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Reprodução assistida e HIV

25 de março de 2013 0


No início da epidemia de AIDS, devido ao mau prognóstico das pessoas infectadas com o vírus, os casais eram desestimulados a engravidar. Atualmente, embora a epidemia de HIV/AIDS permaneça como uma condição séria de saúde, a introdução da terapia antiretroviral aumentou a expectativa e a qualidade de vida e muitos casais, onde um ou ambos são soropositivos para HIV, têm considerado a gestação.

Esta intenção de gestar tem importantes implicações na prevenção da transmissão do vírus para o recém-nascido e também para o parceiro não infectado. Desta forma, o aconselhamento reprodutivo por parte das equipes de saúde é fundamental.

Para os casais onde somente o homem é HIV positivo, a lavagem do sêmen e o uso de técnicas de reprodução assistida tem sido a primeira escolha. Quando somente a mulher é HIV positiva, a autoinseminação com sêmen do parceiro pode ser utilizada. Entretanto,  pouco ainda se sabe sobre o papel do vírus ou das medicações antiretrovirais sobre a fertilidade e sobre a qualidade do oócito.

Em um futuro próximo, o uso de medicamentos antiretrovirais antes da exposição sexual poderá ser utilizado para prevenir a transmissão do vírus naqueles casais férteis que podem engravidar espontaneamente.

Mas, o importante é que em casais onde um ou ambos são portadores do HIV, a gestação e o nascimento sejam planejados, pois isto garantirá um melhor resultado para o bebê e para a saúde do casal. O acompanhamento da equipe de saúde é fundamental para o aconselhamento reprodutivo nestes casos.

Postado por Isabel de Almeida

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