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Lembrança da Revolução de 1930

03 de outubro de 2013 0
No dia 15 de novembro de 1930, com a cuia na mão, ao lado de um companheiro não identificado, Sérgio posou para a posteridade. Foto: Arquivo Pessoal

No dia 15 de novembro de 1930, com a cuia na mão, ao lado de um companheiro não identificado, Sérgio posou para a posteridade. Foto: Arquivo Pessoal

 

Na tarde de 3 de outubro, como hoje, 83 anos atrás, aqui mesmo nesta cidade de Porto Alegre, se iniciava uma nova fase na política brasileira com a eclosão da Revolução de 1930. O movimento levou gaúchos a amarrar seus cavalos no obelisco da Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, então capital federal, e fez com que o poder nacional fosse entregue ao são-borjense Getúlio Vargas, no mês seguinte.

Getúlio saiu daqui, rumo ao Rio, de trem, no dia 10 de outubro. Enquanto ele se preparava para assumir o Palácio do Catete, o que ocorreu no dia 8 de novembro, outros gaúchos armados também seguiam via ferroviária, ao centro do país, para consolidar as mudanças. Com a revolução vitoriosa, alguns acabaram retornando sem chegar ao destino final.

Sérgio Costa Almeida, na época com 27 anos, foi um desses. Chegou até São Paulo, como membro do 5º Regimento de Artilharia. Só não peleou porque não foi preciso. Morreu em 1988, aos 85 anos, ainda “getulista”. Foi funcionário da Viação Férrea por quase 20 anos e, depois, chofer de um carro Nash no ponto de táxi da Praça Florida, em Porto Alegre. Casou-se com Maria Braulina e deixou cinco filhos: Leda, Lourdes, Lenira, Lia e Gibraltar. Da Revolução ficaram as lembranças… e a foto.

Colaborou Nesy Farias

 

 

 

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