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Hall da má-fama: mocinhas chatas

02 de abril de 2015 0
Fotos: TV Globo/Divulgação

Fotos: TV Globo/Divulgação

 

 

Então: agora estão dizendo que a audiência insatisfatória da novela Babilônia, da Globo, não tem a ver apenas com o casal de lésbicas formado por Fernanda Montenegro e Nathália Timberg.

Além de personagens jovens indóceis – como a de Sofie Charlotte, que bateu na mãe, e o playboy de Bruno Gissoni, que ameaçou o pai -, pesa contra a trama a impopularidade daquela que deveria ser a heroína da trama. Regina (Camila Pitanga) é uma mulher batalhadora (zzzzz) e sofrida que serve de baliza moral dentro de um folhetim cheio de personagens cronicamente corruptos.

Mas que falta faz o carisma, não é minha gente? A mocinha é chata pra dedéu! Reta como uma flecha, até agora não apresentou “defeito algum”, que já é bem inverossímil. Como se não bastasse, Reginanão pensa duas vezes antes de dar lições de moral _ aos berros _, reclamar, reivindicar, encher o saco. No Twitter, já tem gente querendo que as vilãs deem cabo n amoça.

A gente espera que Gilberto Braga consiga mudar o tom da personagem, mas, por enquanto, ela está com passaporte carimbado para o (meu) hall das mocinhas chatas das novelas da Globo. Veja quem está na minha lista.

 

1) Maria Eduarda, de Por Amor (1997)

mocgabriela
- A mimada mocinha é das personagens mais marcantes da carreira de Gabriela Duarte até hoje. Maria Eduarda, uma jovem recatada, voluntariosa e ciumenta, seria o contraponto perfeito para a liberal antagonista, vivida por Viviane Pasmanter. Mas a atriz elevou tanto o tom da chatice (e da voz infantil) da personagem que irritou o úblico.

 

2) Morena, Salve Jorge (2012)

mocnanda
- A ideia era que fosse uma “mocinha batalhadora” do morro, mas a realidade fez da personagem de Nanda Costa uma mulher insuportável. Sua burrice beirou o nível do absurdo, e foi uma sucessão de más escolhas (feitas, geralmente, quando estava de cabeça quente contra algum homem) que a levou a ser vítima do tráfico de mulheres. Não deu pra torcer por ela.

 

3) Sol, de América (2005)

mocdeborah
- Simplesmente obcecada por viver o sonho americano, Sol (Deborah Secco) fez todos os tipos de asneira para se mudar para os Estados Unidos. Pagou uma fortuna para entrar no país clandestinamente, atravessou rio, se escondeu em painel de carro, atravessou desertos, foi presa, fugiu da cadeia e se meteu na vida de um americano tonto para poder permanecer no país _ mesmo amando o peão Tião (Murilo Benício). Passou a novela toda chorando e com cara de sofrimento.

 

4) Diana, de Passione (2010)

moccarolina
- Sempre sofredora, a jornalista vivida por Carolina Dieckmann era uma certinha e sabe-tudo dividida entre o amor de Mauro (Rodrigo Lombardi) e Gerson (Marcello Antony). Era tão chata e dona da verdade que não resistu à rejeição do público: morreu antes da reta final da novela.

 

5) Helena, de Viver a Vida (2009)

moctaís
- A história de superação de outra personagem (Luciana, vivida por Alinne Moraes, que fica tetraplégica) foi o prego final no caixão da personagem. A falta de personalidade e a atuação fraca de Taís Araújo fez a protagonista parecer coadjuvante.

 

6) Paloma, de Amor à Vida (2014)

mocpaolla
- A personagem de Paolla Oliveira foi apelidada de “Pamonha”, com muita propriedade. A médica era extremamente ingênua e inconsequente – a ponto de se apaixonar e fugir com um desconhecido e não perceber que seu maior inimigo era o irmão, Félix.

 

E aí? Esqueci de alguma mocinha chata?

Me conte aí nos comentários!

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