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Posts na categoria "História na região"

A história do Asilo Padre Cacique

09 de dezembro de 2011 1

Construção imponente que chama a atenção de quem passa por um dos principais caminhos à Zona Sul, o Asilo Padre Cacique foi o tema principal da edição de hoje do ZH Zona Sul.

Na capa mostramos a bela ação dos alunos do Projeto Pescar, unidade Procergs, localizada na Tristeza. Eles proporcionaram uma tarde animada aos idosos residentes do Asilo Padre Cacique. Vestidos de zumbis 18 jovens apresentaram o sucesso Thriller, de Michael Jackson. A coreografia animou os idosos mais destemidos que interromperam o lanche da tarde para dançar ao lado dos estudantes.

Na página 4, a historiadora e blogueira do ZH Zona Sul, Janete da Rocha Machado, nos presenteou com texto e foto sobre a história do Asilo Padre Cacique. Com imagens antigas da Fototeca Sioma Breitman do Museu Joaquim José Felizardo, Janete relembra o começo das construções localizada na avenida. Confira abaixo o texto e outras fotos históricas da entidade (clique nas imagens para ampliar):


Recordar é viver

24 de novembro de 2011 2

Na tarde de ontem, o Chalé da Praça XV, foi o ponto de encontro entre leitores e jornalistas de Zero Hora. Nesse local histórico do Centro de Porto Alegre, onde ocorreu a segunda edição especial Café ZH, uma conversa relembrando o passado caiu bem. Na companhia da historiadora e blogueira do ZH Zona Sul Janete da Rocha Machado (de branco) e do fotógrafo Ricardo Chaves, conhecido como Kadão, recordamos fatos curiosos da Capital.

Um deles, ligado à Zona Sul, diz respeito a chegada de um Boeing, que se transformaria em um ponto de encontro de Ipanema, com o corpo e asas do avião, claro. Essa e outras histórias, Janete promete compartilhar com os leitores, tanto do ZH Zona Sul quanto do Almanaque Gaúcho, coluna comandada pelo Kadão. Aguardamos ansiosamente!

Um tesouro na região

11 de novembro de 2011 3

Na edição do ZH Zona Sul desta sexta-feira contamos na capa a história de uma âncora retirada do barco Maruí, econtrado no Guaíba há quase 50 anos. Soubemos da presença desta peça histórica no jardim da casa localizada na Avenida Guaíba, 684, por meio da nossa blogueira Janete da Rocha Machado. Confira abaixo a matéria:

Herança farroupilha retirada do Guaíba

Âncora do barco Maruí passou por museu e ferro velho antes de ser instalada em casa da Zona Sul

Há 23 anos, em 21 de setembro de 1988, Zero Hora noticiava a descoberta de uma âncora de um barco farroupilha no pátio de uma residência da Avenida Guaíba, 684. O tempo passou, mas não foi suficiente para alterar o rumo do objeto histórico. Com mais de mil quilos, a peça continua intacta no jardim da casa que hoje pertence ao arquiteto francês Robert Levy (ao lado).

– Faz mais ou menos oito anos que comprei a casa, e ela veio junto. Na época, o proprietário me mostrou a matéria do jornal e quis me vender também a âncora, mas eu disse que ele podia levá-la – conta Levy, 83 anos.

O prazo de um ano proposto pelo antigo dono para a retirada do pesado equipamento passou, e a peça segue ornamentando a antiga residência.

– Acho que enriquece a casa, é bonita – comenta Levy.

Desde a infância, a blogueira do ZH Zona Sul que sugeriu esta matéria, Janete da Rocha Machado, 47 anos, admira o valor histórico do artefato.

– Eu descia a Rua Gávea, nos anos 70, e adorava aquela casa. De tanto olhar para o jardim, vi a âncora meio escondida – relembra a historiadora.

Coincidência ou destino, Levy projetou há muitos anos a casa da família da blogueira, quando ele ainda morava no Cristal. Mais tarde, Janete o contratou para fazer o desenho da própria residência e, só mais recentemente, foi reencontrá-lo.

– Nesse tempo ele mudou-se para Ipanema e foi ser proprietário daquela que foi, no passado, a casa dos meus sonhos – relata Janete.

Âncora permanece enfeitando o jardim da casa na esquina da Guaíba com a Gávea

História contada em 1988

Na época em que a reportagem foi publicada em Zero Hora, a âncora já estava no endereço da Avenida Guaíba que abrigava, na época, a Clínica Geriátrica São Marcos. Segundo o texto, a peça foi retirada de um barco farroupilha chamado Maruí, encontrado no Guaíba na década de 1960. Outros objetos, como molinete e correntes, também foram retirados da água e doados ao Museu Júlio de Castilhos.

Os equipamentos duraram cerca de um ano no acervo, pois a instituição não tinha verbas para comprar inseticida para uma biblioteca, atacada por traças e cupins. Por isso, vendeu as peças do barco ao ferro velho dos irmãos Mollé. No estabelecimento, a âncora foi comprada por moradores da Rua Tenente Coronel Fabrício Pilar, que a levaram para a residência de Ipanema.

Confira abaixo a matéria publicada há 23 anos em Zero Hora:

(clique na imagem para ampliar)

Rua na Tristeza homenageia jornalista

20 de outubro de 2011 0

A Tristeza deve ganhar uma rua nova no próximo sábado, às 11h. Quem nos envia a boa nova é Márcia Biffigandi, filha do jornalista e radialista José Ney Faillace Biffignandi, que emprestará seu nome à via.

José Ney morreu no ano passado e marcou a imprensa gaúcha com sua atuação no jornalismo esportivo. Passou por vários veículos, entre eles Zero Hora e Rádio Gaúcha, sempre sagaz em sua crônica esportiva.

O jornalista morava na Avenida Copacabana, onde deve ocorrer a cerimônia de inauguração da rua, que ficará entre a Copacabena e a Avenida Wenceslau Escobar. A lei que garante a homenagem é a de número 11.114/2011 e foi sancionada pelo prefeito Fortunati. A proposta da criação da rua é do vereador e também radialista Haroldo de Souza.