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Em crise de sinceridade, ex-presidente do TCE pede para políticos roubarem menos

06 de novembro de 2014 13

O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Salomão Ribas Júnior, surpreendeu os participantes do VI Congresso Catarinense de Direito Administrativo, nesta quinta-feira à tarde, com uma declaração que ele atribuiu à crise de sinceridade.

Disse que é frequentemente perguntado sobre como combater a corrupção. E a resposta que tem na ponta da língua é sempre a mesma:

” É preciso que o presidente, os governadores e os prefeitos reúnam seus servidores e digam: Companheirada, vamos parar de roubar!!! É impossível? Então vamos roubar um pouco menos.”

 

comentários

Comentários (13)

  • Carlos Vanderlei diz: 6 de novembro de 2014

    Depois destas declarações o que vou dizer lá em casa para os meus filhos? Daqui a 300 anos temos chances de reduzir a corrupção. Isso que só um sujeto otimista e acredito no Brasil.

  • Luis diz: 6 de novembro de 2014

    Seria cômico, senão fosse verdade. E ajudaria muito se o TC não fosse um TFC(Tribunal de Faz-de-contas) onde ex-políticos vão fazer final de carreira…”vigiando” as contas de seus pares.

  • BAR diz: 6 de novembro de 2014

    LEI É APLICADA, NA INTEGRA, SÓ PARA LADRÃO DE GALINHA QUE NÃO TEM ADVOGADO DE “GABARITO E QUE GOZA DE CERTOS ‘CONHECIMENTOS’.

    E O CANTANTE ITALIANO… O PROCESSO SE ENCONTRA NA GAVETA DE QUAL CONSELHEIRO?

  • Jonas Mattos diz: 6 de novembro de 2014

    Sinceridade que nos faz refletir…deve ter visto muita coisa na sua vida pública se poder condenar os mandatários. É preciso mudar todo o sistema de controle e fiscalização que deve ter um canal direto com a sociedade e polícia. Roubou..rua na hora. Salas de prefeitos e locais de reunião com câmeras e vigilância on line. Vereadores não podem receber salário e serem escolhidos so com nível universitário.

  • Jose Rui diz: 6 de novembro de 2014

    Para quem ficou mais de 20 no TCE e foi Presidente em duas ou mais vezes, fica estranho esta afirmacao, uma vez que a funcao especifica de TCE e fiscslizar contas

  • Schell diz: 6 de novembro de 2014

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. A hipocrisia é irmã de todos os males. Tantos anos no TCE e nada apurou contra qualquer dos tantos administradores públicos cujas contas por lá passaram, tanto que todas as contas, assim e assado, foram por ele aprovadas… É só se aposentar que vem com receita pronta, bem ao gosto do senso comum. Por que não trabalhou com seriedade nesses anos todos?

  • Poldo Quaresmim diz: 6 de novembro de 2014

    Curioso, mas esse distinto senhor quando foi presidente do TCE teve a sua residência roubada em Santa Mônica e um dos itens desaparecidos era justamente um computador com número de patrimônio do TCE.

  • luiz saulo diz: 7 de novembro de 2014

    olha quem fala. O que faz o Tribunal de Contas? Referenda as roubalheiras. Este perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado.

  • Camila diz: 7 de novembro de 2014

    Penso que o erro já está em o Presidente do TCE ser empossado através de indicação política. Pois como acreditar na neutralidade dos processos em que o réu seja da administração que fez a indicação? Será que os interesses particulares não irão prevalecer, para garantir o cargo? Precisamos que isso seja modificado.

  • Jose Geraldo Da Silva. diz: 7 de novembro de 2014

    Seria cômico, se não é trágico. Então, o ex presidente de um órgão de fiscalização das contas públicas, ao invés de exigir honestidade de quem ocupa cargo público, induz a roubar menos? Salvem o Brasil destas pessoas.

  • Naldo diz: 7 de novembro de 2014

    Haja honestidade!! Mas é a mais PURA REALIDADE brasileira!!!Sem esquecer é lógico, dos “companheiros” do Congresso, Assembleias, Câmaras, Estatais e Tribunais!!! Ou seja, não escana nada onde haja dinheiro público, dinheiro este sem dono, que fica dando sopa para os meliantes de plantão!!

  • Maria Carlota Carvalho diz: 7 de novembro de 2014

    excelente a postura do Salomão Ribas Jr.

  • José diz: 7 de novembro de 2014

    Bizarro ler isso de um ex-presidente do tce. É essa mentalidade que nos mantém com 500 anos de atraso e mantém órgãos de fiscalização para ajeitar a vida de apadrinhados.

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