Philipp, que já veleja, assistiu à Copa das Nações no Clube Veleiros do Sul com amigos A vela, apesar de ser considerada por muitos um esporte pouco popular, afinal, deve-se ter condições financeiras, abrange crianças e jovens de todas as idades. É no Veleiros, clube da zona sul de Porto Alegre, que muitos deles tem a oportunidade de praticar o esporte, mesmo quando ainda muito novos. Philipp Mazeron, 11 anos, recebeu a influência dos pais e do irmão que já velejavam. O menino, além de gostar de vela, tem o gosto apurado também por tênis e por futebol. - Vou continuar velejando. Já competi em campeonatos brasileiro e sul-brasileiro de estudante - destacou Philipp. Curtindo a disputa no Guaíba, Anelize acha que o esporte será mais conhecido Já Anelize Pantaleão Puccini Caminha, 18 anos, veleja desde os 12 anos. A adolescente acredita que o Nations Cup é uma forma de divulgar a vela e, desse modo, o esporte ganhará mais espaço na mídia. - Esse é um campeonato diferenciado. É um barco contra o outro e tem várias baterias. Tem semi-final e final - diz Anelize. Participantes estrangeiros do Nations Cup também iniciaram muito cedo suas ações na vela. Rayshele Martins, hoje com 23 anos, representante da Austrália, começou a velejar com 10 anos, no oeste de seu país, em Perth. Já Maesh, de Mumbai, na Índia, começou a velejar aos 18 anos, também por influência da família, pois toda ela já praticava o esporte, mas sem intenções de premiação. Aqui em Porto Alegre, para inserir mais jovens no esporte, já ocorreu a parceria entre o Pão dos Pobres e o Clube Veleiros do Sul, com o apoio da Copesul/Brasken. Mas quem sabe, isso é algo para se falar em outro post... 
Já que Porto Alegre hospedou o Nations Cup, precisamos divulgar que há uma garotada para apostar no Brasil quando o assunto é velejar.

Postado por Morgana Gualdi Laux, Conselho de Blogueiros



O público que assistiu à final da Copa das Nações de Match Race (Nations Cup 2009), na tarde de sábado, no Clube Veleiros, foi convidado a participar de uma regata com os integrantes de todas as equipes que disputaram o campeonato. Foi uma grande oportunidade oferecida pelo clube às pessoas que assistiam à grande final: poder velejar com os melhores atletas do mundo nesta categoria. A regata foi uma despedida animada e descontraída. Como na competição oficial, deu França em primeiro lugar e Brasil, em segundo.









Os portugueses classificaram como "fabuloso" o tratamento dispensado aos atletas e as instalações do clube (na foto ao lado, da esquerda para a direira, Álvaro Marinho, Antonio Fontes, Diogo Barros e Luiz Brito). 


O Clube Veleiros do Sul não mediu esforços para conseguir esta façanha, por meio do vice-comodoro esportivo, Eduardo Ribas (foto ao lado). Ele foi o responsável em organizar a flotilha para o campeonato. Foram colocados à disposição das equipes nove barcos J/24, todos com velas novas. Deste total, três barcos foram adquiridos pelo clube, dois foram locados da Associação do Iate Clube do Rio de Janeiro, um veio de Florianópolis e três foram emprestados pelos associados do Veleiros. Em outras competições, os velejadores usam seus próprios barcos. Nesta, de match race, o clube que abriga a copa deve fornecer as embarcações. 
Agora um pouco da classificação: em dois dias de competição, as equipes feminina dos Estados Unidos, Itália e França estão na frente. A Dinamarca e a Argentina foram eliminadas. No masculino, França Portugal e Dinamarca estão na frente, e a Nova Zelândia Argentina e Finlândia foram eliminados. O Brasil tenta hoje a repescagem tanto no feminino quanto no masculino.
