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Posts de fevereiro 2011

Entrevista: Fernando Gay da Fonseca

28 de fevereiro de 2011 1

Por Janete Rocha Machado, do Conselho de Blogueiros

Fonseca na varanda de sua casa

Em dezembro de 2010, tive o prazer e o privilégio de conhecer Fernando Gay da Fonseca, homem público, devotado à causa da educação e da cultura. Gay da Fonseca foi professor, político gaúcho, jurista e catedrático da PUCRS. Chegou a ocupar a Secretaria de Justiça do Estado e a governar o Rio Grande do Sul por um curto espaço de tempo, bem como o exercício do senado da República. Ele também integrou a delegação do Brasil na Assembleia das Nações Unidas, percorrendo vários países.
Dono de uma incontestável cultura geral e jurídica, Fonseca declara nesta entrevista um grande amor pelo bairro Ipanema, lugar em que viveu quase toda sua vida. Atualmente, em uma justa homenagem, empresta seu nome a uma biblioteca na Universidade de Brasília (UnB), a da Faculdade Farias Brito, que recebeu o nome de Fernando Gay da Fonseca em reconhecimento pela ilustre trajetória como membro do Conselho Federal de Educação.
A seguir, confira a entrevista concedida por ele, em sua casa, em Ipanema, onde vive com a filha e os netos.

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ZH Zona Sul – A criação de uma escola pública foi um dos projetos incluídos no plano de urbanização de Ipanema nos anos 30. Como se deu esse processo? Quem sugeriu que a homenageada fosse a Dona Odila, a sua mãe?

Fernando Gay da Fonseca - A escola foi uma surpresa. Quando eu estava na fazenda em Camaquã, recebi o Diário Oficial. Até então, eu não sabia. Mas o que se sabe é o que Juca Batista reservou uma área para a escola pública. Porque todo o loteamento tinha de ter uma área para uma obra pública, ou praça, ou coisa que o valha. A minha mãe contava que ela tinha estimulado o velho Juca para em vez de ele fazer uma praça, reservar a área para uma escola. Quando deram o nome da minha mãe, para mim, foi uma surpresa. Foi uma homenagem justa que o governo prestou a ela.

ZH Zona Sul - Esta homenagem justa, como o senhor diz, foi em função das obras sociais dela pelo bairro?

Fonseca - Das obras sociais que ela fazia aqui e fora. E outra coisa: ela promovia, todos os anos, o Natal da Criança Pobre. Havia quantidade de famílias de poucos recursos. Então, minha mãe fazia essas coisas quando nós vínhamos veranear aqui. Ela tinha uma charrete e um cavalo chamado Camaquã. Veraneávamos em casa alugada. Depois é que ela comprou e me deu de presente um chalé. Ela colocava o cavalo na charrete e ia visitar a gente pobre. No período de verão, ela se distraía, passeando e socorrendo os que tinham necessidade. Lembro que aqui ao lado tinha um rapaz com pneumonia. Ela foi buscar o doutor Oscar Pereira, que tinha casa aqui, para examinar o rapaz e fazer o tratamento. Ele era especialista em pulmão. Salvou-o. Depois, lembro dele, era um homem forte e sadio.

ZH Zona Sul – O chalé que o senhor ganhou da sua mãe era aqui?

Fonseca - Era. Demoli o chalé e fiz essa casa. Resolvemos fazer uma casa maior para a família. Quando eu vim morar aqui ainda era balneário, mas já estava com cara de bairro. Quando eu vim veranear pela primeira vez tinha 17 anos.

ZH Zona Sul - 1940?

Fonseca - Ah, não me pergunte datas, não lembro. Setenta anos atrás, nós vínhamos só veranear. Passei a morar aqui depois de construir essa casa. É engraçado porque eu terminei a casa e fui para o Conselho Federal de Educação. Passei 12 anos lá, em Brasília, e a minha filha é que ficou por aqui cuidando. Morei em Brasília em três momentos. Estive na ONU duas vezes e morei nos Estados Unidos onde fiz meu curso de pós-graduação. Depois, fui para Unesco por cinco vezes. Morei também em Paris e Genebra. Uma vida muito agitada, mas muito rica. Quando eu renunciei ao Conselho (de Educação), nós tínhamos decidido que iríamos aproveitar essa casa, aproveitar Ipanema. Tínhamos paixão por Ipanema. Meus pais também. Meu pai era da Viação Férrea do Rio Grande do Sul. Ele era engenheiro e viajava muito. No verão, quando ele chegava, vinha para Ipanema. Fosse dia, fosse noite, ele ia para dentro do Guaíba e chamava os amigos para irem ao banho com ele. A família toda. Mesmo à noite, ele levava todo mundo. Inclusive quando nós só veraneávamos aqui. Uma vez, ele mandou fazer um tablado no meio das águas para um baile. Foi um baile de gala bem em frente à casa dos Coufal _ da Déa e do Oswaldo _ ali na Avenida Flamengo. Foi um dos bailes mais bonitos que se viu naquela época.

ZH Zona Sul - Pena que não há fotos…

Fonseca - É, não tenho nada, nada. Era um baile de gala ainda por cima. Havia uma ponte, um pontilhão que ia lá no fundo.

ZH Zona Sul - Tipo um trapiche?

Fonseca - Isso, um trapiche. E havia dois tablados, um para os serviços e outro para a orquestra.

ZH Zona Sul - E sobre o trenzinho que chegava ali na Pedra Redonda? Lá também havia um tablado e um trapiche em frente ao hotel.

Fonseca - O trenzinho descia por baixo da ponte. Tanto que o Loureiro da Silva tinha um projeto de uma avenida que substituísse os trilhos do trem. Ele queria muito alargar isso tudo aqui. Tinha encantos também por Ipanema. Loureiro veraneou aqui por dois ou três anos. Ele adorava sentar aqui. Vinha me ver todos os dias quando eu estava veraneando. Sentávamos no avarandado do chalé para conversar.

ZH Zona Sul - Chalés que eram as casas de veraneio…

Fonseca - Eram casas de madeira, próprias de verão. Mais simples.

ZH Zona Sul - E como surgiu o bairro Ipanema?

Fonseca - A formação do bairro, o loteamento, foi na década de 1930 pelo Oswaldo Coufal, mas a configuração oficial, dos registros públicos, foi em 1959 pela prefeitura. Porque na nossa escritura dos terrenos ainda é pelos balneários. Aqui são vários balneários. Até a Ponte (Arroio Capivara) é Balneário Ipanema (que é o do Oswaldo Coufal). Da Ponte até a próxima esquina (Avenida Oswaldo Cruz) é Balneário Guaíba. Em seguida é Balneário Juca Batista. Depois vem Balneário Palermo e Balneário Caiçara. Não sei se tem outro mais, até chegar ao Espírito Santo e Guarujá. Todos pequenos, mas com profundidade.

ZH Zona Sul – Quem determinou esses nomes? A prefeitura?

Fonseca - Não. Foi o loteador. E uma coisa interessante do loteador, no caso o Oswaldo Coufal, são os nomes que lembram os lugares do Rio de Janeiro. Não perdendo a continuidade dos bairros do Rio: Laranjeiras, Leme, Flamengo e Gávea.. O balneário do Coufal, o Ipanema, era dele em sociedade com os familiares da Déa, os Agrifoglios. A Déa, o Oswaldo Coufal e os meus pais são da mesma geração. Teriam hoje mais de 100 anos. E aqui na esquina era o chalé de veraneio do professor Darcy Azambuja, uma grande figura das letras jurídicas e da literatura rio-grandense. Foi secretário de Estado no governo do Flores. A região era muito bonita. A gente vinha para cá após o Natal. Morávamos no Centro. Depois começou o hábito de vir no Natal e se ficar até o início do ano escolar. Nesse meio tempo, muitos tiravam 10, 15 dias e iam ao mar. Torres, Tramandaí e Cidreira eram as praias tradicionais de mar, as quais a gente frequentava. Depois é que surgiu Capão da Canoa.

ZH Zona Sul – Mas a praia de rio era melhor…

Fonseca - Ah, sim. Até porque a gente podia usufruir da praia de rio por um tempo muito maior. E a água era limpa. Pelo menos a gente nem perguntava. Nos criamos aí No Guaíba, e eu criei os meus filhos tomando banho nele. Vínhamos também frequentemente no inverno, até porque a casa estava sempre pronta, sempre arrumada para gente podermos usufruir. Tínhamos paixão por Ipanema. Como eu ainda tenho.



Reforço nas faixas de segurança

24 de fevereiro de 2011 0

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) está reforçando a pintura de faixas de pedestres e a fiscalização de trânsito perto das escolas, por causa do início das aulas. Desde segunda-feira, 542 agentes estão atuando para evitar filas duplas de veículos e outras irregularidades.

Na programação da Zona Sul, estavam previstas ações para hoje  nas escolas Leonardo Da Vinci, Maria Imaculada, no Instituto Santa Luzia e no Colégio Santa Tereza de Jesus.

Desde o início do ano, foram revitalizadas 397 faixas de pedestres em escolas públicas e particulares, além da manutenção em 88 semáforos de pedestres, 50 semáforos veiculares e 87 botoeiras.

Agenda de ações educativas

Segunda-feira

Escola Neusa Brizola (Avenida da Cavalhada, 4.523)

Terça-feira

Escola Odila Gay da Fonseca (Rua Osvaldo Gonçalves Cruz, 444)

Escola Paraíba (Rua Adão Pinheiro da Silva, 490)

Dia 4

Escola Paulo Cônego de Nadal (Avenida da Cavalhada, 4.357)

Outro passo para o centro cultural

23 de fevereiro de 2011 1

Desde 2004 o Centro Comunitário de Desenvolvimento (CCD) da Tristeza tenta se transformar em um centro cultural na Rua Landel de Moura. Com o apoio da presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereadora Sofia Cavedon (PT), finalmente a comunidade começa a ter o sonho concretizado.

O terreno, que pertende à Secretaria Estadual de Cultura e à Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), ficará totalmente sob a responsabilidade da Cultura, o que deve assegurar a transformação do espaço em um novo centro cultural na Zona Sul.

A presidente do CCD, Angela Pellin, comemorou a conquista, mas ressaltou que a notícia é apenas é o começo de longas negociações. O secretário Luiz Antônio de Assis Brasil pretende visitar o local em breve. O prédio do CCD também é conhecido como antigo foro da Tristeza.

Câmara discute transporte de passageiros pelo Guaíba

21 de fevereiro de 2011 0

O transporte de passageiros pelas águas do Guaíba volta à pauta da Câmara de Vereadores de Porto Alegre nesta terça-feira. A partir das 9h, a Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) abre a sessão que terá como tema o transporte fluvial para ligar o Lami ao Cais do Porto.

Foram convidados representantes da Metroplan, Deprec, EPTC, da empresa Ouro e Prata e das secretarias municipais do Planejamento e do Meio Ambiente. A sessão será coordenada pelo presidente da Cosmam, vereador Thiago Duarte.

A ideia é debater projetos que viabilizem o transporte pela orla do Guaíba, como a construção de piers para embarque e desembarque de passageiros. A sessão é aberta ao público e ocorre na sala 301 da Câmara (Avenida Loureiro da Silva, 255).

Doe material para escolas da Zona Sul

21 de fevereiro de 2011 0

O período é de retorno às aulas em muitas escolas de Porto Alegre. Pena que nem todas as crianças podem contar com uma material escolar adequado. Pensando nisso, o Comitê de Responsabilidade Socioambiental da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) lançou a Campanha de Doação de Material Escolar.

Até o dia 19 de março, o clube receberá doações de material escolar para repasar a instituições de ensino estaduais e municipais da Zona Sul. Os postos de coleta estão no saguão do prédio principal da AABB (Avenida Coronel Marcos, 1,000) e na sala do Programa AABB Comunidade, na Associação dos Servidores do Banco Central – ASBAC (Avenida Coronel Marcos, 1.039), em frente à AABB. Vale lembrar que as doações devem ser de materiais novos ou que estejam em bom estado. Informações pelo fone 3243-1015.

Artista da região em disputa mundial

17 de fevereiro de 2011 0

Mariza durante o Café ZH na Fundação Iberê Camargo

Moradora da Vila Assunção, a artista plástica Mariza Carpes está participando de uma disputa online da Saatchi Gallery de Londres com o trabalho Moviment, técnica mista sobre tecido. Os artistas mais votados poderão expor no local. São mais de 5,7 mil concorrentes do mundo todo.

A primeira etapa da seleção vai escolher 128 obras, que passarão por outro peneirão antes de conquistar um lugar na galeria. A votação segue até a próxima quarta-feira, dia 23 e, até onde se sabe, não há chances de prorrogação desse prazo. Então, moradores da Zona Sul, que tal dar uma forcinha para a artista da região deixar sua marca na arte inglesa?

No site da Saatchi Gallery (http://www.saatchionline.com/) e votar. Ao acessar, entre no Showdown” ou coloque o nome de Mariza Carpes no “researsh”. Aparecerá dois trabalhos para votar. É so escolher o da moradora da Zona Sul e torcer.

Mudanças em lotações da região

16 de fevereiro de 2011 0

A partir do dia 26, ocorrerão mudanças em algumas linhas de lotação da Capital. A linha 10.4 – Ipanema terá seu itinerário estendido na Avenida Juca Batista. O terminal bairro será transferido para a Rua Gedeon Leite, possibilitando mais uma opção de deslocamento à comunidade.

Uma nova extensão da linha Medianeira começará a circular, a 20.12 – Medianeira/Nonoai, que atenderá os usuários, pasando pela Avenida Nonoai até a Rua Dona Zulmira.

O itinerário ficará desta forma:

Bairro-Centro - Terminal Dona Zulmira, Rua Laguna, Rua Dr. Campos Velho, Avenida Nonoai, Avenida Teresópolis, Rua Silva Paes e Rua General Gomes Carneiro

Centro-Bairro - Rua Silva Paes, Avenida Teresópolis, Avenida Nonoai, Avenida Cavalhada, Rua Dona Zulmira e Terminal Dona Zulmira

2º Concurso de Fotografia Aniversário de Porto Alegre

14 de fevereiro de 2011 0

Quem gosta de fotografia, não pode deixar de aparecer na Fnac, às 20h desta terça-feira, no lançamento do 2º Concurso de Fotografia Aniversário de Porto Alegre, evento que antecipa os festejos pelos 239 anos da Capital.

O bate-papo será guiado pelo tema Expressões de Arte Urbana em Interação com a Paisagem da Cidade e seu Povo, que contempla a variedade de monumentos, instalações, obras de arte, design e arquitetura que provocam o olhar e oportunizam novas maneiras de interação entre a população e a cidade.

As inscrições para o concurso seguem até o dia 15 de março, e os três primeiros colocados receberão uma premiação especial. As 20 fotos classificadas integrarão uma exposição. O padrinho e homenageado do evento é o fotógrafo Ricardo Chaves, editor de Fotografia de Zero Hora. Em sua trajetória, o Cadão, como é conhecido entre os colegas, recebeu menção honrosa no Nikon Photo Contest International, Japão (1977/1978) e o prêmio pela melhor foto em branco e preto no 5º Prêmio Abril, São Paulo (1979).

O regulamento está disponível na Fnac (BarraShoppingSul e no site da Câmera Viajante – Escola de Imagem (http://www.cameraviajante.com.br/)

Perfil de Claudia Basegio

12 de fevereiro de 2011 2

Psicóloga que atua há seis anos na área clínica, Claudia Michele Basegio, 32 anos, tem as raízes na Zona Sul, mas leva o trabalho para outros cantos da cidade também. Ela mantém dois consultórios, um em Ipanema e o outro em Petrópolis, e desde 2009 integra o quadro de profissionais voluntários da Cruz Vermelha Brasileira. Tantas atividades servem como um combustível para a moradora que aposta que o segredo da vida é se dedicar e fazer o bem, sem esperar recompensas. Confira a entrevista que ela concedeu à Carmencita Hessel, do Conselho de Blogueiros do ZH Zona Sul:

Um hábito.

Claudia - Ler e estudar.

Livros.

Claudia - Herdei a paixão pelos livros observando meu tio Nando. Ele era e ainda é apaixonado por livros.Na época da faculdade, eu li muito sobre psicologia, pois sou fascinada por essa área, e isso me proporcionou crescimento profissional.Atualmente, leio de tudo, o mais recente foi Eternidade Mortal, de J.D.Robb, indicação do meu namorado, Otto Branco.

Alguma superstição ou medo?

Claudia - Eu tenho o hábito de agradeçer a Deus todos os dias por tudo o que eu tenho na vida, principalmente pela minha família. Isso me faz bem, traz sorte.Falar de medo é complicado, por ser um sentimento que proporciona um estado de alerta ao organismo, podendo ser físico ou psíquico. Acho que todo mundo tem ou teve medo de alguma coisa na vida. Eu, particularmente, tive medo dos filmes de terror que meu irmão assistia.

Fale um pouco de sua infância e adolescência?

Claudia - Nasci e cresci em um condomínio na Zona Sul. Tive a oportunidade de crescer ao lado de muitas pessoas. Nós brincávamos de pegar, de se esconder, jogávamos vôlei, tínhamos um time de futebol feminino e fazíamos gincanas.Era muito divertido. Foi um tempo bem aproveitado.

Um gosto estranho?

Claudia - Gosto de escutar o problema dos outros.

Não abre mão de quê?

Claudia - De malhar bem cedinho.

Seu maior defeito?

Claudia - Perder a paciência com facilidade em determinadas situações.

Qual a sua grande qualidade?

Claudia - Espontaneidade. Eu falo exatamente aquilo que eu penso, sem rodeios.

Vizinhos?

Claudia - Tenho muitos e respeito a individualidade de cada um.

O que mais gosta na Zona Sul?

Claudia - Adoro caminhar pelo calçadão e assistir ao pôr do sol no Guaíba.

O que é a Zona Sul para você?

Claudia - É o lugar que meus pais escolheram para viver,quando vieram do Interior, e eu o escolhi para ser feliz.

O que gostaria que a Zona Sul não perdesse?

Claudia - Esse ar de cidade pequena, onde todo mundo se conhece, respeita-se e convive bem.

O que gostaria que a Zona Sul tivesse?

Claudia - Um bom hospital para atender às necessidades das pessoas que moram aqui.

Curso de vela no Jangadeiros

11 de fevereiro de 2011 0

Começa amanhã o curso de Iniciação à Vela Oceânica, no Clube dos Jangadeiros. As aulas serão coordenadas pelo professor Ângelo Menegassi Neto e ocorrem até 13 de março. Para participar, é preciso entrar em contato com a Escola de Vela Barra Limpa e pagar a taxa de inscrição.

O curso custa R$ 450 (sócios) e R$ 550 (não sócios). Serão quatro finais de semana, com aulas sempre aos sábados e domingos. Os alunos velejarão em barcos da classe Ranger 22. Informações pelo fone 3268-0080, ramal 7.

As procissões aquáticas

10 de fevereiro de 2011 0

Texto e fotos enviados por José Augusto Roth, do Conselho de Blogueiros

Tive oportunidade de participar da procissão fluvial das festa de Nossa Senhora dos Navegantes, no dia 2 de fevereiro, no nosso Guaíba. Foi um belo espetáculo de devoção, dezenas de barcos, lanchas, barcos de turismo lotados, veleiros, traineiras, canoas, barcaças, remadores, jet-skis, enfim, todos os tipos de embarcação. Desde que ocorreu o lamentável desastre do naufrágio do barco Bateau Mouche, no Rio de Janeiro, as procissões aquáticas no Brasil foram proibidas por motivos de segurança. Entretanto, desde aquela época, medidas foram tomadas, e as embarcações foram equipadas com a quantidade de salva-vidas e demais dispositivos regulamentares de segurança. As procissões fluviais ou marítimas em comemoração ao Dia dos Navegantes foram retomadas em todo os país, menos em Porto Alegre.

Atualmente, essa procissão é realizada informalmente sem qualquer tipo de apoio oficial, e as informações são passadas de boca em boca pelos interessados em participar que se concentraram de manhã bem cedo em frente à Usina do Gasômetro para partir rumo à Igreja dos Navegantes, onde passaram, simbolicamente, sem desembarcar os passageiros. Os barcos de turismo que fazem diariamente os passeios no Guaíba estavam lotados de passageiros vestindo coletes salva-vidas. Tudo transcorreu dentro da maior normalidade.

As fotos anexas bem demonstram o que foi a magnitude desse acontecimento. Somente aqui em Porto Alegre permanece essa proibição, e ninguém consegue explicar as razões desse procedimento. Durante a procissão fluvial do dia 2 até uma lancha da Marinha do Brasil acompanhou o cortejo sem interditar ou proibir a participação de qualquer tipo de embarcação. Essa procissão sempre foi um dos eventos mais tradicionais de nossa cidade e atraia visitantes de todo o Estado para assistir ao desfile de barcos acompanhando o cortejo. O que está acontecendo, quem é que pode explicar isso?

Centro comunitário na pauta

09 de fevereiro de 2011 0

Na terça-feira, reunião discutiu futuro do CCD

Nesta quarta-feira, a assessoria superior da Casa Civil deve levar ao comando da pasta as reivindicações dos moradores da Tristeza quanto ao futuro do conjunto de prédios do Centro Comunitário de Desenvolvimento (CCD), na Rua Landel de Moura. Na terça-feira, lideranças comunitárias da região se reuniram com representantes da Secretaria da Cultura do Estado, da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), da Câmara de Vereadores e do Sistema Estadual de Museus para pedir que a área seja revitalizada como um centro cultural.

O pedido é antigo. Desde 2004, o CCD tem um projeto para criar no espaço oficinas, laboratórios de arte e bibliotecas, mas, para colocá-lo em prática precisaria de parcerias e apoio do Estado na luta por recursos. O local chegou a ser cogitado para abrigar setores administrativos da Susepe, mas isso já foi descartado. É provável que uma comissão seja criada para debater, mais uma vez, o tema. Pelo menos agora, a presidente do CCD, Maria Angela Pellin, parece mais otimista quanto ao avanço das negociações.

- Temos de ser persistentes – diz.

Armandinho na Fnac

09 de fevereiro de 2011 0

O cantor e compositor Armandinho estará nesta quarta-feira no bate-papo promovido pela Fnac Porto Alegre, no BarraShoppingSul (Avenida Diário de Notícias, 300). Criador de hits que se consagraram no verão, o artista será uma das atrações do Planeta Atlântida.

No encontro, o público poderá sabatiná-lo com perguntas sobre a careira, o cenário musical gaúcho e novos projetos. Os ainda saberão como foram criadas algumas das canções que fazem parte do set-list obrigatório do Verão, com direito à canja de clássicos e de composições recentes, em que reggae e pop ganham pitadas de romantismo. Haverá sessão de autógrafos. A entrada é franca.

Bloqueios nas ruas

04 de fevereiro de 2011 0

Os moradores da Zona Sul devem ficar atentos a dois pontos da região, onde há obras da pefeitura e o trânsito ficará bloqueado, total ou parcialmente, por alguns dias. Na Avenida Arlindo Pasqualine haverá interrupção total do tráfego no sentido Centro-bairro, entre as ruas Nicola Rosito e a José Kanan. A medida deve ocorrer até o dia 25, e os trabalhos serão feitos das 9h às 17h.

Na Avenida Coronel Marcos, na ligação com a Avenida Wenceslau Escobar, um terço da pista ficará bloqueado até a próxima quinta-feira, das 9h às 17h.

Ajuda aos animais do RJ

03 de fevereiro de 2011 0

Alguns moradores da Zona Sul estão se mobilizando para ajudar os animais que ficaram abandonados em casas atingidas pelos deslizamentos, no Rio de Janeiro. Remédios, rações especiais para animais que estão muito fracos e material veterinário estão na lista de carências.

Quem quiser contribuir pode entrar em contato com a Claudia Kramp pelo e-mail julidakota@hotmail.com, pelo fone 9802-3960 ou depositar qualquer quantia na seguinte conta: Claudia Kramp/ Banco do Brasil CC 2005-2 Agencia – 2806-1

As doações também podem ser feitas na Pet Plantar (Avenida Wenceslau Escobar, 2.037, fone 3268-3329). Cofira a lista do que mais os voluntários estão sentido falta no trabalho de socorro aos animais:

Ração em lata A/D HILL’S

Sacos de lixo 100 kg

Tapete higiênico

Cloro para limpeza

Ventilador

Tesouras (ponta fina, stander)

Pinça hemostática kriller e halsted mosquito

Pinça de dissecação comum

Gaze

Fio de sutura nylon 2.0 e 3.0

Anestésico ketamina e xilazina

Acepran injetável e em gotas

Máquina de tosa e laminas

Recipiente grande de plástico para o lixo

Focinheira e colar elisabetano

Fortekor 5mg e 10 mg

Antipulga e carrapaticida