de propaganda, por mais vantajoso que seja o negócio é um marketing negativo. Nunca compro e procuro ver qual é o nome da empresa para ainda sim, nunca pensar em utilizá-la.


Dia de chuvarada

14 de março de 2012 0

Daniel Simon, que trabalha na agência DCS, no bairro Moinhos, registrou a chuvarada na Olavo Barreto Vianna quase na esquina com a 24 de outubro.