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Torcidas da dupla encarnam ideia separatista?

22 de setembro de 2010 108

Bastou este blog recriminar o comportamento das torcidas de Inter e Grêmio, que cantam outras canções enquanto o Hino Nacional é executado nos estádios, para que despencassem e-mails sugerindo ou defendendo, claramente, que esta atitude expressa um sentimento separatista que existe ou estaria ressurgindo com força, no Rio Grande do Sul. Escolhi uma correspondência moderada para exemplificar, mas ainda hoje reproduzirei e-mail de um integrante da Geral do Grêmio defendendo visões absurdas e sem sentido que vão nesta direção. Vejamos o que diz o oftalmologista Roberto Rizzato:

“Pois é Wianey, à primeira vista parece que teu comentário sobre o desrespeito ao Hino Nacional é correto. Mas, vamos elaborar alguns pensamentos simples e sem muitos rodeios. Será que estas manifestações não estão demonstrando uma certa decepção dos gaúchos em relação a uma tendência nacional de desprezo por nós? Estou cansado de receber e-mail dizendo que gaúcho é veado! Será que não estamos cansados de ser um dos estados com piores estradas? E por aí afora, pois não quero me alongar nestas análises. Sabes muito bem que somos um povo trabalhador! Um amigo voltou do nordeste dizendo que lá todo o mundo vive de bolsa disso ou daquilo, mas que ninguém quer carteira assinada… Deves saber, também, que no nosso sangue sempre correu uma idéia separatista… Será que isso não está voltando a tona? Quem sabe tu, que és do ofício, e por sinal muito coerente e competente, poderias ouvir algumas opiniões a respeito? Como médico, em meu consultório, ouço muita gente falando a este respeito, mas é uma amostragem muito pequena.

Saudações. Dr. Roberto Rizzato – oftalmologista.

Onde tem fumaça, pode haver fogo”

Amigo, não excluo a possibilidade de ainda existem pessoas nutrindo a estapafúrdia idéia de separatismo. Tampouco que persista o coitadismo que responsabiliza o país por mazelas que nós mesmos nos impingimos. Neste caso, entretanto, acho que a explicação está, basicamente, na falta de educação e na nossa própria ignorância. Somos brasileiros, sim, e devemos nor orgulhar desta condição. A não ser que queiramos regredir ao tempo em que o charque era o nosso principal produto de ”exportação” ou estejamos desejosos de uma nova Revolução Farroupilha. Embora seja uma obviedade, devemos não esquecer que o mundo se transformou em uma aldeia global e idéias separatistas, que levam ao isolamento, só deveriam ser defendidas de quatro, em paiol de feno.

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Comentários (108)

  • popular do inter cxs diz: 22 de setembro de 2010

    SOMOS DO RGS, NOSSO PAIS É O RGS, NOSSA SELEÇÃO É O INTER, SOMOS GAUCHOS COLORADOS E PELEADORES, NOSSO UNICO HINO É O RIOGRANDENSE. OK. ABRAÇOS DA POPULAR DO INTER CXS SEMPRE PRESENTE.

  • Mazoel Zaluar diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey e seu comodismo !

  • Iuri Ribas diz: 22 de setembro de 2010

    O Sr. Roberto Rizzato citou “será que não estamos cansados de ser um dos estados com piores estradas? E por aí afora, pois não quero me alongar nestas análises”.
    Não, meu caro. O gaúcho está nesta situação porque sempre foi burro na hora de votar (ao contrário do que sempre apregoam, arrogantemente). Nós sempre escolhemos governos estaduais com relação oposta ao federal. O dia em que nós deixarmos de lado esta coisa idiota de ser sempre do contra, talvez tenhamos chance de ver o RS ser elevado ao alto, lugar em que sempre deveria estar.

  • Helinho Kaípra Séribe diz: 22 de setembro de 2010

    Não acho que as torcidas encarnam essa idéia. Isso de cantar o hino riograndense é pura rebeldia dessa gurizada de 13 ou 15 anos que fica atrás do gol cantando o tempo inteiro. No planeta atlântida é igual, a gurizada grita “ah, eu sou gaúcho” o tempo inteiro. Isso porque acreditam que ser gaúcho é ser melhor que os outros, e não por coitadismo. Acho que o email do médico reproduzido no texto não se presta a explicar a atitude de cantar o hino riograndense. E esse negócio dos “outros” nos taxarem de veado é uma resposta a esse sentimento de superioridade que alguns gaúchos têm. O certo era não tocar hino nenhum, ou que tocassem os hinos antes dos jogadores entrarem em campo. Ou quem sabe no intervalo.

  • Jean diz: 22 de setembro de 2010

    Caro Wianey. Sou gaúcho e há 5 anos vivo no estado de Santa Catarina, em Itapema. Há tempo vejo a torcida do Grêmio cantar o hino Riograndenses quando se entoa o hino Brasileiro. Antes de mais nada, isso é uma tremenda falta de educação de um povo que se diz o mais educado do país. Independente de que país sejam os símbolos nacionais, e neste caso o hino Brasileiro, deve ser respeitado. Se tem lá suas revoltas contra os governantes, contra o eixo rio-são paulo, etc, não há motivos pra desrespeitar o hino nacional. É, sim, uma tremenda falta de educação o que está acontecendo nas torcidas de Grêmio e Inter.
    Eu, particularmente, ao mesmo tempo que me orgulho de ter uma torcida fantástica como é a Geral, me envergonho quando ela pratica este ato vergonhoso de anti civismo. Se estão revoltados com algo, que mostrem seu civismo, e não esta total ignorância.

  • Bruno diz: 22 de setembro de 2010

    Viva a República Rio Grandense.

    Quero mais é que nosso estado se separe deste lixo chamado Brasil.

  • Marcio Góes Nabuco diz: 22 de setembro de 2010

    Puxa, Wianey…Estou pasmo!!! Com que capacidade vc respondeu ao dr. rizzato! O infeliz deve estar, até agora, catando os seus pedaços espalhados pelo chão e mortificando-se por ter enviado este mail imbecil. Mas, nem se apoquente! Este tal rizzato é descendente dos carcamanos mortos de fome, fugidos de duas guerra perdidas, que o Brasil acolheu – por caridade- e enviou para as furnas da serra gaúcha… Eles sonham com a separação, como um modo de vingança. Pensam que a Itália adotaria o novo país, como a Rússia já fez com Cuba…Muita polenta quente na moleira faz isto!!

  • Daniel C diz: 22 de setembro de 2010

    Me orgulho de ser gaúcho!
    Não sinto nada por ser brasileiro!

    Sustentamos o resto do país… separação já!

  • ANTONIO CARLOS diz: 22 de setembro de 2010

    Somos brasileiros sim, mas nacionalismo e orgulho caminham junto com aceitação e discriminação, não nos aceitam como brasileiros, nos discriminam não só no esporte, mas tambem em outros segmentos. Esta história é como casamento, não basta um querer, para que se perpetue a união os dois tem que querer! E como diz o velho ditado: Afagar a cabeça de cachorro que te morde é pedir para levar mordida! E outra, o Rio Grande do Sul, hoje, não exporta só charque, exporta além de varios produtos, decencia, politização, honestidade, e o principal, dinheiro para sustentar, como citou o Dr Roberto, as diversas “bolsas” criadas para quem não quer trabalhar e para manter o “curral eleitoral” de vários politicos corruptos! Quanto ao hino, canto e me orgulho daquilo que me sinto bem!

  • Alexandre Perin diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, antecipei a discussão na segunda-feira depois de sair irritadíssimo do Beira-Rio com este desrespeito. Confira meu texto:

    http://wp.clicrbs.com.br/almanaqueesportivo/2010/09/20/opiniao-torcidas-da-dupla-gre-nal-nao-tem-o-direito-de-desrespeitar-o-hino-nacional/?topo=2,1,1,,,77

  • Gustavo diz: 22 de setembro de 2010

    Caro Wianey

    A alguns meses atrás estava discutindo estas questões separatistas com um amigo Recifense, e ele me trouxe outros exemplos de estados que pregam a separação, como São Paulo (quer um estado mais alijado na relação pagamento de impostos pro governo x recebimento de recursos do governo, onde a migração de cidadãos de diversos estados acabam tornando este “sem identidade”), Minas Gerais, entre outros.
    Como pode ver, não somos únicos neste ímpeto separatista, mas deveríamos cobrar mais de nossos representantes (senadores, deputados) no governo federal para que tenhamos mais recursos. E podemos fazer isso agora, nestas eleições. Como sempre dizem, traduzam nas urnas a nossa “revolta” contra o sistema, votando em pessoas com vontade e experiência para mudar a nossa terra, e não em simples “candidatos que nunca vimos nem vamos lembrar no ano que vem”. Investiguem o passado dos candidatos, e cobrem as mudanças que queremos dos eleitos!!!

  • José diz: 22 de setembro de 2010

    Isso é coisa de separatistas de orkut e revolucionários do Twitter. Gurizada que nunca encilhou um cavalo, e mal deve saber fazer um chimarrão mas adora encher o a boca pra dizer que são gaúchos. Queimam o filme do Estado por todo o Brasil que fica pegando no nosso pé justamente naquilo que mais caracteriza o gaúcho que é a bravura e tal. Eu me orgulho muito de ser gaúcho, das tradições campeiras, do passado guerreiro, mas nosso dever é pensar no futuro, não se masturbar com idéias do passado. Manter sim as tradições mas não ser tão arrogantes quanto essa piazada de Porto Alegre.

  • Paulo diz: 22 de setembro de 2010

    O negócio é o seguinte, ou façam um levante contra o resto do Brasil, ou calem a boca e respeitem pelo menos o nosso hino. Pobre ignorância de achar que existam gremistas e colorados somente no RS. Um abraço de um gremista, catarinense e brasileiro.

  • mariana diz: 22 de setembro de 2010

    Sinceramente, acho essa questão tão pequena… Existem tantas outras coisas que precisamos respeitar. Faixa de segurança, limite de velocidade, horários, idosos, homossexuais… A cidadania ou orgulho da pátria já não tem absolutamente nada a ver com cantar o hino ou respeitar o hino. Pagar impostos e exigir a aplicação correta do cinheiro, por exemplo, é exercício de cidadania! Votar, é exercício de cidadania! Prefiro ser recriminada por “desrespeitar” o hino que ser responsável por eleger o Tiririca!
    bjo,bjo

  • ZÉ FERNANDO diz: 22 de setembro de 2010

    É assombrosa a estupidez que move as pessoas que tomam esse tipo de atitude. O engraçado é que quem vaia o hino nacional são os mesmos que se ofendem quando um jogador de fora – o Bautista, do Chivas, por exemplo – vem aqui e o desrespeita. Tipo ‘nós podemos, mas só nós’. Em certos momentos, somos brasileiros, em outros, não. Ou, melhor dizendo, em certas circunstâncias: em relação a estrangeiros, somos uma coisa, em relação aos outros brasileiros, outra. Cadê a tal da identidade?

    É um tema a ser estudado minuciosamente e com coragem por sociólogos, cientistas políticos e até (aliás, principalmente) por psicólogos, este, o da ‘identidade’ do gaúcho. Parece uma coisa pueril, adolescente, de auto-afirmação, de afrontar o resto do país. Será que o gaúcho por vezes não angaria a antipatia dos outros justamente por colocar-se permanentemente à parte, na defensiva? Por que somos tão assim melhores que os outros? Só nós somos trabalhadores? Aqui não tem vadio que manda seus filhos venderem bala no sinal pra não trabalhar também? Por que somos os eternos enjeitados? Não será porque pros outros não se sentem na obrigação de nos colocarem no pedestal que nós achamos que deve ser o nosso lugar? Por que não podemos nos colocar AO LADO dos outros? Por que não podemos ser gaúchos e brasileiros AO MESMO TEMPO?

    E por que essa coisa rancorosa e atrasada de separatismo, ainda, em 2010? Precisamos de menos ódio e mais bom humor, na boa. O gaúcho não é nem melhor nem pior que os outros e as mazelas do país e do pampa são rigorosamente as mesmas: temos miséria, corrupção e violência tanto quanto outros estados. A diferença, me parece, é que fora do Rio Grande não se estimula o sentimento de ‘nós contra os outros’ que grassa por aqui – por coitadismo ou fascismo mesmo.

  • MARCELO – AC diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, vc está errado em muitas de suas colocações. Primeiramente, no Sul, sofre-se com a distribuição nacional da renda e com uma distribuição desigual de poder, uma vez que temos um representação ínfima no Congresso, seja na Câmara Federal, onde o modelo atual privilegia estados e regiões com maior contigente populacional, como sudeste e nordeste, e mesmo no Senado, onde regiões com mais estados, como nordeste, norte e centro-oeste tabém são beneficiadas.
    Além disso, a diferença cultura é gritante e, fora o idioma, não temos absolutamente nada em comum com o restante do Brasil, colonizada por portugueses, para exploração, e por africanos trazidos como escravos. Fomos colonizados, em nossa maioria, por alemães e italianos (e japonese, no PR), que viram aqui uma nova casa, num modelo colonial minifundiário de desenvolvimento. Estamos hoje muito além da produção de charque, com a liderança absoluta de diversos produtos agropecuários, além de forte industrialização em todos os três estados.
    Por fim, separação, em nada significa isolacionismo. A Iugoslávia dividiu-se em Eslovênia, Croácia, Bószni-Herzegovina, Sérvia e Montenegro, e hoje a Eslovênia é um dos países mais estáveis da Europa, muito à frente dos chamados PIIGS. Temos diversos outros exemplos com a URSS, Tchecoeslováquia (muito mais unidos culturalmente que o Sul e Nordeste do Brasil), além da própria Bélgica, que cogita a separação entre sul e norte.
    De forma alguma a separação significa um fechamento de mercado, um retorno ao modelo de reserva de mercado. Apenas PRECISAMOS, reinvestir no Sul o que é gerado no Sul. O que o Brasil faz hoje é espoliar, matar sua galinha dos ovos-de-ouro. Só pagamos, pouco recebemos. Exemplos? Destinação das verbas para recuperação dos estragos com as enchentes de 2008: 3% para SC, 61% para a BA.
    BASTA!

  • Ricardo diz: 22 de setembro de 2010

    Eu sou totalmente contra esse desrespeito ao hino nacional. Tirando a revolta que alguns tem contra o Brasil..citando o pobre argumento do email que foi divulgado na tua coluna Wianey, em que diz que nordestino vive de bolsa aquilo, bolsa não sei o que..Eu gostaria de saber se o cidadão..que se diz médico..ja viveu abaixo do limite da pobreza..num lugar onde não da pra plantar nem mamona, que não tem água nem nada. Gostaria de ve-lo abrindo um consultório médico no sertão. Mas nem é preciso ir tão longe pra ver esse tipo de coisa..olhe para porto alegre e veja as favelas, olhe para o interior e veja a época de seca. Falar que pessoas que não tem alternativa, são acomodados..é pura covardia.

    Não sou contra cantar o hino riograndense..mas cada um na sua vez..os dois hinos são executados..custa esperar o término do hino nacional? Vocês ja viram esse tipo de comportamento numa copa do mundo? Alguém atropelando o hino de alguem? Que considerem o riogrande do sul outro país..mas de a oportunidade do ‘outro país’, brasil, celebrar o hino..pois como o amigo disse acima..nem todos colorados, gremistas, torcedores do juventude..e etc..são gaúchos..muito menos os jogadores…antes de exigir que todos sejam gaudérios de bombacha e pala..olhe só pro plantel de cada time..aquele teu ídolo, de tantos gols..é brasileiro..e nao tem nada a ver com o sul do país.

  • Rafael diz: 22 de setembro de 2010

    Olá.
    Esse “sentimento” de separatismo que alguns dizem que há no RS não é compartilhado por todos os gaúchos. Não sei se os gaúchos que simpatizam com essas concepções são a maioria, mas é comum ouvirmos manifestações desse tipo, seja em nosso dia-a-dia, seja em eventos como jogos da dupla grenal.
    Vejo como uma manifestação típica de pessoas com fortes concepções preconceituosas, o que é bastante característico de nosso estado, que sustentam seus preconceitos em argumentos equivocados e ridículos. Um exemplo é o argumento de que o RS poderia se sustentar sozinho. Ora, se não conseguimos sequer desenvolver a metade sul do estado será que conseguiríamos nos manter por conta própria? Parece evitende que não, até porque o Brasil como um todo é dependente da economia de SP. fato que mostra de antemão que não somos tão poderosos como esses ignorantes pensam.
    É por esse e outros motivos que, por vezes, tenho vergonha de ser gaúcho. Idéias reacionárias (como disse Sócrates – o jogador) como essas parecem ter muitos adeptos aqui. Atribuo isso a vários fatores dentre, os quais cito apenas alguns: à imigração alemã e italiana, a uma forte classe latifundiária e rural e principalmente à crença na “gloriosa revolução” farroupilha – que na verdade não passou de uma luta burguesa em prol da manutenção se suas riquezas.
    Infelizmente manifestações de separatismo do RS são correntes em nosso estado. Diante disso, cabe-nos apenas sentir pena dos indivíduos q às sustentam e torcer para que suas ideias não ganhem força política pois, caso contrário estaremos perdidos. Além disso, cabe-nos torcer para que tais sujeitos estudem mais pois é evidente, como ja dito, que tais ideias ganham força em pessoas ignorantes (o que é bem diferentes de pessoas que não têm estudo).
    Viva o Brasil e nossa mistura cultural.

  • maciel diz: 22 de setembro de 2010

    COMO TODO GRANDE GAUCHO… TENHO A IDEIA DE QUE O RIO GRANDE DEVERIA SER UM PAIS.
    SIM A IDEIA DE SEPARATISMO.

  • Jullius Pontes diz: 22 de setembro de 2010

    Eu moro há anos em Florianópolis,e sempre sou muito desrespeitado por ser gaúcho,ligue a tv e verás piadas mil contra nós gaúchos,até seria possível ouvir o hino nacional e após cantar o do RS,mas tu viu na Ressacada como eles nos tratam,em SP,RJ,MG entre outros lugares é o mesmo tratamento,já viajei meio mundo a trabalho e é só ver um brazuca e lá vem as piadas,não venha dizer que é falta de educação é orgulho por ser gaúcho,tentando se manter contra os demais.Desculpe o pessoal de Manaus,lá tratam os gaúchos muito bem.

  • borracho diz: 22 de setembro de 2010

    Repondendo a pergunta “Torcidas da dupla encarnam ideia separatista?”, a do Gremio sim, a do Inter como sempre so esta copiando oq os Gremistas fazem…

  • COLORADO – São Vicente do Sul diz: 22 de setembro de 2010

    Por isso q meu oftalmo é o filho dele, COLORADO!!! kkkk

    Saudações COLORADAS!!!! hehehe

  • Fernando Lopes diz: 22 de setembro de 2010

    Caro Wianey,

    Concordo com as manifestações das torcidas colorada e gremista e discordo da tua opinião. Como sabemos, antes de Getulio Vargas não existia uma idéia de nacionalismo e patriotismo brasileiro, isso pode ser encontrado em vários livros de história. Patriotismo nada mais é que a identificação que um povo tem com sua terra, sua cultura, suas tradições, sua história e com símbolos que o identifiquem com o mesmo, como o chimarrão para nós ou a capoiera para os baianos por exemplo. Agora fica a pergunta: os gaúchos se identificam mais suas tradições ou com o fato de ser brasileiro?

    Isso acontece pelo simples fato de que não existe uma homogenidade cultural no brasil, o meu e o seu Brasil, Wianey, não é o mesmo Brasil de uma pessoa do Acre, do Rio de Janeiro, do Piauí ou de Tocantins. Existe uma idéia simbólica geral, entre todos os estados, que o nacionalismo nos remete a samba e futebol apenas.

    No Rio Grande do Sul o “nacionalismo” gaúcho é mais forte devido as guerras do passado. É fácil entender o motivo, pois todo e qualquer povo que tem ameaçada a sua cultura ou identidade, através de uma guerra, tende a valorizar mais a sua identidade e os seus símbolos.

    Não porque é tão discriminado o amor do gaúcho por sua identidade aqui no Brasil, enquanto Quebec no Canadá, Catalunha na Espanha e tantos outros exemplos possuem sua identidade, buscam independencia e não são tão recriminados como nós.

    Não acho coerente nos chamar de burros por exaltar aquilo que acrditamos e nos identificamos, Wianey, até porque idéia global refere-se a economia e não a identificação cultural, que são coisas bem diferentes.

    E falando em economia, é uma idéia muito atrasada pensar em revolução ou era do charque, quando estamos em época de plebicito e desenvolvimento tecnologico. O Rio Grande do Sul não exporta só carne, caso o senhor não saiba.

    Um abraço!

  • Thiago SM diz: 22 de setembro de 2010

    Caro Wianey, discordo e concordo contigo ao mesmo tempo. Em se tratando de espírito separatista, é necessário lembrar o atual desmembramento da antiga Iuguslávia em vários países, o qual foi motivado pela autodeterminação dos povos, princípio o qual é previsto em nossa Constituição Federal. Mas no nosso caso, uma separação seria impossível não pela autoderminação do povo sulista, mas sim necessidade recíproca do Estado Riograndense e a União Federal. No que tange ao mundo globalizado como referistes, a separação não seria nenhum retrocesso, tome como exemplo a separação do bloco soviético e dos países dos Balcans.
    Abraços

  • Vini KR diz: 22 de setembro de 2010

    A idéia separatista sempre vai existir no RS. Essa indignação do Dr. Roberto e de muitos gaúchos vai existir sempre e com razão. A colonização européia separou um povo em detrimento de uma conquista territorial.

    Talvez esteja apenas além da sua compreensão Wianey.

  • PAULO diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey . . .
    Estive, depois de muito tempo, no jogo de domingo no BEIRA-RIO. Vou por partes:
    1) Idéia das mais idiotas esse negócio de colocar hino em tudo que é jogo de futebol. Já que fizeram esta lei porque não exigem que isso aconteça antes de shows, de sessão de cinema, de missas ou cultos e outras manifestações publicas. A lei que propôs isso é daquelas feitas simplesmente para aparecer no currículo do parlamentar. Jogo de futebol é um espetáculo e como tal deve ser tratado e não me consta que se executam os hinos em todos os espetáculos públicos. É claro, quando envolve países diferentes tudo bem.
    2) Mesmo a lei sendo um absurdo vaiar ou desprezar o hino brasileiro é uma afronta e não deixa de ser um contrasenso uma vez que o jogo era pelo CAMPEONATO BRASILEIRO e não pelo GAUCHÃO. Somos um povo que se julga acima dos demais e no entanto temos os mesmos problemas de corrupção, de falta de conhecimento e de apolitização que os demais estados da Federação.
    Acabem com essa idéia de tocar o hino em todos os jogos.

  • Anderson diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, acho que você não esta vendo o a coisa como é. Realmente somos todos brasileiros, porem, acima de tudo somos Gauchos.
    É essa questão que não esta compreendendo, pode ser uma idea separadista ou se preferir bairrista. Mas é algo que esta no sangue de todo o Gaucho, pois somos assim desde o inicio, ou teve algum outro estado que brigou como o nosso para se separar de toda a sugeira do imperio? Não eu respondo.
    Então é isso somos brasileiros, mais PRIMEIRAMENTE GAUCHO.

  • Rafael diz: 22 de setembro de 2010

    Separativismo acho que seria um exagero, mesmo eu achando que seria uma boa.
    Eu sinceramente não tenho orgulho de cantar o Hino Nacional, pq teria? um país onde tem mais dinheiro dentro das meias de uns do que na minha poupança! Onde quem mata tem mais direitos do que os que os nunca mataram….esse é só um dos muitos motivos que gostaria de dizer… mas se é pra falar de ter orgulho do futebol do Brasil, não tenho não! Um campeonato que é facilmente manipulado pelas grandes empresas, por juizes sem orgulho,moral nenhuma… onde os jogos de azar definem, não se joga somente contra adversario… e sim contra CBF, JUIZES… os times do eixo então… nem se fala.
    O RS não é o melhor exemplo ultimamente, mas prefiro defender o povo daqui que luta contra, seja com Dvds de erro de arbitragem, com afrontas a cbf…
    Vou continuar seguindo minhas raizes! Povo lutador, aguerrido… que não foge a luta e cantando o Hino Rio Grandense e Minha Camisa Vermelha durante o hino nacional.
    SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA.

  • beto diz: 22 de setembro de 2010

    TA FALTANDO ASSUNTO AI É?

  • Artur diz: 22 de setembro de 2010

    Gaúcho e Brasileiro com Orgulho!! Normalmente discordo de tuas posições políticas Wianey, mas com essa concordarei.
    Que desprezo pelos Gaúchos esse cara fala? O Ressentimento de alguns setores paulistas com Getúlio? Piada por piada, todos os estados fazem com os outros. E no mais é caso pra analista quem precisa do aval dos outros pra se sentir brasileiro!
    Alguém sabe de um decreto que impôs que para ser brasileiro é preciso aval de paulistas ou que não sejam feitas piadas? É muito complexo de inferioridade.
    E esse cidadão se formou em medicina… que barbaridade.
    Se ele é membro da Geral mesmo (ou só vai no setor?) deveria saber da amizade e respeito que a torcida tem frente a históricas torcidas amigas, Brasil a fora…
    Ele despreza e demonstra ser inculto ao ignorar inúmeros PATRIOTAS que nosso estado já cedeu para os vultos históricos do Brasil. Despreza o sangue derramado para manter nossas fronteiras em outros tempo. E como mal educado, desconhece que a Rev. Farroupilha era antes de mais nada Republicana, sendo o separatismo apenas um meio, não o fim, que era derrubar a Monarquia e construir uma Federação Justa.
    BRASIL

  • Otavio Campos diz: 22 de setembro de 2010

    Concordo com o Marcelo-AC.

    Além do mais, me identifico muito mais com o Hino Rio-Grandense.

  • Roberto diz: 22 de setembro de 2010

    Boa Wianey. Parabéns pela resposta “sem rodeios”, bem como proposto pelo teu leitor. O que querem os separatistas, sentir-se confortáveis no conservadorismo e visão de mundo retaca próprios de uma parte aculturada da população gaúcha? O Brasil é muito maior do que o RGS, em todos os sentidos. Aliás, não podemos nos esquecer que um dos maiores presidentes da história democrática do país é um nordestino estabelecido em São Paulo. Por favor, vamos prosear mais com nossos compatriotas e abandonar de uma vez por todas esta postura falsamente superior a tudo que não seja gaúcho.

  • Rodrigo de Lima diz: 22 de setembro de 2010

    Sou gaúcho, mas sou contra o separatismo. O que vocês querem, viver como se vive em Cuba?

  • Hugo diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, tu é um cara viajado, já foi ao Camp Nou? Tu ouve mais espanhol ou catalão lá dentro? As músicas da torcida do Barcelona são cantadas em qual idioma? E o Athletic Bilbao, que só contrata bascos, independente dos resultados de campo? Tu vê bandeiras da Espanha em Bilbao, ou do País Basco? O próprio Sevilla é o clube separatista da Andaluzia, em quanto o Betis é o clube “Real”.

    Na Escócia se chega ao cúmulo de ter clubes católicos(Celtic) e protestantes(Rangers), a torcida do Celtic leva uma bandeira do Vaticano para os jogos.

    A torcida do Bayern de Munique carrega a bandeira da Baviera, a do Middlesborough a do sindicato dos mineiros! Na Itália então nem se fala, Lazio, Inter e Fiorentina são considerados clubes conservadores, de direita, Milan, apesar de ser do Berlusconi, Juventus(Grupo Fiat) e Roma clubes populares, de esquerda.

    No leste europeu nem se fala, Partisan Belgrado e Estrela Vermelha é sinônimo de rivalidade política. O Panathinaikos era o clube dos ditadores gregos, o Olympiacos, dos estudantes das barricadas da Universidade Politécnica de Atenas. O Galatasaray é o clube do estado turco, nacionalista, o Besiktas dos muçulmanos que acham que a Turquia tem que se aproximar do mundo islâmico e o Fenerbache dos modernos turcos, que buscam uma integração com a Europa.

    A torcida do Dallas Cowboys, de Futebol Americano, carrega com slogan, “Dont Mess With Texas!”(Não se meta com o Texas!).

    Tudo bem que esse “gauchismo” tá passando dos limites, mas não vale a pena dar Ibope para esse tipo de polêmica.

  • Lucas diz: 22 de setembro de 2010

    Olha Wianey, agora eu acho que tu estás indo para um terreno o qual faz parte de teu repertório nesse nesse blog. Penso até que deverias encerrar de uma vez por todas essa discussão, a não ser que querias uma imensa publicidade negativa em cima de ti, o que muitas vezes é o que pensam os jornalistas blogueiros, que vivem dos acessos ao blog.
    É claro que sempre pulsou no sangue de gaúchos esse idéia separatista, aflorada em um momento em que comemoramos um guerra que curiosamente perdemos, mas comemoramos pelo simples motivo de sabermos que não somos subordinados e alienados ao resto do país. E isso é uma coisa muito clara meu amigo, só não vê quem não quer. Isso também não quer dizer que no resto do Brasil não existam pessoas trabalhadoras, até porque os gaúchos migraram para diversas regiões (pequena piada para descontrair).
    Não há povo que tenha tanto orgulho de sua história, tradição e cultura como o povo gaúcho e é claro que nos sentimos por vezes “separados” do resto do Brasil, pelo próprio governo federal, que tira impostos daqui para dar para, muitas vezes, desocupados de outras regiões.

    Acima de tudo, gostaria de salientar, que esse teu discurso agressivo, sem embasamento algum dizendo que devemos nos orgulhar de ser brasileiros. Por favor senhor jornalista, essa é a idéia mais estapafúrdia que já vi, tu queres me obrigar a ter orgulho? Sem entrar no mérito, isso é no mínimo leviano de tua parte.
    Além disso, deveria pesquisar e ver o que temos como meio de geração de renda, pois a época do charque já ficou para trás meu querido, e hoje muito provavlemente seríamos um país auto-suficiente, até mesmo pois crescemos mais que o Brasil.

    É claro que a idéia de separatismo é uma utopia de uma parte da população (talvez uma parte muito maior do que se imagina).

    Não gostaria de me alongar muito mas ressalto que tua competência é para falar de futebol, o que acho que fazes com bastante competência, mas sempre gosto quando boas discussões vem à tona.

    Lucas, gaúcho.

  • filipe diz: 22 de setembro de 2010

    Embora o gaúcho tenha muitas vezes mais afinidade com seus vizinhos Uruguai e Argentina, do que com locais distantes como norte e nordeste do Brasil, a idéia separatista é absurda, ainda mais por que não resolveria problemas economicos, sociais ou políticos do rio grande do sul, hoje nosso estado não é nem mesmo o “celeiro do Brasil” como foi outrora, a economia decadente e cheia de dívidas poderia transformar em outro Uruguai. Além disso cantar o hino do RS durante o Hino do Brasil é absurdo pois nos jogos toca o hino do RS também… e o pessoal que vai em jogos em SP, RJ e outros locais e canta o hino do RS durante o Hino do Brasil, só pode estar de bruincadeira, vivem, trabalham e ganham a vida em outro estado e ainda querem achar o RS superior… concordo que as piadas as vezes exageram contra os gaúchos, mas em parte é pela nossa soberba de sempre nos acharmos melhores que os outros… não somos nem melhores nem piores, somos todos Brasileiros, embora diariamente tenhamos vergonha de coisa que acontecem no nosso país. Tudo bem, podem me xingar agora, abraço a todos!

  • candeci de oliveira duarte diz: 22 de setembro de 2010

    Prezado Wianei, meu filho tem 12 anos, joga muito futebol, moro em Joao Pessoa, como faço para mandar um DVD do mesmo jogando futebol para o internacional, ou como posso saber se o internacional tem um olhiero em joçao pessoa – pb.

  • vinícius diz: 22 de setembro de 2010

    Me orgulho de ser gaucho…não brasileiro…hj trabalhamos para sustentar os nordestinos…

  • Luiz diz: 22 de setembro de 2010

    Este assunto é sempre complexo, só acho que tu te posiciona como se fosse a tua verdade uma coisa absoluta. As pessoas têm o direito de pensar oque quiser, sou contra qualquer preconceito, xenofobia e fanatismos do tipo “vamos nos separar do brasil pq somos melhores”. Venho de família de origem fronteiriça, talvez sejamos mais inflamados ao tratar o nosso rio grande do que um porto alegrense (ou aquerenciado na capital como tu) já que são “leais e valorosos”. Acho a idéia separatista ultrapassada para os tempos de hoje, mas isso no caso do RS, na Europa houve grande movimentação para independência de povos, basta olhar mapas geográficos de hoje e de 25 anos atrás. Como disse o amigo da carta, não vamos nos aprofundar na complexidade de que vamos nos sobreviver disso, dependemos daquilo, só acho que tu és enfático demais na TUA OPINIÃO e que a mesma não é regra e nem verdade absoluta. Não iria querer visto para ir pro RJ ou SP ver meu Inter, por outro lado a libertadores eu jogaria quase todos os anos (risos). Tche, seja menos radical nos teus achismos, nem to falando porque idolatro a revolução farroupilha e tal, o RS é muito mais do que esta revolução das oligarquias regionais, basta saber que meu povo e meus ancestrais fizeram o RS “Brasileiro”, na qual falamos português hoje pelas patas de cavalos e sangue derramado nas fronteiras e não fomos criados por decreto.

    Tenho dito

    Luiz Henrique

  • Oliver diz: 22 de setembro de 2010

    Discordar e desqualificar sem argumentar e fundamentar a própria opinião é tão “estapafúrdio” quanto qualquer outra idéia. Talvez a seja a própria base da omissão…

    Eu sou sim separatista. Mas o sou por estar convicto de que este é a melhor alternativa que temos, e por basear esse entendimento em fatores econômicos, culturais e, inclusive, morais (sim, já há muito chegamos neste ponto).

    riograndeindependente.blogspot.com

  • Robson Pandolfi diz: 22 de setembro de 2010

    Cada um com sua opinião, Wianey. Respeito teu posicionamento a respeito da ideia, mas considerar a ideia do dr. Roberto Rizzato “estapafúrdia” é quase uma falta de respeito.

    Lembremos que o renomado estrategista japonês Kenichi Ohmae defende que o Estado-Nação é coisa do passado. O fato de o mundo ter se tornado uma “aldeia global”, como tu mesmo citaste, não significa que não sejam justos os movimentos que defendem a segmentação de Estados maiores, o que, obviamente, não significa isolamento.

    Nesse mundo sem fronteiras, o Estado-Nação já perdeu o papel de protagonista da economia global. No lugar das grandes nações, temos Estados-Regiões que emergem com força na geopolítica mundial.

  • FABIANO DE SOUZA diz: 22 de setembro de 2010

    Nós gaúchos podemos muito bem expressar nosso orgulho pelo RS sem ofender ninguém! O País é um só. Também não gosto da mídia que dão para RJ e SP, mas o Brasil é imenso e rico em várias culturas. Pelos exemplos que vemos ao redor do mundo, onde a xenofobia se confunde com orgulho da terra, há conflitos e muitas mortes. Não somos melhores que ninguém. Cada região ou estado do Brasil tem suas diferenças. Não temos as praias mais bonitas, nem a melhor educação, nem o maior PIB. Mas temos outras boas características que, entretanto, não nos dá o direito de dizer que somos superiores!!
    Orgulho Rio-grandense sim!! XENOFOBIA E ÓDIO RACIAL-SOCIAL-ECONÔMICO NÃO!!!

  • Mr.Rusty diz: 22 de setembro de 2010

    Realmente só sendo um quadrúpede para cogitar em separatismo com a atual situação deprimente de nosso estado. Nossa economia seria baseada numa monocultura exportadora. Teríamos de importar quase todos os itens que corriqueiramente compramos no mercado. Para quem os produtores pediriam socorro a cada cheia ou seca que leva embora suas lavouras?
    Para quem os produtores do Vale dos Sinos pediriam ajuda a cada desvalorização cambial?
    O RS vive, em pleno século XXI, como se estivéssemos ainda no início do século XX e ainda tem gente que pensa em separatismo?
    A ideologização do gaúcho como tipo ideal, tão em voga nestes dias de exaltação às coisas do RS, precisa ser melhor entendida, pois não somos superiores aos demais brasileiros em nenhum aspecto. Quanto ao comentário de que os nordestinos não querem saber de carteira assinada e vivem de bolsa disso ou daquilo, que este leitor faça uma pesquisa aqui no RS e constate “per si” que a situação não é diferente por estes pagos.
    Lamentável este tipo de mensagem, ainda mais quando vem assinada por uma pessoa que se suponha ter cultura.
    Em tempo, sou nascido e vivo no RS.

  • Erik badino diz: 22 de setembro de 2010

    Somos Cisplatinos… não brasileiros, Tratado de tordesilhas terminava em Santa Catarina. nem na época COLONIAL éramos “brasileiros”. O Acre foi “anexado”(com a ironia da palavra) ao Brasil. Não consigo admitir que somos os mais trabalhadores, temos a mão-de-obra mais barata de todo o Brasil e sempre somos inferiorizados. Eles tentam nos menosprezar, mas na verdade estão alimentando mais esse sentimento de grandeza que existe no povo Gaúcho, eles tem raiva porque até uma criança de 3 anos de idade sabe cantar o Hino Riograndense, enquanto eles são adultos e não sabem nem como se começa o hino deles. Eles tem ódio porque ao lado de uma bandeira de nossos times daqui há uma bandeira do Rio Grande ainda maior. Eles nos inferiorizam porque eles não tem esse sentimento.

    Sou e sempre serei Gaúcho, Gremista e Cisplatino. Brasileiro só por obrigação… nunca por amor.

    Então continuarei ignorando o Hino Brasileiro e cantarei com todas as minhas forças o Hino do Rio Grande MINHA VERDADEIRA PÁTRIA.

  • Waldomiro diz: 22 de setembro de 2010

    Lamentável esse teu comentário hipócrita sobre o texto de um leitor, que assim como eu, ainda perde tempo lendo as baboseiras escritas por ti. O mínimo que poderias ter é educação em tua resposta, coisa que tanto prezas (pelo menos escreves isto), em tua resposta.
    Sinceramente acho que pessoas como tu ficam isoladas em seu mundinho e não dialogam e interagem com o resto do mundo, exceto através do PC.

  • Juliano diz: 22 de setembro de 2010

    O povo gaúcho tem que parar que essa palhaçada e se achar menosprezado, que choradeira braba.

    Somos gaúchos e não precisamos viver décadas querendo provar alguma coisa de que não precisamos. Nossa história é a mais bela de todos os estados, chega de “coitadismo”

  • Téo Alexandre diz: 22 de setembro de 2010

    Realmente somos e pensamos diferente nós gaúchos ,do resto do Brasil.

  • Peter Augusto diz: 22 de setembro de 2010

    Oi, Wianey. Em uma época de retorno das ideologias de extrema direita (vide a França e a expulsão dos ciganos em plena “União Européia), não me espanta esse sentimento de separatismo que existe há muito tempo no RS. Não digo que todos os nascidos no Rio Grande do Sul apóiam tal idéia, mas acredito que devemos encontrar na formação histórica desse estado algumas razões ou, no mínimo, indícios interessantes, antes mesmo do movimento Farroupilha e do MTG que se diz porta voz da verdade sobre o povo gaúcho.
    Vale lembrar de Tordesilhas, em 1494, onde o RS constava como terras pertencentes à Espanha. Depois, em 1534, com a criação das capitanias hereditárias, a última, mais ao sul, chamava-se Santana e cobria apenas o litoral do atual estado de SC. O RS, mais uma vez, não pertencia ao Brasil.
    Criou-se o RS, ou então Província de Rio Grande de São Pedro somente após as definições fronteiriças do Tratado de Madri, de 1750, envolvendo o toma lá da cá dos Sete Povos Missionários com a Colônia de Sacramento. A partir daí você tem a formação das estâncias de gado no RS e a questão do charque que levou à guerra Farroupilha em 1835.
    Enfim, amigo Wianey, são apenas alguns marcos históricos que, na minha opinião de historiador, auxiliaram na construção de uma auto-imagem do povo gaúcho, interna e externamente, como lugar de fronteira, em constante conflito, ora pertencendo à Espanha, ora à Portugal, ou ainda, não pertencendo à ninguém.
    Um abraço,

  • Pedro Omar Cunha dos Santos diz: 22 de setembro de 2010

    Boa tarde. Independente de concordar ou não com a ideia separatista (não tenho receio de dizer que simpatizo com a idéia, mas nao vejo meios reais de se atingir algum objetivo), muito me surpreende a forma como tu trata os gauchos que simpatizam com isso: “só deveriam ser defendidas de quatro, em paiol de feno.”!!!!!
    Acho no mínimo uma falta de respeito, como ja foi dito por Voltaire “Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo.”
    Acredito que apenas expressou teu desagrado pelo desrespeito ao hino nacional, quanto a “aldeia global”, precisa dizer isso aos Estados Unidos e sua segregação racial, diga isso a França e sua proibição dos islâmicos expressarem sua religiosidade e por aí vai.
    É fato de que nao deixarei de ser um grande admirador seu, mas acho que talvez coube-se um pedido de desculpas as pessoas que não tem o mesmo pensamento que tu, isto não as torna, obrigatóriamente, quadrúpedes comedores de feno.
    Abraços de um Colorado e gaúcho!

  • Gremista diz: 22 de setembro de 2010

    Mesmo com a autoridade que tens Wianey, creio que não devas classificar os ideais dos separatistas como “estapafurdios”. São ideais políticos e, como em todo o debate, para que se tenha um discussão saudável, é preciso respeito ás ideias dos demais interlocurtores.

    Eu, advogado, grande estudioso de política, defendo o separatismo. Existem diversas teorias separatistas que vão muito além de um sentimento de revolta com o resto do país. Eu mesmo defendo a teoria de que a separação dos territórios torna muito mais fácil e democrática a administração. Veja que aqui coloco a democracia derivando lá do conceito primitivo de igualdade.

    Evidentemente que grande parte deste sentimento de separação e revolta do gaúcho deriva da revolução e também pela maneira como somos tratados pelo resto do país. Se assim não fosse, certamente não existiriam tanto revoltados. A culpa não é nossa, é daquele resto lá de cima…

    Sou separatista, amo essa terra que chamo de pátria. Aos brasileiros de plantão, como tu… PORQUE NÃO VÃO MORAR EM SÃO PAULO? Lá gostariam muito mais de vocês…

  • Edu diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, somo brasileiros sim, tens razão, mas não somos obrigados a nos orgulhar dessa herança de corrupção e favorecimento das mutretas de Brasilia, Nordeste, Norte e Centro. Isso pra mim é comodismo. O RS tem o melhor IDH do Brasil sem a ajuda do Governo Federal, pq iriamos ter tanto orgulho assim do Brasil? Isso pra mim é tapar sol com peneira Wianey, não acho que devemos nos separar de ninguém mas gostaria de ver cada estado administrando suas despesas e receitas, como é nos EUA, sob regime de federação. Não quero ser responsável por pagar a conta da ineficiência administrativa do Maranhão, Sergipe, Rio ou Bahia, por exemplo. Pq não pensar sobre isso?

  • Sergio diz: 22 de setembro de 2010

    Bei Wianey, tu acabaste com o médico. Acho incrível que uma pessoa com uma formação acadêmica tão alta como um médico possa ter idéias tão precipitadas e limitadas. Dizer que no nordeste todo mundo vive de bolsas governamentais é um erro comum de quem não conhece o nordeste além dos resorts de luxo nas praias nordestinas. Salvador por exemplo é um canteiro de obras, se vê muito mais construções em Salvador que em Porto Alegre. Ah, e não são construções financiadas pelo governo, tratam-se de empreendimentos imobiliários das construtoras locais voltados a classe média. A própria Arena do Grêmio, é obra de construtora nordestina, porque nenhuma construtora gaúcha tem o porte ou visão necessários para tal empreendimento. A agricultura lá também está se desenvolvendo bastante, inclusive ouvi que a uva nordestina já rivaliza com a gaúcha, com a vantagem de que lá se tem duas safras por ano. Essa idéia de separatismo que muitos gaúchos alimentam, como se para ser gaúcho de verdade fosse necessário ser contra tudo e a favor apenas do RS, parece mais complexo de inferioridade mediante a derrocada do nosso estado na economia e na política. Pois bem, a economia gaúcha encolheu se comparada com os outros estados porque o gaúcho parou no tempo, se acostumou a ficar parado na terra esperando ajuda do governo do estado quando a safra quebra (coisa comum antes da lei de responsabilidade fiscal). Não se evolui olhando apenas para o passado e as tradições, o RS precisa se modernizar e investir em outros nichos que não apenas criar gado, plantar soja transgênica e eucalipto para empresas de celulose.

  • Pedro diz: 22 de setembro de 2010

    Pro resto do Brasil, devemos ser brasileiros na hora do hino, porém, na hora da piadinha, ou da divisão do bolo, pra eles nos somos “gaúchos” (em tom pejorativo), e não brasileiros… Qual jogo do brasileiro com a dupla gre-nal não teve o já tradicional “gaúcho veado”, ou a sua atual vairação com a música da Ivete (arereêe… gaucho dá o … e fala tchê…) Quer dizer, temos que abraçar esta gente e nos intitularmos brasileiros enquanto eles mesmo nos excluem do Brasil e nos tratam com preconceito regional… Vide teu colega Xico Lang que há anos vem manifestando a sua opinião “iluminada” de que nós somos o que há de pior no Brasil…

  • Luciano diz: 22 de setembro de 2010

    Não vejo problemas do povo gaúcho querer separar-se da nação, podemos continuar brasileiros mas vivendo em outro país.
    Também não queriam dividir o RS….

  • Cesar diz: 22 de setembro de 2010

    Nu tua posição Wianey, é obvio que tu não podes opinar. Mas eu seria 100% a favor! República Rio Grandense.

  • Cadu diz: 22 de setembro de 2010

    Simplesmente perfeita a resposta, Wianey. Parabéns.

  • Thiago – Colorado – Porto Alegre/RS diz: 22 de setembro de 2010

    Acho um absurdo, fico muito constrangido quando se desrespeita o Hino Nacional.

    Não é porque tenho orgulho de ser gaúcho que deixarei de ter orgulho de ser brasileiro, as coisas não são excludentes.

    É uma tremenda falta de educação, de patriotismo desrespeitar o Hino Nacional.

    Estava no Beira-Rio na final da libertadores e vi a fúria de todo o estádio contra o Bautista, do Chivas, por desrespeitar o nosso Hino Nacional.

    O paradoxal é que muitos que vaiaram e insultaram o Bautista desrespeitam o Hino Nacional quando tocado antes dos jogos no campeonato brasileiro.

  • rodrigo diz: 22 de setembro de 2010

    se vc é separatista, então vc:

    a) é ignorante
    b) é bastante burro
    c) é adolescente
    d) é beneficiário político/econômico da “causa”

  • Jorge Nogueira diz: 22 de setembro de 2010

    Separados ou juntos do Brasil os gaúchos só terão um lugar melhor para se viver se se mobilizarem desde baixo e transformarem radicalmente a atual estrutura sócio-econômica.

  • Rafael diz: 22 de setembro de 2010

    Olha Wianey, esse assunto é polêmico, e não acho que seja uma ideia estapafúrdia não, dependendo claro da visão de cada um.
    Ideais separatistas e ao mesmo tempo xenófobos e racistas, obviamente não servem.
    Mas se separar é estapafúrdio, então o Brasil ainda deveria ser colônia portuguesa.
    O que seria correto, mas nunca vai acontecer, é o Brasil ter seus estados independentes, algo parecido com o que ocorre nos EUA.
    Do modo atual, nós (e outros estados também) trabalhamos para arrecadar impostos para ajudar outros estados! Isso é justo? É justo nossos impostos irem para a União e depois termos que implorar migalhas?
    Mas enfim, tem tanta coisa errada nesse país, que eu acho que seria muito bom separar e começar algo aqui do zero, tentando limpar essa sujeirada!

  • Danei Lahm diz: 22 de setembro de 2010

    Boa tarde, Wianey!!!

    Com relação a questão do comportamento em relação ao Hino Nacional das torcidas eu acho que tem muito a ver com o perfil do gaúcho, que é trabalhador e se preciso for faz o seu caminho independente de governo ou bandeira. Senão vejamos, os inúmeros gauchos que desbravaram o oeste catarinense, paranaense, o Mato Grosso do Sul, O Mato Grosso, Rondônia e por ai vai.
    Me parece que o gaucho, longe de ser desordeiro, ele quer o progresso – que se não vier por bem, virá pela mudança. Diferentemente do restante do pais que prefere esperar que o Estado seja o provedor.
    Um grande exemplo disso, são os nossos dois clubes, perdidos em um canto do pais, formam duas torcidas apaixonadas, os dois com vasta ficha de títulos (vários internacionais) e os DOIS com GRANDES ESTÁDIOS PARTICULARES, coisa que no rol dos grandes clubes brasileiros SOMENTE o São Paulo tem (já vou deixar claro que não considero os clubes do Paraná no mesmo patamar dos grandes clubes brasileiros).
    Ao passo que no Rio de Janeiro, com a “exuberância” dos seu futebol, os clubes vivem a sombra do Estado e das grandes estatais. Em São Paulo, com todo o potencial economico e político, além de não ter conseguido tal estruturação patrimonial, os clubes ainda vivem enredados em favores políticos.
    O resto, nem é necessário comentar. Apenas registro que os outros Estados, contruiram verdadeiros colossos de estádios, para além de servir aos seus clubes, servir de combustível a máquina pública para campanhas e talvez outros interesses mais obscuros que a gente tanto lê no noticiário.
    Eu acho que por tudo o que o Rio Grande do Sul representou e representa para o pais, devia ser mais respeitado. No futebol, já descrevi grandes feitos da dupla Gre-Nal, na politica presidentes gaúchos muito contribuiram (Getúlio Vargas, com a CLT, Petrobrás, …), o Centro-oeste brasileiro cresceu graças aos gaúchos, enfim… hoje, vivemos numa fase ruim politicamente e acho natural que uma das poucas formas de que dispomos para demonstrar uma instisfação para com a Federação de forma pacifica, seja usada.
    Além do que, acho que a questão dos hinos nos estádios já está meio deteriorada. Eu na escola quando aprendi a cantar o Hino Nacional, não se mascava chicle, tinha uma postura própria para tal (nos estádios, jogadores riem, fazem piadas, cruzam os braços, pernas afastadas, mão às costas) e nem nos “patriotas e civilizados” estádios do centro do pais a torcida se comporta como deveria para ouvir o hino nacional.
    Me parece muito que a rejeição às armas nacionais, se deve muito ao pouco caso com que os políticos e as instituições publicas tratam a população em geral e com os gaúchos consequentemente.
    Opinião bairrista, talvez, mas já ouvi da própria imprensa paulista que o bairrismo bandeirante é tão grande que chega a ser indigesto para alguns deles mesmos. O carioca, então nem com a testa furada com as balas perdidas do tráfico de drogas, baixa a guarda para humildade. A propósito, quantas veses estourou o orcamento dos Jogos Panamericanos?? E quantas veses vai estourar o orçamento da reforma do Maracanã (mais ou menos quantas veses protelaram o seu fechamento)? E das Olimpíadas?

    Um grande abraço, Wianey, mas acho que nosso pais está sofrendo de falta de rumo mesmo.

  • Ismael diz: 22 de setembro de 2010

    Parabéns e Obrigado ao Doutor Rizzato

    Parabéns por conseguir perceber o que se passa. E obrigado por expressar isso ao enviar mail, representando muito mais gente.

    Infelizmente o Wianey se furtou de comentar um ponto chave do mail:

    Nos tratam mal.

    Não queiram amor e respeito incondicionais. Respeitem as diferenças.

    Não vou amar um país que se diverte a fazer piadas da minha cultura.

    Não me iludo que vá haver separatismo, não é mais viável, tem coisa muito mais importante para se resolver, mais urgente.

    Mas é uma pena, seria simplesmente oficializar o que cada dia fica mais demonstrado que é fato. E digo mais, não só o RS. O norte também é abandonado.

    Querem transformar o País na grande são paulo. A periferia da cidade monstro.

    Quero que mudem o país, quero que resolvam isso.

    Mas se alguém insistir em ir para um lugar que não quero, me dou o direito de não querer ir.

  • Rogério Brodbeck diz: 22 de setembro de 2010

    A ideia separatista dos gaúchos não é de hoje. Isso, porém, acho, é fogo de palha. Na hora do vamos ver, não se cria. Pasou o tempo de resolver as coisas na marra. E isso não tem nada a ver com o respeito aos símbolos pátrios, entre eles o Hino Nacional. Por isso, concordo plenamente com o blogueiro. E vou além: os “cerimonialistas” dos estádios (eles existem??) precisam saber que o Hino pode ser executado de duas maneiras: quando só tocado, só é em uma parte; quando, cantado, porém, ele tem duas partes e deve ser executado até o fim, sem interrupções. Logo, isso que se vê nos estádios, de executar-se só a primeira parte, cantada, está errado. Ou toca todo, cantado, ou toca a só a primeira parte, apenas instrumenttalizada.

  • Alex diz: 22 de setembro de 2010

    RS um país… seria ótimo.

    Coisa boa saber que não seria mais brasileiro, titulo esse que só me da vergonha

  • Alceu Dias diz: 22 de setembro de 2010

    Caro Wianey,

    estou fora morando no NE a 20 anos, mas acompanho o dia-a-dia do RS via web.
    Concordo plenamente com a avaliação que fazes sobre a falta de autocrítica que salientas. Quem normalmente está de fora passa a ver as coisas com mais isenção das paixões locais e não consigo entender como nosso grande estado pode ficar cada vez mais devagar no que toca ao próprio desenvolvimento. Acho que esta arraigada (e ultrapassada) mania de ir contra qualquer coisa que o outro sugira, apenas pq escolheu uma cor diferente da sua, é que está causando este retardo na aplicação do imenso potencial intelectual que o gaúcho tem. Vale lembrar que foi justamente esta postura – já professada no século XIX – que impediu a revolução “tão amada hoje” de alcançar seu sucesso!
    Em tempo: por várias experiências próprias, sei hoje que sou sempre muito respeitado e admirado aonde quer que chegue quando me indentifico como gaúcho e as piadas de veado são na verdade expressão de mais puro despeito, pois ninguém perde tempo em tentar desmerecer quem não tenha qualidades. (ou não é justamente por isto que Pelotas recebeu esta fama, ainda no século XIX, quando era um pólo regional desenvolvido?)
    Portanto acho que nosso povo gaúcho está na verdade deixando de aproveitar grandes oportunidades que este mundo global nos oferece apenas por ficar se prendendo à idéias passadas.

    PS. As estradas aqui no NE são 10x piores que as daí.

    Alceu Dias
    Recife, PE

  • Aldebaran diz: 22 de setembro de 2010

    Perfeito teu comentário Wianey. Quando converso com meus conterrâneos gaúchos sobre a história do nosso Estado, fico pasmo ao ver que a maioria não sabe nada. Acham sempre que gaúcho é excluído e melhor que os outros,. Lamentável. “na falta de educação e na nossa própria ignorância”. Repito, perfeito o post.

  • Luciano diz: 22 de setembro de 2010

    Não existe nada mais anti-gauchesco do que o desrespeito à Pátria.

  • Fabiano – USA diz: 22 de setembro de 2010

    Caro Wianey,
    No meu ponto de vista o fato de nos Gauchos cantarmos o “nosso” hino ignorando totalmente o hino nacional e uma falta de educacao e excesso de cultura. Veja Bem:
    Moro a quase 10 anos nos USA e temos que confessar que os Americanos sao exemplos de patriotismo e educacao. Nas escolas eles ensinam desdo maternal a terem orgulho por esse pais, por essa bandeira e pela historia. Nao esqueco o comentario do tecnico de futebol Rene Simoes em um jogo do Estados Unidos na copa da Africa: ” Os Estados Unidos nao tem a tecnica de um bom futebol, mas, eu ja trabalhei la e todos os esportes que eles participam, eles entram com raca e vontade de vencer por amor a patria.” Em um pais que tem educacao e historia, onde nao existe necessidade de se cantar nenhum hino qualquer que seja.
    No caso do nosso Rio Grande, poderia te dizer que nao nos falta historia e amor a nossa terra, mas falando em educacao caimos na mesma vala comum do nosso pais, infelizmente.
    Ta na hora do Brasil valorizar e respeitar seus estados e seu povo, se isso nao acontecer o pensamento de que somos da selecao gre-NAL e que o nosso hino e o Rio-Grandense vai continuar sempre crescendo.
    Abraco.
    Fabiano

  • Firmino diz: 22 de setembro de 2010

    Tenho orgulho de ser Gaúcho, também estou cansado do resto do Brasil e não consumo cultura do centro do país, mas acho isso tudo bobagem, principalmente no negócio futebol, onde vejo em outras regiões do país potenciais torcedores e até sócios da própria dupla. Conheço torcedores do Grêmio por todo lugar do Brasil, muitos sem nem ter parentesco com o RS. Quanto mais a ideia separatista for atrelada a imagem do clube, pior vai ser para consolidar esses torcedores desses lugares, que tendem a se sentir ofendidos com o “desprezo” pelo Brasil.
    Se quiserem, podem ser separatistas, unam-se em grupos, mas longe dos campos de futebol, vocês só estão queimando o nome do seu clube para com o resto do país!

  • Nilo.Franco diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey!

    Bah! Como poderemos ser um estado de ponta, com todo aquele povo nordestino entupindo o congresso de deputados e senadores mal preparados, preocupados somente com o nordeste??? Como poderemos bater de frente com a maioria? Onde conseguiremos poderes para isso? Ou teremos de dizer que somos parte do Brasil e assim sendo, temos que arcar com as consequencias de sermos um estado sem importância política. O “resto” não admite grandes e idôneos políticos. Nos dê a solução para voltarmos a ser um estado.

    No tempo que tivemos presidentes gauchos, esses olhavam para o Brasil como um todo. E ainda éramos um estado exemplar em educação e formação de cidadãos dignos.

    Estamos no rumo de sermos o pior estado brasileiro em educação nos próximos anos. E nada está sendo feito. Me admira a sua conduta de “acomodado” com a situação em que vivemos, e que ainda está longe de melhorar. A mídia lhe vedou os olhos. Se estivesse ainda em Tres Passos, terias opniões bem diferentes! Com certeza!

    Grande abraço irmão!

    Por uma nova legalidade, por uma nova ordem nacional onde não se valorise os desocupados e sim, trabalhadores. Educação é tudo!

  • Nicanor Flavio Ribeiro diz: 22 de setembro de 2010

    Boa tarde Wianey, Sou gaucho´(sócio colorado inclusive). Morei em SC algum tempo, mas, faz quase 10 anos que moro em Brasilia. O povo brasileiro é bastante engraçado e contraditorio, o gaucho como eu não é diferente. Gostaria de saber se realmente essa é a vontade do povo do Sul (separatista), se querem separar é pq não devem achar que ta bom. Agora me respondam uma coisa, pra quem a grande maioria vai votar pra presidente e Governador? Mudança ou continuidade?
    Na minha modesta opinião temos algumas formas de mudar sem mesmo separar, com força politica, realmente estou mais proximo do nordeste e posso dizer que tem muita gente sem querer trabalhar devido ao bolsa familia, mesmo assim o povo que trabalha e não vive disso vai votar em massa no governo atual. Acho que todos temos que deixar de demagogia, discriminações entre a população que não tem nada a ver com as estradas ruins, divisão de tributos, e apoiar quem realmente poderia mudar esse quadro. Conclusão: Realmente o RS faz parte do Brasil e deve continuar fazendo sem duvidas, como diria o mineiro é igualzim (rsrsrs).
    PS: Moro em Brasilia, mas, não sou politico, nunca fui e que Deus me ajude que não precise ser. Por mim nem precisa lei da ficha limpa, bastava não votarmos em candidatos que se envolveram em corrupções.
    No mais, um grande abraço e parabéns pelo blog.

  • Orcil – Colorado – Joinville diz: 22 de setembro de 2010

    Me desculpe Wianey, mas não concordo que idéias separatistas sejam estapafúrdias, como tu afirmas. Vejo-as como uma coisa a se pensar, pois o restante do Brasil só nos “permite” fazer parte da Federação por puro interesse Político. Invariavelmente todos os demais estados “não” gostam de Gaúchos, a não ser as suas donzelas, claro.

    Moro em Joinville e aqui temos uma torcida colorada fervorosa. Num certo dia comemorando o aniversário de um amigo colorado, na casa dele, cantamos o HINO DO RIO GRANDE, como sempre fazemos, lá no Bar do Toni em Jonville, toda a vez que nosso Glorioso INTER vence. Prá nossa surpresa um COLORADO de CHAPECÓ, não gostou e disse que não estávamos no RS. Hora, pois por não estarmos mesmo é que queremos exaltar nosso Gauchismo. Que mal tem nisso?

    Perguntei ao amigo colorado de chapecó, se ele saberia o HINO DE SANTA CATARINA e que se souvesse poderia cantar que o aplaudiriamos no final. Não sabia e podes ter certeza, um dos poucos estados onde se sabe seu próprio HINO é o RS.

    Bem, se isso é ter o separatismo no sangue eu não sei, mas que me arrepia toda vez que canto, ahhh, isso sim …

    Abraço!

  • Sérgio diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, concordo contigo em relação ao separatismo, mas o que temos é que para de olhar somente para o nosso umbigo. Temos que saber que existe algo, além do horizonte. Temos que atravessar o Mampituba e ssaber que existe vida do outro lado. Não somos o centro da terra. Todas as gozações que fazem com o gaúcho, é o resultado de, há muito tempo, alardear-mos aos quatro-ventos, que o RS é o melhor lugar do mundo para viver. O gaúcho é melhor nisso, melhor naquilo, e assim por diante…. Este bairrismo desenfreado nos atrapalha muito, mas muito mesmo. Para sermos respeitados, temos que respeitar também. Somos racistas preconceituosos, sim!!! Já morei fora do Estado e fora do país. Confesso que não conheço lugar algum, em que o bairrismo seja tão exacerbado, como o nosso. Sou gaúcho, acho que tá de bom tamanho. Não preciso ter orgulho de ter nascido aqui, basta ter nascido aqui e ser feliz….

  • Cristiano diz: 22 de setembro de 2010

    “estapafúrdia idéia de separatismo” …..”só deveriam ser defendidas de quatro, em paiol de feno”: este trecho deve ter entrado no texto sem querer, po que pessoas inteligentes e cultas jamais usam desta linguagem para rebater idéias contrarias as suas.
    Se existe espaço até para os comunistas com seus discursos fora de época, por que não aos que defendem a idéia de separatismo.
    Eu não comungo com os que defendem o comunismo, mas não os ofendo, assim um pouco mais de respeito aos separatistas, porque eles acreditam nisso e não pastam. Quem quiser saber sobre o movimento visite: http://www.rslivre.com

  • vinicius diz: 22 de setembro de 2010

    Que forçação de barra. não é por nada que não tem nenhum comentário ainda. Separatismo é coisa do passado.

  • Marcelo diz: 22 de setembro de 2010

    O exagero que significa termos que esperar que a metade do hino nacional seja tocado em todas as partidas do brasileiro, só não é pior do que termos ainda que ouvir o hino riograndense e essas manifestações ridículas de separatismo. Essa mania de pensar que o Rio Grande do Sul é uma terra de seres superiores, é de um atraso e ignorância sem comparações.
    Acho extremamente importante a preservação da nossa história (lamentando que muito já foi perdido) e o que ela representa dentro da cultura gaúcha. Mas a partir disso achar que temos que gritar “Como aurora precursora…” em todos os jogos, ignorando o hino nacional e ainda pleitear independência em pleno século 21 é lamentável. Uma atitude que não serve de modelo nem aqui, muito menos a toda Terra.

  • Gustavo diz: 22 de setembro de 2010

    EU SOU DO SUL, O RESTO DO BRASIL QUE VÁ PARA O INFERNO, JUNTO COM LULA E DILMA.

  • Rafael Neves diz: 22 de setembro de 2010

    Prezado Wianey,

    Misturaste um monte de coisa, e não disse coisa alguma.

    Comparar a idéia, o pensamento, ou ideal de um grupo com atitudes de equinos não é digno de um comentarista / blogueiro, mas aí sim, fazer esse tipo de comparação é que atitude de comedores de feno, é minha modesta opinião.

    O fato de uma massa, pequena ou grande, levantar novamente os ideais Farroupilhas, não quer dizer que essa massa queira “isolamento do mundo globalizado”, nada a ver, mas sim, talvez, desgarrar-se de um restante a qual só faz desprezo e chacota ha anos a fio (morando em São Paulo posso afirmar isto).

    Como está Tchecoslováquia hoje Wianey? Sabias que tem uma país chamado Catalunha dentro da Espanha? O que podemos discorrer sobre Sérvia e Montenegro?

    Por outro lado, se te orgulhas das tuas raízes, e no dia 20 de Setembro cantas mesmo que em pensamento aquele velho Hino Riograndense, então deves saber que grande parte do respeito que o Gaúcho tem de poucos brasileiros, e que também da inveja que recebemos é por causa do tal “movimento separatista” (melhor receber do que ter inveja), e que se não fosse por causa disso, o Gáucho seria apenas “mais um nordestino” como grande parte do Brasil considera.

  • Tiago Hoffmeister Bueno diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, acho que falar em sentimento separatista è meio exagerado. Os gauchos preferem cantar o hino rio grandense (nao so no estadio mas em varias outras ocasioes) porque se identificam mais com ele, porque ele representa uma historia muito mais proxima da nossa realidade em relacao ao hino brasileiro. Simples assim, da mesma maneira que uma criança prefere ouvir uma musica da Xuxa do que um heavy metal.
    Com certeza uma parcela de pessoas desse grupo tem um sentimento separatista mas acredito que seja um numero muito reduzido e que expressem essa ideia em maneiras bem mais claras do que uma simples cancao.

  • carmen fusquine diz: 22 de setembro de 2010

    Que feio Wianey, quem levantou “essa bandeira” há 3 meses atrás fui eu, no Programa do Antonio Augusto, fato realmente verdadeiro. Sinto vergonha quando estou no estádio Olímpico – em todos os jogos – e assisto esse verdadeiro escalabro. Familiares meus que moram em São Paulo ficaram indignados quando foram ao estádio. Tenho certeza que essa atitude não passa de FALTA DE EDUCAÇÃO E RESPEITO mesmo. Assistimos no dia a dia os nossos jovens atropelando os mais velhos, na entrada dos ônibus, nas portas de acesso aos bancos, em cinemas, teatros, shoppings, etc. A impressão que nos passam é que ÊLES DECIDIDAMENTE SÃO OS DONOS DO CAMPINHO, independente de classe social. Aliás, quanto mais alta, mais falta de educação demonstram. O que está faltando a esses jovens são LIMITES, alguém que lhes ensine como tratar o próximo, COM RESPEITO, mas infelizmente êles crescem vendo seus pais e mães estacionando em locais proibidos, em cima de calçadas nas portas das escolas, tentando burlar as filas em qualquer local, sentando na cadeira em frente do gerente do banco e outros locais com o velho chavão: “sabes com quem estás falando???’Essa é a nossa triste realidade.

  • David diz: 22 de setembro de 2010

    Não sou gaucho, moro em Santa Catarina e sou torcedor do Gremio. Sinceramente nao gosto desse pais chamdo brasil e acho que os gauchos estao certos em sua revolta, mas tambem nao acho que nos dias atuais valha apena separar do resto do Brasil, e olha tambem não faço a minima questão de cantar o hino desse pais imundo, prefiro cantar o hino do Gremio ou uma musica qualquer!!

  • danilo diz: 22 de setembro de 2010

    Wianey, vc escreveu “Somos brasileiros, sim, e devemos nos orgulhar desta condição”. Se vc se orgulha de uma condição inferior, de um povo vagabundo, problema é seu. Se eu tivesse nascido nos EUA por exemplo, teria sido bem melhor, mas nem todos tem tanta sorte.

  • Fabio_Curitiba diz: 23 de setembro de 2010

    Moro em Curitiba e acabo de chegar da Arena da Baixada.
    Ocorreu novamente o fato por ti alertado em tua coluna. Durante o Hino Nacional, boa parte da torcida colorada cantou o hino do Rio Grande e outros cantos.
    Não achei certo, mas uma parte expressiva da torcida elogiou tal especie de comportamento.

  • João Luís diz: 23 de setembro de 2010

    Jean, muito bem dito! Sou gaúcho e moro em Florianópolis. Desde que sai de porto alegre, vejo como o povo gaúcho é arrogante. São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e BH são duas cidades anos-luz a nossa frente. Justamente por terem a mente aberta. Todos que vão ao RS morar, voltam apavorados com o bairrismo. Concordo plenamente com o Wianey, que em tempos de globalização, ideias separatistas é suicidio. Vejam o Uruguai!

    E desde quando sustentamos o resto do país??? Somos o quarto o quinto estado em arrecadação e um dos mais violentos! Não se iludam, não!

  • Viel diz: 23 de setembro de 2010

    O SUL É MEU PAÍS. E TENHO DITO! QUEM QUER SER BRASILEIRO QUE VÁ MORAR NO BRASIL!
    JA PROCLAMAMOS NOSSA REPÚBLICA A MUITO TEMPO, ENTAO, NAO ME VENHA COM XURUMELAS.

  • daniel diz: 23 de setembro de 2010

    a percebi isso , na verdade a minha cunhada que é russa e mora alguns anos no brasil , percebeu que todo mundo cantava oura musica na hora do hino , ai ela com todo o sotaque me perguntou é normal isso aqui ( ficou sem entender pq o hino e respeito e respeito na europa vcs sabem ) , rsrsrsr
    eu disse não é normal apenas aqui .

  • Jairo diz: 23 de setembro de 2010

    Se orgulhar de que? De “levar laço” em uma guerra que perderam?

    Separartismo leva ao isolamento e decadência….virar uma Bolívia, um Uruguai, uma Nicarágua?

    TÔ FORA!!!

  • Volnei Corbellini diz: 23 de setembro de 2010

    Tenho 50 anos e me orgulho de ser gaúcho. É um sentimento e não procuro explicações para ele. Trabalho no Rio de Janeiro e faço questão de manter a postura e o linguajar, porque sou brasileiro, mas sou gaúcho – sou diferente sim – nem melhor nem pior do que ninguém. Acho bobagem o desrespeito ao hino brasileiro – eu canto os dois igualmente – mas me orgulho quanto cantamos o nosso hino – ninguém faz isso – somos diferentes. Não podemos nos esquecer que somos constantemente vítimas do “apito amigo” – no cômputo entre acertos e erros, sempre somos mais prejudicados que auxiliados pelos erros de arbitragem – isso revolta…..

  • TIAGO LOWELL diz: 23 de setembro de 2010

    Sou gaucho, escuto musica gaucha todos os dias, tomo chimarrao, acho o Inter o melhor time do mundo, sou considerado por todos os brasileiros que trabalham comigo aqui em Miami como o cara mais bairrista do mundo e digo” E RIDICULO DESRESPEITAR O HINO NACIONAL BRASILEIRO”, se alguem quer se separar comece a pensar nisso seriamente, eu li alguma coisa escrita por alguem ai sobre a Catalunha e e conheco um pouco sobre esse assunto, eles se consideram diferentes do resto da Espanha mas nao entendem que seja financeiramente e economicamente um bom negocio. Eu li o que o Mr. Rusty escreveu acima e concordo c/ ele.
    Todo gaucho se acha mais educado que o resto do Brasil, o que nao eh verdade e pelos ultimos acontecimentos estamos dando provas de que somos os mais mal educados do pais.

  • Antonio Carlos diz: 23 de setembro de 2010

    Quando citaram que os gauchos se acham o unico povo que trabalha, o unico que é honesto, que tem complexo de inferioridade, concordo em termos, realmente não somos os unicos que trabalham, não somos os unicos honestos, mas o percentual de vagabundos, de desonestos aqui no Rio Grande é infinitamente inferior ao do restante do país, em especial ao norte nordeste. Conheço alguns estados do Brasil, e quando se fala que nordestino vive de bolsas criadas pelo governo, é uma realidade, se vivem abaixo da linha da miséria, em lugares onde não se pode plantar nada por falta de agua, mudem a condição, desviem menos dinheiro publico que é destinado aos montes para lá (mirem-se no exemplo de Israel, que planta no deserto). Outra, carioca geralmente não trabalha, passa o tempo fazendo cursinho para entrar em algum cargo publico (a grande maioria de funcionários publicos no país são cariocas, exceto nos estados do sul) E, Wianey, tu só podias ir contra qualquer idéia que não fosse de submissão ao eixo Rio-São Paulo, pois sendo a RBS vassala da rede Globo e a mesma sendo enraizada lá, se tivesses opinião contraria, certamente serias demitido! Ontem, chegou a dar nojo de escutar os comentarios do Batista e a narração do Sporty, os caras torciam descarados pelo Flamengo, chegou ao cumulo de na hora do gol do Petkovit, o narrador dizer: “Vai sair, agora vai! Enfim o gol do Flamengo! Os lances duvidosos e os impedimentos pelo lado do Flamengo eram repetidos varias vezes, pelo lado do Grêmio, na maioria, nem eram repetidos! E os safados de plantão ainda querem que a gente puxe o saco desta gente!! Gostam deles, embrulhem e levem para casa!!

  • Antonio Carlos diz: 23 de setembro de 2010

    Ué! Os gremistas que querem ser argentinos e quem tem varios argentinos no time e o idolo da torcida é argentino, é o EC internacional! Os gremistas querem ser argentinos, e o sonho dos colorados é serem paulistas, alias, foram fundados por paulistas que não tiveram espaço entre gauchos!!

  • carlitos nietzshe diz: 23 de setembro de 2010

    Bah! A Globo deste novo país seria a RBS…muito legal…

  • Carlos diz: 23 de setembro de 2010

    Ola Wianey, cada vez mais provas que estas de QUATRO PARA O SISTEMA, sem cabimento voce querer que assimilemos uma opiniao GLOBALIZADA que favorece a poucos. Olhe o exemplo da URSS, apos a queda e a separacao, so evoluiram. LAMENTAVEL USAR ESTE ESPACO PARA SER TENDENCIOSO, SO FALTA ASSUMIR A CAMISA LARANJA…KKK

  • Fernando – MafiaDoApito.com.br diz: 23 de setembro de 2010

    Prezado Wianey, o senhor pode se considerar “brasileiro com muito orgulho”. Eu não me considero. Sou gaúcho e me basta. Não me considero brasileiro, jamais me considerarei. Tenho orgulho de pertencer a um povo que peleou pelos seus ideais e até hoje comemora esta guerra, mesmo tendo perdido (infelizmente).

    Para mim este torão de terra é maior que o Brasil. Me orgulho sim de ter nascido nele, mas não me orgulho dele fazer parte do Brasil, muito pelo contrário.

  • Alexandre diz: 23 de setembro de 2010

    O Negócio é o seguinte: o dia em que ocorrer uma reforma tributária e política no Brasil que acabar com o centralismo exagerado (o que é real, seja você separatista ou não) todos esses anseios serão contemplados, sem revolução farroupilha parte 2.

    Precisamos de Democracia nesse país: autonomia, liberdade e igualdade virão a galope.

    E outra coisa: aposto que todos ou quase TODOS já tiveram algum tipo de furor gauchesco em algum momento, digamos assim. A gente é diferente mesmo. E é muito bom ser gaúcho, acho que eu não trocaria por outra identidade regional.

    Mas…. se você um dia pensar com honestidade nos problemas do Brasil, nas injustiças, nas hipocrisias etc etc, se você pensar honestamente, vai chegar a conclusão de que nós TAMBÉM TEMOS CULPA NO CARTÓRIO.

    OU SEJA: somos os gaúchos superiores bla bla bla quando convém e somos os brasileiros estereotipados quando NOS CONVÉM, na hora do jeitinho, da sacanagem etc. O Gaúcho sabe SIM ser muito “brasileiro” no pior sentido. Vide o acordão no final da revolução, vide a corrupção de hoje, a falta de respeito diária (ao hino, a tudo) sejamos francos………………..

    Assim como SABE SER BRASILEIRO NO MELHOR SENTIDO DO TERMO: solidário, hospitaleiro, alegre, como sugere o espírito de uma boa RODA DE CHIMARRÃO.

    Quem pensa ser engajado nisso não conhece a si mesmo.

    Lutem por um Brasil melhor e teremos um Rio Grande melhor, autônomo, único, diferenciado, parte de um grande Brasil etc etc etc.

    Valeu Wianey.

  • Alexandre diz: 23 de setembro de 2010

    Concordo também com o que disse o Daniel Lahm.

    Abraço.

  • ELTON HAEFLIGER diz: 23 de setembro de 2010

    Wianey, leia abaixo uma pequena parte do Hino Nacional:

    “Brasil, de amor eterno seja símbolo
    O lábaro que ostentas estrelado,
    E diga o verde-louro desta flâmula
    - Paz no futuro e glória no passado.
    Mas, se ergues da justiça a clava forte,
    Verás que um filho teu não foge à luta,
    Nem teme, quem te adora, a própria morte”

    Agora leia abaixo uma pequena parte do Hino Riograndense:

    “Mostremos valor e constância
    Nesta ímpia e injusta guerra
    Sirvam nossas façanhas
    De modelo a toda terra
    De modelo a toda terra
    Sirvam nossas façanhas
    De modelo a toda terra”.

    Está explicado ? Estão entendendo?

  • Eduardo diz: 23 de setembro de 2010

    Confesso não ter uma ideia bem definida sobre essa tal “unidade nacional” , sobre o nosso “estado federativo”. Somos um continente , uma Europa e não um país do tamanho da França. Temos sob o mesmo teto um Amapá e um RGS.

  • Luciano diz: 24 de setembro de 2010

    Penso que este assunto deva ganhar força apartir do próximo ano, pois com o novo presidente tudo será possível, quem viver verá.

  • Henrique diz: 24 de setembro de 2010

    Além de ser falta de educação, por não respeitar o hino nacional, é uma prepotência absurda, por achar que gaúcho é mais importante ou mais patriota que qualquer outro.

    Esse provincianismo que estão tentando espalhar pelos estádios, só servirá para aumentar a intolerância e a violência.

    Cantar o hino do RS na hora da execução do hino nacional, é no mínimo, uma imbecilidade infantil de adolescente revoltadinho.

    Ou o RS é um país à parte que não convive com as mazelas do Brasil inteiro?
    Tal atitude é sim pura hipocrisia besta de quem se acha superior.

  • Roberto – Colorado e Gaúcho diz: 25 de setembro de 2010

    Caro Henrique, certamente tu não és Gaúcho, prá fazer um comentário desta maneira. Será que os Gaúchos são Mal-educados ou são os únicos “Brasileiros” que tem orgulho do lugar onde nasceram? E, quem sabe, vergonha de estarem inseridos neste contexto da “Terra-Brasilis”, a terra do vale-tudo, onde historicamente o Sul trabalha prá sustentar o Norte e Nordeste? Se acha que que não é verdade, procure te informar prá onde vão os impostos arrecadados. E não é só o RS, são vários estados que TRABALHAM prá sustentar vadiagem Nordestina.

    Gaúcho não é mais importante que ninguiém, mas SIM, É MAIS PATRIOTA, não tenha dúvida e essa é a grande dor de cotovelo do resto do País. Só não entendo o por quê, pois poderiam fazer o mesmo. Poderiam ao menos saber o Hino do seu estado, mas NÂO SABEM.

    Cante o Hino do TEU estado e não me venha falar em Prepotência, Hipocrisia, pois tu e outros só sabem falar sobre isso escondidos atrás de um computador.

    Abraço de um Gaúcho Orgulhoso e Brasileiro por Certidão!

  • fernando diz: 28 de setembro de 2010

    Um plebiscito seria interessante, se fosse possível realizá-lo … Acredito que se fosse garantido que a novela das 8 continuasse passando pro “nosso País” , esse percentual da população assíduo da telenovela também votaria pela separação, e aí, teria aprovação de mais de 80% dos votantes com certeza !
    Abraço Wianey

  • Bruno Ctba diz: 24 de outubro de 2010

    No mes passado no jogo entre atletico pr x inter , eu e mais da metade da torcida colorada cantamos a hino rio grandense em cima do hino nacional. E cantaria todos os jogos de possivel , o sul é meu pais!

  • Andressa Vargas diz: 29 de novembro de 2010

    Eu tenho 15 anos e resolvi pesquisar sobre esse assunto e tirei minhas propias conclusões.
    Com base nas minhas pesquisas penso que o separatismo já faz parte da nossa nação, pois acho que mesmo muitos gaúchos não querendo lá no fundo nos somos um “pais” fora do Brasil. Mesmo falando a mesma língua, temos costumes diferentes, jeito diferente, gírias diferentes modo de viver diferente, modo de pensar muito diferente. Não gostaria de generalizar mas sendo gaúcha posso dizer que somos sim muito orgulhosos e como diz no primeiro texto de cantarmos o hino riu grandense nos estádios é mais por orgulho a nossa terra do que por provocação como diz o resto do Brasil.nós não somos arrogantes, mas somos duros sim.Pois depois do que passamos na revolução farroupilha aprendemos o que é a vida ,e a lidar com ela , isso nos torna mais rígidos , pois o Brasil não se importou quando precisamos dele ,e porquê pensam que a gente teria que importar se o Brasil precisasse de nos?Não tivemos que lutar sozinho?Podemos muito bem viver sozinhos também.

  • Claudio diz: 8 de outubro de 2012

    Separatismo Já!
    O grito das torcidas só expressa esse sentimento que antes era reprimido do povo do gaúcho.

  • eduardo diz: 2 de maio de 2013

    boa tarde ! como não é novidade o RS nunca fez questão de estar presente no território brasileiro lhe foi imposto com uma guerra injusta com promessas de igualdade, que nunca se cumpriram. fato
    Se é uma ofensa para você brasileiro, simplesmente apoie a separação de nossa republica e estará tudo certo com a concretização do fato…. simples..
    Quanto ao ” rapaz latino americano ” a você desejo tudo de bom pios homem que não se orgulha de ser GAÚCHO nascido, creio que deva buscar oque te faz feliz. onde realmente ela se manifesta a você.
    NOSSO HINO nosso lema , nossa tradição nossa alma , nossa terra nosso coração….. VIVA AO RIO GRANDE ……

  • fernando kaefer diz: 18 de maio de 2014

    Sou paranaense moro aqui na desgraça do Ceará tenho uma pequena empresa não se consegue um filho da mãe pra trabalhar ,pois estão todos no bolsa miséria,os gaúchos estão corretos em querer separação ,pois não posso chegar em um lugar que estes pobres de cultura já vem com piadas ,teria que se unir o sul e se livrar desta mendingagem chamado país,onde cultura se resume em favela e bunda de fora nunca vi tanta mãe solteira como aqui ,e isto fachada vamos mostrar nossa força pra este povo ,já morei no rg do sul e fui bem tratado gente bem educado ,quem e contra porque nunca saiu pra ver falta de educação destes nordestinos que jogam lixo no chão separação sim

  • Hamiltom diz: 6 de agosto de 2014

    que ABSURDO TUDO ISSO! Além disso, falta conhecimento técnico às pessoas que participam, pelo que posso ver. A maioria discute ideologias e nem ao menos tem argumentos para defender o separatismo, porém os movimentos em números não existem. Não vi nenhum dos participantes das comunidades divulgar dados relacionados a quanto dinheiro seria gasto na “guerra” (porque, sinceramente, duvido muito que qualquer região conseguisse a separação pacificamente), quantas pessoas morreriam, de onde viriam os suprimentos, quem seriam os parceiros. Nada de orçamento. São só pessoas descontentes, sem o conhecimento técnico necessário para fundamentar seus pontos de vista. Além do quê, ninguém entende nada de poder bélico, pelo visto. Ainda assim, tem gente que quer pegar em armas por esse ideal. O pior é que não dá nem para rir de tamanha falta de respeito e amor à pátria mãe Brasil. Acredito que faltem muitas coisas (mais educação, trabalho, melhores salários, melhoria na saúde pública….) em nossa amada Terra de Santa Cruz, mas nada justifica que irmãos separarem seus Estados que são partes integrantes da Nação. Acredito que os únicos beneficiados com o separatismo são as nações estrangeiras (nunca esqueço da frase: dividir para conquistar) e uma pequena elite que se declarariam os libertadores, mas somente desejam encher de riquezas os cofres de suas famílias, na maioria seus membros pertencem a uma importante organização mundial com ideais e propósitos obscuros.

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