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Posts de outubro 2012

Um espaço com pães, cafés e conveniências

26 de outubro de 2012 1

Quando um trio de concunhados inaugurou a Bassani Pães e Conveniências, há três anos, viu no novo estabelecimento uma chance de dar ao bairro Tristeza um ambiente novo e um serviço que ainda não era prestado na região. O endereço escolhido foi o número 2.013 da Avenida Wenceslau Escobar, esquina que já havia dado lugar a uma outra padaria.

Um dos proprietários, o porto-alegrense Valnei André Pomiecinski, 33 anos, já estava no ramo da gastronomia e conta qual foi sua motivação, ao lado das concunhadas Márcia e Andréia:

– Achávamos que o bairro era carente de uma padaria mais completa, que além do pão, tivesse um espaço com mesas para tomar um café e fazer um lanche.

O carro-chefe é o popular cacetinho, mas há uma gama de opções aos clientes, que variam de moradores da redondeza a pessoas dos bairros vizinhos Ipanema e Cavalhada.

– O dono de padaria que disser que o pão não é o produto mais vendido não está falando a verdade. Mas tem muita gente que vem comprar o pão e acaba levando um bolo, um salgado, tomando alguma coisa.

No ambiente, com paredes cinzas e roxas, o balcão envidraçado exibe as guloseimas, como tortas, enquanto as mesas ficam divididas entre o interior da loja e um deck na rua lateral – no local, é possível utilizar wi-fi. Nos refrigeradores e nas prateleiras, estão dispostos chás, vinhos, congelados, sorvetes, entre outros.

– Destaco o bom atendimento, o café de qualidade, as opções de lanche e o ambiente. O bairro precisava disto – diz André, quando perguntado sobre o porquê da padaria, inaugurada em junho de 2009, ter caído no gosto dos moradores da região.

A Bassani Pães e Conveniências funciona de segunda a sábado, das 7h às 20h30min.

Colonos alemães na Zona Sul de Porto Alegre: os jardins da Dona Isabel

26 de outubro de 2012 2

Janete da Rocha Machado, historiadora e blogueira ZH Zona Sul


No início do século passado, as terras onde hoje se encontra o bairro Jardim Isabel, zona sul de Porto Alegre, pertenciam a Bernardo Dreher e sua família. O local abrigava, além da exuberante mata atlântica, uma próspera chácara, responsável pelo abastecimento de produtos hortigranjeiros à população local.

A história desse colonizador remonta ao século 19, quando seu avô, Johann Karl Dreher, imigrante alemão recém-chegado da Europa, dá início a uma série de empreendimentos de sucesso no Rio Grande do Sul. Entre esses negócios, estava o da exploração de pedras semipreciosas, cuja técnica foi trazida da cidade de Idar, na Alemanha. A região localizada no distrito de Birkenfeld, Estado da Renânia, era um centro de lapidação de pedras, e o nome Dreher, que significa torneiro, provavelmente, deriva da profissão.

A família Dreher, pioneira também no ramo de importação e exportação de produtos alimentícios, foi igualmente precursora na navegação fluvial, cujas embarcações faziam, regularmente, as linhas Porto Alegre-Palmares e Porto Alegre-Tapes. Ficaram conhecidos os vapores Montenegro, Camaquã, Gustavo e Palmares, todos pertencentes à Navegação Dreher & Cia.

Os Dreher tinham ainda um grande armazém de secos e molhados no centro de Porto Alegre. O estabelecimento tinha trapiche próprio na beira do Guaíba para atracamento dos navios e mercadorias. No armazém, eram guardados e comercializados grandes estoques de produtos estrangeiros como vinhos, sardinhas, bacalhau, azeite de oliva e azeitonas, originários de Portugal, país com que mantinham boas relações comerciais. Assim, o empreendedorismo do primeiro Dreher se perpetuou nas gerações seguintes por meio de Edmundo e de seu filho Bernardo.

Bernardo Dreher nasceu em 6 de abril de 1887, em São Leopoldo, e morreu em Porto Alegre, em 11 de janeiro de 1952. Concluiu seus estudos no Colégio Nossa Senhora da Conceição, escola dos Padres Jesuítas de São Leopoldo. Recém-formado, empregou-se na firma do pai, Edmundo Dreher & Cia Importadores e Exportadores. Em 1914, casou-se com a jovem Martha Elisabeth Bercht, filha de Jorge Bercht, membro do grupo de comerciantes conceituados da Capital que, na época, possuía uma chácara de veraneio à beira do Guaíba, na Tristeza. Talvez tenha sido esse o motivo que levou Bernardo a comprar uma grande quantidade de terras na Zona Sul, onde é hoje o bairro Jardim Isabel.

Conforme carta deixada por Martha Dreher em 1970: “Como aconteceu com muitos porto-alegrenses que não resistiram aos atrativos da hoje denominada Zona Sul, adquirindo pequenos sítios ou chácaras nos arredores da Tristeza e Pedra Redonda, também nós, meu marido e eu, acabamos comprando uma área de terras de regular tamanho, situada defronte à Chácara Meyer, pertencente aos descendentes da Família de Oscar Bastian Meyer. Nesta chácara existe uma colina revestida de espesso mato, refúgio de muitos pássaros, onde se ergue a Casa da Juventude e donde se descortina bonita vista sobre o Guaíba. O lugar é conhecido por ‘Morro do Sabiá’, designação que deu nome à região”. Durante muitos anos, a chácara dos Meyer foi a única vizinhança de Bernardo e Martha naquela longínqua e inóspita região de Porto Alegre.


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Em princípios de 1920, Bernardo Dreher adquiriu cerca de 40 hectares de terras em uma região conhecida como Pedra Redonda, na zona sul de Porto Alegre. Conforme relata Martha Dreher, mulher de Bernardo, falecida em 1977: “A área de terras por nós adquirida no longínquo ano de 1923, pela quantia de 50 contos de réis, pertencia ao capitalista Otto Niemeyer, que também morava na Tristeza, era amigo da zona, onde possuía muitas propriedades. Naquela época, ainda não existiam os balneários de Ipanema, Espírito Santo e Guarujá, cujas terras eram propriedade particular, e suas praias, inacessíveis ao público”.

As terras compradas por Bernardo faziam limites com a chácara de Oscar e Clotilde Bastian Meyer, no Morro do Sabiá, e com a fazenda de João Batista de Magalhães, o Juca Batista, atual bairro Ipanema. Eram terras fronteiriças ao Morro do Osso e pertencentes a Otto Niemayer. Conforme Martha: “Em 1923, a região era escassamente povoada, só existindo uma casa comercial, a venda do Juca Batista, na curva da Estrada da Cavalhada, e, na vizinhança da nossa chácara, alguns casebres modestos pertencentes a gente humilde”. Naqueles tempos, não havia ainda a Coronel Marcos, avenida que, atualmente, liga o centro da cidade com os bairros mais distantes da Zona Sul. Os caminhos eram de chão batido, o que dificultava o deslocamento. Assim, o transporte pelo Guaíba foi bastante utilizado.

Após a compra das terras, Bernardo Dreher construiu a moradia da família — um lindo palacete, mais conhecido por Castelinho, que ainda está no mesmo local onde foi construído, em 1923. Para a obra, foram trazidos ladrilhos, vitrais e azulejos de terras distantes. O casarão adquiriu fama, anos mais tarde, pelos encontros de negócios que ali ocorriam. Dona Martha relembra esses momentos: “Como meu marido, através de seus negócios, era muito bem relacionado, nossa chácara vivia cheia de gente. Entre os visitantes ilustres, lembro o Dr. Getúlio Vargas e a Da. Darcy, o Dr. João Neves da Fontoura, Daniel Krieger, Osvaldo Vergara, entre outros”.

Com o passar do tempo, as áreas da chácara foram sendo tomadas por estábulos, chiqueiros, galinheiros, hortas, orquidários, pomares e pelos bonitos jardins da dona Isabel, como era conhecida na região a mulher do seu Bernardo.”Tínhamos criação de ovelhas, porcos, coelhos, aves. No pátio, ao redor da casa, havia araras, macacos, tamanduás — um verdadeiro jardim zoológico. Certa vez, depois da enchente de 1941, até um jacaré apareceu no açude. Nos matos da chácara, viviam muitos animais selvagens, como guaraxains, tatus, porco-espinho, ratões do banhado, preás, além de cobras e lagartos. Nos campos, havia bandos de quero-queros e até perdizes apareciam de vez em quando”, conclui Martha.

Era um grande arranchamento em terras, as quais costeavam o Morro do Osso, local de fauna e flora ricas e diversificadas. Daí, a existência de muitos animais e plantas na chácara dos Dreher. A beleza do Morro do Osso perpetuou-se até nossos dias, porém, a chácara de Bernardo e Martha não teve igual destino — foi vendida e, imediatamente loteada, na década de 1950.


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Contavam os antigos moradores do lugar que, nas terras pertencentes a Bernardo Dreher e família, hoje o bairro Jardim Isabel, ocorriam fenômenos sobrenaturais. Na divisa leste da chácara, à beira da Estrada Conselheiro Xavier da Costa, limite com o bairro Ipanema, existia (e ainda existe) uma centenária figueira, local de lendas e superstições. Entre as histórias contadas pelos mais velhos, figuram as de assombrações e de tesouros, como as descritas em carta por dona Martha Elisabeth Dreher, mulher de Bernardo, mais conhecida por dona Isabel: “Diziam os moradores da zona que, às vezes, apareciam luzes debaixo da árvore e, por acreditarem que o lugar era assombrado, ninguém se atrevia a passar ali à noite. Também corria o boato de que um tesouro enterrado havia ali e, de fato, notavam-se sinais de escavação próximos das raízes da figueira”. Isso atraiu os moradores da região que vinham em busca dos tais tesouros.

Além das atividades da chácara, Bernardo Dreher envolveu-se com outros negócios. É dele a primeira usina de açúcar do Estado, a Usina Santa Martha Ltda. O empreendimento, localizado no município de Osório, foi inaugurado em 1929 por Getúlio Vargas, na época presidente do Estado. Alguns anos depois, visando à ampliação dos negócios, reatou as relações comerciais com a firma de navegação de seu pai, Navegação Dreher, pois era preciso agilizar o escoamento da produção de açúcar, ou seja, transportar a mercadoria entre Porto Alegre e a região do Litoral Norte. Bernardo também era dono de um importante engenho de arroz em Tapes, cuja capacidade de produção era de 500 sacos diários. Em 1940, Bernardo abandonou essas atividades para se dedicar, com sua mulher, às lidas da chácara. Cultivava e comercializava uma infinidade de produtos extraídos de sua horta e seu pomar. “Em matéria de verduras e frutas, as hortas e pomares organizados por meu marido primavam pela qualidade de seus produtos. Tinham praticamente de tudo e, especialmente, as frutas — maçãs, pêssegos, ameixas, marmelos, mangas, caquis etc. Eram famosos pelo tamanho e pela qualidade, tanto que, na época de colheita, sempre aparecia muita gente de Porto Alegre para comprá-las. O que não era vendido eu aproveitava para fazer geleias, marmeladas, goiabadas e sucos”, informa Martha. O restante dos produtos oriundos da chácara, Bernardo transportava até o Mercado Público e comercializava no centro da cidade.

No auge do veraneio da Pedra Redonda e com o advento da Estrada de Ferro do Riacho, cresce a procura por terrenos na região. É desta época a construção das primeiras vivendas de veraneio — as imponentes e admiradas mansões com praia particular. Surgem, também, os bairros Ipanema, Espírito Santo, Guarujá e, com eles, proliferam os loteamentos, resultado da divisão das terras de antigos chacareiros, como Bernardo Dreher.

Na década de 1950, a região dos Jardins da Dona Isabel não escapou do crescimento e da urbanização imposta à zona sul da cidade. A chácara, outrora símbolo de opulência, transformou-se no loteamento Jardim Vila Isabel. “Por não se enquadrar na zona da produção hortigranjeira, nossa chácara, devido à valorização das terras e elevação dos tributos, teve de ser urbanizada, constituindo o loteamento Jardim Vila Isabel, onde os antigos campos, matos, hortas e pomares cederam lugar a bonitas vilas e aprazíveis jardins. Esta mudança, de certo modo, me causa tristeza, mas, ao mesmo tempo, fico contente quando me conscientizo de que muitos ex-moradores de apartamentos encontraram ali a paisagem, o espaço, o ar puro, o sol e a tranquilidade que todos nós hoje tanto almejamos”, finaliza Martha.

Pelo projeto de lei nº 10724, de 9 de julho de 2009, o loteamento Jardim Vila Isabel se transformou no bairro Jardim Isabel. Resultado do empenho dos moradores e da Associação Comunitária Jardim Isabel e Ipanema (Ascomjip), criou-se o bairro, cujo nome foi escolhido como uma forma de homenagear aquela que foi a primeira colonizadora dessas terras: Martha Elisabeth ou simplesmente Dona Isabel.

Mudanças no trânsito da Wenceslau Escobar a partir de sábado

18 de outubro de 2012 8

A partir das 9h deste sábado, dia 20, não será mais permitido aos motoristas que trafegam na Avenida Wenceslau Escobar, sentido Centro-bairro, converterem à esquerda na Rua Cel. Massot. Com isso, a capacidade de escoamento do tráfego da avenida será duplicado neste trecho, gerando benefícios para melhorar a fluidez do trânsito e diminuição dos tempos de viagens das linhas de transporte público que circulam na avenida, uma das principais da Zona Sul.

As alternativas para acessar a Cel. Massot e o bairro Camaquã, vindo do Centro, será utilizar a Rua Cel. Claudino ou as ruas Tamandaré e Cel. Aristides, após fazer o retorno na rótula das avenidas Diário de Notícias, Wenceslau Escobar e Icaraí. Outra opção é fazer o retorno mais adiante, na rótula da Wenceslau Escobar com Pereira Passos e Copacabana.

— O acúmulo de veículos na faixa da esquerda da Wenceslau Escobar com a Cel. Massot estava ocasionando problemas de circulação a toda a região. O transporte público também estava sendo prejudicado. Vamos monitorar e, se necessário, realizaremos mais ajustes no tráfego — afirmou Carlos Pires, diretor de trânsito da EPTC.

Para orientar os condutores sobre a mudança na Wenceslau Escobar, a EPTC instalou 27 novas placas de sinalização e orientação ao trânsito, oito delas indicando acesso aos bairros. Durante a primeira semana, agentes da EPTC intensificarão o monitoramento no local, buscando orientar os motoristas da região.

Mudanças no transporte

Em razão da mudança no trânsito na Wenceslau Escobar, a linha de ônibus 186 — Liberal, que circula no local, terá seu itinerário alterado. A partir de sábado, a linha passará a converter da Avenida Icaraí à esquerda na Rua Cel. Claudino, no sentido Centro-bairro. Nos dias úteis, a linha 186.1 — Liberal (retorno Escola) terá quatro viagens especiais (11h58min, 12h10min, 18h e 18h10min), para atender os estudantes da Escola Leonardo da Vinci. A linha realizará o retorno na Icaraí, em frente à escola, e acessará a Cel. Claudino, seguindo seu itinerário normal.


EPTC, divulgação


Fonte: Assessoria de Comunicação da EPTC

 

Linha Turismo Zona Sul volta a circular nesta quarta-feira

16 de outubro de 2012 0

O roteiro Zona Sul do city tour Linha Turismo retornará a operar nesta quarta-feira, dia 17, às 15h. Em sistema circular, sem paradas, o passeio terá uma saída diária (de quartas a sextas-feiras), às 15h. Nos finais de semana e feriados, o city tour terá duas saídas, às 10h30min e às 15h.

O ônibus que opera o roteiro passou por reformas na carroceria, visando à padronização da frota do serviço. Nesta padronização, foi incluída uma nova pintura compatível com o design com os dois ônibus do roteiro Centro Histórico, que entraram em operação no início de maio . A repaginação do veículo, que circula na cidade desde janeiro de 2003, teve início em agosto e foi realizada pela empresa Marcopolo, sem custos para a Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR).

Nas terças-feiras, nos horários das 10h30min e 15h, o veículo atenderá as agendas dos programas da Escola Social de Turismo, bem como de quartas a sextas-feiras, no horário das 10h30min.

Veja no ZH Zona Sul desta semana:

12 de outubro de 2012 0

- Reforma não decola: prevista para ser iniciada em abril, a reforma do posto de saúde da Tristeza ainda não saiu do papel. Um levantamento da obra, feito no início do ano, deu conta de que o telhado e a rede elétrica do prédio, da década de 1950, precisarão ser substituídos, e o piso, recuperado.

- Moradores relembram a infância: em homenagem ao Dia das Crianças, o ZH Zona Sul convidou moradores da região e escrever e mandar fotos dessa época.

- Publicamos a primeira parte de uma série de textos da historiadora Janete da Rocha Machado sobre as origens do bairro Jardim Isabel

Padre Reus mostra resultado de evento

11 de outubro de 2012 0

A Escola Estadual de Ensino Médio Padre Reus (Rua Otto Niemeyer, 650, Tristeza) apresenta para a comunidade da Zona Sul o resultado do evento Drogas em Foco _ Concurso de Peças Publicitárias de Prevenção. O evento é uma realização do projeto Escola Sem Violência, coordenada pelo professor de artes Aloizio Pedersen.

Trezentos e quinze alunos  de 1º e 2º anos do Ensino Médio, divididos em 67 grupos, como agências de criação, elaboraram três peças escolhidas entre cartazes, banners, instalações, camisetas, vídeos, sites, músicas e textos. As drogas, escolhidas pelas equipes foram cigarro, álcool, maconha, crack, cocaína, heroína, ecstasy, LSD, oxi, merla, inalantes, medicamentos e anfetaminas. As metodologias adotadas foram pesquisa, aulas teóricas sobre as consequências físicas, sociais e políticas das drogas e iniciação à publicidade e propaganda.

— São muitas as causas do recrudescimento da drogadição, da desestruturação da família até a indefinição de política pública de combate facilitando a transição do Brasil de um país de rota para o de grande consumidor. E o Ensino Médio ainda recebe esta problemática, em grande percentual, como herança do Ensino Fundamental, já que o ingresso nas drogas é dos nove aos 14 anos. Palestras e aulas teóricas têm se mostrado ineficazes como ação preventiva. O protagonismo juvenil é uma ferramenta fundamental para uma conscientização maior — disse o professor.



Programação

* Dia 16, das 19h30min às 21h — abertura, om exposição dos cartazes, banners, instalações, apresentação de músicas e desfile de camisetas para comissões de jurados e público em geral

* Dia 22, das 19h30min às 21h — apresentação dos vídeos e textos pré-selecionados para as comissões julgadoras e público em geral

* Dia 25, das 19h30min às 21h — seminário para pais: Drogas: o Enfrentamento, com o professor Aloizio Pedersen e alunos

* Dia 29, das 19h30min às 21h — show de premiação com entrega de troféus e certificados aos vencedores

* Até o dia 31 — exposição (escolas interessadas  na visitação deverão se inscrever pelo telefone 3268-6811


Lançamento de "Os Northfleet no Olho do Furacão" é hoje

10 de outubro de 2012 0

Ocorre nesta quarta-feira, dia 10, o lançamento do livro Os Northfleet no Olho do Furacão, de Marilene Vargas. A obra conta a história da família Northfleet, que, em 1981, deixou Porto Alegre rumo a uma viagem de circum-navegação da Terra a bordo do veleiro Charrua.

Quase um ano após a partida, a tripulação, que também contava com o Marcelo Aaron, foi atingida por um furacão em alto mar, a 600 milhas das Ilhas dos Açores. Uma aventura que, 30 anos depois, Ilá Northfleet resolveu legar em livro aos seus descendentes e demais leitores. Para tal empreitada, incumbiu Marilene Vargas, que, com propriedade, dá voz a Ilá e, assim, relata a grande jornada.

O coquetel de lançamento de Os Northfleet no Olho do Furacão será realizado na Sede da Ilha do Clube dos Jangadeiros, a partir das 19h, e é aberto ao público.


O que: Lançamento do livro Os Northfleet no Olho do Furacão

Quando: hoje, dia 10, a partir 19h

Onde: Clube dos Jangadeiros, Sede da Ilha

Informações: www.northfleet.com.br

Leia o ZH Zona Sul

05 de outubro de 2012 0

No ZH Zona Sul que circula nesta sexta-feira, você confere:

- Zona Xis: Quem aprecia sabe: não tem hora ou dia marcados para degustar um bom xis. Lugar, talvez. A Zona Sul conquista, cada vez mais, a fama por ter se especializado num dos prazeres do fast food mais característicos do Rio Grande do Sul. O tempero especial se dá pela concorrência. Com lancherias proliferando de ruelas a avenidas, cada um faz o que pode para colocar seu lanche na preferência do público. Confira duas receitas de xis, uma da Lancheria Coqueiro e outra da Xisneylândia.

- Cadeirantes prejudicados pela falta de acessibilidade: Morador do Santa Teresa expõe mau estado das calçadas e pede mais faixas de pedestres e rampas de acesso pela região.

Educandário São João Batista comemora 73 anos

02 de outubro de 2012 1

Neste dia 3, às 15h, o Educandário São João Batista convida a comunidade para celebrar o seu 73° aniversário em uma celebração eucarística na capela da instituição (Rua Tenente Coronel Mário Doernte, 200, Ipanema). A entidade oferece às quartas-feiras, às 11h, missas abertas ao público.

O Educandário São João Batista foi fundado em 29 de setembro de 1939 e presta serviços gratuitos para a educação especial, habilitação e reabilitação infantil, com destaque para atendimentos especializados de fisioterapia, fisioterapia aquática, fonoaudiologia e terapia ocupacional. O centro atende 150 crianças e adolescentes com deficiências múltiplas e, para se manter, sobrevive fundamentalmente de doações.

A entidade está em campanha de arrecadação para o Dia das Crianças. Interessados em colaborar podem entrar em contato pelo telefone 3246-5655 e falar com Joyce Moraes.