Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Festa 'All that Blues' rola nesta quinta-feira no Boteco do Rosário

06 de dezembro de 2012 0

O blues dá alma ao rock e ao pop, além de arrebatar adeptos, inclusive em Santa Maria. Para os saudosos de eventos do estilo musical na cidade, nesta quinta-feira rola a primeira edição do All That Blues, um festa itinerante que resgata o blues no centro do Estado. O evento ocorre no BOTECO DO ROSÁRIO (Rua do Rosário, 400), a partir das 20h. A entrada sai por RS 8.

Festivais como Cesma in Blues e o Rock in Blues, que já rolaram por aqui, deixaram saudade em bandas como a Red House, que neste ano completou 10 anos. O vocalista e guitarrista do grupo, Rodrigo Ardais, é quem capitaneia a novidade na noite santa-mariense.

— Não tenho a pretensão de reestruturar um cenário, mas criar um espaço para o público e às bandas. Já vínhamos esboçando um evento e tocando algumas vezes na noite, durante este ano. Agora é movimentar a cena — acrescenta o músico.

Nesta edição do evento que pretende ser itinerante e passear por palcos de Santa Maria, a Red House faz a trilha sonora regada, também, de uma discotecagem escolhida a dedo, em que não faltarão sons de Buddy Guy, T-Bone Walker, B.B. King, entre outros ícones do gênero vindo do Mississipi. Com a banda, alguns convidados também participarão de uma “jam session”, ou seja, uma junção entre amigos para improvisação e deixar o espírito “blueseiro” fluir no palco.

‘O blues vem da alma’

Além de Rodrigo, a banda Red House é formada por Caio Balbinot (baixo) e Nino Ilha (bateria). A “jam session” terá a participação de Leonardo Copetti (harmônica), Vitor César (guitarra) e Bruno Sesti (bateria). Nino, que recentemente entrou no grupo, já fez parte de lendárias bandas de blues na cidade, como a Hightime Blues, Celso Streit Trio, Lappan and the Blues Brothers, e, atualmente, toca também na blueseira/soul music Lenha Seca. Porém…

— Não gosto deste carimbo de bateria de blues de Santa Maria, aí ninguém me convida para mais nada além de blues (risos). Mas no meu som, é o principal, claro. Para mim, o blues vem da alma, é muito feeling, sem frescura. O bacana é que nunca é igual, porque no ensaio é uma coisa, mas no palco se torna outra. Não tem como tocar blues sem colocar a alma nas notas — finaliza o batera.

Foto: Ronald Mendes (Agência RBS)

Envie seu Comentário