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Posts com a tag "Vila Assunção"

ZH Zona Sul nas bancas

23 de agosto de 2012 0

No ZH Zona Sul desta sexta-feira:

Confira a reportagem sobre o turismo na área rural de Porto Alegre – acompanhamos o passeio Domingo no Campo e apresentamos os atrativos que o tour contempla

Veja as fotos finalistas do #Missão ZH: o melhor da Zona Sul

Saiba mais sobre o lançamento do livro “Moraes da História”, da oficina de literatura do Clube de Mães da Vila Assunção


Vila Assunção reúne algumas das melhores praças da região

10 de agosto de 2012 2

Praça Araguaia é uma das áreas da Vila Assunção | Foto: Eduardo Rosa

No último dia da série que ao longo de seis semanas percorreu as praças da Zona Sul, o bairro visitado foi a Vila Assunção. É um dos que conserva melhor as suas áreas de lazer, apesar de também contar com maus exemplos — um deles é a Tupiniquim, que foi alvo de um leitor-repórter há menos de dois meses.

Considerando itens como a conservação dos brinquedos e bancos, a presença de lixeiras, o cuidado com grama e canteiros, a existência de identificação e o estado das calçadas, a reportagem passou por 11 praças. Um dos aspectos que mais chamou a atenção foi que, em quase todas, havia movimento relativamente grande de pessoas para uma tarde de sexta-feira, talvez contagiadas pela temperatura elevada em pelo inverno — os termômetros chegaram a 30°C na Capital.

Responsável pela administração das praças da cidade, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) afirma que a manutenção é guiada tanto por uma equipe de fiscalização — que segue uma agenda —, quanto por pedidos dos moradores, atendidos por meio do telefone 156, do Fala Porto Alegre.


Clique aqui e veja as praças visitadas pela reportagem ao longo de seis semanas

Uma praça esquecida na Vila Assunção

25 de junho de 2012 0

Texto e foto enviados por Gino Antônio Gerace

“Sou vizinho da Praça Tupiniquim, na Vila Assunção, local esquecido e abandonado pela nossa prefeitura. Há muito tempo, não existe mais poda de árvores, corte de grama, iluminação, entre outros. Por se tratar de uma região considerada nobre da cidade, pagamos altos impostos (como o IPTU), e o que temos em troca? Um local que serve de abrigo para usuários de drogas e carroceiros, como banheiro para os vigilantes de rua, além do abandono de lixo.
Como se não bastasse tudo isso, nas últimas semanas fomos pegos de surpresa: recebemos a visita de ratos e aranhas em nossa casa. Moro
nesse local há 30 anos, mas infelizmente só o que me restou foram as lembranças de um lugar onde passei minha infância brincando e jogando futebol, que, naquela época, era sinônimo de praça pública.”

Texto enviado por Ricardo Silva Freitas

“No dia 9 de junho, o 8° Distrito Escoteiro do Rio Grande do Sul realizou o 21º Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Ecológica na Praça Tupiniquim. Participaram os Grupos Escoteiros Charruas, Lídia Moschetti, Brownsea, Do Mar Passo da Pátria, Monsenhor André Pedro Frank e Tupi-Guarani. O Grupo Escoteiro Monsenhor André P. Frank já havia adotado a praça e realizado algumas atividades por lá. No sábado anterior ao evento, foi organizada uma divulgação da atividade que seria realizada. A comunidade estava mobilizada no dia, e a Associação dos Moradores auxiliou na divulgação, possibilitando, inclusive, a participação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Pela parte da manhã, organizamos a coleta do lixo seletivo. À tarde, organizamos oficinas sobre água, erosão e reconhecimento de espécies vegetais. Jogos escoteiros também estiveram presentes, pois ninguém é de ferro! A integração entre os grupos e com a comunidade foi perfeita.”

CONTRAPONTO

O que diz a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) por meio de sua assessoria de comunicação:

Esclarecemos que temos ciência do problema enfrentado na Praça Tupiniquim. O local vem sofrendo com um sério problema de drenagem, que impede a manutenção da área, como ocorre nas outras 607 praças da Capital. No dia 9, a equipe do gabinete do secretário Luiz Fernando Záchia esteve no local, participando de ação do Grupo de Escoteiros e da comunidade. Foram solicitadas à Divisão de Construção e Manutenção, à Zonal Sul e à Turma de Operações Especiais as providências necessárias o mais breve possível para que a praça seja devolvida à população.

Um novo capítulo de polêmica na orla

08 de junho de 2012 10


Construção às margens do Guaíba começou a ser erguida em 2008 | Foto: Arivaldo Chaves


A polêmica que envolve a utilização de um espaço às margens do Guaíba pela Associação Pró-Esporte, Cultura e Meio Ambiente, a Proa, ganhou mais um capítulo. Na terça-feira, a Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) interditou o local, sob a alegação de que a associação havia descumprido a notificação de fechamento.
Presidente da Proa, Alexandre Hartmann rebate a acusação, afirmando que, após ter recebido o aviso, o local não esteve em funcionamento.
As discussões sobre a ocupação da área na Avenida Guaíba é antiga. Após mais de duas décadas de debate com o Executivo e o Judiciário, a ONG fundada por um grupo de velejadores conseguiu autorização para construir sua sede em uma área cedida pelo Estado por tempo indeterminado. No terreno, uma construção foi erguida para abrigar administração, banheiros e bar. E é esse o alvo de moradores da Vila Assunção. Conforme representantes da Smic, a secretaria recebeu denúncias de que o local funcionava como bar noturno. Informação que Hartmann contesta. Segundo ele, existia a locação do espaço, mas para encontros pequenos, que se encerravam antes da madrugada.
Desde 2010, um alvará provisório permitia o funcionamento de bar, mas a licença foi recolhida em fevereiro de 2011. Em julho passado, foi concedido outro alvará provisório, não liberando a venda de bebidas alcoólicas e funcionamento após as 22h. Uma liminar que permitia vender bebida alcoólica foi cassada neste ano.
Atualmente, a Proa não está autorizada a exercer atividades no local. A organização afirma que questiona a decisão judicial e busca diálogo com a prefeitura, a fim de chegar a um consenso.


A PROA

○ A Associação Pró-Esporte, Cultura e Meio Ambiente foi criada em 1993, por um grupo de velejadores, com o objetivo de aproximar a população dos esportes náuticos e da orla.

○ Em 1997, após 10 anos de tramitação do processo, o governo gaúcho concedeu a área, no número 4.471 da Avenida Guaíba, Vila Assunção, para instalação da ONG.

○ Entre idas e vindas, com a cedência do local revogada e novamente concedida, a Justiça autorizou a construção do prédio, onde foi instalado o bar, em 2008.

○ Moradores da Vila Assunção também passaram a questionar o fato de a orla poder ser usada para a venda de produtos e o
estacionamento ser cobrado.

○ A Smic, em fevereiro do ano passado, recolheu o alvará de localização, que permitia que a entidade funcionasse como bar, café e lancheria. Na época, a secretaria considerou o alvará inadequado e não soube explicar como ele foi concedido.

○ A Proa recebeu novo alvará em julho do ano passado, permitindo o funcionamento como cantina sem a venda de bebida alcoólica e com horário limitado até as 22h.

○ Uma liminar autorizou a Proa a vender bebidas alcoólicas. A liminar foi cassada no início deste ano.

○ Na terça, a Smic interditou o local, em cumprimento a uma ordem judicial, por não haver alvará de funcionamento.


OPINIÕES


Paulo Renato Pureza, 55 anos, advogado e morador da Vila Assunção

Eu acho que o grande mérito da Proa é aproximar os moradores do Guaíba. Sou frequentador, e o meu filho de 13 anos pratica esporte ali. Quando fui morar na Zona Sul, vi que naquela área se pode ter um contato maior com a natureza, como se tem em cidades do Interior.


Clea Joelice Passuello Sandri, 65 anos, farmacêutica e moradora da Vila Assunção

A Proa é uma concessão feita em bases que nós não aceitamos. Muitas coisas não foram resolvidas, e não fomos consultados. A prefeitura tirou os bares da orla, de Ipanema ao Timbuka, pois não se pode vender bebida. Achamos que a Proa é o início da privatização da orla.

Uma praça desconhecida

07 de fevereiro de 2012 2

Muitos moradores acham que ainda é uma área pertencente ao Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), mas a Praça Tomocaré, entre as ruas Coroados e Bororó, é pública e está sob o comando da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam).

A área abrigava a Associação dos Servidores do Dmae e tem campo de futebol, brinquedos, cancha e prédio, todos abandonados. A surpresa maior fica por conta da vista que o terraço da construção oferece. Subindo dois lances de escada é possível ver boa parte da Capital, incluindo os bairros Cristal e Tristeza, e, claro, o Guaíba.

Por causa do cercamento frontal, algumas pessoas acreditavam que o local era fechado ao acesso público. Hoje pela manhã, depois de um encontro entre representantes da Associação dos Moradores da Vila Assunção (Amoa) e a Smam, a revitalização da área se tornou um dos objetivos dos moradores.

A primavera na Vila Assunção

19 de outubro de 2011 1

O leitor João Antonio Caminha registrou a exuberância da primavera na região. Na foto enviada aparece a espécie conhecida como buganvília ou três-marias em um esquina da Vila Assunção. Morador orgulhoso, Caminha escreveu:

“A Zona Sul é um lugar onde facilmente podemos constatar esta beleza.”

Bombeiros reabrem as portas na Vila Assunção

10 de outubro de 2011 0

Por causa da falta de efetivo a Estação Assunção do Corpo de Bombeiros fechou em setembro, e, por causa da escassez de viaturas, a unidade da Avenida Guaíba não reabriu em 1º de outubro. Só neste sábado, 8, os bombeiros retomaram as atividades.

- Agora todas as estações da Capital estão abertas. Acredito que não vamos precisar fechar de novo neste mês, mas existem algumas questões como férias do pessoal e viaturas que estragam, que não permitem o funcionamento – explica o comandante do 1º Comando Regional dos Bombeiros (1º CRB) da Capital, Humberto Teixeira Santos.