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Vento forte atrapalha regata

Com uma regata de abertura atribulada, começou ontem o Mundial de Soling de 2010, no Veleiros do Sul. A disputa, prevista para o início da tarde, foi adiada pela falta de vento e saiu por volta das 18h15min - e o vento alterou de novo o andamento da competição.

As tripulações estavam no segundo trecho da regata na raia do Guaíba, em frente à baía de Ipanema, quando os velejadores foram surpreendidos pelo súbito aumento da velocidade do vento sul, que alcançou 34 nós (cerca de 60 km/h) e levou os barcos adernarem perigosamente, conforme mostra as fotos da assessoria de imprensa do clube.

O veleiro Diferencial, da equipe de Nelson Ilha, virou, tendo o cockpit inundado. A tripulação tentou desvirar, mas a embarcação afundou. Às 21h, as equipes finalmente resgataram o barco.

Brigam pelo título 20 tripulações que representam Brasil, Alemanha, Argentina, Estados Unidos e Reino Unido, em um total de 60 velejadores. O mundial segue até sexta-feira, dia 12, às 20h, quando ocorrerá a entrega da premiação. Até lá, estão programadas regatas diariamente, a partir das 14h.

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Um reencontro com o passado

Nome e data de nascimento: Antenor Ferrari, nascido em 20 de setembro de 1941 (68 anos), em Bento Gonçalves

Estado civil: casado com Marilia Ângela Saretta Ferrari

Filhos: Gabriela, Tiago e Lucas

Neto: Bruno.

Atividades: Morador de Ipanema desde 1975, o advogado exerceu os primeiros anos de profissão em Caxias do Sul, no escritório do hoje senador Pedro Simon. Em 1974, passou a exercer a assessoria jurídica da bancada do antigo MDB, na Assembleia Legislativa. Deputado estadual por três legislaturas (de 1968 a 1990), fundou a primeira Comissão de Direitos Humanos e Meio Ambiente da Assembleia, durante a ditadura militar. Foi secretário Estadual de Saúde e Meio Ambiente no governo Simon (1986-1990), implantou o Sistema Único de Saúde no Estado e presidiu a Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fepam).

- Vizinhos: “Quando morava no interior, imaginava que a cidade grande não oferecia boas condições de convivência. Estava enganado. Ipanema permite a convivência do interior, na relação com a comunidade e os vizinhos (dizem que os vizinhos são os primeiros parentes e é verdade).”

- O que mais gosta na Zona Sul: “A Zona Sul oferece o clima da cidade do interior, onde todos se conhecem e convivem. Oferece também a sensação da cidade praiana, pela presença do Guaíba, as belezas naturais dos morros, vegetação, praças e o silêncio (quando nos mudamos para Ipanema, demoramos alguns dias para conseguir dormir bem. O barulho do silêncio atrapalhava nosso sono!). O que impressiona é a quantidade de pássaros de todas as espécies. Nos momentos de descanso ou ao amanhecer, a sinfonia dos pássaros dá a sensação que se está dentro de uma floresta. Quem acorda de madrugada, em Ipanema, sempre desperta em boa companhia: é só observar. Não dá para esquecer o pôr do sol do Guaíba. Simplesmente maravilhoso, nos seus tons prateados e vermelhos. Responsável por muitas nostalgias, mas também para encerrar o dia em alto astral, especialmente para quem gosta de caminhar no calçadão.”

- O que é a Zona Sul para ti? “É o reencontro com meu passado, de criança e adolescente, mais sofisticado e moderno, é claro.”

- O que gostaria que a Zona Sul não perdesse? “Não gostaria que a Zona Sul perdesse as características de cidade de praia e de interior que, infelizmente, o futuro parece não prometer. Tenho uma preocupação muito grande com o crescimento desordenado dos empreendimentos imobiliários e comerciais da região, por estarem afetando profundamente o meio ambiente. Preocupo-me, muito, com a área agrícola de Porto Alegre, que está sendo absorvida por esses empreendimentos, havendo necessidade de uma política de proteção e estímulo, por parte do poder público, para essas área agricultáveis, já que a nossa Capital é a segunda no país que explora, também, a atividade agrícola.

- O que você gostaria que a Zona Sul tivesse e que ainda não tem? “Bem, gostaria muito que fosse estimulado o transporte hidroviário de passageiros, para ligar o Centro com a Zona Sul. A duplicação inadiável das avenidas Wenceslau Escobar (o final dela), Cel. Marcos e Tramandaí, pois já estamos com sérios problemas de trânsito. Em alguns horários, se torna impossível o pedestre atravessar a rua, em muitos pontos dessas avenidas, por falta de sinalização. Solução urgente, também, para a poluição visual das avenidas Cel. Marcos e Tramandaí, com péssimo asfaltamento, inexistência de calçadas ou com má conservação e de algumas casas de comércio e serviços com péssimo visual e mal localizadas.”

*Por Carmencita Hessel, Conselho de Blogueiros

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Final de tarde em Ipanema

Final de tarde em Ipanema, e o sol nos presenteia com mais um espetáculo de luz, cor e beleza. Assistindo tal espetáculo, o grupo de jovens vibra com o que vê. Um deles aponta para o horizonte, entusiasmado, enquanto eu, na minha fantasia, recrio o seguinte monólogo:

Vejam amigos, esse é o meu quintal! Daqui assisto diariamente ao mais belo espetáculo que a cidade oferece, e ele é gratuito, para todos que se dispõem a vê-lo. Percebam a variação das cores que passam do límpido azul ao dourado intenso, sintam o calor do astro rei se despedindo mais uma vez nesse palco luxuoso que fica onde o Guaíba abraça o horizonte. Amigos, levem consigo, no coração e na memória essa imagem. Vejam os rapazes no jet ski, dançando sua juventude sobre as águas, absorvendo cada gota de energia que o sol generosamente nos envia sem pedir nada em troca. Percebam o casal de namorados sob as árvores, sorvendo a luz do crepúsculo que se aproxima. Somos todos testemunhas de mais um dia que se vai, mais uma cortina que cai encerrando o ofício diário do qual é feito nossos dias. Aplaudam, amigos, e deliciem-se diante dessa obra de arte, pois, nesse momento, o céu está a pintar a tarde.”

*Por Claudia Bins, Conselho de Blogueiros

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Antes e depois no Cristal

Você reconhece o lugar acima? A foto não é muito antiga - data de 2002 -, mas o cenário mudou.

* * *

Era assim o terreno no Cristal que recebeu a sede da Fundação Iberê Camargo.

O paredão de pedra agora divide espaço com o moderno prédio branco, criado pelo arquiteto português Álvaro Siza (abaixo). A construção começou a ser erguida em julho de 2003, e sua inauguração ocorreu em maio de 2008.

*Por Arivaldo Chaves, editor de imagens ZH Bairros

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Hoje nas bancas da região

O ZH Zona Sul circula hoje, encartado em Zero Hora, nos bairros Camaquã, Cavalhada, Cristal, Ipanema, Jardim Isabel, Sétimo Céu, Tristeza, Vila Assunção e Vila Conceição.

Cerca de dois anos após a demolição do Timbuka, a comunidade ainda aguarda a proposta da prefeitura para o local - o ZH Zona Sul apurou que o projeto existe, mas não é revelado.  

Outros destaques: as diferentes realidades de duas praças na região do bairro Camaquã, a obra na Padre Cacique que poderá dar mais vazão à água em torneiras da Tristeza e o amor à primeira vista da leitora Nara Cristina Schwaikart por Ipanema.

O ZH Zona Sul circula toda sexta-feira. Tem sugestões para a edição da semana que vem? Então, escreve pra gente: zonasul@zerohora.com.br

> Leia mais em www.zerohora.com/bairros

> Siga o caderno ZH Zona Sul no Twitter: www.twitter.com/zhzonasul

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Nuvem escura no Cristal



Que venha a chuva para a Zona Sul e para Porto Alegre!

Imagem feita por volta das 18h20min. Logo após, faltou luz no Cristal. Deu uma chuva boa - pena que foi pouco!

*Por Ana Cristina Assumpção, Conselho de Blogueiros

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Atenção para desvio na Icaraí

Atenção para quem passar pela Avenida Wenceslau Escobar esquina com a Avenida Icaraí. Há estreitamento de pista no sentido bairro-Centro, e bastante terra na pista, o que pode ocasionar acidentes, caso não haja redução de velocidade ao passar pelo trecho em obras.

*Por Pedro Augusto Toledo Moneiro, Conselho de Blogueiros

> Confira no mapa abaixo outros pontos com bloqueios de trânsito na região devido às obras para instalação de rede de esgoto:


Visualizar Bloqueios do Pisa em um mapa maior

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Uma doce administradora


Juliana C. N. da Costa é uma jovem de sucesso. Aos 25 anos, ela administra uma loja de roupas femininas na Avenida Wesceslau Escobar, bairro Tristeza.

Moradora de Ipanema há três anos, Juliana fundou a Doce de Moça em março de 2007. Antes, buscou experiência na loja da mãe, a Cravo e Canela, também na zona sul de Porto Alegre.

A escolha da administradora formada pela PUCRS não foi à toa:

- Na verdade, optei por a ter a loja na Zona Sul por já residir na região. Gosto daqui, acho tri família, meio interiorzão. Na Zona Norte, parece que tem que se arrumar para sair. Aqui, tu sai na boa, sai do teu jeito. Todo mundo é mais tranquilo. Além disso, na Tristeza, funciona muito o boca a boca. Se a cliente gosta da loja, também traz a amiga.

* * *

Longe do trabalho, a gremista Juliana gosta de frequentar bares, ir ao cinema e a livrarias.

- Na Zona Sul, não costumo sair muito. Agora abriu o Live Sport Pub, mas falta uns pontos mais rock na região. Mas não é por mal, parece que a cidade está dividida. Vou ao Live Sport Pub porque tem shows de rock legais. E vou também ao cinema e ao teatro. Frequento o Barra (shopping), porque antes não havia livrarias na região - conta.

A jovem ainda costumar ir à cachaçaria Água Doce e à padaria do Padoca. Para ela, a Zona Sul apresenta a questão da amizade e do carinho, relacionada com o poder de conhecer as pessoas mesmo em meio a tantas correrias do dia a dia. Brincando durante a entrevista, Juliana comenta:

- Se quiseres fazer algo errado, nunca vá ao Zaffari, porque sempre vais encontrar alguém. Uns três conhecidos, no mínimo.

* * *

A administradora aponta mudanças que precisam ser realizadas na região. Para ela, a Zona Sul deveria ter uma aparência diferente, com mais árvores e bancos. Além disso, há outros problemas frequentes, como o lixo.

- Em Ipanema, perto da minha casa, para quem não sabe que a qualidade de vida é boa, pensa que o local é uma favela. Tem muito lixo. Mas faltam os cuidados dos moradores também - comenta.

Juliana ainda caminha em Ipanema nos tempos vagos, para apreciar o Guaíba com os cachorrinhos Led Zeppelin e John Lennon, das raças york Shire e Pincher. No caminho, encontra outros problemas:

- Domingo é impossível passear. Geralmente, vou ao fim de tarde nos dias de semana, pois é tranquilo ou, também, pela manhã. Domingo é som alto e por aí vai.

Para Juliana, uma música que combinaria com a Zona Sul é Porto Alegre é Demais, pois lembra tranquilidade.

A tranquilidade da região é a mesma que leva durante a jornada de trabalho. Muitas vezes confundida com uma funcionária, a administradora age de maneira simples, mas sempre arquitetando planos para o futuro, como o projeto Papo de Moça, que pretende levar à loja uma personal stylist para aconselhar as clientes.

É ou não é uma grande administradora a Juliana?

*Por Morgana Gualdi Laux, Conselho de Blogueiros

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Galhos atrapalham na Inhanduí

Esse ponto de ônibus fica quase na esquina da Rua Inhanduí com a Icaraí.

Os galhos têm atrapalhado bastante a visibilidade, principalmente para quem está esperando ônibus ali.

Além disso, já presenciei a dificuldade de uma deficiente visual que mora nas proximidades andando por ali.

Quem vai ‘quebrar esse galho’ para nós?

*Por Ana Cristina Assumpção, Conselho de Blogueiros

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A pedido dos colorados

Teve colorado pedindo foto do Gigante da Beira-Rio em comentários do post anterior, A Região Vista de um Ultraleve. Aí está.
*Por José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros
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A região vista de um ultraleve

Essas são fotos tiradas ontem, a bordo de um ultraleve.

Destaque para a área do Estaleiro Só, a Avenida Diário de Notícias e o Parque Marinha.

O dia não estava muito propício, nublado e com uma névoa seca.

Mesmo assim, dá para ter uma noção de outros ângulos de nossa cidade vista do alto.

*Por José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros

Área do Estaleiro Só após a demolição dos galpões - Foto: José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros

Área do Estaleiro Só, BarraShoppingSul e Hipódromo do Cristal - Foto: José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros

Avenida Diário de Notícias, em primeiro plano, e bairro Cristal - Foto: José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros

Parque Marinha - Foto: José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros

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Banho de chuva em Ipanema

Duas crianças se divertiram durante a chuva que caiu na Zona Sul, na manhã de quarta-feira - a brincadeira rendeu essa sequência de belas imagens para o Blog do ZH Zona Sul. Arivaldo Chaves, editor de imagens dos cadernos ZH Bairros, aguardava o tempo melhorar para fazer a foto de Ipanema, publicada na seção Em Foco do caderno desta sexta-feira, quando percebeu a festa da dupla sob a chuva.

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Hoje nas bancas da região

O ZH Zona Sul circula hoje, encartado em Zero Hora, nos bairros Camaquã, Cavalhada, Cristal, Ipanema, Jardim Isabel, Sétimo Céu, Tristeza, Vila Assunção e Vila Conceição.

Uma chaminé com mirante começa a ser construída na Avenida Diário de Notícias, ao lado da foz do Arroio Cavalhada - saiba que obra é essa em reportagem de capa desta edição. Outros destaques: a falta de luz na Praça Comendador Souza Gomes - que segue sem adotante -, um novo vocabulário nascido na Rua Bororó, na Vila Assunção, e as oficinas de verão da Fundação Iberê Camargo.

O ZH Zona Sul circula toda sexta-feira. Tem sugestões para a edição da semana que vem? Então, escreve pra gente: zonasul@zerohora.com.br

> Leia mais em www.zerohora.com/bairros

> Siga o caderno ZH Zona Sul no Twitter: www.twitter.com/zhzonasul

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Pedras no caminho dos pedestres ao shopping

Faz pouco mais de dois anos que estou morando no Cristal. Quando me mudei, o BarraShoppingSul ainda não estava sendo construído. Com ansiedade, acompanhei as obras e o adiamento da inauguração. O BarraShoppingSul mudou a cara da Zona Sul, trouxe comodidade, conforto, novidades e embelezou o Cristal ainda mais.

Entretanto, gostaria de chamar a atenção para o caminho dos pedestres que chegam ao shopping e ao Big, especialmente aqueles que vêm pela Avenida Chuí (ao lado). Nesta avenida, a entrada de carros que fica ao lado do posto de gasolina não tem faixa de segurança, e o movimento de pessoas e carros é intenso. Além disso, a entrada de pedestres aos dois estabelecimentos é proibida por aquele local.

Continuando pelo caminho, a calçada é barro puro nos dias de chuva. Quando se entra no portão propriamente, não há faixas contínuas para pedestres, como se vê em alguns locais semelhantes. Simplesmente colocam uma sinalização com ‘correntes’ que forma um ‘corredorzinho de passagem’ para os tantos consumidores e visitantes do Big e do Barra. Acho que está mais do que na hora de pensarem nos clientes que vão a pé até lá. Afinal de contas, a Zona Sul é um dos locais mais bonitos para se caminhar.

*Por Ana Cristina Assumpção, Conselho de Blogueiros

> Leia as repostas da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e do BarraShoppingSul às observações da integrante do Conselho de Blogueiros no caderno ZH Zona Sul, que circula amanhã pela região!

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Janeiro, Porto Alegre, o Litoral e o ZH Zona Sul

Época de veraneio. Milhares de pessoas debandam da Capital para o litoral em busca do sol e de uma trégua do calor escaldante daqui. A cidade fica vazia e, o melhor de tudo, sem trânsito. É possível chegar rapidinho em casa. Seja pela Avenida Cavalhada, Wenceslau Escobar ou Coronel Marcos, o trânsito flui mesmo nos horários de pico. Parece sonho? Não, é janeiro.

Além disso, você pode desfrutar de um cineminha, do seu restaurante preferido, sem filas, sem estresse - outro dia, tinha sete pessoas, além de mim, na sala de cinema do BarraShoppingSul em dia de semana. Dá para saborear os encantos da cidade e, principalmente, da Zona Sul com muita calma. Sinal verde para as compras também, pois as lojas estão cheias de promoções.

Bem, não chego a ser daquelas pessoas que levantam a bandeira de que a Capital no verão é tudo de bom e litoral nem pensar. Aproveito o que a cidade tem de bom nessa época, mas não dispenso uma prainha.

E, por falar em praia, muito bom poder contar com a transferência da Zero Hora para o litoral entregue na nossa porta com a maior tranquilidade. Mas a exemplo da Úrsula Petrilli Dutra, integrante do Conselho de Blogueiros do ZH Moinhos, senti falta do nosso caderno de bairro. Na sexta-feira passada, lendo a Zero Hora em Atlântida, cadê o caderno ZH Zona Sul? O jeito foi recorrer a Zerohora.com. Só que eu gosto mesmo é da edição impressa. Sei lá, para mim é muito difícil me desvincular da cultura do papel. Parece que a leitura tem outro sabor. Solução? Pedi para que me fosse entregue na praia apenas as edições de sábado e domingo. A de sexta-feira continua sendo entregue em Porto Alegre. Daí meu marido leva no sábado quando vai à praia e junto está o querido ZH Zona Sul. Com flexibilidade, sim, é possível ter tudo!

*Por Angela Dal Pos, Conselho de Blogueiros

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