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Posts com a tag "Assunção"

Moradoras podem perder casa na Vila Assunção

12 de novembro de 2011 2

As moradoras da Rua Manauê, 109, na Vila Assunção, contam com a ajuda dos vizinhos da Zona Sul para enfrentar um situação complicada. No final do ano passado, a mãe Maria Albertina Domingues e as filhas Margareth Domingues e Elizabeth Domingues receberam a notícia de que o imóvel poderia ser leiloado em função de uma dívida que o patriarca arrecadou por ser fiador de um amigo.

Segundo as filhas, a pessoa não pagou o que devia e agora elas precisam arrecadar R$ 60 mil para quitar essa dívida que, após o falecimento do pai, ficou no nome de Maria Albertina. Para isso, começaram a promover festas que oferecem produtos como comidas e roupas em frente a casa. Já foram quatro encontros e quase R$ 19 mil arrecadados. A cada edição, um vizinho traz um amigo, e a ajuda está crescendo. Neste domingo, 13 de novembro, a partir das 16h, haverá a 5ª edição. Todos são convidados a participar e contribuir para que essa história tenha um final feliz.

Cores da região nos cliques dos leitores

10 de abril de 2010 1

“A natureza, na sua perfeição, mescla as cores da vegetação e da borboleta como se uma fosse parte da outra”, observou a leitora Maria Helena Luce Schmitz, moradora da Avenida Cel. Marcos.

A floração da árvore na época da Páscoa foi registrada pelo leitor Carlos Arce, morador da Vila Assunção.

Flagrou alguma imagem interessante ou diferente da Zona Sul? Mande para o e-mail zonasul@zerohora.com.br

Um encontro pelo esporte no Veleiros

08 de abril de 2010 0

Um encontro em busca de alternativas para condições operacionais ao esporte será promovido hoje, às 17h, na sede do Veleiros do Sul às 17h. A conferência livre contará com a participação de federações esportivas gaúcha. As reivindicações deverão ser levadas à 3ª Conferência Nacional do Esporte, em junho, em Brasília.  Informações pelo telefone 3226-8589, com Nei ou Marivoni.

História da via férrea na Zona Sul (2) - Trilhos até a Tristeza

05 de abril de 2010 13

Trem na estação do Riacho, em desenho de Marcos Fallavena – Foto: Reprodução

No início do funcionamento do trem para a Zona Sul, a tração era animal. Mais tarde, foi substituída por trens a vapor. Assim nos dizia um anúncio de um jornal da época: “Espera-se que até dezembro esteja aberta ao tráfego a estrada de ferro à Ponta do Dionysio, obra contratada pela Intendência Municipal com o Sr. Gaspar Guimarães e o Dr. Luiz Caetano Ferraz. O percurso total da linha é de dez quilômetros, já estando seis com o respectivo leito preparado e os ramais em adiantado preparo. As locomotivas já se acham nesta capital,e, segundo nos informam, denominar-se-ão Progresso e Rosa, nomes escolhidos pelo digno empreiteiro Dr. Luiz Ferraz. Os trilhos estão no Rio Grande, em viagem para aqui. A plataforma da estação do Riacho vai muito adiantada, devendo em pouco tempo estar pronta. Teremos, pois, brevemente, uma via-férrea  contornando, em grande parte, a belíssima baía do Guaíba“.

O “trenzinho”, como era conhecido pela população, trafegava lentamente, passando por diversos bairros da Capital, entre eles, o Cristal, a Assunção, a Tristeza, a Vila Conceição e a Pedra Redonda. O início da linha podia ser na Estação da Ponte de Pedra, na Cidade Baixa, ou na Estação Ildefonso Pinto, perto do Mercado Público, no Centro. Durante a semana, o trem tinha dois horários de saída: às 8h e às 16h30min. Nos domingos, quando a procura era maior em função dos banhos no Guaíba e dos piqueniques na praia, saíam em mais horários, um às 10h e outro às 14h, e o preço da passagem era de aproximadamente 400 réis.

Além dos passageiros que viajavam com seus pacotes e maletas, o trem também transportava pedras da Ponta do Dionisyo (hoje, o Clube Veleiros do Sul), para a construção do Cais do Porto. Em torno de 1925,  o então presidente do Estado do Rio Grande do Sul, Borges de Medeiros, decidiu dar início a grande obra no cais. Sendo assim, muita pedra foi levada das pedreiras da Zona Sul ao Centro.

Quem utilizava o trenzinho, sentia que era uma viagem segura e tranquila pela baixa velocidade dos vagões. A Maria-Fumaça percorria caminhos diversos e apesar de ser chamado de “o trem da merda”, ainda assim, era divertido e bonito o passeio pelas ruas de Porto Alegre.

Nos primeiros anos de funcionamento, o trem vinha somente até a Ponta do Dionysio, hoje Vila Assunção. Com o passar dos anos, a via foi estendida até o bairro Tristeza, e, em 1912, até a praia da Pedra Redonda. Esse prolongamento da via só foi possível graças a um empreendimento particular, sendo mais tarde adquirida pelo Estado e incorporada à Via Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS).

Tal empreendimento resultou em um grande desenvolvimento à Zona Sul, transformando-a em área nobre da cidade com suas casas de veraneio, seus hotéis e restaurantes. O bairro Tristeza é um exemplo desse progresso, conforme nos conta Pellin em suas crônicas sobre o antigo arrabalde: “Tristeza progredia, habitada agora pela elite porto-alegrense e por famílias estrangeiras, que vêem nascer a nova praia de frente para o sul, a Pedra Redonda”.

Para o trem chegar até a Praia da Pedra Redonda, foi preciso um grande investimento e muitas obras foram feitas envolvendo escavações e explosões no morro onde hoje se encontra a Vila Conceição. Grande quantidade de pedra e parte da mata foi retirada da região para que a estrada de ferro pudesse ser construída. Um fosso de granito com 800 metros de comprimento por 10 metros de altura foi escavado desde o início da vila até a beira da praia, criando um grande paredão por onde passava o trenzinho. A obra no morro durou cerca de três anos.

*Por Janete da Rocha Machado, Conselho de Blogueiros

Post relacionado

> História da via férrea na Zona Sul (1) – A Ponta do Asseio

Acompanhe a última parte da história do trenzinho da Zona Sul nos próximos dias, aqui no Blog do ZH Zona Sul

Tradição religiosa no bairro

31 de março de 2010 0

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“Uma tradição da Assunção, a santinha visita 19 famílias. Quem recebe a leva até a próxima casa”, contou o leitor Carlos Arce, por e-mail, ao ZH Zona Sul.

Qual é a tradição religiosa de seu bairro ou paróquia na Zona Sul? Alguma celebração da Semana Santa?

Deixe seu depoimento.

História da via férrea na Zona Sul (1) - A Ponta do Asseio

29 de março de 2010 12

Desenho de Hélio Ricardo Alves mostra como era feito o despejo na Ponta do Melo – Foto: Reprodução

No finalzinho do século 19, começou a funcionar em Porto Alegre uma linha férrea que servia aos bairros margeados pelo Guaíba. Também conhecida por Estação Ferroviária do Riacho, porque ficava a beira do Arroio Dilúvio, a linha do trem foi muito importante, pois além de transportar passageiros e cargas, constituía um dos melhores passeios turísticos de Porto Alegre.

Relato interessante sobre essa pequena estrada de ferro foi o de Augusto Meyer, escritor, jornalista e contemporâneo do trem. Em sua obra No Tempo da Flor, citado na Pequena Antologia do Trem, Meyer traz lembranças da ferrovia na década de 20: “A grande animação, no Largo da Tristeza, era o trenzinho das cinco. Ficava a estação ao lado da velha Ponte do Riacho, e parece que ainda estou no Beco do Império, picando o passo, ao ouvir o primeiro apito. Ladeira abaixo, somos alguns retardatários, em cima da hora. Mas o trenzinho, com mais apito e fumaça do que pressa, levará muito tempo a decidir-se, arrastando a sua sina pela Praia de Belas“.

Inicialmente, a linha do trem foi utilizada para transportar os cubos malcheirosos provenientes das casas dos arrabaldes que não tinham esgoto. Portanto, tinha uma função essencialmente sanitária. O trajeto percorrido por esse material ia até a chamada Ponta do Asseio ou Ponta do Melo, onde hoje se encontra o Estaleiro Só, no bairro Cristal. Em tempos mais remotos, esse material viajava até outra ponta, a do Dionísio, no bairro Assunção. Dentro dos vagões, iam grandes cilindros, com todo o conteúdo fedorento.

Esses cubos, fornecidos pela Intendência Municipal de Porto Alegre, eram colocados sob a tábua de assento dos banheiros da época para serem usados e, depois de cheios, eram encaminhados até a estação do trem mais próxima. Logo que chegava ao seu destino, o conteúdo dos cubos era prensado e descarregado diretamente no rio. Os mesmos cubos, ou cabungos, que levavam os dejetos, após serem descarregados e limpos com creolina, faziam a viagem de volta.

Conforme Sérgio da Costa Franco, “o asseio público deixou suas marcas nas tradições da cidade. Como Ponta do Asseio ficou popularmente conhecida a Ponta do Melo, como Lomba do Asseio a ladeira que ligava aquela ponta à Avenida Padre Cacique. Cabungos e cabungueiros são tristemente lembrados pelos mais velhos”.

* Por Janete da Rocha Machado, Conselho de Blogueiros

> Acompanhe a segunda parte da história do trenzinho da Zona Sul nos próximos dias, aqui no Blog do ZH Zona Sul

Era uma vez um orelhão na Av. Guaíba

24 de março de 2010 1

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O leitor Carlos Arce enviou ao ZH Zona Sul as fotos que ilustram esse post.

“Já tem poucos orelhões, menos ainda funcionando. Olhem como ficou este, na noite de ontem, na Avenida Guaíba, na curva da Assunção, atingido por algum carro desgovernado em excesso de velocidade. Lamentável. Ficou a 15 metros de onde estava, em partes no outro lado da rua”, escreveu Arce.

 

Capina nas ruas da Assunção

23 de março de 2010 0

*Post atualizado às 16h

O leitor Carlos Arce enviou ao ZH Zona Sul as fotos de uma equipe da prefeitura trabalhando na capina de sua rua, na Vila Assunção, no sábado.

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Mas, ao final, ele fez uma observação, com a foto ao lado:

- Assim ficou a calçada após a capina.

*O gabinete do prefeito entrou em contato com a Redação do ZH Zona Sul para verificar o local.


Festa sobre duas rodas na região

22 de março de 2010 0

Ontem ocorreu o 1º Passeio Ciclístico de Porto Alegre. Estava bombando, e ficaram lindas as imagens e a confraternização das pessoas e famílias inteiras participando. Houve cenas inusitadas e muita brincadeira, foi show. Poderiam proporcionar mais este tipo de atividade, a Zona Sul agradeceria.

*Por Carmencita Hessel, Conselho de Blogueiros


Venha pedalar na região

20 de março de 2010 0

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O 1º Passeio Ciclístico de Porto Alegre será amanhã, a partir das 9h (veja informações abaixo).

Galera, venha participar. Vai ser divertido e ajudará instituições que tanto necessitam

*Por Carmencita Hessel, Conselho de Blogueiros

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Saiba mais

> O Nacional Supermercados e a RBS TV realizam o 1º Passeio Ciclístico de Porto Alegre. Será um evento festivo, que unirá famílias, independente de idade, crianças, jovens, adultos e idosos, comemorando os 238 anos da Capital. Veja o roteiro e a programação abaixo:


Programação

> A partir das 9h, concentração no estacionamento do Nacional da Avenida Wenceslau Escobar, 1.286, no bairro Tristeza.

> Às 10h, largada do passeio de seis quilômetros.

> Às 11h30min, premiação festiva para:
- Ciclista mais idoso (feminino e masculino)
- Ciclista mais jovem (feminino e masculino)
- Bicicleta mais enfeitada
- Bicicleta mais inusitada
- Família mais numerosa
- Grupo mais organizado

> Os primeiros mil participantes recebem a camiseta do evento

* Não é necessário inscrição antecipada. É sugerida a doação de um quilo de alimento não perecível

Região cai na folia hoje

06 de março de 2010 0

Texto enviado pela leitora Eleonora Spinato, coordenadora do Ponto de Cultura Bairro Assunção

“Com realização da Descentralização da Cultura, da Secretaria Municipal da Cultura (SMC), e a organização do Ponto de Cultura do Bairro Assunção, o Carnaval Comunitário da Zona Sul promete agitar a região e trazer de volta os velhos Carnavais de bairro.

Na Avenida Cel. Massot, entre Cel Claudino e Cel. Aristides, desfilarão vários blocos oriundos de suas comunidades.

É o momento da comunidade ir à rua brincar. Os organizadores esperam hoje, dia 6, a partir das 17h, até as 22h, os avós, os pais e as crianças para colocar a folia na rua.”

Providencie a capina de sua calçada

02 de março de 2010 17

*Post atualizado às 15h45min

O leitor Carlos Arce, morador da Vila Assunção, enviou ao ZH Zona Sul a foto em anexo, com a seguinte mensagem:

– Não espero pela prefeitura para realizar a capina de minha calçada, e são 52 metros lineares de grama. Eu mesmo faço.

E você, tem cuidado da grama e da limpeza de sua calçada?

De acordo com o Código Municipal de Limpeza Urbana, proprietários de terrenos têm a obrigação de mantê-los em condições perfeitas de limpeza. Essa legislação objetiva evitar que o mau uso da propriedade particular cause prejuízos aos imóveis vizinhos como, por exemplo, os donos de terrenos que os deixam abertos e cheios de mato e lixo, criando condições para a proliferação de ratos, baratas, mosquitos e outros transmissores de doenças.

Post relacionado

> Atenção às calçadas

Surpresas do Guaíba

09 de fevereiro de 2010 2

O Guaíba nos surpreende a cada dia com o seu pôr do sol, com matizes das mais variadas combinações.

No domingo à tarde, tirei essa foto da sacada de minha casa, onde se pode vêr ao fundo, o perfil da Ilha das Pedras Brancas e a chaminé fumegante da fábrica de celulose, que mudou de proprietário recentemente (observe no detalhe ao lado).

Cada vez mais me convenço que é uma bênção morar na zona sul de Porto Alegre!

*Por José Augusto Roth, Conselho de Blogueiros

A história do templo grego da Assunção

19 de janeiro de 2010 7

O templo grego que intriga quem passa pela Avenida Copacabanamencionado em post anterior por Gustavo Souza Maciel, integrante do Conselho de Blogueiros - foi tema de uma reportagem na edição de 21 de outubro de 2005 do ZH Zona Sul (reprodução ao lado). Para o caderno, o advogado Paulo do Couto e Silva contou a história de seu templo particular.

Em 1974, de volta de uma viagem à Grécia, o morador da Rua Chavantes percebeu que, nos terrenos dos fundos da sua casa, que davam para a Copacabana, as fundações de um edifício estavam sendo construídas, prejudicando o seu pátio. Couto e Silva não teve dúvidas: comprou um terreno maior, no Partenon, e ofereceu em troca. Restou ali um prolongamento do seu quintal.

Para decorar o pátio, pediu a uma arquiteta amiga da família e apaixonada pela Grécia que projetasse algumas colunas. Yolanda Trebbi _ que faleceu em 1984 e dá nome ao teatro _ apareceu com um projeto completo. Não apenas colunas, mas um teatro que seguiria rigorosamente as proporções dos templos gregos.

Ornado com esculturas de Antônio Caringi, o Teatro Yolanda Trebbi tem capacidade para 600 pessoas que nunca apareceram. Em um de seus lados, no alto da construção, há a inscrição A vida é curta, a arte é eterna. O plano de Couto e Silva de trazer companhias de teatro clássico para apresentar as tragédias gregas se perdeu ao longos dos anos, principalmente pelo medo de trazer pessoas estranhas, surgido após sofrer um assalto. A aparelhagem de som profissional trazida dos Estados Unidos, no entanto, embalou a Vila Assunção muitas vezes.

Um vizinho desconhecido

19 de janeiro de 2010 16

Em mais um das minhas caminhadas pelo bairro Vila Assunção, ao passar pela Avenida Copacabana, deparei com a bela construção que existe nos fundos de uma casa.

Sempre a vejo, mas nunca soube do que se tratava. No topo da construção está escrito: “Teatro Yolanda Trebbi”. Existem esculturas expostas no local. Porém, nunca ouvi boatos de alguma peça ou de evento ocorrido lá. Já perguntei para muitos conhecidos e moradores do bairro e nunca obtive uma resposta concreta sobre.

Então, pergunto para vocês, leitores e moradores do bairro: você sabe do que realmente se trata esta bela construção?

Caso você tenha alguma informação, nos informe por meio de um comentário.

*Por Gustavo Souza Maciel, Conselho de Blogueiros