Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts de fevereiro 2009

Cães e seus donos no calçadão

28 de fevereiro de 2009 13

Jedson Borges com Maira e Raíssa

 

Passeando na orla do Guaíba, em Ipanema, observa-se o grande número de pessoas que caminham acompanhadas de seus cães de diferentes portes, raças e personalidades.

Se observarmos atentamente, podemos perceber o quanto alguns animalzinhos são ou tornam-se parecidos com seus donos (personalidade e fisicamente), talvez pela íntima convivência ou pela escolha que o homem faz quando adota ou compra um bicho de estimação, buscando um animal com que se identifique.

Encontramos até um cãozinho que usava camiseta do time do coração de sua dona. Esta pequena gremista fanática ao lado, no colo da Elisbete Gomes Vieira, chama-se Ladie! Será que existem mais cães tricolores do que colorados?

Clicamos para o blog alguns pets e seus donos, para mostrar ao leitor o quanto essa identificação é evidente. Todos os cães aqui clicados são simpáticos e receptivos como seus donos, que aceitaram prontamente participar desta brincadeira.

 

 

Anderson Oliveira e esposa com Alife

 

Carlos Alberto Donato com Grecco e Nick

Postado por Andréa Pereira da Silva, Conselho de Blogueiros

Rondas e constrangimentos

27 de fevereiro de 2009 4

Precárias guaritas ocupam calçadas e tiram espaço dos pedestresHá alguns anos, muitos bairros da Zona Sul vem sendo invadidos por grupos de pessoas ou empresas que oferecem segurança espontânea pelas ruas. São homens que loteiam seus pontos de atuação, colocando precárias guaritas em cima de calçadas.

Não se sabe se a ocupação dos passeios públicos se dá por autorização dos proprietários de alguns imóveis ou pela prefeitura, o que, por si só, seria um absurdo tão grande como a falta de fiscalização sobre tais procedimentos. Ditos “mantenedores da segurança alheia”, realizam suas rondas, seja a pé, de bicicleta ou de moto, quase sempre com o uso de estridentes apitos ou pedaços de madeira nas mãos.

Independente do entendimento de que alguém possa sentir-se mais protegido pelo fato de uma pessoa passar pra cima e pra baixo, em intervalos previsíveis, portando um apito na boca ou um cassetete na mão, é questionável até que ponto alguns destes prestadores de serviços não podem servir de informantes para pessoas nem tão bem intencionadas.

Mesmo que isto não aconteça, será que tais guardadores possuem especialização, treinamento e equipamento adequados para atuação na área de segurança pública e privada?

Sem respostas para tais perguntas, restam aos moradores apenas duas opções. Uma delas é tornar-se conivente com esse tipo de atuação, entregando aos responsáveis alguns trocados ao final de cada mês, mesmo sem acreditar em sua efetividade. A outra é não aderir ao sistema e ficar na dúvida sobre a possibilidade de algum tipo de represália ou facilitação para aqueles que buscam saber se estamos em casa ou saímos, onde costumamos ir ou que trajetos utilizamos.

Soma-se a isto o embaraço imposto por alguns destes seguranças aos que transitam por nossas ruas e avenidas, na maioria das vezes de forma pacífica e tranquila, como nenhum meliante o faria. Em alguns casos, até nossos amigos e familiares são acossados por indesejáveis escoltas ao apertarem a campainha de nossas casas.

Sinceramente, fico em dúvida se este tipo de serviço, muitas vezes intimidatório, seja uma boa alternativa para a segurança que nos falta. Em contrapartida, tenho certeza de que prefiro, eu mesmo, espantar algum inconveniente que bata a minha porta do que aceitar que pessoas, não autorizadas, causem qualquer tipo de constrangimento àqueles que me brindam com suas visitas.

Postado por Joni Vilson Ferreira Neto, Conselho de Blogueiros

Cuidados à natureza

26 de fevereiro de 2009 8

A foto ao lado retrata o que um planejamento incorreto provoca.

Quem andou pela Wenceslau Escobar na sexta-feira, véspera do feriadão de Carnaval, teve que diminuir a velocidade e desviar de árvores e barrancos que deslizaram com o primeiro temporal de fevereiro. Outros vieram durante o feriadão e com eles galhos de variados tamanhos, terra e areia acumulados nas laterais das principais avenidas.

Fico com esses problemas, porque meu foco é a construção no alto dos morros.

Nossos irmãos catarinenses, meses atrás, passaram por privações e intempéries e, neste momento, no sul do Chile, a cidade de Chaitén vive uma dificuldade semelhante.

Metade dos moradores se recusa a sair da região, mesmo com o vulcão – de mesmo nome que a cidade – ter aberto uma rachadura de um quilômetro de extensão, na sua parte mais alta, de onde saíram milhares de toneladas de material vulcânico.

O que eles alegam?

Que o governo chileno não cumpre sua obrigação constitucional de protegê-los, construindo barreiras de proteção. Que os direitos de liberdade e propriedade não estão sendo respeitados.

Descontada a proporção das situações, o que vejo em comum aqui, em Santa Catarina e no Chile?

A natureza prevalecendo.

Toda a cidade precisa de um plano diretor que respeite suas águas, seu clima e sua vegetação.

O homem sábio não negocia poder com a geografia.

Postado por Maria Valéria Schneider, Conselho de Blogueiros

Síndrome do estrangeiro

25 de fevereiro de 2009 2

Pôr-do-sol visto do bairro Espírito Santo - Foto: José Luis CarteriSabem aquela tal “síndrome do estrangeiro”? Pois é… Eu nasci na Zona Norte, mas nunca me senti em casa por lá. Cresci namorando o Guaíba. Meu avô paterno tinha uma casa em Alegria, em Guaíba, e eu adorava aquele lugar. No entanto, ainda não era lá o meu lugar.

Foi na década de 1980 que descobri Ipanema e nasceu a minha paixão pela Zona Sul! Um lugar que oferecia o bucolismo praiano ao lado do conforto urbano. Sempre que podíamos, meu marido e eu fugíamos para Ipanema.

Passeávamos por ruazinhas, parávamos na beira da praia e, por este tempo mágico, esquecíamos o estrondo de cada voo que saía ou chegava a Porto Alegre (morávamos próximo ao aeroporto).

O ar, as árvores, a areia, a brisa. Ah, a brisa! Parecia a voz maviosa de uma sílfide nos perguntando: por que vocês não vêm para cá? Por quê? Pois bem, colocamos nossa casa à venda e começamos a procurar um novo endereço. Não foi fácil, mas, em 2007, conseguimos realizar nosso sonho. Compramos um terreno no bairro Espírito Santo e começamos a construir nossa nova casa. São 400 metros até a praia de Ipanema. O vento cantarola freneticamente em nossas janelas, e até os escorpiões nos encantam!

Suportamos o ônibus demorado, a Estrada da Serraria sem calçamento, as constantes quedas de luz e faltas de água. Sim, nós suportamos. Só uma coisa realmente nos incomoda: a poluição do Guaíba. É inaceitável que os porto-alegrenses não possam desfrutar das sedutoras águas do Guaíba. Mas isso não abala nossa paixão pela Zona Sul, muito pelo contrário! É essa relação de amor que nos faz desejar que ao menos os nossos netos possam nadar entre as ondinas do nosso “rio-lago” tão adorável! Aqui, eu finalmente me sinto em casa…

Postado por Karin Kreismann Carteri, Conselho de Blogueiros

A Tristeza e o Carnaval

24 de fevereiro de 2009 5

Baile de Carnaval da Sociedade União Padeiral, em 1929 – foto retirada do livro Revelando a Tristeza, de Roberto Pellin

O texto abaixo é de autoria do leitor Gastão Loureiro Chaves – advogado aposentado que mora na Tristeza – e foi originalmente publicado no caderno ZH Zona Sul de 9 de fevereiro de 2007. O Carnaval no bairro já foi bem agitado, com duas sociedades rivais que garantiam a folia. Confira:

 

A Tristeza nunca foi triste. Talvez para desmentir o nome lendário, com diversas versões. Em eras passadas, núcleo populacional pequeno, havia muita integração social, por meio das reuniões familiares. Funcionava também como elemento aglutinador um cinema - o Gioconda, em um amplo prédio ainda existente ao lado do supermercado Nacional, na Avenida Wenceslau Escobar, atualmente desocupado.

Existiam, então, entre outras, duas sociedades rivais: Jocotó e Filosofia. A primeira, mais despojada e foliona. A segunda, mais elitista e restrita. A Filosofia era presidida pelo Dr. Armando Barbedo, e o Jocotó, pelo Dr. Mário Totta – ambos renomados médicos que, mais tarde, vieram dar seus nomes às ruas onde moravam e que até hoje são mantidos.

O Dr. Mário Totta era uma pessoa extrovertida, muito alegre e jovial, sempre à frente dos acontecimentos singulares do arrabalde. Assim, quando foi introduzida no bairro a luz elétrica, promoveu o festivo funeral do lampião. Os bailes de carnaval eram efetuados, quase sempre, pelo Jocotó no cinema Gioconda, e os da Filosofia no Theatro São Pedro, no centro da cidade, cujas platéias eram removidas para a execução dos folguedos carnavalescos.

Estes eram antecedidos por uma preparação, os chamados `assaltos` às residências dos veranistas. Em data previamente acertada, os `cordões`, formados por pares, geralmente de namorados, invadiam as moradas dos assaltados, onde eram recebidos com `comes e bebes`, e, por algumas horas, ficavam evoluindo, dançando e cantando, ao ritmo de improvisados conjuntos.

Na noite do respectivo baile de Carnaval, antes de iniciá-lo, cada sociedade realizava um corso, em carros abertos, precedido por cavalarianos que tocavam clarins pelas ruas centrais da Capital. Os cordões, em uma sadia emulação, se esmeravam na criatividade e no aprimoramento das fantasias e, no decorrer dos bailes, se visitavam reciprocamente.

O entusiasmo e a animação eram extravasados por canções, confete, serpentina e lança-perfume. Este de livre uso, eis que não ocorrera ainda o desvirtuamento, que levou à sua proibição. Tudo era, apenas e tão somente, alegria espontânea, sem malícia ou qualquer perversão ou desvio.

Ocorriam ainda durante os folguedos carnavalescos banhos à fantasia no Guaíba, em que os veranistas utilizavam as mais estranhas vestimentas e disfarces, em meio a hilariantes momices e trejeitos. Assim foi a Tristeza na época do Carnaval.”

 

E você? Quais suas lembranças de outros Carnavais no bairro?

Postado por Melissa Becker, Redação ZH

Região em obras para tratamento de esgoto

23 de fevereiro de 2009 1

Entre as obras que fazem parte do Programa Integrado Socioambiental (Pisa), a instalação dos canos da Rede de Esgoto Cavalhada pela região tem alterado a rotina dos moradores.Serão 64 quilômetros de rede de esgoto cloacal, que levará os dejetos para a futura Estação de Tratamento de Esgoto Serraria.

Abertura de buracos nas ruas, bloqueios totais ou parciais de trânsito e mudanças em itinerários de ônibus têm ocorrido em diferentes pontos da Zona Sul – e o término de toda a rede está previsto entre agosto de 2009 e abril de 2010. Abaixo, alguns relatos de moradores:

 

“O Dmae atendeu uma antiga demanda dos moradores da Rua Cariri, Vila Assunção, instalando a canalização de esgoto cloacal que foi interligada à rede que se destina à estação de tratamento localizada em Ipanema. Dessa forma, a antiga rede de esgoto misto passou a ser de apenas esgoto pluvial, o que representa uma grande passo no projeto de despoluição do Guaíba. Nossos agradecimentos pela maneira rápida e eficiente como nossa reivindicação foi atendida.”

José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros

 

“Os problemas da Rua Folha da Tarde não se resumem a alguns buracos. O problema é que o Dmae andou implantando rede de esgotos cruzando a rua na frente de cada casa e a reposição do calçamento transformou a rua numa calamidade. Quem apenas olha a rua não se dá conta da irregularidade do calçamento. Só passando de carro é que se nota o tobogã que se formou. Embora não acredite, vou continuar esperando que arrumem.”

Vitor Guerra Sporleder, leitor do caderno ZH Zona Sul

Obras na Rua Cel. Claudino

 

“Na Rua Tamandaré, na esquina Wenceslau Escobar, olhem o absurdo: as pessoas caminham na faixa de trânsito porque os entulhos das obras da Cel. Claudino (da instalação da rede de esgotos, pelo Pisa, foto ao lado) e também de outras obras invadiram o passeio. Portanto, os transeuntes que passem por onde quiserem, de preferência na faixa para serem atropelados…”

Carmencita Hessel, Conselho de Blogueiros

 

 

Quais são as mudanças que as obras provocaram na rotina de sua rua? E qual alternativa que você adotou?

Leia mais sobre as obras do Programa Integrado Socioambiental em zerohora.com

Postado por Melissa Becker

Patrimônio cultural, histórico e afetivo

22 de fevereiro de 2009 4

Praça Prof. Gaelzer, no bairro Tristeza, passou por transformações 

 

Caminhar pelas praças da Tristeza, usufruindo de espaços de lazer, são programas privilegiados de seus moradores. Escolhi essa imagem maravilhosa, que tem uma história testemunhada pelos moradores nas décadas de 50 e 60 e transformada pelo progresso a partir da década de 70.

Essa praça pode ser encontrada como um recanto de lazer, prazer e de convivência com a natureza na Rua Armando Barbedo, como acesso à Pereira Neto. Neste local, tínhamos uma padaria, que fornecia pão quentinho para todos moradores, além do leite que comprávamos em garrafas de vidro. Era um point de todos, na hora de esperar o pão quentinho para o café da tarde, ritual que todas famílias tinham.

Ao redor, haviam casas que criavam animais, como galinhas e porcos, e cultivavam hortas onde adquiríamos verduras colhidas na hora. Tínhamos o fotógrafo do bairro, a funcionária da escola que costurava… Enfim, lembranças de uma vida em comunidade, de convivência e laços afetivos. Sem nostalgia, é um tempo muito bom de ser lembrado. Agora, muitos passam por ali e admiram as belas árvores sem conhecer tais histórias.

Postado por Maria do Carmo de Souza, Conselho de Blogueiros

O bairro em que moramos

21 de fevereiro de 2009 5

Pôr-do-sol visto do Cachimbo – Foto: Diego Vara

 

Quando, minha e esposa e eu, pensamos buscar um novo local para criar os nossos três filhos, ainda pequenos, em janeiro de 1985, morávamos na época no Centro, resolvemos vir em direção à Zona Sul. Passando pela Avenida Beira-Rio e acessando, em seguida, a Avenida Diário de Notícias, o que nos atraiu foi, em primeiro lugar, o pôr-do-sol – naquele final de tarde de um sábado, ele nos brindava com a mais completa visão e magia sobre o Guaíba, tornando-se inesquecível em nossas mentes. Uma pintura!

Depois, a beleza das suas paisagens ainda intocadas pela mão do homem, a tranquilidade observada nas pessoas com que falávamos, com aquele olhar convidativo e amigo para que viéssemos o mais breve possível a fazer parte da Família Tristezense, bairro escolhido para que nossos filhos tivessem uma infância feliz, saudável e segura.

Os anos voaram, nossos pequenos cresceram, e com qualidade de vida. Muitos mais chegaram para fazer parte desta família. Nossas relações de amizade se fortaleceram. A segurança, nem tanto. Novos projetos e construções tornaram-se realidade, o natural crescimento do bairro. Mas o que exaltamos, sempre, com orgulho e bairrismo, para aqueles que perguntam o nosso endereço, é que moramos na Tristeza, e com muita alegria!

Postado por Rogério Mauro Neves, Conselho de Blogueiros

Horários do shopping no Carnaval

20 de fevereiro de 2009 0

Com o feriadão de Carnaval, lojas e outras operações do BarraShoppingSul trabalham com horários especiais. Confira:

 

Praça de alimentação e lazer

Sábado (21/02) – funcionamento normal, das 11h às 23h

Domingo (22/02) – das 11h às 21h

Segunda-feira (23/02) – funcionamento normal, das 11h às 23h

Terça-feira (24/02) – horário de domingo, das 11h às 21h

Quarta-feira (25/02) – funcionamento normal, das 11h às 23h

 

Lojas

Sábado (21/02) – funcionamento normal, das 11h às 23h

Domingo (22/02) – funcionamento opcional, das 14h às 20h

Segunda-feira (23/02) – funcionamento normal, das 11h às 23h

Terça-feira (24/02) – funcionamento opcional, das 14h às 20h

Quarta-feira (25/02) – funcionamento normal, das 11h às 23h

 

Restaurantes gourmets

Sábado (21/02) – funcionamento normal, do meio-dia à meia-noite

Domingo (22/02) – das 11h às 23h

Segunda-feira (23/02) – funcionamento normal, do meio-dia à meia-noite

Terça-feira (24/02) – horário de domingo, das 11h às 23h

Quarta-feira (25/02) – funcionamento normal, do meio-dia à meia-noite

Postado por Melissa Becker, Redação ZH

O trenzinho da Tristeza

20 de fevereiro de 2009 5

Desenvolvimento do bairro veio pelos trilhos do trem – imagem fonte: reprodução do site Estações Ferroviárias do Brasil (www.estacoesferroviarias.com.br)

 

A partir de 1900, o bairro Tristeza conheceu grande desenvolvimento em função das viagens feitas pelo “trenzinho da Tristeza” - locomotiva que transportava moradores do centro da cidade para veranear na Zona Sul e também levava pedras dos balneários para a construção do porto de Porto Alegre (iniciado em 1912), bem como para a construção de prédios no centro da cidade.

As viagens do trem iniciaram em 1894, chegando até a Vila Assunção. De 1900 a 1932, a locomotiva trafegava pela Tristeza e tinha seu fim da linha na Pedra Redonda, passando por um túnel de pedra presente no local até os dias de hoje.

O trenzinho partia da Ponte de Pedras no Largo dos Açorianos, região central da cidade e trafegava até três vezes por dia no verão e duas vezes por dia no inverno.

Com a instalação da linha férrea, o bairro da Tristeza iniciou seu crescimento de forma mais acentuada e tornou-se local de balneário procurado por muitos moradores da área central de Porto Alegre.

Postado por Karina dos Reis Kerpen, Conselho de Blogueiros

Pela Estrada da Serraria

19 de fevereiro de 2009 3

Na esquina com a Avenida Leonardo Carlucci, asfalto danificado e ausência de calçada

 

Nem tudo é beleza paradisíaca na Zona Sul – há inúmeros problemas.

Na Estrada da Serraria, os maiores problemas são a ausência de acostamento e calçamento, bem como de sinalização. O asfalto, irregular, derrama-se sobre a terra vermelha e pedregosa, característica da região. A chuva piora a situação: opta-se entre pisar nas poças ou no barro, pois inexiste esgotamento pluvial contínuo. Há trechos em que o esgoto é a céu aberto ou inadequadamente coberto (foto à direita).

As paradas dos ônibus são perigosas para os idosos, crianças e deficientes, pois há grande diferença entre o degrau do acesso do ônibus e a rua. A travessia da estrada é igualmente perigosa, pois não há faixas de segurança suficientes e o fluxo do trânsito é constante.

Enfim, urgem soluções para tantos problemas, pois o crescente aumento da ocupação urbana (outro problema preocupante, devido ao desmatamento dos morros) na região exigirá, cada vez mais, melhorias na mesma.

Postado por Karin Kreismann Carteri, Conselho de Blogueiros

Tattoo na Tristeza

19 de fevereiro de 2009 1

Quadros feitos pelo tatuador e outras imagens decoram o estúdio na Armando Barbedo

Foto: Melissa Becker, Banco de Dados, 26/06/2008Rodrigo Moraes, 30 anos, residente do bairro Aberta dos Morros, começou as atividades como tatuador no estúdio Arte na Pele, localizado na Avenida Independência. Contudo, conquistou sucesso no âmbito profissional quando optou por montar seu próprio estúdio, intitulado Família Moraes, no bairro Tristeza.

- É um bairro legal, a Tristeza, por causa do poder aquisitivo e cultural – diz.

Segundo Rodrigo (foto ao lado), o seu estúdio recebe público de diversos bairros. Além disso, o tatuador destaca que, apesar dos moradores da Zona Sul estarem em contato direto com a natureza, eles não selecionam imagens relacionadas com o meio ambiente para tatuar. Outro fator importante a ser citado é que o bairro Tristeza nunca foi homenageado em seus trabalhos, porém, alguns de seus clientes já tatuaram imagens do Rio Grande do Sul.

- Apesar das pessoas daqui serem bairristas. Elas fazem tudo por aqui.

Rodrigo também comentou, em meio à entrevista, que a Zona Sul também lhe proporciona diversão nos momentos de lazer e que pouco se desloca para outros bairros distantes:

- Me divirto aqui na Zona Sul e costumo ir a um pub no Granville Shopping. No shopping novo, também fazemos um boliche.

O estúdio Família Moraes, localizado na Rua Armando Barbedo, 420, salas 201 e 202, é um modelo exemplar para o bairro, pela infraestrutura e pelo atendimento e serviço de ótima qualidade. A loja completará três anos em maio, e é uma boa alternativa para quem quer se tatuar na Zona Sul e procura por um lugar completo.

Site: www.familiamoraestattoo.com/lojapoa.html

Postado por Morgana Gualdi Laux, Conselho de Blogueiros

Cuidado à noite na Wenceslau

18 de fevereiro de 2009 1

Na Avenida Wenceslau Escobar, na rótula com a Diário de Notícias, está há meses faltando pontos de luzes, no poste central. Além disso, há a improvisação das telas para a reforma da rótula, que até agora nada foi feito. É um perigo à noite.

Postado por Carmencita Hessel, Conselho de Blogueiros

Mensagem das águas

18 de fevereiro de 2009 15

O Guaíba poderia ser uma alternativa ao trânsito engarrafado no sentido Centro-bairros

 

Volto à rotina diária, e o trânsito pra Zona Sul, de quem vem do Centro, parece estar sempre com uma obra no meio do caminho. Primeiro, foi a da Fundação Iberê Camargo, que nos levou a exaustão com os engarrafamentos que se iniciavam ainda no Beira-Rio, mas era por uma boa causa – afinal, teríamos o esperado museu. Não demorou muito, aliás, quase em paralelo, um outro funil: os redutores de velocidade, junto às vilas na Diário de Notícias.

O Iberê ficou pronto, era a vez do BarraShoppingSul. Lá vamos nós para mais uma engarrafada, mas era por uma boa causa: afinal, a vila seria deslocada, a segurança melhorada, a avenida duplicada e de quebra um shopping na porta de casa! Foi dureza enlouquecedora, e, nesse tempo, teve o Circo de Soleil e as invasões da pista pelas comunidades que foram relocadas.

Quanto tempo ainda vamos esperar para fazer Centro-bairro totalmente livres, uma vez que esta é a proposta das avenidas desse percurso? Estávamos tão traumatizados que nem andamos reclamando do engarrafamento no trecho final ainda incompleto (por quanto tempo?) que leva a Wenceslau Escobar até a Diário e da própria Wenceslau, desse entroncamento até a Pereira Passos.

Resumo: sempre falta um pedaço, sempre tem um canto que ficou pra depois ou algo que não ficou bem resolvido como aquela saída nova pela Rua Estevão Cruz. As obras de nossa cidade nunca são completas. Isso é a falta de planejamento urbano, ou melhor, de verdadeiros urbanistas em nossa prefeitura.

Hoje tem mais um engarrafamento lá na entrada, junto ao Gasômetro, mais um remendo, e está bloqueada parte da Beira-Rio.

Destino Zona Sul: engarrafamentos.

E o Guaíba livre, ao lado, do caos automotivo. É a hidrovia nos acenando um novo caminho. É o Guaíba nos dizendo: chega de só me olhar, venha e me navegue.

Nossos bairros historicamente sempre foram locais de lazer. Então, que pelo menos a nossa volta pra casa seja um resgate dessa memória.

A Zona Sul, além de linda, ser acessada do Centro por barcos! Vamos retomar essa idéia?

Um dia já foi assim, através de um trem, mas isso é assunto pra eu contar num outro post.

Postado por Luiz Antonio Henriques, Conselho de Blogueiros

Mudança de itinerários no Camaquã

17 de fevereiro de 2009 1

Devido a obras de esgoto cloacal, o bloqueio na Rua Coronel Claudino, no trecho entre a Rua Tamandaré e a Avenida Icaraí, provoca a alteração de itinerários de quatro linhas do Consórcio STS. O bloqueio se estenderá até sexta-feira, dia 20.

Confira as alterações de percurso:

 

Linha 187 - Padre Reus

Sentido bairro-Centro: Rua Camaquã, Rua Cel Massot, Rua Cel. Timóteo, Rua Tamandaré, Av. Icaraí.

Sentido Centro-bairro: Av. Icaraí, Rua Tamandaré, Rua Cel. Timóteo, Rua Cel. Massot, Rua Camaquã

 

Linha 173 - Camaquã e Linha 282 - Cruzeiro do Sul

Sentido bairro-Centro: Rua Camaquã, Rua Cel. Massot, Rua Cel. Claudino, Rua Tamandaré, Av. Icaraí

Sentido Centro-bairro: Av. Icaraí, Rua Tamandaré, Rua Cel. Claudino, Rua Cel. Massot, Rua Camaquã

 

Linha 282.1 - Pereira Passos

Sentido bairro-Centro: Rua Cel. Massot, Rua Cel. Claudino, Rua Tamandaré, Av. Icaraí

Sentido Centro-bairro: Av. Icaraí, Rua Tamandaré, Rua Cel. Claudino, Rua Cel. Massot

Postado por Melissa Becker, Redação ZH