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Força de vontade

08 de novembro de 2014 2

Paulo Ricardo Corrêa (de azul na foto), tem 17 anos e voltou a estudar graças ao programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da prefeitura de Florianópolis. Está concluindo o ensino fundamental numa turma que reúne de adolescentes até alunos com mais de 60 anos no Ribeirão da Ilha. Acompanhado pela professora, ele veio conhecer a redação do Diário Catarinense porque sonha em ser repórter. Confesso que o coração deste colunista se encheu de alegria ao ver a determinação do jovem para superar todas as dificuldades.

Foto: Ricardo Wolffenbütel/Agência RBS

Foto: Ricardo Wolffenbütel/Agência RBS

comentários

Comentários (2)

  • cesar diz: 8 de novembro de 2014

    DIFICULDADE PARA ESTUDAR NOS DIAS DE HOJE EM UMA CIDADE COMO FLORIANÓPOLIS,
    SÓ PODE SER BRINCADEIRA.

  • Schell diz: 10 de novembro de 2014

    Da prefeitura de Floripa? Nossa!! Melhor ler o texto a seguir:

    educação de jovens e adultos (EJA) é a modalidade de ensino1 nas etapas dos ensinos fundamental e médio da rede escolar pública brasileira e adotada por algumas redes particulares que recebe os jovens e adultos que não completaram os anos da educação básica em idade apropriada por qualquer motivo (entre os quais é frequente a menção da necessidade de trabalho e participação na renda familiar desde a infância). No início dos anos 90, o segmento da EJA passou a incluir também as classes de alfabetização inicial.

    No Brasil, o campo consolidou-se com influência das ideias do educador Paulo Freire e em forte relação com o movimento de educação popular.

    O segmento é regulamentado pelo artigo 37 da Lei de Diretrizes e Bases da educação (a LDB, ou lei nº 9394.2 de 20 de Dezembro de 1996). É um dos segmentos da educação básica que recebem repasse de verbas do Fundeb.

    A partir de 2002, o governo federal criou o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), por meio do qual pode, mediante convênio com estados e municípios, substituí-los na realização de exames supletivos .Criada pelo Decreto Presidencial nº 4.834/20033 para tratar exclusivamente da alfabetização de jovens e adultos, a Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (Cnaeja) teve seu âmbito e composição ampliados pelo Decreto nº 5.475, de junho 2004, reafirmados pelo Decreto nº 6.093, de abril de 2007. Sua composição recente foi estabelecida pela Portaria nº 602, de março de 2006. É formada por 17 membros, sendo quatro representantes dos governos federal (Secad e SEB/MEC), estaduais (Conselho Nacional de Secretários de Educação) e municipais (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação); um representante da UNESCO e um das instituições de ensino superior; e dez representantes da sociedade civil (fóruns de EJA, movimentos de alfabetização, trabalhadores da educação, movimentos sociais do campo, de indígenas, afrodescendentes e juvenis, bem como organizações não governamentais dedicadas a questões da educação e do meio ambiente.

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