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Posts com a tag "Tristeza"

Linha da Pequena Empresa chega ao bairro Tristeza

03 de setembro de 2012 0

Empreendedores da Zona Sul, especialmente aqueles que residem no bairro Tristeza, receberão os serviços do Sebrae/RS, através da Linha da Pequena Empresa. De 3 a 6 de setembro, o veículo adaptado estará na Avenida Wenceslau Escobar, 1.980, junto à Secretaria do Meio Ambiente (Smam).

Ao longo dos anos, o bairro, considerado fortemente residencial, tem se tornado um polo comercial para a Zona Sul. Micro e pequenos empreendedores que precisarem de instruções sobre formalização de pequenos negócios e microcrédito, informações sobre concessão de alvarás e capacitação em gestão empresarial podem participar da Linha da Pequena Empresa.

Esses serviços de orientação empresarial serão prestados por um técnico do Sebrae/RS e outro da Secretaria de Indústria e Comércio (Smic). Eles ficarão à disposição para atender, de forma gratuita, das 9h às 17h — sem fechar ao meio-dia. Desde o início do ano, foram realizados 2.475 atendimentos pela Linha, uma parceria do Sebrae/RS, da Smic e da Carris.

Teste das praças da Zona Sul chega à Tristeza

27 de julho de 2012 3

A série de reportagens sobre as praças da Zona Sul mostra nesta semana, sete praças do bairro Tristeza, observando aspectos como a conservação dos brinquedos e bancos, a presença de lixeiras, o cuidado com grama e canteiros, a existência de identificação e o estado das calçadas.

Como em Ipanema, Jardim Isabel e Cristal, há bons e maus exemplos. Enquanto áreas como a Tito Tajes apresentam grama cortada, canteiros limpos e bancos em bom estado, a Affonso Silveiro mostra o cenário oposto: falta de lixeiras e muita sujeira espalhada pelo chão.

Responsável pela administração das praças da cidade, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) afirma que a manutenção é guiada tanto por uma equipe de fiscalização _ que segue uma agenda _, quanto por pedidos dos moradores, atendidos por meio do telefone 156, do Fala Porto Alegre.

Confira o mapa:


Visualizar Radiografia das praças da Zona Sul em um mapa maior

FOTO: Na Praça Affonso Silveiro, reportagem encontoru lixo espalhado no chão

A Tristeza vai acabar ficando triste

09 de maio de 2012 11

O texto abaixo foi enviado pelo blogueiro ZH Zona Sul Luiz Antonio Henriques da Silva.

A especulação imobiliária permitida pelas prefeituras é assombrosa.
A principal característica de meu bairro sempre foi ser um bairro onde o verde, o Guaíba e os morros da paisagem eram preservados, conferindo à região um ar de cidade do Interior.
Embora esteja a 15 minutos de carro do centro, muitos porto-alegrenses criticam a zona sul da cidade, dizem que aqui é local para se esconder e não pra viver. Isso que temos aqui, para o gosto dos cosmopolitas de plantão que preferem viver no cinza da zonas consideradas “nobres” ao som ensurdecedor de buzinas madrugada a dentro, um dos mais bem mais providos shopping do Brasil, a três minutos de carro ou 30 minutos a pé ou bicicleta, por ciclovia circundando a beira do Guaíba.
Pois agora a especulação imobiliária descobriu nosso cantinho e não dá mais sossego. Vendeu a qualidade de vida do local e se encarrega a cada dia de acabar com tudo isso, enganando quem cai na conversa de seus folders anunciando o melhor do bairro.
Um bairro tradicional de residências e no máximo prédios de quatro a cinco pavimentos está sendo invadido por torres de 10 andares que, além de destruírem todo o verde dos antigos quintais, bloqueiam a vista , o vento do Guaíba e já se percebe a alteração do clima no local causado pelos paredões brancos que refletem a luz do sol.
Passei dois anos com um gigante branco desses sendo erguido ao lado de minha casa. O folder mostrava a magnífica vista que se teria daqui. Lembro ainda do dia, no início do empreendimento, que um fotógrafo veio ser elevado por um guindaste que simulava a altura do edifício e no folder haviam fotos tirados no local mostrando a vista do quinto andar, do sexto e assim por diante.
Hoje, está na minha caixa de correio outro panfleto, da mesma construtora, que vai construir na quadra seguinte outra torre que vai fechar toda a vista que foi vendida para o prédio aqui do lado. Aliás, vendem a vista, pois as construções…
Que vergonha teria eu, como empresário do setor, ter de explicar isso a quem comprou a vista que agora eu mesmo vou encerrar.
E assim, o bairro Tristeza, que nada tinha de triste, vai fazendo jus ao seu nome.
E a cidade, que se diz planejada e administrada, vai se perdendo pela falta de amor por ela e pelo desconhecimento por parte de quem ocupa o poder.

Tristeza engajada em revitalização de praça e escola

28 de abril de 2012 0

A vontade de ver uma área de lazer do bairro e o prédio histórico de uma escola revitalizados mobiliza moradores da Tristeza. Uma comissão montada na semana passada para tratar da reforma da Praça Comendador Souza Gomes, na Avenida Wenceslau Escobar, está entusiasmada com a possibilidade de dar cara nova à região.
A ideia do grupo — formado por pessoas da comunidade, incluindo integrantes da Associação dos Empresários do Bairro Tristeza (GET) — é fazer da praça um local mais atraente. Entre as propostas, estão instalação de academia de ginástica para a terceira idade, balanços novos para as crianças, bebedouros, pista atlética e mais iluminação.
— A praça sempre foi o coração da Tristeza. Para ser mais aproveitado, o espaço precisa de melhorias — ressalta a vice-presidente do GET, Eunice Duarte.
Animada com a ideia de ver a Comendador Souza Gomes revitalizada, a artista plástica e professora universitária Eunice Gavioli tomou a iniciativa de procurar a direção da Escola Estadual de Ensino Fundamental Três de Outubro, que funciona em uma construção de 1927 em frente à praça.
— O que mais chama atenção é o muro, que está muito feio. O prédio necessita de pintura, e canteiros podem ser feitos em frente — diz Eunice Gavioli, acreditando no envolvimento de ex-alunos da instituição no projeto.
A diretora do colégio, Rochele Rodriguez, recebeu com empolgação a ideia, em uma conversa ocorrida na terça-feira:
— É o nosso sonho reformar o prédio, mas o valor necessário foge do nosso orçamento. A última pintura foi em 1984. Hoje, a maior necessidade é o muro, que apresenta inclinação. É também uma questão de segurança.
Além de buscar o apoio da prefeitura, os membros do grupo estudam tentar apoio de grandes empresários da região.

Praça Comendador Souza Gomes

Escola Estadual de Ensino Fundamental Três de Outubro

Rua na Tristeza homenageia jornalista

20 de outubro de 2011 0

A Tristeza deve ganhar uma rua nova no próximo sábado, às 11h. Quem nos envia a boa nova é Márcia Biffigandi, filha do jornalista e radialista José Ney Faillace Biffignandi, que emprestará seu nome à via.

José Ney morreu no ano passado e marcou a imprensa gaúcha com sua atuação no jornalismo esportivo. Passou por vários veículos, entre eles Zero Hora e Rádio Gaúcha, sempre sagaz em sua crônica esportiva.

O jornalista morava na Avenida Copacabana, onde deve ocorrer a cerimônia de inauguração da rua, que ficará entre a Copacabena e a Avenida Wenceslau Escobar. A lei que garante a homenagem é a de número 11.114/2011 e foi sancionada pelo prefeito Fortunati. A proposta da criação da rua é do vereador e também radialista Haroldo de Souza.

Bênçãos na Tristeza há 17 anos

07 de abril de 2010 0

Padre Jaime José Caspary sempre foi um homem religioso. Nascido em Bom Princípio, no dia 11 de julho de 1963 e dono de uma memória invejável, o atual pároco da Igreja Nossa Senhora das Graças, no bairro Tristeza, desejava ser padre desde criança. Único a seguir a vida religiosa entre oito irmãos, ele entrou para o seminário na 6ª série.

Entre 1991 e 1992, Jaime trabalhou na Paróquia São João Batista, em Camaquã. Mas não demorou muito para ele se instalar na Capital, na Igreja Nossa Senhora das Graças, onde iniciou em 31 de janeiro de 1993. Ele tinha a difícil tarefa de substituir um padre que trabalhava na igreja há 28 anos.

Com carisma, o religioso foi bem recebido pela comunidade, conquistou a amizade de moradores da região e realizou diversos serviços para o público:

- Houve uma boa acolhida quando cheguei. Nesse tempo, tem muitas crianças que eu já batizei que agora já fizeram a Primeira Eucaristia, que já são crismados. Então, a gente tem bastante vínculo com família e com amigos – afirma.

Muitas amizades foram seladas durante os 17 anos trabalhando na igreja da Tristeza, mas também padre Jaime analisou nesse tempo as mudanças na região:

- Aumentou muito o bairro, sem dúvida. O número de pessoas e as residências. A gente percebe que a população cresce como um todo. Exemplo é a própria questão do novo shopping. Mas o que mais preocupa é a questão da segurança. Nós já fomos assaltados (referindo-se à igreja) – revela o padre.

Ainda sobre mudanças, padre Jaime não deixa de comentar sobre as transformações do Guaíba:

- Fazemos um apelo para que as pessoas cuidem do Guaíba. É nosso! Nós temos que cuidar! – comenta.

No bairro, frequenta o estabelecimento de amigos, a Cachaçaria Água Doce. Para fazer refeições, o padre costuma aceitar o convite dos paroquianos. Mas também não esconde o favoritismo pela pizza de Chocolate, da pizzaria La Tarantela.

Para o padre, o melhor da Zona Sul se refere às próprias pessoas do bairro. Morar na Zona Sul, para ele, é bom, e destaca a fraternidade das pessoas e o calor humano.

Jaime, que recebeu o título de líder comunitário em 2007, escolhe a canção que lembra a Zona Sul, mas que também embala todos os porto-alegrenses:

- Dá para fazer a ligação com a música do nosso prefeito: Porto Alegre é Demais. A gente lembra a Zona Sul, a gente lembra da música – revela o padre, que morou apenas no bairro Tristeza durante todos os anos de trabalho na capital gaúcha.

*Por Morgana Gualdi Laux, Conselho de Blogueiros

História da via férrea na Zona Sul (2) - Trilhos até a Tristeza

05 de abril de 2010 13

Trem na estação do Riacho, em desenho de Marcos Fallavena – Foto: Reprodução

No início do funcionamento do trem para a Zona Sul, a tração era animal. Mais tarde, foi substituída por trens a vapor. Assim nos dizia um anúncio de um jornal da época: “Espera-se que até dezembro esteja aberta ao tráfego a estrada de ferro à Ponta do Dionysio, obra contratada pela Intendência Municipal com o Sr. Gaspar Guimarães e o Dr. Luiz Caetano Ferraz. O percurso total da linha é de dez quilômetros, já estando seis com o respectivo leito preparado e os ramais em adiantado preparo. As locomotivas já se acham nesta capital,e, segundo nos informam, denominar-se-ão Progresso e Rosa, nomes escolhidos pelo digno empreiteiro Dr. Luiz Ferraz. Os trilhos estão no Rio Grande, em viagem para aqui. A plataforma da estação do Riacho vai muito adiantada, devendo em pouco tempo estar pronta. Teremos, pois, brevemente, uma via-férrea  contornando, em grande parte, a belíssima baía do Guaíba“.

O “trenzinho”, como era conhecido pela população, trafegava lentamente, passando por diversos bairros da Capital, entre eles, o Cristal, a Assunção, a Tristeza, a Vila Conceição e a Pedra Redonda. O início da linha podia ser na Estação da Ponte de Pedra, na Cidade Baixa, ou na Estação Ildefonso Pinto, perto do Mercado Público, no Centro. Durante a semana, o trem tinha dois horários de saída: às 8h e às 16h30min. Nos domingos, quando a procura era maior em função dos banhos no Guaíba e dos piqueniques na praia, saíam em mais horários, um às 10h e outro às 14h, e o preço da passagem era de aproximadamente 400 réis.

Além dos passageiros que viajavam com seus pacotes e maletas, o trem também transportava pedras da Ponta do Dionisyo (hoje, o Clube Veleiros do Sul), para a construção do Cais do Porto. Em torno de 1925,  o então presidente do Estado do Rio Grande do Sul, Borges de Medeiros, decidiu dar início a grande obra no cais. Sendo assim, muita pedra foi levada das pedreiras da Zona Sul ao Centro.

Quem utilizava o trenzinho, sentia que era uma viagem segura e tranquila pela baixa velocidade dos vagões. A Maria-Fumaça percorria caminhos diversos e apesar de ser chamado de “o trem da merda”, ainda assim, era divertido e bonito o passeio pelas ruas de Porto Alegre.

Nos primeiros anos de funcionamento, o trem vinha somente até a Ponta do Dionysio, hoje Vila Assunção. Com o passar dos anos, a via foi estendida até o bairro Tristeza, e, em 1912, até a praia da Pedra Redonda. Esse prolongamento da via só foi possível graças a um empreendimento particular, sendo mais tarde adquirida pelo Estado e incorporada à Via Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS).

Tal empreendimento resultou em um grande desenvolvimento à Zona Sul, transformando-a em área nobre da cidade com suas casas de veraneio, seus hotéis e restaurantes. O bairro Tristeza é um exemplo desse progresso, conforme nos conta Pellin em suas crônicas sobre o antigo arrabalde: “Tristeza progredia, habitada agora pela elite porto-alegrense e por famílias estrangeiras, que vêem nascer a nova praia de frente para o sul, a Pedra Redonda”.

Para o trem chegar até a Praia da Pedra Redonda, foi preciso um grande investimento e muitas obras foram feitas envolvendo escavações e explosões no morro onde hoje se encontra a Vila Conceição. Grande quantidade de pedra e parte da mata foi retirada da região para que a estrada de ferro pudesse ser construída. Um fosso de granito com 800 metros de comprimento por 10 metros de altura foi escavado desde o início da vila até a beira da praia, criando um grande paredão por onde passava o trenzinho. A obra no morro durou cerca de três anos.

*Por Janete da Rocha Machado, Conselho de Blogueiros

Post relacionado

> História da via férrea na Zona Sul (1) – A Ponta do Asseio

Acompanhe a última parte da história do trenzinho da Zona Sul nos próximos dias, aqui no Blog do ZH Zona Sul

Aldeia se prepara para a Páscoa

01 de abril de 2010 0

A tarde de ontem foi animada para cerca de 260 crianças e adolescentes atendidos pela Aldeia da Fraternidade.

As crianças da Educação Infantil (fotos) se esmeraram na criação de seus ninhos. Cada turma criou seu modelo de cesta para esperar o coelhinho da Páscoa.

A entrega dos chocolates para os pequenos será na tarde da próxima sexta-feira, dia 9.

Para ajudar a incrementar os ninhos dessas crianças, ligue para 3268-3313 e 3268-3168, com Elizabeth Fraga Cardoso. São aceitas doações em guloseimas ou em dinheiro.

Informações pelo site www.aldeiadafraternidade.org.br

História da via férrea na Zona Sul (1) - A Ponta do Asseio

29 de março de 2010 12

Desenho de Hélio Ricardo Alves mostra como era feito o despejo na Ponta do Melo – Foto: Reprodução

No finalzinho do século 19, começou a funcionar em Porto Alegre uma linha férrea que servia aos bairros margeados pelo Guaíba. Também conhecida por Estação Ferroviária do Riacho, porque ficava a beira do Arroio Dilúvio, a linha do trem foi muito importante, pois além de transportar passageiros e cargas, constituía um dos melhores passeios turísticos de Porto Alegre.

Relato interessante sobre essa pequena estrada de ferro foi o de Augusto Meyer, escritor, jornalista e contemporâneo do trem. Em sua obra No Tempo da Flor, citado na Pequena Antologia do Trem, Meyer traz lembranças da ferrovia na década de 20: “A grande animação, no Largo da Tristeza, era o trenzinho das cinco. Ficava a estação ao lado da velha Ponte do Riacho, e parece que ainda estou no Beco do Império, picando o passo, ao ouvir o primeiro apito. Ladeira abaixo, somos alguns retardatários, em cima da hora. Mas o trenzinho, com mais apito e fumaça do que pressa, levará muito tempo a decidir-se, arrastando a sua sina pela Praia de Belas“.

Inicialmente, a linha do trem foi utilizada para transportar os cubos malcheirosos provenientes das casas dos arrabaldes que não tinham esgoto. Portanto, tinha uma função essencialmente sanitária. O trajeto percorrido por esse material ia até a chamada Ponta do Asseio ou Ponta do Melo, onde hoje se encontra o Estaleiro Só, no bairro Cristal. Em tempos mais remotos, esse material viajava até outra ponta, a do Dionísio, no bairro Assunção. Dentro dos vagões, iam grandes cilindros, com todo o conteúdo fedorento.

Esses cubos, fornecidos pela Intendência Municipal de Porto Alegre, eram colocados sob a tábua de assento dos banheiros da época para serem usados e, depois de cheios, eram encaminhados até a estação do trem mais próxima. Logo que chegava ao seu destino, o conteúdo dos cubos era prensado e descarregado diretamente no rio. Os mesmos cubos, ou cabungos, que levavam os dejetos, após serem descarregados e limpos com creolina, faziam a viagem de volta.

Conforme Sérgio da Costa Franco, “o asseio público deixou suas marcas nas tradições da cidade. Como Ponta do Asseio ficou popularmente conhecida a Ponta do Melo, como Lomba do Asseio a ladeira que ligava aquela ponta à Avenida Padre Cacique. Cabungos e cabungueiros são tristemente lembrados pelos mais velhos”.

* Por Janete da Rocha Machado, Conselho de Blogueiros

> Acompanhe a segunda parte da história do trenzinho da Zona Sul nos próximos dias, aqui no Blog do ZH Zona Sul

O trenzinho e a Pedra Redonda

24 de março de 2010 11

A foto ao lado mostra um dos caminhos percorridos pelo trem até chegar a praia da Pedra Redonda em Ipanema nos anos de 1920. O local é hoje a Vila Conceição. Um fosso de granito de 800 metros de comprimento por 10 metros de altura foi escavado desde o início da vila até a beira da praia, criando um grande paredão por onde passava a Maria Fumaça.

A obra no morro durou cerca de três anos. Algumas pessoas aproveitavam para ir a pé até a praia, utilizando o caminho aberto. Porém, o passeio era muito perigoso, pois, quando o trem se aproximava, as pessoas se espremiam entre as paredes de pedra e a locomotiva, causando um grande desconforto. Era uma aventura e tanto, conforme diziam os jovens da época, que se arriscavam para curtir os banhos na praia mais famosa da época.

* Por Janete da Rocha Machado, Conselho de Blogueiros

Festa sobre duas rodas na região

22 de março de 2010 0

Ontem ocorreu o 1º Passeio Ciclístico de Porto Alegre. Estava bombando, e ficaram lindas as imagens e a confraternização das pessoas e famílias inteiras participando. Houve cenas inusitadas e muita brincadeira, foi show. Poderiam proporcionar mais este tipo de atividade, a Zona Sul agradeceria.

*Por Carmencita Hessel, Conselho de Blogueiros


Venha pedalar na região

20 de março de 2010 0

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O 1º Passeio Ciclístico de Porto Alegre será amanhã, a partir das 9h (veja informações abaixo).

Galera, venha participar. Vai ser divertido e ajudará instituições que tanto necessitam

*Por Carmencita Hessel, Conselho de Blogueiros

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Saiba mais

> O Nacional Supermercados e a RBS TV realizam o 1º Passeio Ciclístico de Porto Alegre. Será um evento festivo, que unirá famílias, independente de idade, crianças, jovens, adultos e idosos, comemorando os 238 anos da Capital. Veja o roteiro e a programação abaixo:


Programação

> A partir das 9h, concentração no estacionamento do Nacional da Avenida Wenceslau Escobar, 1.286, no bairro Tristeza.

> Às 10h, largada do passeio de seis quilômetros.

> Às 11h30min, premiação festiva para:
- Ciclista mais idoso (feminino e masculino)
- Ciclista mais jovem (feminino e masculino)
- Bicicleta mais enfeitada
- Bicicleta mais inusitada
- Família mais numerosa
- Grupo mais organizado

> Os primeiros mil participantes recebem a camiseta do evento

* Não é necessário inscrição antecipada. É sugerida a doação de um quilo de alimento não perecível

Velejaço homenageia Capital

20 de março de 2010 0

Em homenagem ao aniversário da capital gaúcha, o Clube dos Jangadeiros promoverá neste final de semana a 16ª Copa Cidade Porto Alegre de Vela.

O evento irá contar com regatas a partir das 14h de hoje nas raias da Tristeza e Pedra Redonda, com largadas em frente à Ilha dos Jangadeiros. Irão competir velejadores das classes Orc Internacional, RGS, J24, Microtoner 19, Velejaço e Solitário. No domingo, as competições se iniciam às 13h.

Entre todas as regatas, a mais esperada é o Velejaço, que reúne todas as embarcações de todas as classes.

Confira a programação

Hoje, dia 20
9h ao meio-dia – Inscrições: Regata média e regata em solitário
14h – Início da sinalização da regata média
14h15min – Início da sinalização da regata em solitário

Domingo, dia 21
Meio-dia – Término das inscrições para o velejaço
13h – Largada do velejaço
14h – Início da sinalização regatas em barla-sota
19h30min – Premiação

Idosas vivem dia de rainha

09 de março de 2010 3

Nada melhor do que comemorar o Dia Internacional da Mulher com um dia de rainha. Pois 10 mulheres da Sociedade Porto Alegrense de Auxílio aos Necessitados (SPAAN) ganharam esse presente neste 8 de março. Elas foram agraciadas com lavagem e corte de cabelo, além de manicure e pedicure, numa ação promovida pelo Fashion House Centro de Beleza, na Tristeza.

O grupo, com idade entre 75 e 95 anos, se emocionou com a recepção. Enquanto a equipe da estética deixava as mulheres com o visual renovado, o saxofonista Ricardo C. Sax tocava músicas clássicas e MPB para relaxar as clientes.

A SPAAN acolhe 150 idosos que foram abandonados por parentes ou cujas famílias não têm condições de cuidar. Para ajudar a entidade, a Fashion House está arrecadando doações de leite integral, fraldas geriátricas e bolachas de água e sal. A estética fica na Avenida Wenceslau Escobar, 2.200.

Um Dia da Mulher especial

04 de março de 2010 0

Dez mulheres da Sociedade Porto Alegrense de Auxílio aos Necessitados (Spaan) serão homenageadas pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8, com um dia de cuidados do visual e com um novo corte de cabelo. Elas serão escolhidas em concurso no qual cada uma escreverá uma frase sobre o Dia da Mulher.

A ação é promovida pelo Centro de Beleza Fashion House, localizado na Avenida Wenceslau Escobar. A empresa Kia Sun Motors também entrou como parceira na promoção e será responsável pelo transporte das idosas da Spaan até o centro de beleza.

Desde 1931, a Spaan abriga idosos de baixa renda e, atualmente, a casa conta com cerca de 150 pessoas, a maioria mulheres.