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Posts com a tag "Parcão"

Arte e vandalismo convivem no Parcão

08 de maio de 2013 0

Por Úrsula P. Dutra Christini

A arte é uma forma de expressão muito apreciada. Há vários tipos e ramos das artes. Já a pichação é uma forma de expressão marginalizada. Muito invasiva, ela acaba saindo do campo das artes. Já fiz post sobre os "arteiros", que conseguem pichar paredes de altos andares em prédio da Independência.

Já fiz post de uma artista que morava no Auxiliadora que revela sua expressão através da arte urbana. Já trouxe fotos de uma árvore, também no bairro Auxiliadora, que recebeu o trabalho de uma artista ao colorir todo seu tronco. Mas hoje trago a foto de um orelhão bem "expressivo".

Localizado no Parcão, no bairro Moinhos de Vento, além de ter sido pichado, por alguma razão, recebeu uma "roupa" toda trabalhada por algum artista que também resolveu se expressar. Arte e vandalismo juntos. Um contrabalanceando o outro. Infelizmente, ainda encontramos esses contrastes em nossa sociedade.

Fica aqui o desejo de que o artista inspire o arteiro, o grafiteiro inspire o pichador, e de algum modo esses contrastes se amenizem. Enquanto isso, o orelhão está ali no Parque Moinhos de Vento não nos deixando esquecer da arte e da arte marginalizada.

Saiba mais
– Os orelhões da Oi sofrem, diariamente, danos por vandalismo.
– De acordo com a empresa, nos quatro primeiros meses de 2013, foram danificados por atos de vandalismo, em média, 10% dos cerca de 60 mil orelhões instalados no Rio Grande do Sul, ou seja, aproximadamente 6 mil orelhões.
– Do total de orelhões que apresentam defeitos, 90% são em virtude de atos de vandalismo, principalmente por danos em leitora de cartões, monofone, teclado, pichações e colagem indevida de propaganda de empresas nas máquinas e protetores de fibra (orelhas).
– Solicitações de reparo podem ser feitas pelo telefone 10314.

ZH Moinhos nas bancas

27 de março de 2013 1

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, confira reportagem sobre a insegurança no entorno do Shopping Total, com uma entrevista com o capitão Márcio Fernandes, comandante da 4ª companhia do 9º BPM.

O caderno traz também dois textos de leitor-repórter e, na seção Minha Turma, depoimentos sobre os 20 anos do Leonardo da Vinci Alfa.

Publicamos ainda o texto do blogueiro Eduardo Viamonte sobre placas da nova área azul instalada no Parcão, com um contraponto da EPTC, um texto da blogueira Miréia Borges sobre o cotidiano na 24 de Outubro e um convite lançado pela blogueira Úrsula P. Dutra Christini, para enviar fotos de outono.

A ideia da blogueira, aliás, inspirou a nova MissãoZH no Instagram: registrar imagens da nova estação.

Boa leitura!

Encontro da cachorrada no Parcão

22 de março de 2013 0

Por Lu Kolesny, do Conselho de Blogueiros

Quando saio para passear com a minha cadela Xakira nos finais de semana, acabamos encontrando outras pessoas do bairro, que saem pra dar uma volta com seus bichos também. Em uma dessas saídas, conhecemos o Marley e sua dona, Miriam Costa. Como saíamos cedinho, geralmente nos encontrávamos pela rua. Trocamos contatos e combinamos de passear juntos, porque era Carnaval, e a cidade estava muito deserta.

Em uma dessas caminhadas, surgiu a ideia de realizar o encontro da “cachorrada” dos bairros próximos. O local, que estamos divulgando boca a boca, será o anexo do Parcão, do outro lado da passarela, ao lado do Colégio Uruguai, no sábado, às 17h. Estão todos muito empolgados com o evento e alguns já me deram algumas sugestões e reclamações com relação aos pets, as vias públicas e algumas mudanças que achamos necessárias, como a existência de mais lixeiras. Vamos lá, pessoal. Vamos nos encontrar e trocar ideias. Esperamos vocês lá. Em caso de chuva, o evento será transferido para o sábado seguinte (30).

A luta entre o existente e o desconhecido

26 de dezembro de 2012 4

Por Miréia Borges, do Conselho de Blogueiros

Fui convidada a participar da mobilização silenciosa, mas coerente, de algumas pessoas que ainda se importam com Porto Alegre. Pessoas de bairros diferentes foram ao protesto contra a demolição do prédio da Comendador Caminha com a Mostardeiro. Era um prédio sólido, de arquitetura bonita, com apenas seis apartamentos, um jardim lindo e as garagens simpáticas que davam para a rua Comendador Caminha, porém, um belo dia, anoiteceu e não amanheceu.

Alguns notaram a construção de um tapume, redes altas, mas acharam que seria restaurada a fachada. Qual a surpresa quando passaram pelo local e ouviram barulho de máquinas. O prédio foi derrubado em três dias e ficou somente o chão, sem nenhum entulho. Localizado entre prédios comerciais, o Parcão em frente e de esquina, foi fácil derrubá-lo sem muito alarde.

Está certo que é uma esquina "maldita", com um acidente nas costas de um carro que voou da lomba e parou no meio do poste na esquina, de assaltos para quem chega de carro à noite em frente ao Parcão, a lomba íngreme que os moradores tinham de subir para poder se abastecer com suas necessidades, fora a idade de alguns que nada favorecia, a não ser o Parque que ficava em frente.

Mas nada justifica esse desconhecido que está por vir e deixar o bairro descaracterizado na sua arquitetura ter feito algo assim na surdina como se estivesse fazendo algo ilegal. Jorge Piqué, dono de uma agência de inovação social, falou para as demais pessoas sobre o cuidado que os cidadãos devem ter para que seu bairro não se descaracterize.

Nestor Torelli, do bairro Petrópolis, também comentou sobre o que as empresas de construções estão fazendo com Porto Alegre, deixando alguns bairros impessoais com essa modernização desenfreada. Marta Dueñas, moradora do bairro Floresta, estava bastante ativa em prol da conscientização da comunidade para esses novos projetos aprovados sem cuidar da beleza e as características de cada bairro.

Vera Behs, moradora do Santana, juntamente com Tárik Matthes, do bairro Passo D'Areia, colavam cartazes mostrando o luto que a comunidade estava sentindo por essa demolição inesperada. Alguns já tinham informações do grupo que comprou o prédio e o que irão fazer, mas outros estavam preocupados mesmo era com o patrimônio histórico do bairro Moinhos de Vento, como a escritora Carol Bensimon, presente também no local.

O fim dos patos obesos

21 de novembro de 2012 5

Por Eduardo Viamonte, do Conselho de Blogueiros

O foie gras está proibido na Califórnia. O foie gras é o fígado de um pato ou ganso gorducho, uma especialidade da culinária na França. E é uma delícia com textura amanteigada – que nunca experimentei.

Eu adoro comer. Gostaria de passar os dias inteiros comendo. Mas não queria ser um pato de engorda. Os tratadores socam comida e mais comida, à força, na goela dos bichos engaiolados. É cruel.

O lago do Parque Moinhos de Vento tem patos. Simpatizo com eles. À noite, quando corro, costumo ficar a sós com os patos. Somos, tipo assim, amigos. Já dividi muitos assuntos com os patos. Eles são bons ouvintes. Ficam ali, parados, fitando-me com um olho só, de lado. Mas me encaram. Gosto de quem olha no rosto quando falo. Como os patos do Parcão.

Esses tempos, roubaram uns patos dali. Desconfio que foi alguém que não tinha amigos, nem Facebook, e precisando muito de ouvintes, levou os pets para que ficassem de ouvintes de seus conflitos, em tempo integral.

Na Califórnia, sob o amparo de lei recente, nenhum pato será mais engordado à força. Os franceses ironizam, já que os tribunais californianos ainda usam a pena de morte nos humanos. Os franceses não têm pena de pato. Coisa que os patos e eu temos. Estou feliz pelos patos da Califórnia, agora esbeltos como os patos do Parcão.

Parcão debaixo d'água

18 de setembro de 2012 2

Por Sidney Charles Day, leitor-repórter

"Nesta terça-feira chuvosa, presenciei o alagamento do Parque Moinhos de Vento, o Parcão. Também flagrei o uso indevido de um contêiner na Avenida Goethe, e uma boca de lobo com a tampa quebrada na Rua Miguel Tostes. Confira as fotos:"




O piquenique noturno no Parcão está crescendo

03 de setembro de 2012 10

Por Eduardo Viamonte, do Conselho de Blogueiros

Com a despedida dos últimos raios de luz do sábado que passou, o Parque Moinhos de Vento sediou seu segundo piquenique noturno. Uma celebração ao direito de desfrutar de um jardim público, emoldurada por velas, toalhas com comida, e pequenas tochas. Frequentadores diurnos que trouxeram suas crianças e cachorros puderam contemplar o tom surreal da noite, com os pequenos correndo soltos.

Conforme o advogado Tiago Aquines, um dos organizadores do evento, gestado em rede social, a inovação foi a presença de uma dezena de chefs qualificados, colocando à venda delícias da alta gastronomia. Aquino constatou que o número de visitantes dobrou.

O designer Clayton de Araújo, criador do grupo Amigos do Moinhos de Vento, que compareceu em peso ao evento, exalta:

— Precisamos devolver às gerações jovens a liberdade que tínhamos de curtir o Parcão, à noite, com segurança, décadas atrás.

Além de crescer, o convescote está amadurecendo. O som eletrônico da experiência anterior foi corrigido com a belíssima apresentação acústica dos cantores Daya Moraes e Dalton Júnior, com o intuito de não causar qualquer desconforto aos residentes do entorno.

O próximo piquenique, ainda sem data, promete mais novidades.


Árvore tombada no Parcão

31 de agosto de 2012 2

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

Porto Alegre, Parcão, 14h45min do dia 19 de agosto. Esperando a concentração da bicicletada em prol de ciclovias nesta cidade, assisti ao inusitado. Escutei um barulhão. Faleceu uma árvore e desabou ali, sem dó e nem piedade...

Ao menos não tinha ninguém por perto ou abaixo dela. Detalhe: percebia-se que ela havia sido podada recentemente. E, pela foto, pode-se perceber que as raízes estavam rasas. Como não viram isso durante a poda?

CONTRAPONTO: O que diz a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam)

"A árvore que tombou no Parque Moinhos de Vento tratava-se de um salseiro seco, cujo ciclo de vida havia se encerrado. A remoção estava programada, assim como a de outro salseiro, a qual foi divulgada na imprensa e realizada em 23 de agosto. Para execução dos serviços, foi utilizado caminhão com sistema hidráulico para movimentação, içamento e remoção. A remoção será compensada com plantios de novas mudas em outros espaços do parque. Como este tipo de trabalho envolve equipamentos específicos e operários treinados para sua execução, por se diferenciar do trabalho de podas, é preciso agendá-lo. No caso referido, ocorreu a fatalidade do vegetal tombar antes da intervenção da Smam. Ressalte-se, porém, que a árvore não recebeu poda, nem de galhos, tampouco de raízes. Tratava-se de um vegetal já morto. Toda vegetação do Parque Moinhos de Vento está sob constante avaliação da equipe que zela pelo local."

Não fuja do frio, corra!

24 de agosto de 2012 3

De Eduardo Viamonte, blogueiro do ZH Moinhos


Sou visto, sem camisa, e correndo pelo bairro, nos dias quentes e nos frios.
Já que não sou médico, o que vou dividir aqui é a bagagem de quem aprendeu a correr, até mesmo em dias mais rigorosos do inverno gaúcho, sem gripe ou resfriado, nos últimos vinte anos. Como o inverno ainda não acabou, e pode fazer frio ainda, é melhor estar preparado.
Com touca e luvas, tampe as extremidades. Li que 40% do calor foge por aí.
Use roupas sobrepostas, suficientes para mantê-lo quente. Vá descascando a cebola conforme se sente confortável.
Se suou, e o agasalho estiver gelado, troque, nem que tenha de lavar mais roupas.
Sua saúde vale mais do que ecologia, às vezes. Lembre-se de que cada um é único.
Descubra o que funciona para você.
Como transpiro muito, e suor gelado é perigoso, prefiro o estímulo do ar frio, direto na pele, ao melhor dos dry-fit _ nosso corpo, em movimento, se autorregula termicamente. Ao chegar em casa, banho quente.
Seja gradual e aqueça os músculos com cuidados. Ao terminar, invista mais tempo no alongamento, desfazendo a rigidez que o frio ocasiona.
Hidrate- se: mucosas ressecam, e se tornam pontos de entrada fácil dos germes.
Percebi que se amorno a água, consigo beber mais. Experimente.
Ao baixar os níveis de cortisol, aumentam os de dopamina e endorfina _ consequência natural do exercício físico _, sua imunidade sobe. Então, se ajude e relaxe.
Esqueça o que ouviu desde criança, que estar no frio faz mal. Sentir que está frio é diferente de estar com frio. É como segurar um copo de sorvete na praia. E, por favor, não conte para minha avó Lula que, mesmo no inverno, também corro na chuva. Mas esse é assunto para um outro dia.

A lua não deixou por menos

03 de julho de 2012 2

Por Simone Guardiola, do Conselho de Blogueiros

É 1h20min do dia 01/07/2012 e acabei de chegar em casa. Cheguei do piquenique noturno que Pedro Loss (ou seria Loos? Não me leve a mal Pedro, mas já estávamos muito alegres) organizou. Este piquenique foi feito no Parque Moinhos de Vento, numa noite onde a lua não deixou por menos e apareceu para se juntar às velas que estavam espalhadas em todas as partes. Velas que foram colocadas, velas que foram trazidas, velas que colaboraram com o tempo que foi, neste inverno, quente.

Parecia-me ter mais de 100 pessoas. Poderia parecer pouco para o tamanho do parque, mas éramos muitos. Próximo ao lago, o local mais lúdico do parque, conseguimos com camisetas brancas, almas leves em busca de paz e segurança, crianças correndo na noite e famílias reunidas mostrar que é possível ter esperança de usufruir de nosso quintal com tranquilidade. Gostaria de poder fazer isso sem nenhum evento, acreditar que a iluminação do parque, depois que as árvores cresceram e ultrapassaram sua altura, poderiam baixar e nos beneficiar, com segurança sem atacar o sono e a noite merecida das árvores.

Uma pessoa camarada trouxe seu som, bem montado, com luzes... Um pouco alto, confesso, e em nada, confesso também, posso falar no gosto musical, apenas podendo dizer que se fosse um lounge ou uma MPB, combinaria mais com as pessoas e as crianças. Porém, a chegada da polícia imediatamente desarticulou e então o lúdico voltou a renascer.

Às 19h30min acanhadamente foram chegando pessoas. Algumas com suas mantas, outras apenas para olhar. Ciclistas, corredores, todos estavam lá, fosse para ver, fosse para conversar com amigos. Eu cheguei sozinha. Mesmo tendo combinado com vários amigos pelo Facebook, apenas uma delas era a confirmadíssima. Mas, olhando para os lados veio um, e mais um, e mais um e muitos outros, que para minha surpresa, sem combinar, lá estavam. No final, um nome é escutado e assim, amigos do Grupo Amigos do Moinhos de Vento do Facebook se encontram e a foto oficial daqueles que se conheciam virtualmente vira realidade. Coisas que somente pessoas que aproveitam e validam as manifestações de seu bairro podem contemplar.

Eu gostaria de fazer piquenique romântico no parque, eu gostaria de ter segurança de atravessar o parque à noite, eu gostaria de andar no parque com meu cachorro às 9h da manhã sem ser assaltada, eu gostaria... de ser livre e ter segurança. Eu gostaria. Todos nós gostaríamos...

Quem sabe, numa nova convocação, mais pessoas se juntem. Quem sabe numa nova oportunidade o evento cresça, quem sabe ele crescendo entre no calendário do bairro. Quem sabe! Vamos torcer e prestigiar, pois somente assim podemos fazer nosso bairro crescer e aparecer aos olhos da cidade.

Quem sabe...







Piquenique noturno no Parcão

03 de julho de 2012 6

Por Eduardo Viamonte, do Conselho de Blogueiros

Noite diferente a do último sábado de junho. Os convidados foram chegando, por volta das 19h30min, e abrindo suas cestas de quitutes para o primeiro piquenique noturno no Parque Moinhos de Vento. Na grama em frente ao seu símbolo maior, o moinho, já havia velas espalhadas, ditando o clima de aconchego e magia do evento.

Algum tempo depois, o idealizador do movimento, o publicitário Luciano Alves, contabilizava algo próximo a 300 participantes.

Alves teve a ideia inspirado nos recentes e bem-sucedidos encontros noturnos na Redenção. E explica que, diferente daqueles, este não teve a participação de qualquer organização, ou do poder público. Foi através de redes sociais que o projeto se alastrou.

O que unia os entusiastas, no convescote, era o desejo de poder desfrutar do local, após o pôr do sol. Hoje, o parque tem deixado os habitués inseguros, com pouca iluminação, consumo de drogas, e prostituição.

Com a mão de São Pedro, na atípica e amena noite de inverno, a galera trocou ideias com familiares e amigos, conheceu gente nova, e cantou embalada por violões. Houve até baladeiros dançando música eletrônica, que se encerrou com o início do silêncio público legal das 22h.A colocação de câmeras de monitoramento, a abertura dos banheiros locais, e o aumento de parcerias com o setor privado, como a instalação de água quente para chimarrão, estão entre as sugestões deixadas.

O profissional de marketing Álvaro Franco, que compareceu com sua simpática turma, propõe:

— Deveriam ocorrer, com certa frequência, ocupações do Parcão com o amparo da prefeitura e sua Guarda. Seria uma alternativa aos espaços privados da noite porto-alegrense.

Já era início da madrugada quando os últimos se despediram para voltar na próxima reunião, com o chegar da primavera.

FOTO 360º: um passeio pelo Parcão

15 de junho de 2012 14

O ZH Moinhos preparou um passeio diferente pelo Parque Moinhos de Vento.

Em uma foto feita em 360º, confira a sensação de descobrir detalhes do Parcão, que tem uma área superior a 100 mil metros quadrados, com pistas para a prática de caminhadas em meio a uma paisagem deslumbrante. No parque, oficialmente criado em 1972, tem também campo de futebol, quadras de tênis, cancha de bocha, aparelhos de ginástica, entre outros atrativos.

Na réplica do moinho, funciona a Biblioteca Ecológica Infantil Maria Dinorah, em um dos recantos mais bonitos do Parcão, onde também se localiza o lago artificial em que podem ser vistos tartarugas, gansos, marrecos e peixes.

Clique na figura e veja o especial:


Foto: Arivaldo Chaves
Edição: Omar Freitas

Árvore com risco de queda é removida do Parcão

15 de maio de 2012 0

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) removeu na manhã desta terça-feira uma árvore grevilha robusta de grande porte no Parque Moinhos de Vento, conhecido como Parcão, com risco de queda.

Com 25 metros de altura, a árvore tinha cerca de 40 anos e completou seu ciclo de vida, encontrando-se já morta e por isso, seca e com risco de queda.
Para a operação, foram utilizados o caminhão munck - equipamento com sistema hidráulico para movimentação, içamento e remoção, caminhão cesto e dez funcionários. A remoção será compensada com plantios de novas mudas em outros espaços do parque.

As informações são da prefeitura de Porto Alegre.

Crédito da foto: Sérgio Louruz/Divulgação PMPA

ZH Moinhos nas bancas

22 de março de 2012 1

No ZH Moinhos que circula nesta quinta-feira, confira a reportagem "O Moinhos presenteia Porto Alegre com...", formada por relatos de blogueiros e um representante de moradores da região. Eles destacaram aspectos que eles consideram um presente à cidade, prestes a completar 240 anos.

Na página 4, saiba mais sobre a exposição Meu Moinhos, que inaugura hoje.

Na página 5, publicamos um leitor-repórter sobre o fim da linha 671.1, do Consórcio Unibus.

Ioga, massagem e dicas de nutrição no Parcão

17 de março de 2012 1

O Hospital Moinhos de Vento retoma a temporada de eventos de promoção da saúde e do bem-estar neste fim de semana, com ações no Parcão e na Ilha da Pintada.

No Parque Moinhos de Vento — o Parcão — uma aula aberta de ioga marca os 22 anos do Yoga na Praça, parceria do Hospital Moinhos com a Cia Zaffari. Ana Maria Rossi será a ministrante da aula, das 10h30min às 11h30min deste domingo.

Desde as 9h, um espaço de convivência com chimarródromo, distribuição de balões e quick massagem já estará funcionando. Será possível ainda medir a pressão arterial, a circunferência abdominal, peso e altura, além de receber dicas de nutrição de especialistas. A programação vai até as 13h.