Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts com a tag "floresta"

Ajardinamento da Gonçalo de Carvalho

03 de abril de 2014 0

Gonçalo

 

Os moradores da Gonçalo de Carvalho, apelidada a rua “mais bonita do mundo” _ que divide os bairros Independência e Floresta _ querem deixá-la ainda mais bela. A Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi) pretende reformar os canteiros e melhorar a vegetação no entorno do Shopping Total. A associação se encarregará da troca da placa com o decreto do tombamento da via e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) recolocará a identificação das árvores. O objetivo é marcar um ato para caracterizar a ação.

Segundo a Smam, o pedido ainda está sob análise técnica, uma vez que há fatores que devam ser levados em conta, como o fato de que a colocação de flores e folhagens encobre as raízes, aumentado a umidade no local, e que é preciso compatibilizar os pedidos da comunidade com as características de solo daquela região. As placas que identificam as árvores já foram confeccionadas, e a previsão é de que sejam instaladas até o final do mês.

Leia mais sobre outras duas novidades comemoradas pela Amabi, a restauração de um casario na Independência e a reforma da Praça Dom Sebastião.

Os destaque do ZH Moinhos

13 de fevereiro de 2013 0

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, você vai encontrar:

– Uma reportagem sobre o Palácio Santo Meneghetti, o Palacinho, incluído no PAC das Cidades Históricas

– Leitor-repórter: moradora reclama de obra abandonada no Auxiliadora

– Moinhos também tem samba no pé: saiba o que é o Bloco Manga Rosa, do Café Bar Galgos Brancos, e veja fotos da festa de lançamento do bloco

– Na seção Gastronomia, saiba um pouco sobre a história do Le Grand Burger e aprenda a fazer um hambúrguer de cogumelo com gorgonzola

Especial Centenários: Uma vida em reclusão no Floresta

14 de novembro de 2012 0

Até o dia 22 de novembro, o ZH Moinhos apresenta uma série de reportagens sobre os centenários que moram na região. Através de suas histórias, saiba como vivem e o que viram pessoas que atravessaram um século de história. Na segunda edição, conheça Pery Branco, 101 anos, morador do Floresta.

LUÍSA MEDEIROS

Pery Branco nasceu em um tempo em que as notícias chegavam pelo jornal impresso, não por sites ou redes sociais. O telefone e o telégrafo eram as formas mais rápidas para conectar pessoas. E as comunidades não eram virtuais – mas sim totalmente presenciais, formadas pela vizinhança, companheiros de clubes e familiares.
Telegrafista aposentado, o morador do bairro Floresta observou, em seus 101 anos de vida, uma mudança radical na forma de se comunicar das pessoas. Viu chegar ao país as primeiras emissoras de rádio e televisão, na década de 1920. Acompanhou a popularização do telefone e sua evolução até os aparelhos celulares. Conheceu o computador e, com ele, o até pouco tempo antes inimaginável: uma rede virtual que ligaria as pessoas de qualquer ponto do planeta.
Talvez por ter acompanhado tantas mudanças neste que é considerado por muitos como o século dos extremos, Pery resolveu viver em reclusão. Aquele que tantas vezes aproximou as pessoas por meio do telégrafo, optou por não compartilhar de um tempo em que a maioria das pessoas vive em constante exposição. Recolheu- se num apartamento na ladeira da Rua Ramiro Barcelos. Convencê-lo a contar sua história não é tarefa fácil. E no quesito vídeo e foto, foi irredutível.
– Só quero ficar aqui, quieto, no meu canto – diz, escondendo- se atrás do jornal do dia.
O mesmo jornal que o maior companheiro de Pery nesses tempos de reclusão. A leitura diária é um hábito antigo, com especial atenção às notícias esportivas.
Colorado doente, anda meio descontente com seu time. Da grande janela que ilumina a sala simples, vê o intenso movimento de carros, caminhões e ambulâncias – e reclama do fato que, quando veio para a Capital, tudo era mais calmo e tranquilo.
Natural de Palmeira das Missões, o hoje centenário veio para Porto Alegre há cerca de 20 anos. Nos tempos de Interior, foi funcionário da Correios e Telégrafos e era o responsável pela telegrafia. Ele lembra que, à época, o telefone era artigo raro, então seu setor demandava muito trabalho. Mesmo com a consolidação das leis trabalhistas, ele conta que em 1943 havia poucos direitos e muitos deveres.

– Comecei a trabalhar muito cedo e não tinha nenhum tipo de benefício, como férias, 13 º salário ou hora- extra. Já tínhamos muito trabalho a fazer e, se por acaso alguém do setor faltava, tínhamos de acumular o serviço daquele que não tinha vindo. Agora, é tudo bem melhor para o trabalhador – avalia.
Por isso, afirma que a juventude não foi muito boa. A vida começou a melhorar após a aposentadoria, aos 55 anos, época em que veio com a mulher, Amazile, residir em Porto Alegre. Primeiro, o casal se estabeleceu na Rua Doutor Vale, bem pertinho de onde mora hoje, também no bairro Floresta. Somente anos mais tarde compraram o apartamento onde Pery reside atualmente.
E se hoje ele vive fechado em casa, muitos foram os passeios, sessões de cinema e viagens à praia durante os 71 anos de convivência com a mulher, falecida em 2009.
– Eu vivi muito a cidade. Eu andava muito por aí e ainda andaria, se não fosse essa perna – diz aborrecido, fazendo referência a um ferimento causado por um atropelamento há sete anos, quando atravessava a rua em frente de casa.
E como que num golpe à memória de tempos que não voltam mais, Pery se desfez de quase todas as fotos da juventude, logo após ficar viúvo. Apesar da saúde quase intacta, não se esforça para lembrar de datas ou dos tempos mais antigos. Ele só quer ficar quieto no seu canto.
Os sobrinhos são os filhos que Pery e Amazile não tiveram – coube a um deles o trabalho de organizar, sorrateiramente, a festa de aniversário de cem anos do tio.
Se não fosse assim, ele garante que nem iria participar.
– Se eu não tivesse perdido a minha esposa, com a saúde que eu tenho, podia ter chegado aos 110 anos! Mas não deu, ela se foi antes – lamenta, com os olhos espiando a foto de Amazile, uma das poucas que restaram na parede da sala.

luisa.medeiros@zerohora.com.br

Peças vintage no brechó de rua do Floresta

31 de agosto de 2012 0

Neste sábado, dia 1º, das 11h às 19h, ocorre o primeiro brechó de rua do bairro Floresta, na Rua São Carlos, entre a Gaspar Martins e a Comendador Azevedo.

Chamado de “Solte suas Roupas ao Vento”, o brechó ocorrerá todos os sábados, reunindo antiquários, bancas com livros, gibis e discos de vinil, além de brechós com roupas vintage, chapéus e acessórios. Docinhos e guloseimas também compõem o mix. Além do acervo alternativo de compras, o brechó oferece a oportunidade de troca ou exposição de trabalhos e artesanato.

A primeira edição terá como expositores as lojas Balaio de Gatos, Nossa Senhora das Maravilhas, Brechó da Independência, Maria Inês Teixeira, Ricardo Silvestrin, Andrea Borges, entre outros. Ao todo, serão 20 bancas dispostas ao ar livre.

A ideia integra a estratégia de revitalização do bairro capitaneada pela associação de moradores Refloresta. O grupo tem desenvolvido ações como programações culturais no Porto Alegre Hostel Boutique, caminhadas e passeios ciclísticos como forma de vivenciar o bairro valorizando sua história, passeios e arquitetura.

Para Carlos Augusto Alves, proprietário do Porto Alegre Hostel Boutique, a Rua São Carlos poderá seguir o exemplo da Espanhola Way, um dos maiores atrativos turísticos de South Beach, em Miami.

— A revitalização do local teve o seu início a partir da instalação do Clay Hostel nos anos 1980, o que incentivou a vinda de feiras permanentes de antiguidades, instalação de galerias de arte, floristas, cafés ao ar livre, por exemplo — afirma Alves.

A organização pretende que o Brechó de Rua torne-se uma atração turística da Capital, realizando-se de forma permanente, aos sábados, aceitando a inclusão e a participação de todos os interessados em comercializar seus produtos.

Expositores que se interessarem por participar devem fazer inscrição no site do brechó Balaio de Gatos, que tem loja fixa no bairro. Não há cobrança de taxas ou percentuais de venda.

Refloresta

O grupo Refloresta, criado em maio deste ano, é composto por moradores, comerciantes e prestadores de serviços do bairro Floresta, no “recorte geográfico” da Rua São Carlos e ruas paralelas, e que se reúne quinzenalmente para discutir e planejar a revitalização do bairro.

A Rua São Carlos e ruas paralelas, com suas casas históricas e grandes edifícios, é local de moradia de centenas de famílias, inconformadas com a degradação do bairro e a falta de atenção recebida pelos gestores públicos.

Várias questões são discutidas pelo Grupo Refloresta, tais como iluminação, segurança, limpeza, paisagismo e principalmente a ocupação do espaço por parte dos moradores, inibindo a prostituição e o grande número de carros que trafegam todas as noites pela Rua São Carlos com aparelhos de som no mais alto volume, apesar de todos os apelos e denúncias feitas pelos moradores às autoridades competentes.

A ideia do Refloresta é transformar o bairro numa região turística e revitalizada, resgatando a autoestima dos seus moradores e incentivando a abertura de novos negócios, copiando exemplos ocorridos nas principais cidades do mundo que tinham áreas degradadas e as revitalizaram.

ZH Moinhos nas bancas

26 de julho de 2012 0

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, você confere:

— Na reportagem de capa, a edificação nas esquinas das ruas Hoffmann e São Carlos, no bairro Floresta, que pode virar um centro cultural e abrigar ainda comércio e habitação.

— Na página 2, o blogueiro Paulo Renato Rodrigues revela que a Rua Gonçalo de Carvalho será citada como exemplo na Convenção sobre Diversidade Bológica das Nações Unidas, que tem sede em Montreal, no Canadá.

— Nas páginas 4 e 5, veja um ensaio fotográfico sobre o inverno no Moinhos de Vento

— O Instituto NT luta por patrocínio para manter as atividades. Confira reportagem e artigo da artista plástica e moradora da região Ena Lautert na página 6.

— E ainda: conheça Márcia Donadussi, dermatologista estabelecida no Moinhos

ZH Moinhos circula nesta quinta-feira

19 de julho de 2012 2

O ZH Moinhos está nas bancas nesta quinta-feira e traz uma reportagem de capa sobre a caminhada noturna promovida pela nova associação de moradores do Floresta para alertar sobre os problemas do bairro. Eles contam que testemunharam casos de prostituição, acúmulo de lixo e falta de iluminação pública nas ruas pelas quais passaram.

Nas páginas centrais, saiba tudo o que você precisa saber sobre o descarte de seu lixo. O ZH Moinhos dá dicas de como separar, armazenar e disponibilizar os resíduos para coleta.

A seção de gastronomia apresenta a rede de fast food Balanceado, opção de cardápio saudável na praça de alimentação do Moinhos Shopping. Com a matéria, veja a receita e aprenda a preparar a salada carioca do Balanceado.

Na contracapa, a seção “O Nome” traz a história do nadador Sergio Cyrano da Paixão Schmitz, medalhista da equipe master do Grêmio Náutico União.

O lindo céu do Floresta

29 de maio de 2012 0

A paisagem impressionou tanto Mariana Barros, moradora da Farrapos, bairro Floresta, que ela resolveu tirar uma foto:

– Me chamou atenção, de um lado, o céu muito escuro, e do outro, a cor vermelha intensa, meio alaranjada.

Lindo registro, Mariana!


Associação pede mais segurança na Gonçalo de Carvalho

15 de maio de 2012 0

Por Paulo Renato Rodrigues, do Conselho de Blogueiros

A Associação dos Moradores da Rua Gonçalo de Carvalho entregou ao secretário da Segurança Pública do Estado, Airton Michels, na última sexta-feira, ofício manifestando a preocupação com o recrudescimento da violência na via. Mesmo à luz do dia, os moradores estão amedrontados. Várias tentativas de assalto à mão armada e roubos de carros foram presenciados nos últimos meses. Dentre as ações de combate ao crime na área, a associação pede o retorno dos brigadianos que faziam a ronda do entorno da Gonçalo, que abriga, além do Shopping Total, cinco escolas, com grande movimentação de pessoas. Adelino Soares, da diretoria da Associação, destacou que, “depois que a rua ficou badalada na mídia, os bandidos começaram a praticar mais delitos no local. A presença da Brigada Militar ampliava a proteção aos moradores e pessoas que circulam pela região”. Ainda que o foco da secretaria, nesse momento, seja o combate aos homicídios na Região Metropolitana, Michels prometeu tomar providências, principalmente levando em conta que houve uma tentativa recente de assalto com morte na saída do Shopping Total.

Implantação de semáforo na Cristóvão Colombo

17 de março de 2012 2

A partir das 11h deste sábado,  será implantado um semáforo no cruzamento da Avenida Cristóvão Colombo com a Rua Hoffmann, bairro Floresta. A ação será acompanhada de alterações no trânsito.

As mudanças serão as seguintes:
– implantação de semáforo na Cristóvão Colombo com Hoffmann;
– implantação de sentido único na Hoffmann (até então era sentido duplo), da General Neto para a Cristóvão Colombo;
– inversão de sentido de fluxo na Hoffmann, da Cristóvão Colombo para a Farrapos
– implantação de sentido duplo na Comendador Azevedo, entre a Cristóvão Colombo e a Farrapos

As alterações serão acompanhadas pelos técnicos e agentes de fiscalização da EPTC, com orientações aos motoristas.

Poda de árvores no Floresta

16 de janeiro de 2012 0

Equipes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) e da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC) realizaram o serviço de poda em diversos pontos da Capital para proporcionar a melhor visibilidade da sinalização de trânsito aos motoristas. A ação deu continuidade aos trabalhos de manejo da arborização em conflito com a sinalização urbana. No Floresta, foi realizada uma intervenção na Ernesto Alves.

Preste atenção: Para solicitar a desobstrução de placas de trânsito e sinaleiras, as pessoas devem ligar para o 156 – Fala Porto Alegre.